A taboa (Typha domingensis), planta aquática comum em várias regiões do País, pode ser a solução para mitigar os danos ao ambiente no estuário do Rio Doce, distrito de Regência (ES), região impactada a partir do rompimento da Barragem do Fundão, em Mariana (MG), umas das maiores tragédias ambientais brasileiras, ocorrida em 2015.
Além de Amanda, estão envolvidos no desenvolvimento do projeto pesquisadores do Grupo de Estudo e Pesquisa em Geoquímica de Solos da Esalq, que tem coordenação de Tiago Osório Ferreira, professor do Departamento de Ciência do Solo.