Neste episódio, o economista Antonio Lanzana comenta o impacto do Auxílio Brasil de R$400,00 na economia brasileira, valor proposto pelo presidente da república e endossado pelo ministro Paulo Guedes. A medida gerou forte reação por parte do mercado, já que seria necessário furar o teto de gastos.
Lanzana fala ainda sobre a piora dos indicadores econômicos, com cenário fiscal instável levando a cortes nas projeções do PIB, com mais inflação e elevação da taxa de juros; além da leitura sobre a piora dos dados do comércio e da indústria. Comenta também as expectativas para o período do Natal, com previsão de um milhão de contratados a mais neste ano.
O sociólogo e cientista político Paulo Delgado analisa às críticas feitas ao presidente da república, acusado de utilizar o benefício social Auxílio Brasil como estratégia eleitoreira, apesar do ministro Paulo Guedes negar qualquer viés populista: em declaração à imprensa, Guedes afirmou que o atual “governo é reformista e popular”.
Delgado avalia ainda o relatório final da CPI da Covid e o que esperar da atuação do procurador-geral da república, Augusto Aras; além da ampliação do leque de opções da chamada terceira via, com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, o ex-ministro da Justiça Sergio Moro e o cientista politico e empresário Luiz Felipe d'Avila na reta da final das definições de suas candidaturas à presidência.
No terceiro bloco, André Sacconato explica o que está por trás da desaceleração da economia chinesa, que apresentou um PIB menor do que esperado neste terceiro trimestre. Fala também sobre a ofensiva da China à Taiwan e o cenário econômico nos Estados Unidos, que enfrentam alta nos preços, escassez de produtos devido a problemas nas cadeias de abastecimento globais e dificuldades para preencher algumas vagas no mercado de trabalho.
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