Entre Braga e Nova Iorque

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Entre Braga e Nova Iorque episodes

  • #10: Marcelo por um dia

    Não foi há muito que nos deu a sensação de o mundo andar mergulhado na "mesmice": todos ouvimos as mesmas músicas, vemos os mesmos filmes e lemos os mesmos livros. Decidimos, então, armar-nos em Marcelo por um dia (ou por umas horas, vá) e fomos ao baú buscar as nossas melhores sugestões culturais para animarem os vossos dias e noites. Se estão num daqueles momentos em que vos apetece mesmo "desligar" do mundo, ouçam as nossas sugestões e partam à aventura (ou à descoberta do comando da televisão, do gira-discos e dos óculos de leitura). Num episódio em que o nível de parvoíce esteve elevadíssimo, prometemos não vos desiludir.

    1 hr 1 min
  • #9: Inspiração: Pedro Figueiredo, escultor

    No dia em que a nossa querida mentora, amiga e colega de painel de nome Helena Mendes Pereira comemora mais um aniversário (parabéns, Helena!), convidamos o escultor Pedro Figueiredo para conversar connosco. Neste episódio falamos da alma das esculturas (e da dos artistas também!), das expectativas do público, de um trabalho que não é trabalho e daquilo que andamos cá todos pelo mundo a fazer. Falamos de Amor, sobretudo! Deixem-se deslumbrar pelo Pedro… e pelos nossos macacões!

    1 hr 7 min
  • #8: Inspiração: Adriana Mano, fundadora da Zouri Vegan Shoes

    Precisamos de dar vozes àqueles que têm a capacidade de nos inspirar. Foi também este o propósito da criação deste podcast. Convidamos, então, a Adriana Mano, fundadora da Zouri Vegan Shoes, uma marca de calçado sustentável e 100% português. Conversar com ela foi como um bálsamo de esperança nestes dias agudos que nos assaltam. Queremos agradecer-lhe o ser humano que é e desejar-lhe todo o êxito do mundo. Porque merece e porque é melhor do que a maioria: ousa sonhar e perseguir os seus sonhos. Oiçam tudo do episódio de hoje de ENTRE BRAGA E NOVA IORQUE.

    57 min
  • #7: Tutologia, uma ciência em ascensão

    "A tutologia é uma ciência em ascensão, acreditam alguns, como a Virgem, dada a forma como a levam a sério, sem receituário ou plano de estudos ainda conhecido. O país está cheio deles, dos tutólogos: gente que sabe sobre tudo, opina sobre tudo, sem pudores ou restrições. O conhecimento torna-se relativo, subjetivo, ao alcance de qualquer utilizador pouco profundo da wikipédia. É um flagelo, mas decidimos questionar-nos sobre ela, sobre esta nobre ciência oculta, questionando ao mesmo tempo o que é o conhecimento, a inteligência e qual o enquadramento de tudo isto no denominado sucesso. Ponham-se à escuta. É do irreal que, muitas vezes, nasce a mais pura gargalhada." Helena Mendes Pereira

    1 hr 1 min
  • #6: Os Conselhos da Noite

    “Roberto, o protagonista do filme interpretado por Tiago Aldeia, é o espelho de muitos de nós que, na emergência de um fim, seja ela qual for, sem que a lado algum tenhamos a sensação de ter chegado no caminho, procura o escape, a anestesia dos vícios do corpo que conotamos com a noite. Roberto regressa a casa, não em busca da casa, mas de si. Braga é o cenário do regresso e é o palco para este extraordinário trabalho de ator. Porque o filme é aquele ator e o lado escuro daquela cidade que em todos os seus planos nos parece soturna e neblinosa, sem o aconchego que lhe conhecemos. Roberto é a ponte entre os lugares e as demais personagens, num filme que não vale pelos diálogos de quotidiano, mas antes pela dedicatória nostálgica que José Oliveira dedica à cidade. Não é um postal, mas é um elogio de mundanidade. É sagaz e inteligente no tempo, que é lento, mas que nos prende. Estamos à espera que aquela personagem não tenha fim, antes recomece. Ilusão de nós mesmos. É um belíssimo trabalho, não de cinema, mas no plano artístico global. É íntimo e perturba-nos porque nós nos vomitamos enquanto nos tentamos combater." É desta forma que Helena Mendes Pereira, membro do nosso podcast, aborda "Os Conselhos da Noite", filme com estreia nacional para 17 de setembro e que é o tema do nosso episódio de hoje. Estivemos à conversa com o realizador e com os atores e, em jeito de antecipação, partilhamos a conversa que, pelo menos para nós, foi um enorme privilégio.

    51 min
  • #5: Espiritualidade e autoconhecimento

    Além de dona de uma voz que nos faz viajar e mergulhar no mais íntimo de nós, a nossa Cati Freitas tem trabalhado as questões da espiritualidade e do autoconhecimento. Neste episódio, por ela moderado, desafiou-nos a pensar as dimensões da espiritualidade, do equilíbrio, questionando o que nos condiciona e liberta. Ouçam.

    49 min
  • #4: E se os animais falassem?

    E se os animais falassem, o que nos diriam?  Partindo do tema da crueldade animal e da inconsciência do ser humano, a Ana fala-nos dos direitos dos animais e de como a sociedade ainda os vê. Uma conversa que também teve em conta as culturas que dependem da produção animal e as pessoas que (infelizmente!) consideram que gostar de animais é sinónimo de detestar todas as outras causas que tanto precisam de nós.

    46 min
  • #3: Media e redes sociais: da pedagogia à toxicidade

    Os ouvidos mais atentos (e sabemos que são muitos) vão perceber que neste nosso terceiro episódio parece que a nossa Cândida Pinto está a falar do fundo de um poço. Mas não estava. Só que a equipa que leva a cabo este conteúdo essencial para as vossas vidas faz mesmo tudo, inclusive preparar o "estúdio", editar, etc.. E neste dia, muito em concreto, não ligamos o microfone da Cândida. Ou melhor, não reparamos que estava desligado. Serviu-nos de lição: agora fazemos sempre dez verificações antes de começarmos a gravar. Contudo, pensando bem e considerando o tema deste episódio, moderado pela Flávia Barbosa, sobre questões e questiúnculas da comunicação social e dos media e sobre o seu (suposto) dever pedagógico, até fica um pouco metafórica esta espécie de "mordaça". Não tínhamos pensado nisto na altura mas faz algum sentido. Não acham? Oiçam. Vão gostar.

    57 min
  • #2: Como se fosse uma capa da Vogue

    Partindo do mote pandémico "Como se fosse uma capa da Vogue", Cândida Pinto conduz a equipa pelo mundo da moda e pela forma como habita em cada um de nós. O que expressamos através da forma como nos vestimos? Como é esta difícil relação com o corpo e com a auto-imagem? Não fugimos aos clichés mas libertamo-nos deles quando sabemos quem somos. Escutem-nos! Talvez se encontrem por aqui.

    1 hr 5 min
  • #1: Apresentação

    Cinco mulheres com arraiais assentes em Braga (Ana Marques Pinheiro, jornalista e fotógrafa; Cândida Pinto, designer e stylist; Cati Freitas, cantora e compositora; Flávia Barbosa, jornalista; Helena Mendes Pereira, curadora e professora) juntaram-se para, de alguma forma, tentarem mudar o mundo. Como prometido, aqui está o nosso primeiro episódio, em que nos apresentamos, dizemos com que mortos gostávamos de falar e confessamos o que nos tira o sono.

    56 min

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