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Qual é o papel e a relevância do YouTube para artistas, lançamentos, videoclipes e muito mais em 2019/2020? Que gêneros musicais crescem na plataforma? Como o público brasileiro consome música na plataforma? Que mudanças na criação de vídeos o momento do YouTube têm estimulado? Quais são as melhores práticas para um vídeo alcançar o máximo da sua audiência? Como funciona o famoso algoritmo?
São muitas as perguntas que todos sempre têm sobre o YouTube e por isso mesmo convidamos para este episódio super especial do Fast Forward o próprio YouTube! Walter Venício, Music Partner Manager LATAM, e Natalia Julio, Strategic Partner Manager, se reúnem com o time completo do podcast no estúdio para debater com descontração e profundidade todos esses temas e muito mais.
Em uma realidade em que estamos imersos em imagens, onde está a experiência, seja online ou em shows, que capture nosso olhar e nossa atenção? Será mesmo que videoclipes ainda causam? Que fronteiras da tecnologia podem ser traduzidas em criações artísticas com imagens de fato relevantes e instigantes? O 13o episódio do Fast Forward convida o criador do Festival Multiplicidade e artista visual Batman Zavareze para debater olhar, tecnologia, criação de experiências e outras (muitas) provocações.
Do hackear o Nintendo Wii para literalmente criar uma tecnologia de video mapping para uma turnê da Marisa Monte à solução de LEDs de todas as eras para a recente turnê do Los Hermanos. Das criações visuais da turnê dos Tribalistas ao debate do que efetivamente é tecnologia relevante no mundo de hoje. Do montar uma experiência para Roberto Carlos na Globo ao projeto inédito experimental com Pedro Luis. Batman conta tudo, num bate-papo repleto de causos divertidos, e nos provoca a questionar o nosso olhar atual com senso de propósito.
Será que o videoclipe pode ser feito e trabalhado da mesma forma de antes? O que poderá substituir o DVD de shows, tão amado pelo público brasileiro? Que experimentações de formatos de vídeo estão acontecendo? Os vídeos devem ficar mais longos ou curtos? Onde está a experiência compartilhada nas lives e lançamentos?
São tantas as perguntas sobre os múltiplos formatos de vídeos e como trabalhar a imagem de um artista, que resolvemos dedicar um episódio do Fast Forward ao tema. Se playlists são muito importantes para o êxito de uma música, a imagem é hoje em dia tão importante quanto para despertar awareness de uma carreira a médio e longo prazo. E por isso mesmo os convidados são de um espectro variado: Guilherme Figueiredo, Diretor de Marketing e Digital da gravadora Som Livre, e o diretor e editor de vídeos Pedro Magalhães.
Neste episódio, o formato é um pouco diferente: travamos um papo franco e aberto sobre as principais questões envolvidas no trabalho diário de música nas redes sociais. E por isso mesmo, os convidados vieram sob medida: recorremos aos Millennials mais novos que tínhamos por perto, também conhecidos como parte da equipe da Milk. Thaís Rodrigues, Pedro Alves e Filipe Teixeira se unem a Fábio Silveira, Bruno Costa e U.Got para uma discussão que envolve melhores práticas para o YouTube e o Instagram, onde e como investir em campanhas online, dilemas pós-lançamento de um álbum, single ou clipe, ações recentes disruptivas de lançamentos, e muito mais!
Qual é a inovação de um clipe do Mark Ronson nos stories do Instagram, a campanha offline do Thom Yorke reverberando online, o lançamento surpresa de música inédita do Los Hermanos. Estratégias recentes e as certezas e dúvidas que geraram, muitas vezes em igual medida, de quem está participando ou pilotando as campanhas. E por falar no TikTok...
O mercado latino de música, em especial o Brasil, está no centro das atenções do mundo inteiro na Era do Streaming. Pudera: de acordo com o relatório da IFPI de 2019, o maior crescimento de mercado foi o da América Latina, com 16,8% em 2018 em relação a 2017. O Brasil foi o campeão na região, com 15,4%, o maior crescimento registrado.
No entanto, o perfil de audiências brasileiras, ainda que cada vez mais abertas à música latina, continua sendo um desafio para artistas de países vizinhos. Da mesma forma, brasileiros ainda tem muito o que aprender para de fato estourarem música nesses países.
Do histórico do diálogo desses mercados ao projeto latino-americano de Anitta, do primórdios do Reggaeton com Daddy Yankee ao estouro mundial com Maluma e J. Balvin, da simpatia de países como a Argentina à música brasileira ao U.S. Latin, o principal mercado da região, e mais as oportunidades para artistas brasileiros na América Latina e o funcionamento do Latin Grammy Awards. Tudo isso analisado com o nosso convidado mais que especial, possivelmente quem mais entende do tema no Brasil: Marcelo Castello Branco, CEO da UBC (União Brasileira dos Compositores), Membro do Comitê de Indicações e Governança do Latin Grammy Awards e Board Member da CISAC.
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Nota especial: o próximo programa tratará de um tema delicado e bastante presente no mercado da música - a Saúde Mental - tanto de quem trabalha no mercado quanto de artistas. Se você tem uma história que gostaria de compartilhar e lêssemos no ar e debatêssemos, por favor, envie e-mail com uma narrativa dela para [email protected]. O seu sigilo e anonimato serão totais, caso assim deseje.
Nos últimos anos, com a Era do Streaming, a Música Pop tem ocupado espaços, proposto discursos e desenvolvido propostas que antes possivelmente seriam da Música Indie. Nesse duradouro embate entre o que exatamente é Pop e o que seria Indie, já que o momento e contexto históricos em que vivemos pautam isso, convidamos Pedro Seiler, um dos fundadores do Queremos (https://www.queremos.com.br), para um debate que envolve visão artística, posicionamento de mercado, os parâmetros do que é sucesso hoje e o uso de discursos.
Se o streaming mudou algumas lógicas básicas do jogo do mercado da música, certamente o sucesso em shows ou um êxito focado na dupla plataformas de música/publicidade representam formatos diferentes de um artista ser trabalhado e se inserir no mercado. O time titular desse programa tem Fábio Silveira, Guta Braga, U.Got e Bruno Costa.
Esse episódio do Fast Forward traz uma formação titular LGBT com os convidados mais que especiais Raquel Virgínia, cantora e compositora trans do grupo As Bahias e a Cozinha Mineira (https://www.youtube.com/channel/UCLjRIzxWgM_fXD_cb7QU97g), e Flávio Saturnino, fundador do portal Popline (https://www.portalpopline.com.br), em uma discussão urgente no mercado da música: o Pink Money e as múltiplas abordagens, empáticas ao movimento ou problemáticas, que esse recorte do mercado tem hoje. E não é um recorte pequeno, já que pesquisas apontam que ele movimenta bilhões de dólares em todo o mundo, inclusive no Brasil, onde a Parada LGBT de São Paulo, a maior do país e uma das maiores do mundo, gerou em 2019 mais de R$ 409 Milhões.
A Música Pop, assim como outros gêneros ou universos musicais no Brasil e no Mundo, dependem hoje em seu sucesso diretamente de audiências LGBT. E escolher como falar a esse público é um processo repleto de questões complexas de abordagens. Vem com a gente e aperta o play!
Na última década, a música pop, assim como toda a cultura mainstream, sofreu inúmeras transformações, muitas delas por influência das diversas vozes que ganharam espaço e repercussão. O termo "lacrar", talvez o mais ressonante a ser incorporado pelo mundo pop, foi originalmente propagado pela artista e influencer digital Romagaga, em tempos quando ser YouTuber ainda nem era profissão. E hoje parece cada vez mais que para uma música ou artista estourar no universo pop, o lacrar se faz necessário.
Para debater esse tema conosco, convidamos ninguém menos que Pablo Bispo, autor e co-autor, além de eventualmente produtor, de alguns dos maiores hits do Brasil dos últimos anos, incluindo "Pesadão" e "Ginga", da IZA, "K.O." e "Indestrutível", da Pabllo Vittar e "Essa Mina é Louca", da Anitta, todos definidores de um novo cenário pop nacional. Vem com a gente e aperta o play!
Da descoberta e estouro da Pitty ao novo álbum de Elza Soares. De formar o Baba Cósmica e descobrir os Mamonas Assassinas a ser o A&R ou Diretor Artístico de uma das principais gravadoras independentes da história brasileira. De produzir o primeiro álbum do Los Hermanos, de onde saiu Anna Júlia, a produzir hits recentes do Melim e da Roberta Campos. E ainda uma pitada de dicas de documentários sobre música imperdíveis no Netflix.
Neste episódio, Fábio Silveira, Guta Braga e U.Got recebem o Produtor e Diretor Artístico Rafael Ramos para um papo sobre os novos rumos da Direção Artística em gravadoras e distribuidoras na Era do Streaming. O que significa formar o repertório de músicas de um artista em um momento histórico em que os números são tão abundantes e acessíveis em tempo real? Neste episódio do Fast Forward, destrinchamos uma das profissões mais fascinantes do mercado da música e como ela se relaciona com todas as mudanças que a segunda metade dos anos 2010's trouxeram e mais todas as outras que os 2020's prometem.
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