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Culpa, névoa, ruínas, horror de sobrevivência, viva eterna - ah, que excelente dia para um novo episódio do Eu Ouço Gente Morta!
O bicho-papão está a solta por Haddonfield! A procura de vítimas e também de experimentos bizarros no nosso gênero favorito – épicos desfigurados, homenagens (in)devidas, Wagner Moura no terror e mais um tanto de desgraceiras!
Um Eu Ouço Gente Morta bastante intenso, com belíssimas (leia-se: desgracentas) homenagens/críticas ao terror, obra clássica muito bem atualizada, continuação que supera o original (será?) e tantos experimentalismos que podem (ou não) funcionar, mas sabe como é: o que importa mesmo é arriscar!
A eterna catarse de manifestações artísticas, onde o horror se torna figura central! A grande cineasta Natalie Erika James nos apresenta seu novo filme; enquanto um bloco é dedicado a Netflix, multifacetada, com jogo, série, filme (nacional!); um famigerado sucesso indie de uns anos atrás sai do PC e chega ao Xbox; a versão definitiva de um doutor maluco (também nacional!); todo amor pelo splatter oitentista na forma de videogame; e a volta de Tormentum!
Em chamas! A mais nova edição do seu podcast favorito de terror chega pegando (e tacando) fogo, até mesmo embaixo d'água e em anexos subliminares de remetentes anônimos. Ataque animal, mortos-vivos, deadites purulentos, desktop amaldiçoado, insanidade lovecraftiana e aquele tanto de jogo indie, tão esquisitos quanto maravilhosos.
Os segredos mais sórdidos e malignos daquela cidadezinha litorânea tão convidativa e acalentadora infectam carne, edificações, sustos, salmos, pedreiras e até o (aparentemente) mais inofensivo dos jogos de cartas – porque o terror, ah! o terror está sempre à espreita!
Situações desesperadoras pedem por medidas desesperadoras e temos alguns dos exemplares mais crassos de tal premissa na nova edição do seu podcast de terror favorito, isso sem contar Silent Hill na periferia, o fim de uma trilogia fantasmagórica sul-coreana, bruxas em VHS e aplicativos de relacionamento mal-assombrado, que diabo é isso?
Pesadelos permeiam a mais nova edição do seu podcast favorito de terror – ou seriam esses mesmos pesadelos, na verdade, o combustível para continuarmos existindo? Para descobrir a resposta, é preciso embarcar com a gente nessa (leia-se: é preciso ouvir o podcast).
Os espaços liminares alcançam o estrelato enquanto vampiros tomam as ruas do centro de São Paulo e Obsessão se torna um clássico moderno, tudo isso em concomitância ao terror em realidade virtual, da câmera corporal e aos horrores da pandemia; ou seja, um Eu Ouço Gente Morta apinhado de desgraceiras, do jeitinho que a gente gosta!
Anomalias invadiram os jogos de terror já faz um bom tempo e agora também deturpam e desfiguram a tela grande dos cinemas, isso enquanto uma certa infame trilogia encontra seu desfecho e o terror BR segue assombrando em diversões eletrônicas (e ficção científica no formato de visual novel) – tudo isso porquê, evidentemente, GARY AMA VOCÊ!
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