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Em todos os cantos desse nosso Brasil, milhares de crianças sonham. Em ser médica, bombeiro, jogador de futebol… O imenso número de possibilidades é, muitas vezes, inversamente proporcional às chances de alcançar o sucesso, mesmo com muito estudo e trabalho.
O convidado da vez do ESOUVE está percorrendo essa trilha desde muito jovem. Aos 13 anos, ele começou a aprender um dos instrumentos que é símbolo do estilo musical que escolheu – e que também o escolheu –: o cavaquinho, apoiado por um projeto social.
Desde então, Leonardo Reis Silva Filho se dedicou ao Samba, se desenvolvendo como músico e compositor, atuando junto a escolas de samba de Vitória como instrumentista e diretor, e se apresentando em casas de shows na região metropolitana da capital. Da Vila Rubim para o Brasil – e quem sabe para o mundo: Leoziinho!
ES Ouve tem edição de Eduardo Couto, texto e produção de Carol Boueri, apresentação e direção de jornalismo de Danieleh Coutinho.
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Dia 31 de julho é o Dia Internacional do Orgasmo, você sabia? Essa data curiosa foi criada em 1999, na Inglaterra, como resposta ao resultado apresentado por uma pesquisa sobre a vida sexual dos casais ingleses. A partir das respostas, descobriu-se que, surpreendentemente, 80% das mulheres britânicas declararam nunca haver chegado o orgasmo.
Desde lá, as coisas parecem ter melhorado um pouco, pelo menos no quesito informação. O sexo perdeu a aura de tabu, e além do tema ser abordado em livros, filmes, documentários, também é abertamente discutido em programas de televisão.
Ponto máximo da sensação de prazer sentida por homens e mulheres durante a prática do ato sexual ou da masturbação, o orgasmo é provocado pela excitação intensa dos órgãos sexuais. Quando a excitação sexual atinge seu grau máximo, como um reflexo caracterizado por reações corporais específicas e sensações de prazer, e cuja intensidade varia de acordo com o indivíduo, ocorre o orgasmo.
Para o homem, está caracterizado pela ejaculação seguida de queda rápida na sensação de prazer, enquanto, para as mulheres, essa sensação pode ser mais prolongada e mais intensa do que a sentida pelos seus parceiros, e seu decréscimo também é mais lento. Entretanto, a imensa maioria das mulheres precisa de estimulação direta ou indireta do clitóris para atingir o orgasmo.
Convidamos a sexóloga Sirleide Stinguel, especializada em Terapia Sexual na Saúde e Educação para conversar sobre o assunto, esclarecer polêmicas e dar dicas para celebrar a data com muito prazer.
ES Ouve tem edição de Eduardo Couto, texto e produção de Carol Boueri, apresentação de Andressa Mota e direção de jornalismo de Danieleh Coutinho.
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Quando se fala em cooperativismo, o que vem a sua mente? Um grupo de prestadores de serviço? Uma companhia médica? Um banco? Sim, existem vários tipos no Brasil. Mas as maiores cooperativas brasileiras estão no campo. Tanto que, de acordo com dados da Organização das Cooperativas Brasileiras, nove entre as dez maiores cooperativas brasileiras atuam na área agrícola.
De acordo com o Anuário do Cooperativismo Brasileiro, existiam em 2023, 4.693 cooperativas no Brasil. Desse total, 1.185 são agro, o que representa mais de 25%. O restante atua em outros sete segmentos.
No Espírito Santo, dados relativos ao ano de 2022 dão conta de que o Espírito Santo possui 115 cooperativas e aproximadamente 750 mil cooperados. Com um faturamento anual de R$ 11,5 bilhões, as cooperativas desempenham um papel relevante na economia capixaba.
Para falar sobre o cooperativismo agro recebemos Nádia Delarmelina, presidente da Cooperativa dos Seringalistas do Espírito Santo (Heveacoop), a primeira cooperativa de borracha natural do Brasil, fundada em 1991.
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Turismo é proteção, principalmente do espaço. Esse é o tema de ES Ouve na série Impacto, uma conversa onde a proposta é discutir sustentabilidade, desmistificar ESG, Impacto Social e Ambiental, Diversidade e Inclusão, Mudanças Climáticas.
Com a curadoria de Lícia Mesquita, do Impact Hub, o episódio é com o Wallace Barbosa, ambientalista e fundador da Inata Sustenatural.
ES Ouve tem edição e apresentação de Eduardo Couto, curadoria de Licia Mesquita, jornalismo de Carolina Bouer e direção de Danieleh Coutinho. Até a próxima!
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As mulheres enfrentaram diversos desafios ao longo da história para conquistar seu lugar na sociedade e inserirem-se no mercado de trabalho. Na área contábil os obstáculos foram ainda maiores, pois a profissão ao longo da história foi considerada masculina. No entanto, aos poucos, foram mostrando sua capacidade e conquistando seu espaço e hoje possuem uma grande representatividade na área contábil que só tende a aumentar.
Em 2009, três em cada quatro profissionais de contabilidade que atuavam no Brasil eram homens. Hoje, a proporção se aproxima cada vez do equilíbrio, com uma mulher para 1,2 homem.
Assim como em todo o país, os números entre os contabilistas capixabas atualmente também são páreos. Mas para alcançar o topo, as mulheres devem combinar o sucesso profissional com a realização pessoal, conciliando família e carreira, vencendo preconceitos, ultrapassando obstáculos e sendo cada vez mais influente no mercado de trabalho.
Esses desafios serão o tema do ESOUVE, que conta com a presença da professora Mônica Porto, que em 2023 foi eleita a quarta contadora mais influente do Brasil. Ela é CEO da Neocount, e atende mais de 500 clientes, incluindo grandes marcas nacionais.
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Dois de julho é a data de homenagear todos os heróis brasileiros que arriscam as suas vidas para proteger as pessoas, as cidades e as florestas do risco de incêndios, desastres naturais, desabamentos, entre outros.
Oficialmente, o Dia do Bombeiro Brasileiro foi instituído através do Decreto nº 35.309, de 2 de abril de 1954. A escolha desta data é uma homenagem a criação do Corpo Provisório de Bombeiros da Corte, inaugurado em 2 de julho de 1856, no Rio de Janeiro.
No Espírito Santo, a profissão foi regulamentada em 26 de dezembro de 1912, por meio da Lei nº 874. Na ocasião, foi criada oficialmente pelo então presidente do Estado, Marcondes Alves de Souza, com um efetivo de 13 integrantes. Hoje, 112 anos depois, são 1,3 mil.
Para celebrar a profissão desses heróis da vida real, convidamos o capitão Willi, o tenente Scardini e o sargento Rafael, do Corpo de Bombeiros capixaba, para um bate-papo sobre o dia a dia e desafios da profissão.
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Tudo começou na década de 1960, quando as leis dos Estados Unidos oprimiam e puniam os LGBTQIAPN+. As ações policiais em bares frequentados por essa população eram constantes. Em 28 de junho de 1969, os frequentadores do bar Stonewall Inn, em Nova Iorque, se uniram contra uma dessas abordagens, o que incentivou uma série de manifestações e confrontos.
A Rebelião de Stonewall, como ficou conhecida, é considerada o marco zero do movimento moderno pelos direitos humanos da comunidade LGBTQIAPN+. No ano seguinte, na mesma data, foi realizada a primeira marcha do Orgulho Gay, que comemorou as conquistas da comunidade.
Em terras brasileiras, a primeira parada do Orgulho aconteceu em 1997 na cidade de São Paulo e reuniu cerca de 2 mil pessoas. Atualmente, é considerada uma das maiores do mundo. A deste ano, ocorrida no dia 2 de junho, teve público estimado em 3 milhões de pessoas. No entanto, mais de uma década se passou até que os direitos dos LGBT fossem documentados e normatizados. Em 2009, o Brasil lançou o Programa Nacional de Direitos Humanos III, que trouxe Objetivos Estratégicos voltados para a promoção da cidadania da população LGBTQIAPN+, como “a garantia do respeito à livre orientação sexual e identidade de gênero”, “acesso universal a um sistema de saúde de qualidade” e a elaboração de “políticas de prevenção da violência”.
Apesar do aparente avanço que o PNDH III traria em relação ao respeito e segurança das pessoas LGBTQIA+, nos 15 anos após a sua publicação a violência continuou atingindo essa parcela da população de forma intensa e ininterrupta.
Segundo o último Anuário Brasileiro de Segurança Pública, o Espírito Santo foi o estado que registrou o maior aumento de homicídios de pessoas LGBTQIAPN+ em todo o país. O número de homicídios entre 2021 e 2022 aumentou 350%. Além disso, as ocorrências de homofobia ou transfobia passaram de 316 para 488, o que representa aumento de 54% no período.
Para conversar sobre a importância de celebrar o Orgulho LGBTQIAPN+ e seus desdobramentos para combater a homo e a transfobia e sensibilizar a sociedade quanto ao tema, convidamos a professora do Departamento de Letras da Ufes e ativista, Jeffa Santana.
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Sustentabilidade, ESG, Impacto Social e Ambiental, Diversidade e Inclusão, Mudanças Climáticas, todos esses temas estão relacionados e a série IMPACTO existe para podermos conversar sobre esses temas, desmistificar informações e tornar o assunto palpável para o maior número de pessoas possível.
Nesta série eu, Eduardo Couto, estou ao lado de Lícia Mesquita, do Impact Hub, e hoje vamos conversar com Elias Carvalho, idealizador do Sustentabilidade Brasil, e Daniela Klein, CEO da Kick Group atuando em soluções inteligentes em comunicação institucional, socioambiental e ESG.
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ESHOJE deu em primeira mão uma notícia excelente para os amantes da música capixaba. Depois de 20 anos, a banda Casaca volta ao palco com sua formação original para um show único, que marca o encerramento das atividades de uma das casas de shows mais famosas de Vitória.
A reunião dos músicos que formou a banda, em 1999, acontecerá depois de um pedido da influenciadora digital Anastácia Nascimento, fã do grupo.
Para contar essa história e muitas outras sobre a trajetória da banda que chegou a tocar até em Marte, convidamos o guitarrista Jura Fernandes, o baixista Marcio Xavier e o percursionista Jean Marcio.
Participou também da conversa o colunista Felipe Izar, o primeiro a noticiar a participação da primeira formação da banda Casaca na despedida do Ilha Acústico.
ESOUVE sempre te convida a debater, refletir, e, sobretudo, a se informar e tem edição de Eduardo Couto, texto e produção de Carol Boueri e apresentação e direção de jornalismo de Danieleh Coutinho
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Doença que afeta uma em cada dez mulheres brasileiras, o Lipedema ainda é pouco conhecido. O processo inflamatório caracteriza-se pelo acúmulo desproporcional de gordura em algumas partes do corpo, incluindo pernas, quadris e braços.
Os principais sintomas são dores e inchaços nos membros afetados, além de hematomas pelo corpo, fadiga e exaustão. Visando conscientizar sobre o Lipedema, o mês de junho foi escolhido para abrigar a campanha Junho Roxo.
Para falar sobre a doença, a ação de conscientização e os tratamentos para a doença, convidamos Larissa Musso, fisioterapeuta especializada no tratamento de lipedema e cofundadora do Instituto Lipelife.
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