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À primeira vista, elementos como bancos com divisórias ou espinhos, grades cercando parques públicos e pedras embaixo de viadutos podem parecer meros detalhes na paisagem urbana. No entanto, o que parece apenas questão de design pode representar uma política higienista, de exclusão dos mais vulneráveis. No vídeo, explico o conceito de arquitetura hostil e a sua centralidade para a consolidação da gentrificação, outro processo que visa manter grupos "indesejados" nas margens da sociedade.
Diz a lenda que o subdesenvolvimento é uma etapa anterior à condição de desenvolvido da qual alguns países gozam. Mas será que é verdade? No vídeo, apresento um conceito essencial para entender por que, sob a configuração atual, países como o Brasil não serão alçados à posição de economias desenvolvidas.
Enquanto milhares de pessoas perderam seus empregos e suas rendas em decorrência da pandemia, os 42 bilionários brasileiros aumentaram suas fortunas em US$ 34 bilhões. Já a região da América Latina e Caribe ganhou, no período de maio a julho deste ano, 8 bilionários. Justo, então, é que os bilionários, donos de fortunas exorbitantes, paguem a conta das crises sanitária e econômica. Como? No vídeo, sugiro duas medidas emergenciais para conter as consequências desastrosas que vivemos neste momento.
O vídeo apresenta o conceito cunhado pela pesquisadora norte-americana Shoshana Zuboff, as contribuições de outros pesquisadores sobre o assunto e as consequências da extração de dados para campos sensíveis, como o da política.
É relativamente comum lermos no noticiário que o Banco Mundial recomendou uma política X e o FMI uma Y. Guardadas as nuances que diferenciam os dois órgãos internacionais, ambos consolidam e agem em prol de uma agenda neoliberal que beneficia o capital financeiro internacional e a classe dominante que o controla. No vídeo, explico o que são esses órgãos, como eles funcionam e quais os impactos das medidas impostas a países subdesenvolvidos.
Entrevista com Anita Carneiro, historiadora, co-criadora do canal @Historiar-se, idealizadora dos projetos Caminhos da Ditadura em Porto Alegre e Pesquisadora Explica, no Twitter (@pesquisadoraexp), sobre o processo conhecido como caça às bruxas.
Fechando o ciclo de apresentação das vertentes feministas, neste vídeo faço uma introdução ao feminismo marxista.
Certamente, um dos principais legados que este governo vai deixar será o esvaziamento da educação. Desde o início do seu mandato, Bolsonaro, acompanhado do então ministro da educação, Abraham Weintraub, tem desferido ataques constantes aos cursos de humanidades, deixando claro seu desprezo por áreas essenciais à construção do pensamento crítico. No entanto, o ataque aos cursos de humanas e à educação não é algo inédito, muito pelo contrário. A história, outra arqui-inimiga desse governo, nos lembra como essa é uma prática comum, principalmente em governos autoritários.
O tempo, mais precisamente a aceleração dele, é um elemento indissociável do sistema capitalista. Prova disso é a busca constante do capital pelo aumento da produtividade no menor tempo possível. Mas essa aceleração não fica circunscrita só à economia; ela também está presente na política e na cultura, outros dois pilares da sociedade que foram cooptados pelo sistema e funcionam sob a mesma lógica. De que forma a aceleração do tempo está presente nesses três eixos e como ela serve aos interesses de acumulação capitalista? Reflito sobre algumas das respostas para essas perguntas no podcast.
Uma das frases que mais escutamos e falamos é “estou cansada(o)”. E, segundo uma pesquisa realizada pelo Ibope, esse sentimento é realmente onipresente, visto que 98% dos brasileiros se sentem cansados física e mentalmente. Mas de onde vem tanto cansaço e qual seria uma alternativa para acabar com ele? Para responder a essas perguntas recorri a dois filósofos: Byung-Chul Han e István Mészáros.
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