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Miguel Vieira. humorista.
Falámos noutros sítios, a saber: Tertúlia de Mentirosos, esse estaminé onde humoristas e um Roberto Gamito, esse banana-mor, falam. Convidei-o para esta entrevista a resvalar para a conversa no Evangelho Segundo o Vergalho, espelunca onde não pedimos tomates emprestados para falar da vida . E onde o pirilau tem lugar de fala. E a cona.
Miguel Vieira nas redes:
https://www.instagram.com/umiguelvieira/
Helder reitor, humorista, activista do meio buraco e sniper se houver peluches para coleccionar.
Falámos noutros sítios, a saber: Tertúlia de Mentirosos, esse estaminé onde humoristas e um Roberto Gamito, esse banana-mor, falam. Convidei-o para esta entrevista a resvalar para a conversa no Evangelho Segundo o Vergalho, espelunca onde não pedimos tomates emprestados para falar da vida . E onde o pirilau tem lugar de fala. E a cona.
Helder Reitor nas redes:
https://www.instagram.com/helderreitor/
Marcos Bilro, humorista, é mestre no contraste, o que é uma tristeza, o público ri-se, ao passo que o Marcos exibe uma cara de quem tem coisas melhores para fazer em casa; perdigueiro bípede capaz de resolver com o humor aquilo que cães da bófia não farejam, a saber: o paradeiro da menina estrangeira. Duplo com boas falas nos velórios, um part-time com pernas para andar. Desgostoso quando senhoras cujo trabalho é fornecer prazer ao homem lhe oferecem porco doce. As más línguas afiançam que o Marcos é mestre na arte de ocultar o riso com álcool.
Falámos noutros sítios, a saber: Tertúlia de Mentirosos, esse estaminé onde humoristas e um Roberto Gamito, esse banana-mor, falam. Convidei-o para esta entrevista a resvalar para a conversa no Evangelho Segundo o Vergalho, espelunca onde não pedimos tomates emprestados para falar da vida . E onde o pirilau tem lugar de fala. E a cona.
Marcos Bilro nas redes:
https://www.instagram.com/marcosbilro/
Marcos Bilro, humorista, é mestre no contraste, o que é uma tristeza, o público ri-se, ao passo que o Marcos exibe uma cara de quem tem coisas melhores para fazer em casa; perdigueiro bípede capaz de resolver com o humor aquilo que cães da bófia não farejam, a saber: o paradeiro da menina estrangeira. Duplo com boas falas nos velórios, um part-time com pernas para andar. Desgostoso quando senhoras cujo trabalho é fornecer prazer ao homem lhe oferecem porco doce. As más línguas afiançam que o Marcos é mestre na arte de ocultar o riso com álcool.
Falámos noutros sítios, a saber: Tertúlia de Mentirosos, esse estaminé onde humoristas e um Roberto Gamito, esse banana-mor, falam. Convidei-o para esta entrevista a resvalar para a conversa no Evangelho Segundo o Vergalho, espelunca onde não pedimos tomates emprestados para falar da vida . E onde o pirilau tem lugar de fala. E a cona.
Marcos Bilro nas redes:
https://www.instagram.com/marcosbilro/
Afonso Alturas, alentejano logo calma, comediante logo nervoso, dono de penteado inspirado no Seinfeld e material inspirado na vida. Amante de teletexto, Júlia Pinheiro dos cangurus, ex-amigo de mosquitos.
Falámos noutros sítios, a saber Tertúlia de Mentirosos, esse estaminé onde humoristas e um Roberto Gamito, esse banana-mor, falam. Convidei-o para esta entrevista a resvalar para a conversa no Evangelho Segundo o Vergalho, espelunca onde não pedimos tomates emprestados para falar da vida . E onde o pirilau tem lugar de fala. E a cona.
Afonso Alturas no Instagram.
https://www.instagram.com/afonso_alturas/
Joca, host de uma das melhores noites de stand-up em Portugal, Pai Natal caso o vídeo peça, Deco na distribuição de conselhos, haja humoristas com orelhas disponíveis, Deco na múltipla acepção da palavra: jogador, elemento crucial da equipa e sempre com um olho atento quando o assunto é defender o consumidor de comédia. Praticante da crítica sem prelúdios, a nobre arte de criar atritos em barda, humorista onde haja palco; gordo praticante, dado que não vira a cara a nenhum pitéu.
José Figueiras dos podcast de humor, se alguém falha ele preenche.
Falámos noutros sítios, a saber Tertúlia de Mentirosos, esse estaminé onde humoristas e um Roberto Gamito, esse banana-mor, falam. Convidei-o para esta entrevista a resvalar para a conversa no Evangelho Segundo o Vergalho, espelunca onde não pedimos tomates emprestados para falar da vida . E onde o pirilau tem lugar de fala. E a cona.
Joca no Instagram.
https://www.instagram.com/jocahumor/
Luís Martinho. Humorista.
Luís Martinho, uns dias acólito do humor negro, outros o Diogo Faro de marca branca, espanta-espíritos retrógrados, predador de sofá de crossfiteiros, exímio na arte de fazer inimigos, casamenteiro de Rita Matias e sósias, cronista paciente do seu próprio caparro, o qual cresce organicamente, sem ajuda de pós, a um ritmo alentejano, tratando cada músculo com a paciência de um biólogo, fã de coito consensual, respigador de referências masculinas actuais neste circo de testosterona extremista, até agora sem sucesso, segundo ele, coleccionador de cornos em coordenadas exóticas, sobe a palco e muda a atmosfera das salas. O primeiro humorista que vai de vela quando os humoristas fazem limpeza nos seguidores. Não se ofende com nada a não ser com humoristas que se ofendem facilmente.
Perdigueiro de fascistas no restolho da moderação, aquele que os humoristas ouvem em segredo.
Falámos noutros sítios, a saber Tertúlia de Mentirosos, esse estaminé onde humoristas e um Roberto Gamito, esse banana-mor, falam. Convidei-a para esta entrevista a resvalar para a conversa no Evangelho Segundo o Vergalho, espelunca onde não pedimos tomates emprestados para falar da vida . E onde o pirilau tem lugar de fala. E a cona.
Luís Martinho nas redes:
https://www.instagram.com/luismartinho1/
Patrícia Coelho. Humorista.
Patrícia Coelho, praticante de comédia em duas línguas; português, língua oficial dos taberneiros e inglês, língua dos zaragateiros incansáveis, sobe a palcos para esculpir risos e sorrisos em semblantes carregados. Uma espécie de psicóloga em série, mas sem o Porche na garagem. Resumindo, detesta seriedade na cara das pessoas, tal como um dono tóxico de uma pastelaria.
Pessoa confiável. Disse-me que o Pedro Oliveira era um javardo. Confirmou-se. Disse-me que o Álvaro Cláudio era badalhoco. Não me enganou. Juntamente com o tipo da conversa anterior, o senhor Pedro Oliveira, com quem mantém relações humorísticas e de outra espécie, ambas consentidas, presumo eu, possui os Chanfrados da Vila, projecto cuja missão é semear com ganas o microfone em palcos com propósitos de fazer rir.
Patrícia Coelho carrega um apelido de peso, animal com fama de ter pénis inquieto, pelo que é expectável que o namorado a recorde disso com assiduidade. Em caso de casamento, é o namorado que não quererá que a namorada adopte Oliveira como apelido, cuja vida sexual é, segundo os registos, pouco agitada, haja ou não vento.
Viveu nos EUA, terra dos sonhos e dos sem-abrigo e regressou para Portugal, que é em tudo igual ao EUA, se descartarmos os sonhos.
Patrícia não necessita de braçadeiras para se manter à tona na comédia nacional. Segundo fontes próximas e algumas distantes, é um doce e se o mundo fosse dos canibais poderíamos vê-la na vitrine de uma pastelaria canibal.
Falámos noutros sítios, a saber Tertúlia de Mentirosos, esse estaminé onde humoristas e um Roberto Gamito, esse banana-mor, cavaqueiam. Convidei-a para esta entrevista a resvalar para a conversa no Evangelho Segundo o Vergalho, espelunca onde não pedimos tomates emprestados para falar da vida . E onde o pirilau tem lugar de fala. E a cona.
Patrícia Coelho.
Instagram: https://www.instagram.com/patchancoelho/
Pedro Oliveira, recém-chegado ao fascinante e confiável mundo das tarólogas, dá cartas no humor nacional e como mecânico. Resumindo, nunca se cansa de enganar as pessoas.
A fazer fé nas palavras de Patrícia Coelho e Álvaro Cláudio, duas fontes razoavelmente confiáveis, Pedro é um javardo. Volta e meia chanfrado da vila, e, em havendo dinheiro para a gota, da cidade.
Quando rapa o cabelo, chamam-no drogado, quando deixa crescer a barba sem-abrigo. Entre uma coisa e outra chamam-lhe humorista. Os vexames pelos quais um homem branco heterossexual tem de passar actualmente.
Pedro Oliveira, dono de um humor ácido, impróprio para quem tem um dieta rica em ferro, falou comigo noutras coordenadas, a saber Tertúlia de Mentirosos, esse circo onde humoristas e um Roberto Gamito falam. Convidei-o para esta entrevista a resvalar para a conversa no Evangelho Segundo o Vergalho, estaminé onde não pedimos tomates emprestados para falar da vida. E onde o pirilau tem lugar de fala.
Pedro Oliveira nas redes.
https://www.instagram.com/stewpdow/
Roberto Correia, dono de um dos nomes mais bonitos que se pode dar a um homem e a um cacto, ser humano que repete a palavra Fafe quando a ocasião se proporciona, e mesmo quando não se proporciona, rapaz que entope as repartições públicas deste país quando lhe pedem um papel e ele responde qual papel?, dos poucos portugueses que vê na fruta podre fruta apetecível, pronta a ser vendida, frequentador e cicerone de noites de comédia nortenha, criador de podcasts de humor, com convidados e a solo, é um homem com quem já tive o prazer de disparatar noutras coordenadas, a saber: Tertúlia de Mentirosos, esse circo onde humoristas e um Roberto Gamito falam. Convidei-o para esta entrevista a resvalar para a conversa no Evangelho Segundo o Vergalho, estaminé onde não pedimos tomates emprestados para falar da vida. E onde o pirilau tem lugar de fala.
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