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Olhando para a evolução do ambiente financeiro chinês, vemos uma sociedade que deu um grande salto rumo a uma realidade cashless em cerca de duas décadas - graças ao desenvolvimento de soluções digitais por parte dos grandes players de tecnologia que se desenvolveram por lá.
Hoje, a China é considerada uma potência no mundo fintech, frequentemente apresentando inovações financeiras impactantes e com forte apelo do ponto de vista de experiência do usuário, rapidez e eficiência. O próprio conceito dos "superapps" surgiu por lá, e o ocidente tem tirado importantes aprendizados ao analisar os avanços tecnológicos deste país.
Neste episódio do Fintech Talks Podcast nós falamos com In Hsieh, Sócio da Chinnovation e do Grupo IEST, que nos contou mais sobre os avanços do modelo fintech chinês, as peculiaridades deste mercado, o desenvolvimento dos superapps e as perspectivas para os próximos anos!
Com a evolução e sofisticação do setor de pagamentos, presenciamos o surgimento de diversas alternativas disponíveis, o que tornou todo esse terreno bastante complexo. Nesse sentido, passamos a ver a figura dos orquestradores de pagamentos emergindo nos últimos anos, fintechs que entram como uma camada de inteligência para o merchant no ecommerce, buscando rotas de aprovação de transações mais eficientes, seguras e baratas.
Desde o surgimento do Bitcoin até os dias de hoje, diversos novos players surgiram e um ecossistema inteiro se formou ao redor dos criptoativos. Dentre esses players, muitos se dedicaram a aproximar esse novo mercado do mercado financeiro tradicional, construindo pontes neste sentido.
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Assista esse também episódio no YouTube:
https://youtu.be/elYCLWteMk8
Ao longo dos anos, diferentes soluções B2B têm sido criadas no ecossistema fintech brasileiro, alavancando novas possibilidades e facilidades para as empresas.
Algumas dessas soluções endereçaram necessidades específicas de certos nichos, como o mundo das startups. Dentre essas necessidades, vemos a demanda por operações crossborder (para trazer aportes feitos em moeda estrangeira), e muitas outras.
Para atender esse público vimos o nascimento de fintechs como a Trace Finance - que teve um crescimento significativo nos últimos anos em cima desta tese.
Neste episódio do Fintech Talks Podcast, estivemos com o CEO e cofundador da Trace Finance, Bernardo Brites, que falou não só de banking para startups, mas vários serviços financeiros que são prestados para empresas de tecnologia que tem uma demanda diferente do cliente convencional.
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Acesse também o nosso Podcast no Youtube:
https://youtu.be/pYLUqKk03e4
Nos últimos anos, o mercado financeiro brasileiro presenciou a criação de uma série de regulações viabilizadoras que fomentaram a inovação e a competição no Brasil.
Esse verdadeiro "Tsunami Regulatório" abriu caminho para as fintechs, impulsionou infraestruturas (como o Pix, o Open Finance e o Drex) e acelerou o desenvolvimento de produtos e serviços, colocando nosso país na vanguarda global!
Neste episódio do Fintech Talks Podcast nós recebemos Bruno Balduccini, Sócio do Pinheiro Neto advogados e um dos nomes que mais teve envolvimento direto nas discussões regulatórias que nos trouxeram até aqui - inclusive, viabilizando a operação de dezenas de fintechs. Uma conversa imperdível e repleta de casos e histórias sobre o ecossistema de inovação financeira do Brasil!
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https://www.financeoftomorrow.global/
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Saiba mais sobre o tema adquirindo o livro "O Fenômeno Fintech" que conta com o prefácio escrito pelo Bruno Balduccini, link abaixo:
https://amzn.to/2PB1X7f
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Acesse também o nosso Podcast no Youtube:
https://youtu.be/dlQe621TMKA
O mercado de seguros é, talvez, um dos que mais apresentam possibilidades de crescimento no Brasil, ainda mais quando consideramos a baixa penetração deste tipo de produto por aqui. Em paralelo a isso, temos visto importantes avanços do regulador (SUSEP) no sentido de fomentar novas tecnologias e modelos de negócio no setor.
Nessa linha, existe um terreno fértil para os "seguros embarcados" (ou embedded insurance), no qual soluções são acopladas às jornadas dos consumidores, cobrindo as mais diversas situações e contextos.
Para abordar esse tema, trouxemos neste episódio o Mauro Levi D'Ancona, CEO da 180 Seguros, empresa que desenvolve novas abordagens para o mercado segurador em cima da sua tecnologia ágil e de produtos facilmente integráveis via APIs. Confira os diferentes cases e possibilidades exploradas nessa conversa!
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Veja também no Youtube
https://youtu.be/yULv90qkeBI
Na última década, o Brasil viu a primeira onda de neobanks chegando ao mercado, fenômeno que trouxe uma nova forma de se ofertar soluções financeiras digitais no país - e que acabou subindo a barra da experiência do usuário como um todo por aqui.
Após essa primeira onda (que consolidou a posição de grandes players como Nubank, Picpay, Neon, dentre outros) estamos vendo o avanço dos neobanks focados em nichos específicos, buscando ocupar lacunas ainda existentes junto a determinados públicos.
Na esteira desse movimento encontramos o NG Cash, fintech que veio ao mercado com a proposta de ser uma conta digital voltada para a geração Z, inicialmente buscando se posicionar como primeira experiência bancária.
Hoje a proposta parece ter se tornado mais ampla, e no site da empresa o mote agora é: “Ser a carteira digital do futuro, trazendo independência para a sua grana, independentemente da sua idade”.
Para aprofundarmos neste tema trouxemos Petrus Arruda, COO do NG Cash, para uma conversa sobre bancos de nicho e as possibilidades encontradas no mundo do banking para a geração Z!
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Acesse também o nosso podcast no Youtube:
https://youtu.be/R1u-rvcNTJw
As iniciativas ESG tomaram corpo e têm se fortalecido nos últimos anos, inclusive avançando além do mercado financeiro tradicional e crescendo no ambiente fintech como um subsegmento específico. De acordo com a consultoria holandesa Dealroom, a maior parte das chamadas Green Fintechs e das Sustainable Fintechs surgiu a partir de 2019 na Europa - e seguem se desenvolvendo em todo mundo, incluindo no Brasil.
O segmento agro representa quase um quarto do PIB brasileiro, sendo um dos motores da nossa economia. Ao longo dos anos, o setor se desenvolveu bastante no país, sobretudo graças às iniciativas de pesquisa (realizadas pela EMBRAPA e outros agentes) e às startups que nasceram olhando para esse mercado.
O setor de pagamentos sempre foi a principal vertical dentro do mundo fintech, tanto em percentual de startups existentes quando em volumes de recursos movimentados. No Brasil, o segmento se desenvolveu bastante desde 2011 (com a abertura do mercado de adquirência) e ganhou um novo impulso após o surgimento do Pix em 2020.
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