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No Rumo da Rima: A Produção Literária Através do Slam
O 1º episódio da 3ª temporada conta com as convidadas Gênesis, Lisa Castro e Natália Stoco para um papo sobre a produção literária e suas experiências.
*A temporada atual está sendo realizada no formato de gravação aberta, circulando por 3 cidades da Baixada Fluminense.
> Patrocinado pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa e Governo do Estado do Rio de Janeiro, através do edital de cultura Retomada 2.
Davlyn Lótus
"Crescida em família evangélica, a arte sempre correu pelas veias. Todos os caminhos me trouxeram até esse momento!
Recomeço para arte adormecida, no pouco tempo restante da graduação ocorreu no Coletivo no Divã.
Me encontrei na identidade de gênero não-binária e recém formada recebi um abraço poético do Coletivo Pó de Poesia, onde atuo na produção cultural do Centro Cultural Donana tratando das pautas LGBTQIA+.
Hoje me aventuro no mundo literário escrevendo poesias, músicas e histórias. E também lutando, sendo resistência e oposição a esse desgoverno."
Designer: Nathália Cabral
Edição de áudio e vinheta: Felipe Samura
Letícia henrique
Me chamo Letícia, sou mulher negra, feminista, militante dos direitos humanos, Professora graduada em Letras pela UFRRJ / IM e pesquisadora dos Letramentos sociais e ideologias linguísticas no Funk carioca.
Designer: Nathália Cabral
Edição de aúdio e vinheta: Felipe Samura
EP 01 - Temporada 02 - Maria Firmina dos Reis
Adeilda Oliveira
“Me chamo Adeilda (podem me chamar de Deka), sou mulher preta, soteropolitana, graduanda em Letras - Português/Literaturas, pela Rural do Rio de Janeiro. Pesquiso vida e obra de Maria Firmina dos Reis e sou amante da literatura negra/o brasileira, num geral.”
Designer: Nathália Cabral
Edição de áudio e vinheta: Felipe Samura
O terceiro episódio, que também é o último com o apoio da @secec, - tá acesa a fogueirinha de dar continuidade no projeto - fala de Conceição Evaristo, escritora contemporânea que tive o prazer de conhecer em carne e osso, durante uma formação sobre suas escrevivências.
Nathália Rodrigues, Graduanda em Licenciatura Plena em Geografia pela UFRRJ- Instituto Multidisciplinar/Campus Nova Iguaçu. Atuante na Linha de Pesquisa: Geo-grafias Literárias Negras e geografias feminista e antirracista. Bolsista do Programa de Educação Tutorial PET- Conexões Baixada. Integrante do ÍTÁN - Narrativas Negro – Diaspóricas. Moradora de São João de Meriti, sapatão, acredita na potência da Baixada Fluminense enquanto um território ativo em manifestações culturais, arte-resistência e diversidades.
Salve Felipe Samura pela edição bacaníssima!
Até!
#EditalCulturaPresenteNasRedes
O segundo episódio vem falando sobre Clarice Lispector, essa mulher misteriosa de escrita visceral. Fruto do meu encontro com Amanda Vieira, que rendeu pano pra manga, como sempre rende em nossos encontros. A gente fala, né Amanda?
Amanda Vieira dos Santos, 27 anos, moradora de Queimados, Baixada Fluminense do Rio de Janeiro. Formada em Letras-Português/Literaturas pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, onde atuou como bolsista do subprojeto federal Pibid/Capes de Língua Portuguesa. Teve, anteriormente, as pesquisas concentradas na área de Literatura Brasileira, em especial, voltada para as discussões de gênero: as mulheres enquanto praticantes dos cenários públicos e privados, numa perspectiva histórica, cultural e social. Atualmente, mestranda em Estudos da Literatura, pela Universidade Federal Fluminense, com a pesquisa voltada para literatura contemporânea, especificamente no Brasil e na Argentina, a partir dos corpus literários das autoras Ana Paula Maia (brasileira) e Selva Almada (argentina), investigando os universos violentos e pós-utópicos em que se inscrevem suas personagens.
Salve Felipe Samura pela edição sempre incrível!
Vamos que vamos!
#EditalCulturaPresenteNasRedes
O Escritas Subversivas vem abrindo os caminhos com Carolina Maria de Jesus. Memorialista, contista, poeta e inspiração.
O primeiro episódio nasce de uma parceria com a incrível Selminha Ray. E que delícia de troca, viu?
Selminha Ray é graduanda em Letras – Português/Literaturas pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. É pesquisadora de narrativas negro-diaspóricas e das relações de gênero e raça na literatura brasileira. Escritora desde os 14 anos, carrega em seus textos a voz dos que vieram antes e a força dos que ainda virão. Por isso, possui vários nomes, identidades, características e tudo isso constrói diariamente o que é e o que deixou de ser. Acredita que através do verbo manifesta-se a inquietação da alma.
Salve Felipe Samura pela edição bacaníssima!
Link para acervo online Biblioteca Carolina Maria de Jesus::: www.museuafrobrasil.org.br/explore/bib…ia-de-jesus
#EditalCulturaPresenteNasRedes
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