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Então o destacamento dos soldados, com o seu comandante, e os guardas dos judeus agarraram Jesus e prenderam-no. Levaram-no primeiramente a Anás, sogro de Caifás, que nesse ano era o sumo sacerdote. Caifás é que tinha dado o seguinte conselho às autoridades judaicas: «É melhor que morra um só homem pelo povo.»
O poder religioso é tão ou mais perverso do que qualquer outro. Os interesses que o movem assenta nos mesmos princípios caídos. A mania das grandezas e a sede por controlar tudo e todos gera alianças podres e queima inocentes. Jesus foi preso precisamente por gente que não suportava perder o monopólio dos corredores eclesiásticos. As próprias cúpulas estavam envolvidas nas negociatas que bailavam ao redor do templo. Ainda hoje acontece haver quem use mal a função que lhe foi atribuída.
É infelizmente usual fechar-se os olhos à exploração material, optando por sacrificar a nobreza moral e espiritual. Algo de muito grave se passa quando se procura silenciar a Verdade a qualquer custo. E não vale a pena tapar o sol com uma peneira, arranjando comissões de inquérito que atropelam grosseiramente os direitos pré estabelecidos na lei. É rídiculo teimar em escalpelizar à porta fechada o que Jesus ensinou aberta e publicamente. Aliás, Ele desmonta em três tempos tão encapuçada, e simultaneamente descarada, forma de actuar. E fá-lo como é costume: Confrontando o erro em amor e simplicidade.
Acontece que há pessoas que reagem à Sua Pessoa ao estalo, o que diz muito do seu deplorável estado interior. Alguém que recorre à injustiça e à agressão para levar a sua por diante está perdido por dentro e precisa de ouvir a pergunta de Jesus a ecoar na sua consciência: “Se o que Eu disse está certo, por que é que Me bates?”
– Jónatas Figueiredo
By Meeting PointEntão o destacamento dos soldados, com o seu comandante, e os guardas dos judeus agarraram Jesus e prenderam-no. Levaram-no primeiramente a Anás, sogro de Caifás, que nesse ano era o sumo sacerdote. Caifás é que tinha dado o seguinte conselho às autoridades judaicas: «É melhor que morra um só homem pelo povo.»
O poder religioso é tão ou mais perverso do que qualquer outro. Os interesses que o movem assenta nos mesmos princípios caídos. A mania das grandezas e a sede por controlar tudo e todos gera alianças podres e queima inocentes. Jesus foi preso precisamente por gente que não suportava perder o monopólio dos corredores eclesiásticos. As próprias cúpulas estavam envolvidas nas negociatas que bailavam ao redor do templo. Ainda hoje acontece haver quem use mal a função que lhe foi atribuída.
É infelizmente usual fechar-se os olhos à exploração material, optando por sacrificar a nobreza moral e espiritual. Algo de muito grave se passa quando se procura silenciar a Verdade a qualquer custo. E não vale a pena tapar o sol com uma peneira, arranjando comissões de inquérito que atropelam grosseiramente os direitos pré estabelecidos na lei. É rídiculo teimar em escalpelizar à porta fechada o que Jesus ensinou aberta e publicamente. Aliás, Ele desmonta em três tempos tão encapuçada, e simultaneamente descarada, forma de actuar. E fá-lo como é costume: Confrontando o erro em amor e simplicidade.
Acontece que há pessoas que reagem à Sua Pessoa ao estalo, o que diz muito do seu deplorável estado interior. Alguém que recorre à injustiça e à agressão para levar a sua por diante está perdido por dentro e precisa de ouvir a pergunta de Jesus a ecoar na sua consciência: “Se o que Eu disse está certo, por que é que Me bates?”
– Jónatas Figueiredo

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