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Um dos grandes responsáveis pelo hit de 2019 "Old Town Road", do Lil Nas X, o TikTok é um app que cada vez mais apresenta recursos e possibilidades para artistas de música trabalharem novos possíveis hits ou, como em muitos casos, estourarem músicas de catálogo. Para explorarmos um pouco do que se pode criar no TikTok, convidamos para um bate-papo Bernardo Traverso, Music & Artists Partnerships Manager ou Gerente de Parcerias de Música e Artistas, e o artista e criador Renan Pitanga (https://www.instagram.com/renanpiitanga/).
A quarentena provocada pela pandemia do coronavírus gerou uma profusão de lives - e a música parece estar na linha de frente dessa mudança - além de um aumento considerável no streaming de vídeo em todas as plataformas. Mas as mudanças podem ser mais profundas e duradouras do que imaginamos. Para discutir tudo isso, convidamos o CEO do Porta dos Fundos, Crocas, para um bate-papo sobre o momento que vivemos e os impactos nas produções de vídeos de todos os formatos e tipos.
Shows e eventos adiados ou cancelados, uma profusão de lives tomando conta das redes sociais, as decisões do que lançar, como e quando, ansiedade e trabalho redobrado para alguns, enquanto que nenhum para outros. Em mais um episódio gravado durante a quarentena, debatemos como quem cria, trabalha com ou consome música está lidando com tudo o que tem acontecido e que ferramentas ou ações cada um de nós pode tomar. Para isso, os convidados especiais são Rubel e a psicóloga clínica e terapeuta sistêmica Bruna Côrtes (https://www.biodesenvolvimento.com).
Neste episódio, recebemos novamente Marcelo Castello Branco, CEO da UBC (União Brasileira dos Compositores) e também Chairman da CISAC, a Confederação Internacional de Sociedades de Autores e Compositores, para debater os primeiros impactos da pandemia do Coronavírus no recolhimento e pagamento pelo ECAD da Execução Pública de música, os primeiros sinais de como lançamentos de música em streaming serão afetados, as primeiras ações das gravadoras, distribuidoras, artistas e sociedades que distribuem esses direitos, e muito mais.
Não deixe de nos contar o que pensa dos episódios: conecte-se conosco pelo nosso Instagram e sugira temas também que gostaria de ver ou dúvidas que tenha: https://www.instagram.com/fastforwardpodcast/
Nesse episódio especial do Fast Forward, recebemos um super time: Dani Ribas, do núcleo de pesquisas da SIM São Paulo, o DATA SIM, Fióti, artista e sócio-proprietário da Lab Fantasma, e Karla Megda, Head Comercial da Sympla, para um debate profundo sobre todas as implicações da pandemia do coronavírus e a consequente quarentena no Brasil. Abordamos o impacto imediato dos cancelamentos na indústria de live, o crescimento das lives pela internet, a mobilização política da classe artística, o possível impacto tardio no streaming e muito mais.
O que define quem pode ser um autor em uma música? Quem cria beats, no caso da música pop e eletrônica mais especificamente, é autor? E quando são utilizados samples em músicas, quais são os direitos de quem sampleou e de quem foi sampleado? Para discutir essas e outras questões, com informação mas também muitas provocações, convidamos novamente, como prometido, Dirceu Santa Rosa, advogado do escritório Montaury Pimenta e o professor, pesquisador da UFRJ, UFRRJ e professor da PUC e advogado do Serpa Pinto Fairbanks Allan Rocha.
O jornalismo musical (e uma das suas vertentes - a crítica) sempre foi responsável por pautar alguns dos artistas, gêneros, álbuns e movimentos de maior relevância na música em determinado momento histórico. Mais do que isso até, ele oferece contexto, provocações e detalhes que não temos somente no streaming ou nas redes sociais. Porém, é inegável que o formato vive uma crise já prolongada. Para entendermos em mais detalhes todo o processo por que essa parte tão importante do universo da música passa, além de quais novos formatos podem de fato estimular mais interação e consumo, contamos neste episódio com participação especial de Tony Aiex, do site parceiro Tenho Mais Discos Que Amigos (www.tenhomaisdiscosqueamigos.com).
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E se você curte Astrologia, não deixe de conferir o novo podcast do universo Fast Forward, o Astrolábio, com a talentosa astróloga e escritora Isabel Mueller. Está disponível na sua plataforma favorita: https://anchor.fm/astrolbio
A lei brasileira de direitos autorais em vigor é a 9610/98. Ela já rege o direito há mais de 20 anos no Brasil e foi pensada num mundo pré-revolução digital, com todas as questões que surgiram a partir disso. Nesse episódio, conversamos com os advogados Dirceu Santa Rosa, do escritório Montaury Pimenta, e com Allan Rocha, professor, pesquisador da UFRJ, UFRRJ e professor da PUC e advogado do Serpa Pinto Fairbanks.
Na pauta, a proposta de mudança, o projeto de lei 2370/19 apresentado pela deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), todas as principais questões não-respondidas pela lei atual para o uso digital de música, além de samples, autorizações, usos de trechos em podcasts e outros formatos, além de polêmicas, muitas polêmicas!
Se o mercado de música, o consumo e o formato da relação do artista com os seus fãs estão mudando fortemente, isso certamente afeta a própria forma como o mercado publicitário se relaciona com a música. Se antes o artista era uma chancela a uma marca, agora a sua audiência e a sua relevância são alvos fortes da publicidade. Em que medida essa - literalmente - associação de marca soma aos artistas e vice-versa, as diferenças entre ações oportunistas, como as que acontecem nas Paradas LGBTQIA+, e planejamentos e estratégias de longo prazo, e muito mais na pauta com convidados mais que especiais: Fatima Pissarra, Diretora Geral da Music2 e da Mynd (https://mynd8.com.br/home) - responsável por agenciar artistas como Ludmilla, Kevinho, Luisa Sonza, Pabllo Vittar e Luan Santana - e Alvaro Gazé, sócio da Exquisito Música e da Chantilly Produções, responsável pela carreira de Gaby Amarantos e responsável por muitos anos pela estratégia de música da Coca-Cola.
A revolução do streaming mudou muito rápido todo o cenário de música gravada e exigiu não apenas que produtores, artistas, empresários, selos tivessem que se adaptar, mas também que passassem a multiplicar esse conhecimento. Igualmente, a indústria da música no Brasil abre cada vez mais postos de trabalho para os quais dificilmente são encontrados profissionais novos qualificados ou com conhecimentos do Music Business. Para discutir esse gap, debater onde buscar informação e conhecimento e também quais são os novos perfis de funcionários que as empresas buscam, convidamos Arthur Fitzgibbon, Managing Director da OneRPM, uma companhia cuja história se confunde com o próprio processo de inclusão digital na música brasileira.
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