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GLOBALIZAÇÃO! A definição do termo mudou muito nos últimos 20 anos. Antes era definida por um encurtamento de distâncias, por marketing global, por atuação de empresas com alcance mundial, pela presença de grandes blocos econômicos como União Européia e Mercosul… Neste episódio não vamos falar sobre globalização em si, mas vamos sim falar com duas pessoas que são influenciadas por esse processo mundial: os irmãos Rodrigo Piccoli e Camilo Pinheiro Machado.
Com família gaúcha, os dois moraram uma enorme parte da vida no Rio de Janeiro. Rodrigo foi fazer veterinária, caminhou pelo jornalismo mas virou mesmo engenheiro de som. Já o Camilo teve uma vida mais linear, construindo uma carreira no jornalismo. Mas olha que loucura! Os dois acabaram, sem querer, na cidade de Nova Iorque por causa da vida profissional de suas mulheres. Num papo leve e descontraído, o Rodrigo revela que a globalização vai muito bem obrigada, mas que há sim uma diferença do mercado da música e de eventos no Brasil e nos Estados Unidos. O Camilo traz, por sua vez, histórias de experiência muito recente e que rendeu experiências únicas - como a bolha pandêmica da NBA.
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Nossa convidada deste episódio não chegou no Brasil nos anos 40 - como pensa você aí, mas em 2014! Elisabeth Fricke nasceu na Colônia, cidade da Alemanha. Ela é professora de alemão desde que chegou no nosso país e eu diria que ela se “carioquizou” bem: já consegue até berrar na praia para chamar o ambulante certo, mas revela que ainda tem dificuldade de gritar para pedir para o motorista de ônibus parar na próxima parada. Na conversa ela conta que a língua alemã nem é tão difícil quanto parece e que ainda não se sente super segura usando gírias brasileiras.
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A pandemia da Covid-19 sacudiu a cabeça de muita gente, mas teve quem mudou a rota muito antes e se jogou! A jornalista, fotógrafa, videomaker e historiadora Ivy Jannibelli tem 13 anos de experiência no jornalismo. Ela fez carreira na Rede Globo, levou prêmio internacional e chegou a ser a primeira produtora mulher de Fórmula 1 no Brasil. Só que ela decidiu sair do país. O plano nem era Portugal, mas acabou gostando tanto que criou entre Cascais e Lisboa o seu lar.
Neste episódio a Ivy conta como foi se reinventar profissionalmente, como ama o lugar onde mora, a garra que teve ao aprender a ser fotógrafa, videomaker e editar no suor. E como ainda arruma tempo, se virando nos 30, para continuar sendo jornalista!
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Vamos neste episódio para Barcelona, falar com o Albino e a Mafalda que moram nos arredores de Barcelona e têm um restaurante japonês chamado Su Cocina Japonesa. Os dois se conheceram ainda criança, quando eram escoteiros no Rio de Janeiro. Ele é um carioca bem flamenguista e ela uma portuguesa muito brasileira. Os dois sempre foram amigos, seguiram a vida e foram se reencontrar depois de anos na catalunha. Neste episódio eles descrevem um pouco mais sobre os trâmites do relacionamento, sobre tradições catalãs feitas no Natal e um pouco sobre a vida de empreendedores estrangeiros na Espanha.
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A música é um capital cultural. Talvez um dos maiores do nosso país. Estudiosos dizem que pode ser adquirido a nível pessoal, através da escola ou por familiares. Inúmeros cantores começaram a carreira cantando em cultos, igrejas, ou cerimônias religiosas. Repetindo cantos, mantras, orações… Só para vocês terem uma ideia, podemos citar aqui a Beyoncé, Katy Perry, Pabllo Vittar, Tina Turner, Anitta e muitos outros.
Nessa lista também podemos colocar Michele Mara, musicoterapeuta, vocal coach, cantora, a maior imitadora de Aretha Franklin da América Latina e mãe. A curitibana conta como a vida é cheia de coincidências que a fizeram se mudar para Portugal, como foi de pastora a cantora, a receptividade portuguesa e sobre a multiculturalidade existente dentro de seu próprio lar.
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Apesar da magia de Veneza, existem múltiplas dificuldades de viver na cidade. Além da necessidade de preservar sua riqueza cultural e histórica. A Isabela Discacciati é comunicóloga e mestre em Cultura da Alimentação e do Vinho. Ela começou seu relacionamento sério com a Itália em 2004. Neste papo ela descreve a complexidade que é viver em Veneza, o custo existente para preservá-la e sobre a magia inegável da cidade. A Isa também aproveita para quebrar um mito que muitos acreditam piamente sobre uma famosa ponte veneziana.
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A Monica Barretto é arquiteta e ex-comissária de bordo da "extinta" Varig. Ela conta neste episódio como era a vida pelos ares, como foi ser mãe de dois no meio do caminho profissional e fala com muito carinho dos anos vividos vestindo a camisa da companhia. A Monica também revela que os laços feitos durante esses anos ainda permanecem, explica que os ex-funcionários formam uma espécie de "irmandade" que ainda se encontram regularmente e volta e meia se ajudam com vaquinhas organizadas por eles mesmos.
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Os brasileiros são ávidos leitores? Não muito. Apenas pouco mais da metade dos brasileiros têm hábitos de leitura, ou seja 52% da população. E no nosso país a estatística sobre as mulheres é parecida ao dado mundial: mulheres leem mais que homens. Sabe onde as pessoas leem muito? Na França! 88% dos franceses se consideram leitores, com 92% tendo lido pelo menos um livro em um ano. E há um aumento no número de jovens leitores à medida que devoram cada vez mais mangás, quadrinhos e romances de ficção científica.
Neste episódio vamos até Lyon, na França, conversar com a Natália Guerellus. Ela é doutora em História pela UFF, professora da Universidade de Lyon e autora do livro "A velha devorou a moça?: Rachel de Queiroz e a política no Brasil". A gente trocara uma ideia sobre Lyon e sua experiência de adaptação, sobre literatura, história e gênero comparando o Brasil e a França, e também falaremos sobre Rachel de Queiroz - a primeira mulher a ingressar na Academia Brasileira de Letras, mas que até hoje causa polêmicos debates.
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O casal Felipe Gombossy e Andrea Giusti se desfizeram de tudo e mais um pouco no Brasil para se mudar para Toronto, no Canadá. Ela é produtora de conteúdos audiovisuais com a série do GNT Sociedade do Cansaço e do documentário Encarcerados. Já o Felipe tem mais de 20 anos de experiência como fotógrafo e, diferentemente da Andrea, resolveu mudar de carreira com a mudança de país. Hoje, além de fotógrafo, ele trabalha como açougueiro enquanto termina seus estudos em Culinary Arts - a boa e velha gastronomia.
Eles contam neste episódio do Eu Não Sou Daqui como o processo de mudar de país tem sido diferente para os dois, como foi estudar gastronomia remotamente e como este país novo tem dado aos dois chances de ter várias novas primeiras vezes, mesmo já tendo tido uma sólida vida no Brasil.
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