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O metrô de São Paulo bateu recorde de incidentes notáveis em comparação com os anos anteriores. Na média, a cada quatro dias ocorre uma falha grave, que é quando pode causar paralisação ou redução na velocidade dos trens, prejudicando a vida dos passageiros. Outro assunto em evidencia foi a insatisfação dos usuários com o comércio ilegal dentro dos vagões.
Um estudo mostrou que os veículos movidos a diesel, como ônibus e caminhões, são responsáveis por praticamente metade da poluição atmosférica em São Paulo, embora representem apenas 5% da frota. O próprio estudo indica uma forma simples para minimizar o problema: filtros que reduzem até 95% da emissão de poluentes.
A Irlanda aprovou uma lei para zerar os investimentos em combustíveis fósseis. O decreto ainda precisa passar por uma revisão, mas é uma boa promessa. Recentemente, o governo de outro país europeu, a Holanda, anunciou que vai pagar para quem trocar carro por bicicleta
Quase 200 anos depois de sua invenção, a bicicleta continua sendo uma forma rápida, racional, econômica e até divertida de transporte. Bicicletas são leves, não emitem poluentes nem ruído, e permitem viagens curtas de até 5 km, sem grandes desgastes. Mas, para distâncias longas, o ideal é a integração modal com o transporte de massa.
Esta sexta-feira, 6 de julho, é dia de ir a pé ao trabalho. A data, que é celebrada toda primeira sexta-feira de julho, é promovida pelo Instituto Corrida Amiga, com apoio de várias organizações parceiras, entre elas o Mobilize Brasil. A campanha visa a estimular e inspirar pessoas a se deslocarem a pé ao trabalho - caminhando ou correndo.
A maioria dos paulistanos (76%) apoia medidas de restrição ao uso do carro. Ações como inspeção veicular, ampliar o rodízio e cobrar pedágio no centro expandido são defendidas, nessa ordem de prioridade, por 3/4 das pessoas para reduzir a poluição do ar. É o que revela uma pesquisa da Rede Nossa São Paulo.
Começou a Copa da Rússia! Este é um bom momento para fazer um balanço dos projetos de mobilidade urbana que foram prometidos como legado da Copa do Mundo realizada no Brasil, quatro anos atrás. Como sabemos, nenhuma das grandes obras envolvendo transporte coletivo foi entregue na época...
Transporte de qualidade é um item básico para o funcionamento de grandes cidades. Ele tem que ser confiável, pontual, confortável, e barato. No Brasil, as passagens são caras porque o subsídio ao transporte praticamente não existe no país. São Paulo é o melhor caso, com cerca de 20% dos custos cobertos pela prefeitura. Esse subsídio ainda é baixo se comparado a países da Europa e América do Norte, onde os governos bancam 60, 80 e até 100% das tarifas.
A greve dos caminhoneiros trouxe uma crise de abastecimento, impactando diversos setores da economia, incluindo o transporte. No entanto, apesar de tantos problemas e transtornos, o movimento trouxe algumas revelações positivas: em São Paulo, com a baixa circulação de caminhões, ônibus e automóveis, a poluição atmosférica caiu pela metade...
Na última semana os caminhões pararam o país inteiro. Sem investimentos em trens, barcos, veículos elétricos, ou movidos a gás natural, sentimos na pele os efeitos da nossa dependência no petróleo, que ademais gera graves problemas ambientais e de saúde pública...
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