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  • #152; Endividamento entra na pauta eleitoral de 2026; Trump critica Irã por taxas em Ormuz; e mais


    Com o endividamento das famílias em níveis recordes e metade dos brasileiros inadimplentes, a pressão das dívidas ganha espaço na disputa presidencial de 2026. O tema é recorrente nas falas do presidente Lula, enquanto Flávio Bolsonaro e Ronaldo Caiado exploram o cenário para criticar o Governo Federal. O percentual de endividados atingiu 80,4% em março, e quase metade da renda está comprometida com dívidas. Lula e o ministro da Fazenda, Dario Durigan, discutem um programa de refinanciamento com juros mais baixos e descontos. Já no assunto internacional, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou o Irã por supostamente cobrar taxas de navios no estreito de Ormuz. Trump afirmou que a prática deve ser interrompida e destacou que restrições ao fluxo de petróleo contrariam o cessar-fogo recente. O estreito concentra cerca de 20% do petróleo global, e qualquer taxação pode impactar os mercados internacionais. Apuração, informação e análise de qualidade, de segunda a sexta-feira, hoje na apresentação de Leonardo Macachero, com participação do comentarista político Raphael Machado e convidados

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  • #151 PT aposta em nomes conhecidos para Câmara; Kiev prepara ataques contra navios russos; e mais


    O Partido dos Trabalhadores pretende apostar em nomes conhecidos, incluindo ex-parlamentares, participantes de reality show e vereadores bem votados, para fortalecer a bancada na Câmara dos Deputados nas eleições de 2026. A estratégia envolve o resgate de figuras tradicionais, como Jean Wyllys, João Paulo Cunha e José Dirceu, combinado com nomes de maior visibilidade pública. A federação formada por PT, PCdoB e PV já definiu mais de 60 pré-candidatos com o objetivo de ampliar sua representação, hoje com 86 deputados, em um cenário de disputa acirrada com outras siglas. Entre as apostas, também estão nomes novos, e de apelo popular, como Lucas Penteado. Já no assunto internacional, o governo de Kiev estaria planejando possíveis ataques contra embarcações russas nos mares de Barents e da Noruega, em rotas que partem do porto de Murmansk. Segundo o relato, obtido pela mídia russa, as ações estariam sendo preparadas com apoio de especialistas da Marinha da Noruega, com uso de tecnologias não tripuladas. Ainda de acordo com a fonte, cerca de 50 militares da Marinha da Ucrânia teriam chegado ao território norueguês para treinamentos conjuntos. Apuração, informação e análise de qualidade, de segunda a sexta-feira, na apresentação de Isabela Veiga e Leonardo Macachero, com participação do comentarista político Raphael Machado e convidados.

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  • #150; Trump e trégua com Irã; Governo entrega relatório alternativo de CPMI do INSS; e mais


    O acordo de cessar-fogo adotado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, continua colocando o país em uma posição difícil, de acordo com a mídia ocidental. Jornais internacionais destacam que Trump já confirmou que a proposta iraniana de dez pontos formará a base para futuras negociações. Além disso, Teerã teria exigido o fim das sanções e uma indenização por danos relacionados à guerra. Tal exigência pode resultar em taxas extras para os navios que passam pelo estreito de Ormuz, além de um novo aumento nos preços da energia. Já no assunto nacional, parlamentares da base governista entregaram à Polícia Federal um relatório alternativo com conclusões próprias sobre o esquema de fraudes no INSS. Segundo os governistas, o documento revela que as irregularidades não foram casos isolados, mas parte de uma estrutura que teria se consolidado ao longo dos anos dentro do sistema previdenciário. O texto sustenta que houve falhas de controle e possíveis omissões que permitiram descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas. A iniciativa surge após o encerramento da CPMI, sem a aprovação de um relatório final consensual. Apuração, informação e análise de qualidade, de segunda a sexta-feira, na apresentação de Isabela Veiga e Leonardo Macachero, com participação do comentarista político Raphael Machado e convidados.

    1 hr 59 min
  • #149 Trump faz nova ameaça ao Irã; STF condena empresários que financiaram 8 de Janeiro; e mais


    “Uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais ser ressuscitada". Foi com esta declaração que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez a mais recente ameaça ao Irã. Trump sugeriu, no entanto, que algo "revolucionariamente maravilhoso" ainda poderia ocorrer, chamando o momento de um dos mais importantes da longa e complexa história do mundo. O prazo final estabelecido por Trump, para que o Irã feche um acordo e abra o estreito de Ormuz, está se esgotando, e foi definido para as 21h de hoje (7), no horário de Brasília; o que aumenta a tensão mundial. Já no assunto nacional, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal condenou a 14 anos de prisão o empresário Alcides Hahn por ter dado apoio financeiro para o custeio de um transporte que levou manifestantes de Santa Catarina aos atos do dia 8 de janeiro de 2023, em Brasília. Além dele, Vilamir Valmor Romanoski e Rene Afonso Mahnke também foram condenados com a mesma pena. O levantamento inicial da Polícia Federal revelou que os réus também estiveram envolvidos em outras atividades de cunho antidemocrático, com postagens em redes sociais que indicavam a participação nos acampamentos formados após o resultado das eleições presidenciais de 2022. Apuração, informação e análise de qualidade, de segunda a sexta-feira, na apresentação de Isabela Veiga e Leonardo Macachero, com participação do comentarista político Raphael Machado e convidados.

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  • #148 Lula visa troca de ministério para fim da escala 6x1; Irã rejeita proposta dos EUA; e mais


    O presidente Lula começou a semana com 17 novos líderes em sua equipe ministerial. As mudanças atingiram uma pasta bem estratégica para o Governo Federal: o Ministério das Relações Institucionais, que era comandado por Gleisi Hoffmann, agora pré-candidata ao Senado pelo Paraná. Com a saída dela, o secretário-executivo Marcelo Costa ocupa o cargo de forma interina. Segundo interlocutores próximos a Lula, a intenção do presidente é nomear um articulador político com trânsito no Congresso. Isso porque, ainda nesta semana, o petista pretende enviar ao Legislativo um projeto de lei que propõe o fim da escala 6×1, tema classificado como aposta-chave para as eleições. Já no assunto internacional, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã afirmou hoje (6) que o plano norte-americano de 15 pontos é "excessivo, ilógico e inaceitável". Segundo Esmaeil Baghaei, Teerã formula suas exigências com base em seus próprios interesses e não tem vergonha de declarar abertamente suas demandas legítimas e razoáveis. O chanceler afirmou ainda que o Irã já preparou uma resposta oficial, que será anunciada quando o comando considerar necessário. Apuração, informação e análise de qualidade, de segunda a sexta-feira, hoje na apresentação de Isabela Veiga, com participação do comentarista político Raphael Machado e convidados.

    2 hr 1 min
  • #147 Eduardo Bolsonaro quer EUA nas eleições brasileiras; China culpa EUA por bloqueio em Ormuz; e +


    O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro afirmou que enviará a aliados do presidente dos EUA, Donald Trump, detalhes, "em tempo real", sobre a atuação do Tribunal Superior Eleitoral durante a eleição deste ano, em que o irmão dele, Flávio Bolsonaro, será candidato. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro também afirmou que o governo Trump pode agir contra autoridades envolvidas em "censura" ou "fraude eleitoral". A fala de Eduardo causou revolta em políticos da base do Governo Lula. Para o deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ), a declaração representa uma "ofensiva estrangeira contra a soberania". Já no assunto internacional, a China e a Rússia responderam ao discurso do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a guerra no Irã. Pequim afirmou que os ataques dos EUA e de Israel são a "causa principal" do bloqueio do estreito de Ormuz. Já Moscou, disse estar "pronto para ajudar" a resolver o conflito. De acordo com a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Pequim, Mao Ning, “somente por meio de um cessar-fogo e da conquista de paz e estabilidade na região do Golfo é que a segurança e o funcionamento fluido das rotas marítimas internacionais podem ser garantidos de forma fundamental”. Apuração, informação e análise de qualidade, de segunda a sexta-feira, hoje na apresentação de Isabela Veiga, com participação do comentarista político Raphael Machado e convidados.

    2 hr 1 min
  • #146 Lula quer punir responsáveis por alta do Diesel; Irã pronto para encerrar conflito; e mais


    Em entrevista a veículos de comunicação, o presidente Lula afirmou que os governos federal e estadual estão fiscalizando o preço do diesel no país e que, em algum momento, as ações resultarão na prisão de responsáveis pelos aumentos abusivos nos combustíveis. O presidente também mencionou medidas adotadas por sua gestão, como zerar as alíquotas de PIS/Cofins incidentes sobre o diesel. Lula ainda afirmou que o governo brasileiro não permitirá que a "guerra do Trump e do Netanyahu" tenha impacto direto no preço de produtos no Brasil. Já no cenário internacional, o Irã declarou estar disposto a acabar com o conflito caso haja garantias concretas de que novos ataques externos não ocorrerão. Segundo a rede TeleSur, a posição foi apresentada pelo presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, em conversa com o presidente do Conselho Europeu, António Costa. Para Pezeshkian, Teerã não tem interesse em prolongar a situação e condiciona o fim das hostilidades à garantia de que novas ofensivas não serão realizadas. Segundo autoridades iranianas, mais de 1.500 pessoas morreram no país desde o dia 28 de fevreiro. Apuração, informação e análise de qualidade, de segunda a sexta-feira, na apresentação de Isabela Veiga e Leonardo Macachero, com participação do comentarista político Raphael Machado e convidados.

    1 hr 59 min
  • #145 Israel aprova pena de morte a palestinos; Alckmin será vice de Lula em pleito eleitoral; e mais


    O Parlamento de Israel aprovou um projeto de lei que estabelece a pena de morte para palestinos condenados por ataques letais classificados como “terrorismo”. A medida, denunciada à ONU por entidades de direitos humanos, é apontada como ilegal e discriminatória por aplicar punição máxima de forma seletiva. A proposta foi aprovada por 62 votos a favor e 48 contra no Parlamento israelense, com apoio do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e impulso de partidos de extrema direita. Pelo texto, tribunais militares passam a ser orientados a aplicar, por maioria simples dos juízes, a pena de morte a palestinos da Cisjordânia ocupada. Já no assunto nacional, o presidente Lula reuniu hoje (31), todos os ministros de Estado no Palácio do Planalto, e anunciou a saída de ao menos 18 chefes de pastas para disputar as eleições de 2026. A debandada dos titulares para disputar as eleições é vista como recorde na Esplanada dos Ministérios. Durante a reunião, Lula também confirmou que o atual vice-presidente, Geraldo Alckmin, será novamente seu companheiro de chapa nas eleições de outubro; o que encerra uma série de especulações sobre o futuro de Alckmin. Apuração, informação e análise de qualidade, de segunda a sexta-feira, na apresentação de Isabela Veiga e Leonardo Macachero, com participação do comentarista político Raphael Machado e convidados.

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  • #144 Caiado lança pré-candidatura à presidência; Irã pode abandonar acordo nuclear; e mais


    O PSD oficializou o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, como pré-candidato à Presidência da República. O anúncio aconteceu hoje (30), em São Paulo, na sede do partido. O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, que também demonstrava interesse em ser pré-candidato pelo mesmo partido, não participou do encontro. Ronaldo Caiado tem 76 anos e foi eleito governador de Goiás em 2018 e 2022. Antes, foi senador pelo mesmo estado entre 2015 e 2018. Caiado também foi deputado federal por cinco mandatos. Já no assunto internacional, o parlamento do Irã avalia a saída do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares, após os recentes bombardeios conduzidos pelos Estados Unidos e Israel, afirmou um deputado à mídia local nesta segunda-feira (30). Segundo o político, a maioria dos parlamentares considera que não faz mais sentido seguir as regras do tratado enquanto o país sofre ataques. O deputado afirmou também que Teerã não busca desenvolver armas nucleares, mas questiona manter restrições sob essas condições. Além disso, o Irã prepara novas medidas para reforçar o controle estratégico: a segurança no estreito de Ormuz e os serviços prestados a navios poderão passar a ser financiados por taxas previstas em uma nova legislação. Apuração, informação e análise de qualidade, de segunda a sexta-feira, hoje na apresentação de Leonardo Macachero e André Lucena, com participação do comentarista político Raphael Machado e convidados.

    1 hr 59 min
  • #143 Lula acelera campanha para conter bolsonarismo; EUA e Israel acusados de genocídio; e mais


    O presidente Lula intensificou a cobrança sobre aliados para acelerar a organização de sua pré-campanha à reeleição. Em reunião realizada no Palácio da Alvorada nesta semana, o petista demonstrou preocupação com o cenário eleitoral. De acordo com informações publicadas pela Folha de São Paulo, Lula também expressou insatisfação com a dificuldade de transformar ações do governo em apoio eleitoral e cobrou mais empenho de sua base política para reagir ao crescimento do campo bolsonarista. Outra linha de atuação envolve pressionar governadores alinhados ao bolsonarismo a aderirem à proposta do Governo Federal de redução do ICMS sobre combustíveis. Já no assunto internacional, o chanceler do Irã, Abbas Araqchi, acusou Estados Unidos e Israel de cometerem genocídio no atual conflito e cobrou uma condenação formal por parte da comunidade internacional. Durante sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, o ministro classificou o episódio como parte de um padrão mais amplo de violações graves do direito internacional e dos direitos humanos, afirmando que civis estariam sendo alvo direto das ações militares. O chanceler também pediu que a ONU investigue o caso com rapidez e responsabilize os envolvidos. Apuração, informação e análise de qualidade, de segunda a sexta-feira, hoje na apresentação de Leonardo Macachero e André Lucena, com participação do comentarista político Raphael Machado e convidados.

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