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Existem diversas maneiras de buscar bem-estar mental. Algumas delas, aliás, podem atuar como recurso terapêutico de fato. Por isso, se feitas com profissionais responsáveis e devidamente habilitados, essas práticas ajudam na saúde mental.
A arteterapia é uma dessas ferramentas que podem ser integradas aos tratamentos psicológicos com várias finalidades, como aliviar o estresse ou apenas compreender as formas de expressão de cada pessoa.
Mas o que é Arteterapia? Assim como o nome sugere, é uma prática terapêutica que busca o autoconhecimento e o tratamento de condições mentais e emocionais por meio da arte. No entanto, apesar de ter relação, não é considerada uma abordagem da psicologia e pode ser praticada por pessoas que não são psicólogas.
Para falar mais sobre os pilares dessa atividade terapêutica e todos os benefícios, convidamos Glicia Manso, artista plástica e mestre em educação, que atua como coordenadora Pedagógica Geral do Instituto Fênix de Humanização e também é arteterapeuta.
ES Ouve tem edição de Eduardo Couto, texto e produção de Carol Boueri, apresentação e direção de jornalismo de Danieleh Coutinho.
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Maio, mês das Mães, uma forma especial de homenagear todas ela é o conhecimento. E nada melhor para isso do que reconhecer as lutas diárias de tantas que, para além da maternidade, batalham para inclusão – delas e dos filhos.
“Mães Atípicas”, são mulheres que desempenham um papel excepcional ao cuidar de filhos com deficiências ou síndromes raras, enfrentando desafios diários que muitas vezes passam despercebidos pela sociedade.
Segundo um estudo realizado pela Secretaria de Direitos Humanos, o Espírito Santo tem 276.305 pessoas com algum tipo de deficiência. Desses, 64.367 são crianças (de 0 a 14 anos) e 50.689 adolescentes.
Com ou sem a ajuda dos pais ou outros familiares, grande parte desses mais de 115 mil jovens são cuidados pelas mães. Mas não só isso, também são sustentados. O IBGE já estimou, por meio de sua pesquisa por amostra de domicílios, que 59% dos lares capixabas são geridos por mulheres. Além de cuidarem da casa e dos filhos, elas têm que trabalhar.
E como equilibrar a vida laboral com a de uma mãe que precisa cuidar de um – ou mais – atípico? Para falar sobre os direitos dessa trabalhadora, convidamos Ana Luiza de Castro Magnago, advogada especialista nos direitos trabalhistas.
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Neste episódio de ES Ouve, a série Impacto tratou de Economia Azul. A conversa foi com Amanda Albano, sócia-fundadora da Bloom – Agência de Mudança para Pessoas, Projetos e Negócios ligados ao oceano e ao meio ambiente. Coordenadora do Grupo de Trabalho de Empreendedorismo em Ciências do Mar do PPG-Mar (Projeto da Comissão Interministerial para Recursos do Mar).
No Espírito Santo, no segundo semestre de 2023 a empresa realizou o Impacta Oceano, que foi uma aceleração de negócios da economia azul. Ela falou da empresa, da economia azul e muito mais sobre ESG.
Na série Impacto, com a curadoria de Lícia Mesquita da Impact Hub, tratamos de sustentabilidade, ESG, Impacto Social e Ambiental, Diversidade e Inclusão, Mudanças Climáticas, desmistificando informações e tornando os assuntos palpáveis para o maior número de pessoas possível.
Ouça!
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Maio é o mês dedicado aos microempreendedores individuais. Quem são eles? Pessoa que trabalham como pequeno empresário ou pequena empresária de forma individual.
Segundo dados da Receita Federal, o Espírito Santo conta com 350 mil microempreendedores individuais. Vila Velha é o município que concentra o maior número de MEIs: 55 mil, seguido de perto pela Serra, com 54 mil. Já a cidade de Cariacica conta com 35 mil formalizados e Vitória, mais de 33 mil.
Para conversar sobre a importância da formalização do microempreendedor e os inúmeros serviços e benefícios que ela pode trazer, convidamos a analista do Sebrae/ES e coordenadora das ações para os MEIs, Andrea Gama.
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Em 29 de abril celebra-se o Dia Mundial da Dança. A data que celebra a Segunda Arte, é destinada a homenagear uma das manifestações artísticas mais animadas e antigas que existem.
A dança tem o poder de captar e transmitir traços particulares de diferentes culturas através dos tempos. Possui diversos estilos diferentes, cada um com a sua própria personalidade. E o Dia da Dança busca a valorização dessas identidades distintas.
A data foi criada em 1982 pelo Comitê Internacional da Dança da UNESCO. O 29 de abril foi escolhido em homenagem ao nascimento de Jean-Georges Noverre, um mestre do balé francês do Século 18.
Aqui no Brasil, uma personalidade brasileira de importância no balé também comemora aniversário nessa data: Marika Gidali, bailarina co-fundadora do Ballet Stagium, em São Paulo.
A dança é a expressão da beleza através do corpo humano. Seus movimentos trazem várias possibilidades com significados e objetivos diversos. Para falar dessa expressão artística como ferramenta de saúde física e mental, convidamos o professor Antônio Carlos Moraes. Ele coordena o curso de Pós-graduação (Especialização) em Ensino da Dança da Ufes e a Companhia de Dança Andora.
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Desde 2007, o mês de abril é voltado para a causa autista. O abril azul foi estabelecido pela Organização das Nações Unidas, ONU, como forma de conscientizar as pessoas sobre o autismo, assim como dar visibilidade ao Transtorno do Espectro Autista (TEA).
Segundo a Organização Mundial de Saúde – OMS, uma em cada 160 crianças no mundo tem TEA. Algumas características como: dificuldade de interação social, dificuldade em se comunicar, hipersensibilidade sensorial, desenvolvimento motor atrasado e comportamentos repetitivos ou metódicos podem identificar a presença do TEA.
O autismo pode ser identificado ainda nos primeiros anos de vida, embora o diagnóstico de um profissional seja dado apenas entre os 4 e 5 anos de idade. Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, o TEA é um transtorno de desenvolvimento neurológico, caracterizado pela dificuldade de comunicação e/ou interação social.
O autismo funciona em níveis, ou seja, ele pode se manifestar de forma mais ou menos perceptível. Esse diagnóstico detalhado será dado por um profissional da saúde.
Independentemente da idade, do grau de severidade, todo autista tem direitos garantidos por lei. Mas como conhecer esses direitos? O que fazer para garanti-los? Com essa missão, convidamos a advogada Gabriela Küster, que é pós-graduada em Direito de Família e Sucessões e possui diversos cursos de especialização em Direito das pessoas com Autismo (TEA), TDAH e Dislexia. Boa escuta!
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Sustentabilidade, ESG, Impacto Social e Ambiental, Mudanças Climáticas, todos esses temas estão relacionados e a série Impact existe para podermos conversar sobre esses temas, desmistificar informações e tornar o assunto palpável para o maior número de pessoas possível. Para saber mais sobre o que falamos até hoje, te convidamos a acessar o podcast ESOUVE e ouvir os episódios passados da série IMPACTO.
Neste oitavo episódio da Série Impacto, com a curadoria de Lícia Mesquita da Impact Hub, conversamos com Guilherme Barbosa, fundador do ECO55, publicitário com especialização em Finanças, Estratégia Corporativa e em Economia do Clima, professor e palestrante.
Com ele discutimos a economia de baixo carbono e a importância dela na vida da sociedade. Quais os maiores desafios desse processo de medição do carbono?
Essa e outras respostas a gente ouve neste episódio do ESOuVE!
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O caminho da sinodalidade é precisamente o caminho que Deus espera da Igreja do terceiro milênio”. Com essas palavras, o Papa Francisco convocou toda a comunidade católica a percorrer o caminho rumo ao Sínodo.
Imbuída desse espírito, a Comissão responsável pela Festa da Penha escolheu para o tema do evento este ano. “Ó, vem conosco, vem caminhar” vai muito além das procissões e romarias em prol de Nossa Senhora da Penha.
Para explicar melhor a sinodalidade, a relação de Nossa Senhora com ele e o tema da Festa deste ano, convidamos o padre Cláudio Alves Moreira, coordenador de Pastoral da Arquidiocese de Vitória e membro da Comissão da Festa da Penha.
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A definição clássica dos dicionários, “mentira” significa emitir algo falso, oposto à verdade, mesmo sabendo dela. Ou seja, é algo intencional, já que o mentiroso conhece a verdade, mas opta por falar outra versão dela.
Todas as pessoas já mentiram uma vez na vida. Se você disser que não, com certeza está mentindo. Pode ser aquela enganadinha para não magoar alguém, aquela falsa indisposição para faltar aula na escola u aquela dor de cabeça para furar um compromisso. O problema é quando essas mentiras ultrapassam o limite da lei e da saúde mental. Como diferenciar um loroteiro de um estelionatário e de um mitômano?
Para conversar com a gente sobre o assunto, convidamos o professor do Departamento de Psicologia da Ufes, Luis Francisco Espíndola Camargo. Luis é membro do grupo de pesquisa Psicanálise, clínica e laço social e tem experiência na área de psicologia clínica e psicanálise, atuando principalmente com psicanálise e ciência; psicanálise e biologia; psicanálise e lógica.
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Fechando março e o projeto #MulheresES, que dedica o mês a discussões com mulheres, por mulheres e para mulheres, nosso podcast vai debater um assunto que sempre divide opiniões: a política.
Foi nos anos 1930 que houve a inserção das mulheres no universo político. Em 32, elas conquistaram o direito ao voto e a concorrer. Mas ainda assim era facultativo. O dever para com a escolha de seus representantes só passou a ser equiparado ao masculino mais de 30 anos depois, em 65.
De lá para cá, a participação política das mulheres vem caminhando, mas a passos lentos. Para conversar sobre o tema, convidamos Tanya Mayara Kruger, que é mestra em História Social das Relações Políticas e Doutoranda em Teoria Política. Além disso, é professora e membro do Laboratório de Estudos de Gênero, Poder e Violência (LEG/Ufes).
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