
Sign up to save your podcasts
Or


Na circunstância natalícia, nada melhor do que abençoar este relevante podcast como é o nosso. O dress code foi a preceito e o convidado ainda mais. Com o Tiago Freitas, padre e nosso amigo, fizemos uma viagem sobre autores da filosofia contemporânea, sobre a relevância da oração e sobre a pertinência da Igreja enquanto resposta à necessidade de um tempo que é nosso e de encontro com o outro. O Tiago esteve à altura e não se desviou de nenhuma das nossas provocadoras perguntas. Agradecemos-lhe por isso e por a sua postura e honestidade intelectual nos ter devolvido um pouco da nossa fé. Quanto ao resto, já sabem: reinou o disparate e o despropósito. Mas sempre em bom. E neste que é o nosso primeiro Natal juntas, agradecemos aos nossos persistentes ouvintes e prometemos continuar com ousadia a proporcionar-vos esta horinha semanal, sempre na máxima expressão da nossa Liberdade.
Veem no mundo a sua casa, mas isso não os impediu de adotar um cão sénior. O Golden. Com ele surgiu a enorme vontade de ajudar outros cães abandonados e ainda uma marca de acessórios para animais. Registam cada dia do Golden em fotografias, que agora ganharam mais vida com a Ruby. Convosco, o casal mais incrível Neuza e João!"
O nosso episódio de hoje é especial… é a nossa versão de “confinadas, mas em bom”! Estivemos à conversa com a Daniela Guimarães, também conhecida como Porta 70, sobre o seu Bookstagram (se desconhecem o termo, googlem, por favor) e o Clube de Leitura a que preside, depois de uma eleição absolutamente democrática (podem comprovar na emissão). Se estão a questionar-se sobre os nossos adereços de cocuruto, há uma justificação muito boa para todos eles: apeteceu-nos!
Antes de se aventurar pelo mundo da culinária e da já icónica Retrokitchen, o nosso convidado desta semana percorreu muitos e muito diferentes caminhos desta vida. Como se divide um cenário e uma casa, um personagem de quem realmente se é? E como é que uma bonita história de Amor pode mudar completamente o rumo da nossa vida? Ouçam tudo aqui!
A Ana Torres é uma daquelas pessoas com super poderes. O dela é contar histórias, comunicar e, sobretudo, inspirar. Ao longo de todo o episódio teve a coragem de ser autêntica e nunca se escusar de nos contar a sua história de vida e as mudanças que marcaram os últimos anos. Ela é a sua história e a sua verdade e é isso que faz também dela uma referência no marketing e na gestão de comunicação empresarial e institucional. É como nós e defenda o empoderamento feminino e o empoderamento de proximidade. Ouvi-la é um privilégio. Não o desperdicem. Como habitual, não é por nós, mentoras deste podcast, que devem tornar-se fãs. Não. É pelos convidados que vos trazemos. Escolhemos não falar mal de nada nem de ninguém, mas antes revelar pessoas e histórias de vida extraordinárias. Estamos a construir uma espécie de tribo dos loucos, mas livres.
Poderíamos ter passado o tempo todo a falar de gastronomia, que é sempre tema pois, como diz o ditado inventado por estes dias: "A comer e a beber é que se faz acontecer" (Helena Mendes Pereira dixit). Mas a vida da Sara Rocha está para lá deste seu talento e a Madame Banana, empresa que traz iguarias a nossas casas e que se propõe, se assim o desejarmos, organizar um evento na nossa cozinha para os nossos convidados, é só a fase do caminho em que se encontra a nossa convidada. Na verdade, a Sara Rocha é um exemplo de resiliência e de derrota do cansaço, do que é nunca desistir e da capacidade de reinvenção que faz tanta falta nos dias que correm. A sua história é uma fonte de inspiração e é com ela que vos aguçamos o apetite para o episódio desta semana.
Hoje, a conversa recua muitos milénios. Como eram as pessoas do Paleolítico e que herança carregamos delas? Quem eram esses homens e mulheres que arriscavam a vida para pintar cavernas em lugares quase inacessíveis? E porque representavam detalhadamente os animais, mas nunca a si próprios? Qual tocha pela gruta fora, Sofia Figueiredo, investigadora e especialista em Paleolítico, responde a algumas destas perguntas, acrescentando outras. Será que evoluímos tanto desde lá? Ouçam e já falamos.
"A vida é um observatório. Se olharmos bem, a tendência é cairmos no “lugar comum” . Esse lugar onde não cabem ainda, em total coerência, os valores que desejamos e que tanto defendemos vivenciados de forma real.
O que penso? O que digo? O que faço?
Qual a relação entre todos estes passos?
Onde se encontram as nossas contradições?
Até que ponto não somos todos uns alucinados em relação uns aos outros?
Até que ponto passas a vida a falar de ti mesmo como se fosses a única coisa que importe neste mundo?
Há quem diga que sou detalhista. Concordo. Afinal, não será a sucessão desses detalhes a originar o milagre que é a vida?
Talvez o lugar incomum ainda nos seja uma utopia, mas sei que vale a pena imaginá-lo na linha do horizonte, assim como uma janela aberta para quem o quiser ver. "
- Cati Freitas -
O que acontece quando sabemos que a Clara Não está em Braga numa residência literária? Tratamos de a raptar para o vosso podcast preferido! Se já gostávamos da Clara pelas suas ilustrações e reflexões, depois desta conversa a nossa admiração por ela só aumentou (não sabemos se terá sido recíproco, não nos portamos lá muito bem). Feminismo, empoderamento feminino, tabus, amores, amizades... tudo serviu de pretexto para um diálogo franco e aberto... onde nem confissões – chocantes! – faltaram.
Mais do que terapeuta de shiatsu e professora de yoga, Bárbara Couto gosta de pensar que é uma inspiradora de vidas. Neste episódio falamos de mudança, de desconstrução e de histórias de coragem. Na "espiral da vida", a Bárbara mostrou-nos a importância da verdade e do ser. Quer ser lembrada como alguém que faz os outros parar para refletir e, quem sabe, mudar alguma coisa a partir de então.
From the publisher's feed