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Judith Butler é inquestionavelmente uma das referências obrigatórias quando o assunto é estudos de gênero. Dentre suas contribuições para o campo, a teoria queer talvez seja uma das mais conhecidas - e mal interpretadas. Como resultado de sua apreensão incorreta e distorcida, muitos teimam em apontar a filósofa como uma das difusoras da "ideologia de gênero". Como e por que uma parcela da sociedade, com instituições religiosas à frente, insistem nesse discurso? E mais importante: do que realmente se trata a teoria queer? Dá o play que eu conto mais sobre esse imbróglio todo.
Para muitas pessoas, a proposição de um modelo alternativo ao capitalista soa como um disparate. Dos argumentos que visam a defesa desse sistema, muitos se debruçam sobre o aumento nos níveis da produtividade e no progresso tecnológico que a humanidade fez desde que passou a ser orientada pelo modo de produção capitalista. No entanto, o desenvolvimentismo propalado por aqueles que situam o capital como única realidade possível tem um custo alto. Desigualdade social, miséria, exploração da classe trabalhadora e da natureza, além da opressão sofrida por determinados grupos são alguns dos efeitos desse sistema de caráter predatório. Para superá-los, é preciso atacar a raiz de todos: o capitalismo.
Ao promover sua agenda capitalista e neoliberal, a classe dominante usa diferentes aparatos. Dois deles são os meios de comunicação de massa e o cinema. Para não cair na armadilha do discurso que hoje está por trás do senso comum, é preciso questionar as narrativas dominantes e se apropriar do processo de construção do conhecimento.
Não existe uma mulher que nunca tenha sido questionada: senhora ou senhorita? Apesar de aparentemente trivial, a mudança no pronome de tratamento, que ocorre a partir do estado civil da mulher, é mais um desdobramento do machismo enraizado em nossa sociedade. Para descobrir o porquê, é só dar play!
A mais-valia, ou mais-valor, é um dos eixos estruturantes da teoria marxista. O conceito mostra como a exploração do trabalho alheio é responsável por produzir o lucro dos capitalistas. Também nos ajuda a entender como, sob o modo de produção capitalista, as indústrias conseguem produzir bens tão baratos e concentrar renda em larga escala.
O vídeo de hoje traz 5 sugestões de livros da literatura e da ficção que foram escritos por grandes autoras.
Escrito por Karl Marx em 1844, quando tinha apenas 26 anos, seus Manuscritos Econômico-Filosóficos trazem alguns dos conceitos e discussões que vão atravessar suas obras posteriores. Capital, salário e alienação do trabalhador são alguns dos assuntos encontrados na obra e trazidos para o vídeo, com o intuito de mostrar sua relevância e atualidade.
De onde vem a força de trabalho responsável por mover fábricas e empresas diariamente? Foi partindo desta questão que feministas marxistas conceberam a teoria da reprodução social. No vídeo, a explicação da teoria encontra respaldo em dados incontestáveis sobre esse trabalho tão essencial exercido pelas mulheres.
O podcast faz uma introdução à vertente ecofeminista, abordando os principais pontos da filosofia e algumas das principais referências sobre o assunto.
Estruturado como um sistema de acúmulo de riqueza e poder, o capitalismo predatório explora a força de trabalho responsável pela produção do capital como um vampiro drena o sangue de suas vítimas. Para atingir suas metas e manter a ordem hierárquica sob a qual a sociedade está organizada, vale tudo. O resultado são trabalhadores continuamente exaustos, cada vez mais vulneráveis, uma desigualdade social profunda e um número crescente de pessoas adoecidas por conta desse sistema.
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