
Sign up to save your podcasts
Or


Stefani Onesko e Silvio Grimaldo convidam Brás Óscar para debater célebre distopia de Aldous Huxley, que mostra como seria o mundo planejado das grandes coorporações globalistas.
A obra Admirável Mundo Novo, um grande clássico da literatura mundial do autor Aldous Huxley, narra a história de uma sociedade onde os seres humanos são criados em laboratório e condicionados desde bebês a determinados comportamentos. Essa sociedade é constituída por um conjunto de castas, que se divide entre os mais dotados, que tem por dever comandar os demais, e os menos dotados, que realizam todo o trabalho braçal e pesado. A sociedade futurista de Huxley, extirpou a individualidade e a consciência crítica sobre a realidade, tornando-se um lugar onde o amor é proibido e o sexo estimulado. A narrativa traz à tona debates sobre controle genético, condicionamento comportamental e manipulação do discurso.
Assine o jornal brasil sem medo.
“Os contos de fadas se passam dentro do território dos sonhos... Mais do que uma história coerente e coesa segundo as supostas leis do nosso mundo natural, eles narram o drama de profundas forças espirituais, sob as aparências intrigantes de seus animais falantes, de seus nobres e dos reinos distantes, dos gigantes e dos anões, dos objetos mágicos e de seus nexos extraordinários de causa e efeito...”
O podcast da semana trouxe para a análise os célebres contos dos irmãos Grimm. Jacob e Wilhelm Grimm entraram para a história mundial com suas coletâneas de contos infantis e conquistaram gerações. Nesse papo sobre contos, conversamos com Felipe Denardi, editor da Pelicano, (novo selo infanto-juvenil do CEDET) que contou detalhes acerca da nova editora e seus lançamentos. Além disso, o podcast contou com a participação de Brás Oscar que comentou a importância dos irmãos Grimm na organização e desenvolvimento da linguística na Alemanha. Entre os contos dos irmãos Grimm, estão presentes as clássicas histórias da Chapeuzinho Vermelho, da Cinderela, Branca de Neve, Rapunzel e muitas outras. Os livros da Pelicano, incluindo os Contos de Grimm, estão com um super desconto na livraria do BSM, para isso acesse livrariabsm.com.br e aproveite!
Stefani Onesko e Silvio Grimaldo convidam Paulo Briguet para uma conversa sobre seu novo livro.
O podcast de hoje conta com a participação do nosso querido editor-chefe e colunista do Brasil Sem Medo, Paulo Briguet, que acaba de lançar um conjunto de crônicas intitulado Nossa Senhora dos Ateus: 100 crônicas de Paulo Briguet. Como um amante das crônicas, o bisneto de Antônio Costa e filho de dona Aracy, proporciona uma experiência única por meio da sua mais nova obra-prima, possibilitando ao leitor não somente um confronto direto com a realidade a qual estamos sujeitos, mas também a elevação do espírito ao transcendente, aquilo que é mais alto. Não deixe de conferir o podcast e de se aventurar na leitura de um dos melhores cronistas do Brasil na atualidade. A obra está em promoção na livraria do BSM.
Stefani Onesko e Silvio Grimaldo convidam André Assi Barreto para discutir seu novo, Entre o Caos e a Orderm, compreendendo Jordan Peterson, que faz uma rápida introdução às idéias e conceitos que fundamentam o pensamento do polêmico psicólogo canadense.
Stefani Onesko, Cláudia Piovezan e Paulo Briguet discutem o romance polêmico e profético de Michel Houellebecq sobre a islamização da França.
O ano é 2022 e a França possui um novo governo. Após um segundo turno acirrado, marcado por enfrentamentos sociais, as eleições presidenciais são vencidas por Mohammed Ben Abbes, candidato da chamada Fraternidade Muçulmana. Mudanças passam a ocorrer e são sentidas por todos. François, um professor universitário solitário e descrente da vida, se surpreende com as transformações e as consequências do regime islâmico. Uma decadência civilizacional e cultural resulta na submissão quase simultânea do protagonista e da própria França ao islamismo. O livro é comparado a 1984, de George Orwell, e a Admirável mundo novo, de Aldous Huxley. Submissão “é uma sátira precisa, devastadora, sobre os valores da nossa própria sociedade. É um dos livros mais impactantes da literatura atual”.
Globalismo infiltrado no Vaticano, o Anticristo, o Papa, a vida mísitca de um santo e a Igreja Católica são os assuntos que Stefani Onesko, Bernardo Küster e Silvio Grimaldo discutem nesse episódio sobre o grande romance do escritor católico Michael O'Brien.
Neste romance, as condições do mundo moderno e as debilidades do sentimento religioso contemporâneo são exploradas pelo personagem principal, o padre carmelita Elias, que sai em uma missão secreta em nome do Vaticano e se emaranha numa série de crises e subterfúgios concernentes ao destino último da Igreja.
Padre Elias é um convertido do judaísmo, um sobrevivente do holocausto que já teve muito poder em Israel. Nos últimos vinte anos ele esteve “oculto na noite escura do Carmelo”, sobre a montanha do profeta Elias. O Papa e o Secretário de Estado do Vaticano o convocam da obscuridade e o incumbem de uma missão da mais alta gravidade: infiltrar-se nos círculos de convivência íntima de um homem que eles crêem ser o próprio Anticristo. O objetivo: comover tal homem à conversão, adiando a grande tribulação por tempo suficiente para que se pregue o Evangelho ao mundo inteiro.
Stefani Onesko e Silvio Grimaldo convidaram o crítico literário Rodrigo Gurgel e o editor Thomaz Perroni para discutir a grande obra de Carpeaux, sua História da Literatura Ocidental, relançada na belíssima edição da Sétimo Selo.
ÓTTO MARIA CARPEAUX (1900–1978), foi um jornalista, ensaísta e crítico literário austríaco naturalizado brasileiro. Filho de pai judeu e mãe católica, estudou Direito e Filosofia em Viena, Ciências matemáticas em Leipzig, Sociologia em Paris, Literatura comparada em Nápoles e Política em Berlim, além de doutorar-se em Letras e Filosofia na Universidade de Viena. Diante da ascensão de Hitler, combateu a ideologia nazista e a anexação da Áustria pela Alemanha, especialmente em seus livros e em seus artigos. Em 1938, após a invasão alemã, foi obrigado a refugiar-se, primeiro na Bélgica e, no ano seguinte, no Brasil. Conhecedor de mais de dez línguas, não demorou para dominar a língua portuguesa e firmar-se na imprensa local. O reconhecimento veio logo com os primeiros livros: A cinza do Purgatório (1942), Origens e fins (1943), Perguntas e respostas (1953), Retratos e leituras (1953) e Pequena bibliografia crítica da literatura brasileira (1955). Aclamado por nomes como Aurélio Buarque de Holanda, Graciliano Ramos, Álvaro Lins e Carlos Drummond de Andrade, começou a publicação de sua obra-prima História da Literatura Ocidental (1958-66), seguida por “Uma nova história da música” (1958), Presenças (1958), Livros na mesa (1960) e A literatura alemã (1964).
Em 1968, deu por encerrada sua carreira literária, para se dedicar unicamente à luta política. É considerado um dos maiores críticos literários brasileiros, tendo influenciado toda a sua geração de intelectuais e escritores.
Não deixe de visitar a Livraria BSM.
Ele cercou-se de bajuladores e expulsou quem lhe amava e lhe era leal, jogando o reino na guerra e no caos. Conheça essa grande tragédia de Shakespeare.
Nesse episódio, Stefani Onesko convida Brás Oscar e Silvio Grimaldo para discutirem sobre uma das mais famosas e mais trágicas das obras de Shakespeare.
A obra discutida neste podcast levará os ouvintes a refletir sobre a vida do homem, suas misérias, virtudes e sobre as consequências das ações humanas que podem resultar em glória ou ruína. Rei Lear, obra de Shakeaspeare, apresenta a história do rei da Bretanha que decide dividir o reino entre suas três filhas. As filhas mais velhas, Goneril e Regana, possuem ambições em torno do poder e dos recursos do pai e expõem todos seus falsos sentimentos para conseguir seus objetivos. Diferentemente da cobiça das irmãs, a filha mais nova, Cordélia, despojada de qualquer pretensão, prefere o silêncio, já que palavras não expressariam suficientemente o amor e a estima dela pelo pai e, por não corresponder à vaidade e ao orgulho do rei, acaba sendo desprezada. Rei Lear ao rejeitar a verdade representada por Cordélia, acabou escolhendo a ingratidão e, consequentemente, a própria ruína.
Não deixe comprar esse e outras obras do Bardo na Livraria do BSM.
O Homem Eterno apresenta uma refutação racional a muitas teorias e pensamentos vigentes do final do século XIX e início do século XX. Uma época em que o ateísmo era uma marca evidente entre intelectuais contemporâneos a Chesterton. O autor demonstra a partir de um notável raciocínio e de forma incansável, como todos os opositores ao cristianismo estavam longe de poder inferiorizar ou menosprezar a figura de Cristo, o Deus que se fez homem. No final da obra, constatamos que todos os conceitos e ideias preestabelecidas pelos cientistas e pesquisadores limitaram suas capacidades de entendimento e percepção sobre a ação de Deus na história e na vida do ser humano. Como afirma Chesterton, Cristo veio ao encontro dos pecadores que estavam a Sua procura e sobreviveu aos homens e ao tempo.
“A cristandade passou por uma série de revoluções e, em cada uma delas, o cristianismo morreu. O cristianismo morreu muitas vezes e ressuscitou, pois ele possuía um Deus que conhece o caminho para fora da sepultura”.
Há algumas semanas, Stefani, Bernardo e Grimaldo já haviam debatido no Estante BSM sobre outro livro de Chesterton, Ortodoxia, sua obra mais famosa. Não deixe de ouvir. E aproveite para comprar o lindo BOX Chesterton da Editora Ecclesiae em nossa livraria, que está com um excelente desconto.
Estefani Onesko debate com Paulo Briguet e Paulo Briguet a distopia clássica de Ray Bradbury
Junto a 1984 de George Orwell e Admirável Mundo Novo de Aldous Huxley, outra grande distopia literária do século XX é Fahrenheit 451, de Ray Bradbury, publicada em 1953. No livro, o personagem Guy Montag é um bombeiro, mas seu papel não é apagar incêndios, e sim atear fogo nos livros. A sociedade apresentada em Fahrenheit 451 abriu mão da liberdade e do prazer da leitura, passando a consumir apenas as programações de suas televisões ou exercendo a leitura de forma totalmente instrumental. Na história, ambientada numa cidade dos EUA, os livros estão ameaçados de desaparecerem. Todas as obras são proibidas e qualquer indivíduo que possua livros é visto como um criminoso. Montag nunca havia questionado seu trabalho até conhecer uma jovem chamada Clarisse, uma moça de comportamento subversivo para a sociedade que vive, visto que, é uma adolescente que reflete e questiona tudo ao seu redor. A partir do encontro com Clarisse, a vida de Montag não seria mais a mesma.
From the publisher's feed