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A história dos Edomitas é bem longa, tudo começa no livro de Gênesis no capítulo 25. Onde Isaque, ora a DEUS em favor da sua mulher Rebeca que era estéril.
Deus responde a oração de Isaque e abençoa com a gravidez de Gêmeos, onde nasceria Esaú, o primogênito, e Jacó.
E DEUS falou (Gênesis 25:23)
Disse-lhe o Senhor: "Duas nações estão em seu ventre; Já desde as suas entranhas dois povos se separarão; um deles será mais forte que o outro, mas o mais velho servirá ao mais novo".
O mais velhos é o Esaú. Jacó deus a origem ao Povo Israelita e Esaú os Edomitas.
Edom é o nome que foi dado a Esaú, o primogênito de Isaque, que vendeu seu direito de primogenitura a seu irmão Jacó por uma prato de sopa, cuja cor vermelha deu seu nome - "Adom".
Esta negociação gerou sérios resultados históricos, resultando em inimizade é ódio dos descendentes de Esaú para com os descendentes de Jacó.
O país que mais tarde Esaú e seus descendentes habitaram se chamava "o campo de Edom" ou "a terra de Edom", com o topônimo também equivalendo a edomitas (citados uma única vez na Bíblia como "filhos de Edom").
Eles aparecem na Bíblia principalmente como oponentes do povo de Israel, Apesar de serem povos irmãos, os edomitas se ocuparam em ser hostis com os israelitas.
Quando os israelitas estavam peregrinando em direção a Terra Prometida após sair do Egito. Num determinado ponto da viagem, eles se depararam com o território dos edomitas.
Então Moisés pediu permissão para que o povo de Israel pudesse atravessar o território, porem, o Rei de Edom se recusou a deixar o povo passar e então o povo teve que fazer um longo desvio.
Durante o Reinado do Rei Davi, os edomitas foram subjugados por Israel e muitos deles foram mortos. Alguns deles conseguiram escapar e encontraram refúgio no Egito.
Depois da morte de Salomão os edomitas reconquistaram a sua independência. Após eles se reuniram com os amonitas e os moabitas numa ofensiva contra Judá.
Depois, no tempo do Rei Amazias, lutou e suprimiu uma revolta de Edom e matou milhares de edomitas e eles ficaram en
Herodes, o grande, o Rei cruel que mandou matar todas as crianças até dois anos, conforme, descrito em Mateus 2:16. Mas, a pergunta é, quem era Herodes afinal?
Marcado por uma história de crueldade, ambição e sangue. Seu pai Antípatre e a sua mãe uma mulher áreabe, nascido na Iduméia. Essa região havia sido ocupada pelo edomitas e depois foi conquistada pela dinastia dos hasmoneus dos judeus.
Seu pai se tornou influente na Judeia quando Roma passou a controlar toda aquela região. Ele foi nomeado por Júlio César como procurador. Quando Herodes tinha cerca de 26 anos, foi indicado como um tipo de magistrado da Galileia.
Em pouco tempo Herodes ganhou notoriedade ao combater bandidos naquela região. Depois do assassinato de Júlio César, ele contou com o Apolo de Antônio. Também nessa época hasmoneu Antígono foi colocado no trono da Judéia pelos partas.
Esse foi um período difícil para Herodes. Ele não contava com a aprovação dos judeus, principalmente porque Antígono era uma legitimo representante da linhagem hasmoneana. Essa linhagem já governava aquela região desde a Revolta dos Macabeus.
Herodes precisou fugir. Depois ele partiu para Roma em busca de apoio. Foi só então que o senado romano o designou como rei dos judeus. Isso aconteceu especialmente devido a influência de Antônio e Otávio.
Depois que partiram, um anjo do Senhor apareceu a José em sonho e lhe disse: “Levante-se, tome o menino e a sua mãe, e fuja para o Egito. Fique lá até que eu diga a você, pois Herodes vai procurar o menino para matá-lo”. – Mateus 2:13
Veja também: A Visita dos Magos
Então ele se levantou, tomou o menino e sua mãe durante a noite e partiu para o Egito, – Mateus 2:14
onde ficou até a morte de Herodes. E assim se cumpriu o que o Senhor tinha dito pelo profeta (Oseias 11:1): “Do Egito chamei o meu filho” – Mateus 2:15
O amor de Deus por Israel – “Quando Israel era menino, eu o amei, e do Egito chamei o meu filho” – OSEIAS 11:1
Quando Herodes percebeu que havia sido enganado pelos magos, ficou furioso e ordenou que matassem todos os meninos de dois anos para baixo, em Belém e nas proximidades, de acordo com a informação que havia obtido dos magos. – Mateus 2:16
Então se cumpriu o que fora dito pelo profeta Jeremias: – Mateus 2:17
“Ouviu-se uma voz em Ramá, choro e grande lamentação: é Raquel que chora por seus filhos e recusa ser consolada, porque já não existem”. – Mateus 2:18
Assim diz o Senhor: “Ouve-se uma voz em Ramá. lamentação e amargo choro; é Raquel, que chora por seus filhos e recusa ser consolada, porque os seus filhos já não existem”. – JEREMIAS 31:15
A viagem para o Egito foi inesperada. O anjo do Senhor apareceu à Jose em sonho e os ordenou a direção, seguindo o mesmo destino de Abraão e de José do Egito.
O Egito no passado era sinônimo de liderança, como iremos isso através do Governador José do Egito (GÊNESIS 41:37), bem como a libertação do povo Israelita por Moisés (ÊXODO 12:31). No Egito, temos o governo, a escravidão e o acolhimento, que ocorre com Jesus e a sua família.
O Egito não é mais o lugar da opressão, mas o lugar da proteção.
A ida para o Egito foi dolorosa, pois a temperatura do deserto, à noite, chega a zero grau e durante o dia a cinquenta graus positivos. Fora o risco de encontrar algum representante de Herodes, ainda haviam outros riscos de encontrar ladrões e feras do deserto do Sinai. Historiadores mencionam que a a caminhada girava em torno de 400 quilômetros.
Na Bíblia, Ramote-Gileade era uma cidade estratégica situada no território de Gade, ao leste do rio Jordão. A cidade também era chamada pela forma abreviada de Ramá. Era uma das cidades levitas naquele lado do rio, e foi escolhida como uma das cidades de refúgio.
De Ramá à Jerusalém possuía uma distância de cerca de 5 milhas ou 8,1 quilômetros.
Raquel, como mãe de três tribos: Bejamim, Efraim e Manassés. Ela é considerada a mãe de todos os dez.
Jeremias neste versículo, cita Raquel como forma dramática a condição miserável do reino de Efraim, devastada pela espada dos assírios.
Depois que Jesus nasceu em Belém da Judeia, nos dias do Rei Herodes, magos vindos do oriente chegaram a Jerusalém - Mateus 2:1
Veja também: O nascimento de Jesus
e perguntaram: "Onde está o recém-nascido rei dos judeus? Vimos a sua estrela no oriente e viemos adorá-lo". - Mateus 2:2
Quando o Rei Herodes ouviu isto, ficou perturbado, e com ele toda Jerusalém. - - Mateus 2:3
Tendo reunido todos os chefes dos sacerdotes do povo e os mestres da lei, perguntou-lhes onde deveria nascer o Cristo. - Mateus 2:4
E ele responderam: "Em Belém da Judeia; pois assim, escreveu o profeta: - - Mateus 2:5
"Mas tu, Belém da terra de Judá. de forma alguma és a menor em meio às principais cidades de Judá; pois de ti virá o líder que, como pastor, conduzirá Israel, o meu povo". - - Mateus 2:6
Então Herodes chamou os magos secretamente e informou-se com eles a respeito do tempo exato em que a estrela tinha aparecido. - Mateus 2:7
Enviou-0s a Belém e disse: "Vão informar-se com exatidão sobre o menino. Logo que o encontrarem, avisem-me, para que eu também vá adorá-lo". - Mateus 2:8
Depois de ouvirem o rei, ele seguiram o seu caminho, e as estrela foi adiante dele, até que finalmente parou sobre o lugar onde estava o menino. - Mateus 2:9
Quando tornaram a ver a estrela, enchera-se de júbilo. - Mateus 2:10
Ao entrarem na casa, viram o menino com Maria, sua mãe, e , prostrando-se, o adoraram. Então abriram os seus tesouros e lhe deram presentes: ouro, incenso e mirra.- Mateus 2:11
E tendo sido advertidos em sonho para não voltarem a Herodes, retornaram a sua terra por outro caminho. - Mateus 2:12
A visita dos magos só é narrada na Bíblia no Evangelho segundo Mateus em seu capítulo 2, dos versículos 1 ao 12, conforme descritos acima.
Assim como, na narrativa bíblica, como podemos observar, não temos muitos detalhes sobre eles, apenas que eram magos e que deram três tipos de presentes ao recém-nascido Jesus.
Então, não podemos afirmar os nomes, a quantidade de magos e muito menos o tempo exato que ocorreu a visita.
Ao mesmo tempo que parece que existe uma cultura que declara a existência de Três Reis Magos, a Bíblia não menciona o total de magos e nem muito menos de que eles eram Reis. Portanto, a Bíblia somente menciona somente a visita de magos ao recém-nascido Jesus. Então senão está registrado na Bíblia, fica uma lacuna em saber a quantidade exata de magos que visitaram o Rei dos Judeus e se eles eram Reis.
Ao passo que, os historiadores falam que a primeira menção aos nomes dos magos é derivado de um documento grego escrito por volta do ano de 500 e de também autor desconhecido. Em síntese, esse documento é conhecido como a Excerpta Latina Barbari e nele conta o nome dos três magos: Mechior ( também pode ser chamado de Belchior), Baltasar e Gaspar.
De acordo com os estudo realizados, É uma tradução latina de uma crônica grega do século V ou início do século VI composta em Alexandria.
Dessa forma, a crônica contém duas seções principais: a história do mundo desde a criação até Cleópatra e uma lista de reis ou governantes da Assíria ao cônsules de Roma (incluindo a dinastia ptolomaica, uma lista intitulada "sumos sacerdotes e reis dos judeus "e uma entrada para reis macedônios).
Foi assim o nascimento de Jesus Cristo: Maria, sua mãe, estava prometida em casamento a José, mas, antes que se unissem, achou-se grávida pelo Espírito Santo. Mateus 1:18
Duas curiosidade neste versículo de Mateus 1:18, o primeiro é o nome Cristo, que muitos entendem como sobrenome de Jesus. A palavra Cristo vem do grego Christos e na sua tradução do hebraico é Mashiach, ou seja, Messias, que tanto as palavras Cristo e Messias significam "O ungido".
Precisamos entender que naquela época, o casamento não era uma escolha individual e sim um acordo entre as famílias. O casamento era uma aliança ou acordo entre os chefes das duas famílias. Muitas das vezes a menina era prometida a um menino na época do nascimento.
o casamento acontecia em duas etapa: a primeira etapa era o contrato de noivado e a segunda etapa a coabitação. Quando se completava o acordo, o casal estava comprometido e se realizada a cerimônia de compromisso formal, na qual o pai da noiva dava seu consentimento. A promessa significava já o casamento, embora não irão morar juntos até o período para a coabitação.
O compromisso de casamento, isto é, de um noivado, mas o noivado judaico era um compromisso tão real que o noivo já se dizia "marido", e não podia desfazê-lo senão por repúdio.
Segundo a Lei, a noiva de um homem que concorda ter relações sexuais com outro homem deve ser apedrejada até a morte - Deuteronômio 22:23-24
Por isso, mesmo que Maria não tenha traído seu noivo, Maria provavelmente se pergunta que explicação vai dar a José e o que vai acontecer depois. E na cabeça de José é algo muito difícil de entender e de acreditar.
Por ser José, seu marido, um homem justo, e não querendo expô-la à desonra pública, pretendia anular o casamento secretamente. Mateus 1:19
José sabe que Maria é uma boa mulher e tem uma excelente reputação, e ele a ama muito. Mas, apesar da explicação que Maria dá, José acredita que ela só pode estar grávida de outro homem. Ele não quer que Maria seja apedrejada até a morte ou desonrada em público. Por isso, decide se divorciar dela secretamente e não acusá-la perante o sacerdote. Naquela época, os noivos eram encarados como casados, e era necessário se divorciar para terminar um noivado.
Mas, depois de ter pensado nisso, apareceu-lhe um anjo do Senhor em sonho e disse: "José, filho de Davi, não tema receber Maria como sua esposa, pois o que nela foi gerado procede do Espírito Santo. Mateus 1:20
Ela dará à luz um filho, e você deverá dar-lhe o nome de Jesus (Jesus é forma grega de Josué, que significa o Senhor salva.), porque ele salvará o seu povo dos seus pecados". Mateus 1:21
Tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que o Senhor dissera pelo profeta: Mateus 1:22
"A virgem ficara grávida e dará à luz um filho, e o chamarão Emanuel (Isaias 7:14 - Por isso o Senhor mesmo dará a vocês um sinal: a virgem ficará grávida, dará à luz e o chamará Emanuel.), que significa "Deus conosco". Mateus 1:23
Ao acordar, José fez o que o anjo do Senhor lhe tinha ordenado e recebeu Maria como sua esposa. Mateus 1:24
Mas não teve relações com ela enquanto ela não deu à luz um filho. E ele lhe pôs o nome de Jesus. Mateus 1:25
O nome do filho no tempo de Jesus era escolhido com todo o cuidado porque representava a Fé e a esperança dos pais. Pois o nascimento e as suas características estavam relacionados a sua missão de vida.
O nome Jesus no grego é Iesous, equivalente ao hebraico Yehoshua, que significa Josué. E em geral se entende que este nome significa é "Yahweh" que quer dizer Salvação.
As curiosidade, o nascimento de Jesus havia sido profetizado há 700 anos antes do nascimento no livro de Miqueias 5:2.
O evangelho de Mateus foi escrito para mostrar e convencer os judeus de que Jesus era de fato o Messias. o Cristo, o predito, o Rei dos Judeus.
Uma das principais características neste evangelho de Mateus é apresentar as credenciais de que Jesus é aquele que os profetas anunciaram. Portanto, no primeiro capítulo ele aborda sobre a Genealogia de Jesus para demonstrar a origem da família de Jesus e dizer ao povo Judeu que ele era o Salvador prometido pelos profetas. Por isso no versículo 1 ele é apresentado como "Filho de Davi e filho de Abraão".
Para que os Judeus reconhecessem Jesus como Salvado enviado por Deus, eles precisariam ter a certeza de que Jesus também pertencia ao povo escolhido pelo Senhor. membro do povo eleito que tem Abrão por Pai.
O Salvador, envido por Deus, deveria também reinar sobre Israel. Por isso, a apresentação de Mateus, como Jesus filho do Rei Davi, pois uma vez Jesus estando na linhagem real de Davi, ele logo pertencia à linhagem real. E para se cumprir o que Deus havia falado com Davi em II Samuel, capítulo 7, "Deus disse a Davi, através do profeta Natã, que seria através dos lombos de Davi que viria o rei que finalmente reinaria em Israel e estabeleceria um reino eterno.
Jesus deveria vir de uma ascendência real.
A intenção de Mateus é explicar a origem hebraica de Jesus através de Abraão, como também, a natureza de linhagem real, através do Rei Davi.
Pois, para o Judeu era importante ele conhecer a origem da sua família, para saber de que tribo ele pertencia.
E se alguém é apresentado como um rei, era necessário que o Judeu conhecesse a origem para que pudesse aceitá-lo como rei.
Todas os filhos e gerações de Jeconias estavam fadados a não prosperarem e nenhum deles podiam se assentar no trono de Davi para reinar. E Jeconias faz parte da genealogia de Jesus.
José pertence a genealogia de Jeconias, porem Jesus não era filho de José, José apenas o considerou como filho, portanto, Jesus tinha o direito ao trono pois Maria era a sua mãe. Por isso, a o texto no versículo 16 mostra que "Jacó gerou José marido de Maria".
Pela Lei Judaica, Jesus seria de fato filho de José, pois, o recebeu como filho e pela Lei, Jesus se tornou filho legítimo de José.
Deus traçou um plano pelo qual Jesus seria o herdeiro legal do trono, mas não estaria na linha de Davi descendendo de Jeconias.
As traduções da Bíblia e os seus idiomas. A Bíblia é uma enciclopédia de livros antigos e sagrados que foram unidos e organizados como vimos anteriormente.
Portanto, Este livro Sagrado possui diversas traduções e foi escrito em apenas três idiomas originais.
Veja também: Como a Bíblia foi dividida e organizada?
Primeiramente, o livro Sagrado foi escrito em três idiomas que são: Hebraico, Aramaico e o Grego. A maior parte do Antigo Testamento foi escrita em hebraico, pois era a língua que se falava na Palestina antes do cativeiro. Depois do cativeiro, o povo de lá começou a falar o aramaico.
Nesse meio tempo, o grego era a nova língua do comércio, depois das conquistas de Alexandre Magno, no século IV antes de Cristo.
No tempo de Jesus, o povo falava aramaico, usava o hebraico na leitura da Bíblia e o grego no comércio e na política.
Quando os apóstolo saíram para pregar o Evangelho aos outros povos, eles adotaram uma tradução grega do Antigo Testamento, feita no Egisto no século III antes de Cristo para os judeus imigrantes que já não entendiam mais o hebraico nem o aramaico.
Portanto, esta tradução grega foi chamada Septuaginta ou Setenta. Pois, na época em que ela foi feita, a lista oficial (cânon) dos livros sagrados ainda não estava concluída.
Assim, a primeira tradução da Bíblia hebraica foi para o Grego, a Septuaginta (LXX), que mais tarde se tornou o textus receptus do Antigo Testamento.
A Bíblia foi traduzida para milhares de idiomas e dialetos (há informações que a lista total possui um número de 2.900) , mas a primeira tradução da Bíblia para a língua portuguesa foi iniciada e elaborada por João Ferreira de Almeida e foi considerada um marco histórico porque foi a primeira tradução do Novo Testamento a partir das línguas originais.
Existem várias versões da tradução da Bíblia diretamente dos textos originais, que utilizam o Texto Crítico, ou seja, a tradução baseia-se na consideração segundo opinião, dotada de argumentos concretos, ou análise, conforme os procedimentos da critica textual, segue abaixo uma lista:
NVI – Nova Versão Internacional
ARA – Almeida Revista e Atualizada
KJA – King James Atualiazada
NTLH – Nova Tradução na Linguagem de Hoje
NAA – Nova ALmeida Atualizada
TNM – Tradução do Novo mundo
e outras.
A princípio, Mateus foi um dos doze discípulos e Apóstolos de Jesus e é o autor do primeiro Evangelho na segunda divisão da Bíblia o Novo Testamento onde o evangelho é sinótico.
Veja também: Os Evangelhos Sinóticos
Além disso, Mateus também era chamado de Levi e filho de Alfeu.
Conforme a Bíblia, ele era um publicano.
A saber, os publicanos eram cobradores/coletores de impostos e Mateus servia ao rei Herodes nas proximidades de Cafarnaum na Galileia coletando impostos.
Como ele coletava os impostos, com toda a certeza, podemos deduzir que ele pertencia a segunda classe de publicanos.
Os publicanos de acordo com a Bíblia no Novo Testamento (ou Nova Aliança) eram detestados pelos judeus e muitas vezes envolviam-se em corrupção cobrando das pessoas além do que deveriam. Ao mesmo tempo, ele sofria um grande repúdio da casta religiosa dos fariseus.
Eles sofriam com o desprezo dos fariseus simplesmente por questões religiosas, pois como seu trabalho exigia contatos frequentes com povos gentios, eles eram considerados impuros.
Só para ilustrar, os publicanos eram os cobradores de taxas e impostos a serviço do Império Romano.
Eles era, desprezados pelo povo porque muitos deles eram corruptos e enriqueciam à custa da miséria do povo.
Só para exemplificar, a palavra publicano no Novo Testamento traduz o grego telones e significa basicamente “cobrador de taxas e impostos” ou “arrendatário”.
Em conclusão, existiam duas Classes dos publicanos, A primeira classe consistia nas pessoas ricas, romanas e que adquiriam o direito de cobrar os impostos em determinada região e a segunda classe era de trabalhadores terceirizados pelos primeiros, normalmente judeus e não tão ricos quantos seus chefes.
Primeiramente, o evangelho de Mateus é o primeiro livro da Bíblia encontrado na segunda divisão chamada Novo Testamento ou Nova Aliança.
O Evangelho é considerado como sinótico, pois possui as mesmas estruturas dos evangelhos de Marcos e Lucas, onde relatam a vida e os milagres de Jesus.
Neste evangelho, Mateus o escreveu com a finalidade de mostrar aos Judeus de que Jesus era o Messias. Em outras palavras o "ungido".
O QUE SÃO OS EVANGELHOS? Eles podem ser interpretados como o Apóstolo Paulo escreveu e, sua carta de Romanos, no capítulo 1 e versículo 16, onde ele diz: “é o poder de DEUS para salvar”.
Os evangelhos são relatos da vida de Jesus, escritos pelos apóstolos. Na Bíblia eles estão localizados no Novo Testamento, ou seja A Nova Aliança e são os primeiros quatro livros e estes evangelhos relatam a vida e a história de Jesus.
Veja também: Como ficou divido o Novo Testamento?
São eles os livros de Mateus, Marcos, Lucas e João
Além disso, consideramos os três primeiros evangelhos como sinóticos.
Veja também: O que são Evangelhos Sinóticos?
A palavra “evangelho” no grego é “evangelion ou évangile” e significa “boas novas”, “boas notícias” ou “boa mensagem” e também como “bom mensageiro – aquele que traz uma boa nova”.
Conforme antigamente, a palavra Evangelho era usada para dar a boa notícia de uma vitória em casos de guerra. Aos poucos essa palavra passou a ganhar novas dimensões, sendo usada para revelar uma boa notícia.
Certamente, a principal mensagem do Evangelho e o cumprimento da profecia sobre a vinda de um Messias, onde nos Evangelhos passa a ser a figura de Jesus. Onde a sua maior missão foi a de nos salvar.
Primordialmente, Jesus não tinha pecados e não cometeu pecados. Assim como, ele se manteve sem defeitos e sem transgredir a nenhuma das 613 leis da antiga aliança. Sendo assim, foi o Cordeiro perfeito entregue para a remissão dos nossos pecados.
Cristo veio para que nos arrependêssemos dos nossos pecados, eu sei que muitas pessoas quando veem a palavra “arrependimento” associa logo com “remorso”, mas, a palavra Arrependimento em Grego é “metanoia”, ou seja mudança de mente, mudança de direção, ou sejam, conversão de 180º .
Viver o Evangelho, a fim de que o Cristão genuíno entende que ele é um pecador e que Jesus veio para tirar os pecados do mundo. Da mesma forma, ter a consciência de que Cristo (O ungido) é santo e não possui nenhum pecado.
Além disso, é preciso anunciar o Evangelho a toda a criatura, contando sobre a vida de Jesus. Evangelizando para que a Salvação possa ser conhecida por todos, dando o direito e reserva da pessoa em querer crer o não em Cristo. Mas, tendo a consciência que é somente através dele que uma pessoa pode alcançar a salvação.
Não apenas Crer que o Evangelho é a palavra de DEUS, como também deixar esta palavra lhe transformar em nova criatura e entender que o poder de DEUS para a nossa salvação está no Crer na palavra. Pois, a Salvação já foi conquistada para cada um de nós.
De fato, a nossa vida passa por enormes transformações quando começamos a beber da fonte da água da vida que é Jesus. Pois, o evangelho liberta, justifica , regenera e reconcilia o homem com DEUS.
Ao propósito de que o Evangelho de Cristo transforma as pessoas e as edifica. Como resultado, ele não deixa dúvidas, porém gera frutos.
EVANGELHOS SINÓTICOS
Evangelhos sinóticos ou sinópticos são os evangelhos de de Mateus, Marcos e Lucas por conterem uma grande quantidade de histórias em comum e na mesma sequência.
São evangelhos que possuem a mesma visão. Em outras palavras, o mesmo ponto de vista sobre a vida de Jesus.
Jesus não escreveu nenhum evangelho sobre a sua vida e nem sobre o seus ensinamentos. No entanto, os discípulos após a sua morte começaram a registrar o que tinham visto e ouvido.
Os três evangelhos sinóticos são: Mateus, Marcos e Lucas. Eles possuem a mesma estrutura em suas narrativas.
Eles fazem parte do Canon, em outras palavras, da lista oficial da Bíblia, por serem considerados inspirados pelo Espírito Santo.
A palavra sinótico que dizer sob a mesma visão. É uma palavra de origem grega, que significa aquele que permite ver, de uma só vez, um conjunto como um todo, a forma de uma sinopse ou o modo resumido de algo.
Na Bíblia, o termo é utilizado para se referir aos Evangelhos semelhantes de Mateus, Marcos e Lucas. Igualmente, apresentam a mesma visão sobre Jesus.
Os evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas são semelhantes em seus relatos. Ou seja, as histórias se repetem porque estes três evangelhos se nutrem de uma mesma fonte. Apesar de parecidos eles tinham metas diferentes.
O Evangelho de Mateus foi escrito para convencer os Judeus de que Jesus era mesmo o Messias.
O Livro do Evangelho de Marcos foi escrito de conformidade com o objetivo para evangelizar principalmente os romanos.
O Evangelho de Lucas foi escrito para os gentios (não judeus), enfatizando a misericórdia de Deus através da salvação de Jesus Cristo.
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