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Em seu Reflexo, Artur Chagas fala sobre aquelas brincadeiras sem maldade, que fazemos dentro da própria família. E nos coloca para pensar sobre o modo como rimos das diferenças que nos aproximam.
Você já chorou hoje, se perguntando sobre suas escolhas de vida? As profissionais, As relacionais?
Às vezes, dá aquela “vontadezinha” de simplesmente largar tudo no meio do caminho e buscar um outro totalmente diferente?
Pedro, Carol, Ju e Artur falam sobre a “crise do pós-formado”, em como lidar com arrependimentos e com aquilo que parece não fazer mais sentido pra você, depois de alguns anos de aparentes “certezas”.
Pedro, Carol, Ju e Artur tentam desvelar essa ausência de comunicação, as idealizações e apaixonamentos que construímos, quando estamos legitimamente envolvidos.
O que é fidelidade? E confiança? Que dor é essa que nos toma, que pode afetar nossa identidade e, por vezes, nos dá aquela sensação da perda de um papel fundamental numa história a dois? (Ou a 3, 4...) Existe mesmo essa tal responsabilidade afetiva e como podemos exercê-la, sem sofrimentos?
Invariavelmente, no processo terapêutico, chegamos à famosa frase "hoje, não tenho muito o que dizer".
Fica a impressão de que sempre temos que ter um problema, alguma coisa para contar e, especialmente, reclamar. São muitas questões, no começo, mas depois tudo vai ficando mais calmo. E aí? Nada?
Conversamos um pouco sobre o silencio, assuntos 'obrigatórios'...
Afinal, nem sempre precisamos falar algo, certo?
Em mais um episódio rapidinho, a Ju Damasceno fala sobre a experiência de perder alguém próximo e querido para a COVID-19. Uma ruptura violenta, que tem atingido um sem número de famílias que, destroçadas, nem conseguem se despedir de seus mortos.
Em um rápido reflexo provocado por um texto enviado pela nossa ouvinte Elaine nos mandou no @espelhopsi o Pedro nos conta sobre como estamos todos meio não entendendo o que estamos sentindo. O texto do New York Times, traz o temo Languishing e na falta de uma tradução melhor ficamos com 'estamos meio jururu' em homenagem a nossas avós. Alguma coisa entre a ansiedade e depressão, entre a frustração e a esperança. Uma outra perspectiva sobre o 'pandemic fine'.
Feeling Blah During the Pandemic? It's Called Languishing - The New York Times (nytimes.com)
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