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Carnaval é política, sim!
No quinto episódio do podcast do Eu Acho é Pouco, a dupla Luciana Veras e Thiago Marinho volta ao tema debatido no episódio #3 e retoma uma discussão que é essencial para o Eu Acho é Pouco e que está na essência de muitas outras agremiações de Olinda e do Recife.
Neste 8 de março de 2021, o podcast vermelho e amarelo volta com uma ode à força feminina e feministas e com a potência das vozes de mulheres que fazem o Carnaval.
No DNA do Grêmio Lítero Recreativo Cultural Misto Carnavalesco Eu Acho é Pouco, dois componentes essenciais são Carnaval e política. Essas duas palavras, distantes em qualquer dicionário, são irmãs na história vermelha e amarela, como mostra o programa Carnaval e política – parte um.
Neste episódio 3, a dupla de apresentadores Luciana Veras e Thiago Marinho entrevista Sônia e Ivaldevan Calheiros, um dos casais fundadores do Eu Acho é Pouco, e conversa também com Marcelo Calheiros, o segundo dos filhos deles, e com Joe Gonçalves, folião que sai atrás do estandarte desde os primórdios. O assunto é o mesmo: as relações entre folia e política, partindo das origens do Eu Acho é Pouco, ainda sob a ditadura militar que governou o Brasil entre 1964 e 1985, até chegar ao projeto autoritário e fascista instalado na presidência do país neste 2021.
Este programa é uma parceria entre o Eu Acho é Pouco e a Doravante Podcasts. Apresentação e entrevistas de Luciana Veras e Thiago Marinho; produção de Guilherme Gatis, Luciana Veras e Thiago Marinho; roteiro de Luciana Veras e Rafa Santanna; e edição de áudio de Rafael Borges.
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de fevereiro de 2021: num ano normal, estaríamos em Olinda esperando a concentração do último desfile de Momo do Eu Acho É Pouco pelas ladeiras da Cidade Histórica. A pandemia, contudo, chegou roubando muita coisa, inclusive o Carnaval. Mas não poderíamos deixar de estar conectados, mesmo que distantes fisicamente, unidos pela alegria vermelha e amarela.
9 de fevereiro de 2021: Dia do Frevo e terça-feira da semana pré-carnavalesca em Pernambuco sem comemoração alguma. Sob a pandemia, a canalização, para dentro de casa, do nosso ímpeto de dançar frevo e festejar.
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