“Em 2006, a participação de atividades industriais nos empregos localizados no polo dinâmico de Piracicaba era de 15,40% e, dez anos depois, recuou para 7,86%, uma variação percentual de 48,98%”, detalha o economista Marcello Luiz de Souza Junior, autor do estudo que teve como orientador o docente Alexandre Nunes de Almeida, do departamento de Economia, Administração e Sociologia da Esalq.
Na conversa com o jornalista Caio Albuquerque, o pesquisador conta que georreferenciou cada vínculo de emprego formal existente nos Arranjos Populacionais (AP) de Americana-Santa Bárbara D´Oeste, Piracicaba, Campinas e Jundiaí em 2006 e 2016.