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O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, determinou a prisão preventiva de Henrique Vorcaro, pai do banqueiro Daniel Vorcaro, durante a sexta fase da Operação Compliance Zero. A investigação apura crimes como ameaça, lavagem de dinheiro, corrupção, invasão de sistemas e organização criminosa. Segundo a Polícia Federal, grupos ligados ao caso atuavam com intimidações, ataques cibernéticos e monitoramento ilegal, com suspeitas de apoio de milicianos e bicheiros. Mendonça afirmou que há indícios de que Henrique Vorcaro exercia papel relevante no financiamento e na manutenção das atividades investigadas. Já no cenário internacional, o presidente da China, Xi Jinping, alertou Donald Trump que divergências sobre Taiwan podem gerar um conflito entre as duas maiores potências do mundo. Durante encontro em Pequim, Xi classificou Taiwan como o tema mais sensível nas relações entre China e Estados Unidos. Apesar das tensões, Trump afirmou que a relação entre os dois países é uma das mais significativas da história mundial e destacou o encontro como positivo, em meio às tentativas de reaproximação diplomática e comercial entre Washington e Pequim. Apuração, informação e análise de qualidade, de segunda a sexta-feira, na apresentação de Isabela Veiga e Leonardo Macachero, com participação do comentarista político Raphael Machado e convidados
A nova pesquisa Quaest mostra uma melhora na percepção dos brasileiros sobre o governo do presidente Lula. A desaprovação caiu para 49%, enquanto a aprovação subiu para 46%, reduzindo a diferença entre os índices para três pontos percentuais, o menor desde fevereiro. O levantamento também mostra um cenário apertado em uma eventual disputa de segundo turno entre Lula e o senador Flávio Bolsonaro, com o presidente aparecendo numericamente à frente por 42% a 41%. Segundo a Quaest, a melhora está ligada a um ambiente de notícias mais positivas para o governo, como o lançamento do programa Desenrola 2.0. Já no cenário econômico, o ministro da Agricultura, André de Paula, afirmou que o Brasil continuará exportando carne para a Europa apesar das novas exigências sanitárias anunciadas pela União Europeia. O bloco europeu quer ampliar mecanismos de rastreabilidade e controle sanitário na cadeia da carne bovina, o que pode exigir mudanças estruturais no setor agropecuário brasileiro. Segundo o ministro, o governo trabalha para atender às exigências e manter o mercado europeu aberto para os produtos brasileiros. Apuração, informação e análise de qualidade, de segunda a sexta-feira, na apresentação de Isabela Veiga e Leonardo Macachero, com participação do comentarista político Raphael Machado e convidados.
A ala bolsonarista no Congresso prepara uma reação política após o ministro Alexandre de Moraes suspender a aplicação da Lei da Dosimetria. Entre as medidas articuladas estão a pressão pela votação de uma PEC que limita decisões individuais de ministros do STF, a retomada das discussões sobre anistia aos envolvidos nos atos de 8 de Janeiro e novas cobranças por um processo de impeachment contra Moraes. A oposição também tenta avançar com uma proposta de emenda constitucional que pode beneficiar condenados pelos atos antidemocráticos, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro. Já no cenário internacional, a União Europeia excluiu o Brasil da lista de países autorizados a exportar carnes para o bloco. A medida, que entra em vigor em setembro, foi justificada por supostas falhas nas garantias brasileiras sobre o uso de antimicrobianos na criação de animais. O bloqueio atinge produtos como carne bovina, aves, peixes, ovos e mel, e ocorre em meio ao início da aplicação provisória do acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia. Apuração, informação e análise de qualidade, de segunda a sexta-feira, na apresentação de Isabela Veiga e Leonardo Macachero, com participação do comentarista político Raphael Machado e convidados.
O Governo Federal vai lançar nesta terça-feira (12) o programa “Brasil Contra o Crime Organizado”, com previsão de R$ 11 bilhões para ações de combate às facções criminosas. O plano inclui enfrentamento ao tráfico de armas, asfixia financeira do crime organizado, aumento das taxas de esclarecimento de homicídios e reforço da segurança nos presídios. A proposta prevê bloqueadores de celular nas penitenciárias, criação de um centro nacional de inteligência e integração entre União e estados. O governo também quer fortalecer perícias e padronizar registros para melhorar os índices de resolução de homicídios no país. Já no cenário internacional, o governo do Irã afirmou ter apresentado uma proposta “razoável e generosa” para o fim da guerra no Oriente Médio e classificou como “descabidas” as exigências feitas pelos Estados Unidos. Segundo Teerã, o plano busca encerrar os conflitos, garantir a soberania iraniana e interromper ações contra embarcações do país. Donald Trump rejeitou as condições apresentadas, enquanto o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que a guerra contra o Irã “não terminou” e voltou a defender o desmantelamento do programa nuclear iraniano. Apuração, informação e análise de qualidade, de segunda a sexta-feira, na apresentação de Isabela Veiga e Leonardo Macachero, com participação do comentarista político Raphael Machado e convidados.
Os ministros Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, publicaram uma nova decisão conjunta ampliando o cerco aos chamados penduricalhos no Judiciário e no Ministério Público. As medidas proíbem revisões de cargos, novas gratificações e mudanças em comarcas que possam driblar a decisão do STF que limitou benefícios extras sem previsão em legislação federal. Os ministros também determinaram maior transparência nos pagamentos e alertaram que presidentes de tribunais podem responder civil, penal e administrativamente caso criem novas verbas indenizatórias fora das regras estabelecidas. Ainda no cenário nacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou que Brasil e Estados Unidos vão criar um grupo de trabalho para discutir tarifas comerciais nos próximos 30 dias. A declaração foi feita após reunião com Donald Trump, em Washington. Lula afirmou estar otimista com as negociações e reforçou o interesse do Brasil em estabelecer parcerias internacionais para exploração e desenvolvimento tecnológico de minerais críticos e terras raras. Atualmente, produtos brasileiros ainda enfrentam tarifas extras no mercado americano, principalmente nos setores de aço, alumínio e autopeças. Apuração, informação e análise de qualidade, de segunda a sexta-feira, na apresentação de Isabela Veiga e Leonardo Macachero, com participação do comentarista político Raphael Machado e convidados.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou o encontro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, como "muito produtivo" e afirmou que serão realizadas novas reuniões entre os países ao longo dos próximos meses sobre pontos considerados estratégicos. Segundo Trump, o encontro abordou diversos temas, com destaque para comércio bilateral e tarifas. A reunião também discutiu o combate ao crime organizado transnacional e o interesse americano nos minerais críticos brasileiros, incluindo terras raras. Já no cenário internacional, a prisão do ativista brasileiro Thiago Ávila, em Israel, aprofundou a crise diplomática entre os dois países. Apesar do aumento das tensões, o Itamaraty descarta, neste momento, romper relações com Israel, avaliando que a medida seria politicamente custosa e prejudicial para interesses estratégicos e comerciais do Brasil. Thiago Ávila foi detido pelo Exército israelense enquanto participava de uma missão humanitária rumo à Faixa de Gaza e segue preso em uma cela solitária. O caso mobilizou parlamentares aliados do governo e movimentos pró-Palestina, que pressionam pela libertação do ativista e acompanham a possibilidade de recurso à Suprema Corte israelense. Apuração, informação e análise de qualidade, de segunda a sexta-feira, na apresentação de Isabela Veiga e Leonardo Macachero, com participação do comentarista político Raphael Machado e convidados.
Uma pesquisa do instituto Real Time Big Data indica empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno pela Presidência. Flávio aparece com 44% das intenções de voto, contra 43% de Lula, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. Em outros cenários testados, Lula empata com Ciro Gomes e aparece numericamente à frente de Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Renan Santos. Já no cenário internacional, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, anunciou um cessar-fogo temporário, em relação à Ucrânia, durante as celebrações do Dia da Vitória, entre os dias 8 e 9 de maio. A trégua, segundo Moscou, busca garantir a segurança dos eventos, enquanto o governo russo espera reciprocidade de Volodymyr Zelensky. A medida ocorre em meio a novas tensões e à possibilidade de ataques durante as comemorações, com a Rússia alertando para reação militar em caso de ações contra o território. Apuração, informação e análise de qualidade, de segunda a sexta-feira, na apresentação de Isabela Veiga e Leonardo Macachero, com participação do comentarista político Raphael Machado e convidados.
O presidente Lula da Silva deve viajar aos Estados Unidos nos próximos dias para se encontrar com Donald Trump. A reunião havia sido combinada no início do ano, mas acabou adiada e ainda não tem nova data oficial divulgada. Na conversa entre os dois líderes, serão discutidos temas como Venezuela, Faixa de Gaza e combate ao crime organizado. A agenda também deve incluir exportações, indústria e minerais estratégicos, em meio a uma reaproximação entre os dois países após tensões comerciais recentes. Já no cenário nacional, o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, defendeu que crianças possam trabalhar no Brasil, e reacendeu o debate sobre legislação trabalhista. Ele afirmou que começou a trabalhar ainda jovem e criticou o que chamou de restrições atuais, que permitem apenas a atuação como jovem aprendiz a partir dos 14 anos. Zema também voltou a defender a flexibilização da CLT, com modelos de contratação mais livres. Dados recentes mostram que o país ainda tem mais de 1,5 milhão de crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil, apesar de uma tendência de queda no longo prazo. Apuração, informação e análise de qualidade, de segunda a sexta-feira, na apresentação de Isabela Veiga e Leonardo Macachero, com participação do comentarista político Raphael Machado e convidados.
O advogado-geral da União, Jorge Messias, se tornou o primeiro indicado ao Supremo Tribunal Federal rejeitado pelo Senado desde 1894. Ele recebeu 34 votos favoráveis e 42 contrários, abaixo dos 41 necessários para aprovação, em um processo marcado por resistência e articulação política. A decisão gerou reações no governo e entre aliados, que
alegaram pressão eleitoral e divisões na base. Após a derrota, o presidente Lula afirmou que não pretende abrir mão da prerrogativa de indicar um ministro e indicou que deve escolher um novo nome para o STF nas próximas semanas. Já no assunto internacional, o presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, afirmou que o estreito de Ormuz tem papel central na soberania e na segurança regional do país. Segundo ele, o Irã segue comprometido com a liberdade de navegação, mas criticou tentativas externas de impor bloqueios marítimos, classificando essas ações como contrárias ao direito internacional e uma ameaça à estabilidade da região. Apuração, informação e análise de qualidade, de segunda a sexta-feira, na apresentação de Isabela Veiga e Leonardo Macachero, com participação do comentarista político Raphael Machado e convidados.
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (29) a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF). O placar final na CCJ foi de 16 votos favoráveis a 11 contrários. Durante a sabatina, Messias fez acenos ao Senado, defendendo o diálogo e afirmando que “posições antagônicas são uma oportunidade para a construção do consenso”. Já no assunto internacional, a organização Médicos Sem Fronteiras acusa Israel de usar o acesso à água como arma em Gaza, em uma campanha de punição coletiva. Segundo relatório da ONG, cerca de 90% das infraestruturas de água e saneamento foram destruídas ou danificadas. Médicos também alertam para o aumento de casos de crianças palestinas que perderam a capacidade de falar por traumas físicos e psicológicos causados pela guerra. Apuração, informação e análise de qualidade, de segunda a sexta-feira, na apresentação de Isabela Veiga e Leonardo Macachero, com participação do comentarista político Raphael Machado e convidados.
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