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70% dos brasileiros estão insatisfeitos com o método de autoatendimento como o SAC. Cerca de 60% dos consumidores afirmam ‘não ter seus problemas solucionados’ pelo serviço. A pesquisa, tema do FLIPCAST, aponta que 90,1% dos consumidores entrevistados acreditam que os canais de autoatendimento ganharam mais espaço de relacionamento entre empresa e cliente, alertando para a grande possibilidade do segmento crescer cada vez mais.
Se você é daquelas pessoas que não diferencia marketing de marketing Digital, esse texto é para você. As estratégias que seu negócio deve adotar para chegar ao consumidor certo envolve todos os setores da empresa e o marketing precisa ser pensado como um todo. Para isso apresentamos os INDICADORES de performance - tema do 8º episódio do FLIPCAST.
Quem não mede não gerencia! Essa é a maior verdade do marketing e, provavelmente, seja um dos desafios no seu dia a dia de trabalho. Na sua empresa, você define quais indicadores devem ser analisados para tomar uma decisão assertiva? Ou quais são os KPI’s adequados?
Indicadores de desempenho ou KPI (sigla em inglês para Key Performance Indicator) indicam os valores quantitativos fundamentais dos processos internos da empresa, com eles você alinha suas metas entre todos os setores e passa a ter resultados mensuráveis, melhorando o desempenho individual e coletivo do seu time.
Mas se você ainda não sabe qual é a diferença entre os indicadores e como mensurá-los, não perca mais tempo e acesse agora mesmo nosso FLIPCAST.
Nesta edição, separamos os indicadores em quatro categorias para que você tenha mais clareza na hora de colocar em prática, eles são:
1. Indicadores de produtividade
São ferramentas aplicadas de maneira contínua na gestão de negócios com o objetivo de avaliar o rendimento e a eficiência dos processos nas empresas. Mensuram a quantidade de recursos que uma empresa utiliza para gerar um determinado produto e/ou serviço.
2. Indicadores de qualidade
Seguem junto aos indicadores de produtividade, uma vez que auxiliam na análise de qualquer imprevisto ou erro ocorrido ao longo de um processo produtivo.
3. Indicadores de capacidade
Analisam a capacidade de resposta de um processo por meio da relação entre as saídas produzidas por unidade de tempo. Esses indicadores devem estar aliados aos de produtividade e qualidade, demonstram quão competitiva a empresa é.
4. Indicadores estratégicos
Os KPIs estratégicos fornecem informações sobre como o empreendimento se encontra em relação às metas definidas anteriormente. Fornecem um comparativo entre o cenário atual da empresa e aquilo que se esperado no futuro.
Ou seja, os indicadores 1, 2 e 3 medem a realidade da empresa naquele exato momento, naquela situação, já os indicadores estratégicos mostram como a empresa está em relação ao seu futuro.
Tem mais curiosidades e pontos fundamentais para você colocar em prática na empresa agora mesmo. Não perca o FLIPCAST no Spotify ou no Youtube, acesse e vem contar pra gente como está a realidade no seu negócio.
Você sabia que o agronegócio foi o único setor da economia brasileira que CRESCEU durante a pandemia? Sendo responsável por mais de 20% do nosso PIB. A semente dessa inovação só poderia ser a tecnologia.
Claro que nós queremos entender como toda essa informação pode impactar seu negócio e quais são os principais aprendizados desse movimento. Por isso, lançamos o sétimo episódio do FLIPCAST - XXXXXX - que traz um panorama essencial sobre o agronegócio e as agrotechs.
Pelo menos 84% dos agricultores brasileiros já utilizam tecnologia digital como ferramenta de apoio, impulsionando a produção. Além disso, 57% deles usam as redes sociais para divulgar informações da propriedade e da produção.
Os dados são resultado de uma pesquisa realizada em 2020 pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). E foi reunindo todos esses dados que baseamos nosso bate-papo.
Para o produtor rural, o Facebook e o WhatsApp são as ferramentas mais utilizadas para divulgar informações, COMPRAR e VENDER insumos. A pandemia impulsionou a necessidade de mais tecnologia para o agronegócio, facilitando transições e abrindo portas para a competitividade. O resultado foi maior visibilidade e fortalecimento da potência do agro no Brasil.
Mas não para por aí…
Há um movimento dentro do setor que utiliza tecnologia em todos os processos, não apenas na hora de se comunicar. É aí que surgem as Agritecs - agricultura de precisão e gestão automatizada da lavoura.
E como se posicionar para falar com esse segmento? Ou ainda, como será que ele tem se desenvolvido no Vale do Taquari? A gente te conta tudo isso e ainda debate outros pontos fundamentais para que seu negócio acompanhe esse desenvolvimento todo.
Acesse agora nosso FLIPCAST no Spotify ou no Youtube e acompanhe cada detalhe. Curtiu, duvidou ou quer deixar uma sugestão? Chama a gente por aqui ou mande um direct em nossas redes sociais.
O varejo no seu formato tradicional está com os dias contados, aliás, já esteve. Desde que a pandemia do novo Coronavírus foi instaurada, todos os processos e formas de fazer negócio foram acelerados. O varejo como era, já não encontra mais espaço nas preferências dos seus consumidores. E agora?
É isso que a gente quer conversar com você no sexto episódio do FLIPCAST. O Brasil perdeu 75,2 mil lojas em 2020, conforme dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e para que você não se torne mais um número, elencamos cinco estratégias que podem (e devem) ser adotadas o quanto antes.
Para saber mais acesse www.flipestratégia.com.br
O Brasil tem cerca de 30 milhões de idosos. Até 2050, esse número deve mais que dobrar, atingindo a marca de 67 milhões. Os universitários brasileiros com mais de 60 anos cresceram 53% nos últimos seis anos. Pelo menos, 9.600 pessoas desse grupo etário prestaram o Enem.
Embora quase toda a agenda de marketing das empresas tenha os Millennials como alvo, a geração que mais detém o poder de consumo é a que a antecede: a Geração Prateada.
No Brasil, 52% dos Prateados não são fiéis a nenhuma marca ou ponto de venda. Por isso, e muito mais, que queremos falar sobre a sua marca, o mercado e seu posicionamento para abraçar e impactar esses consumidores. No Vale do Taquari já existe uma iniciativa totalmente focada nesse grupo, digamos, MAIS MADURO. Vem conhecer, entender e compartilhar.
Acesse www.flipestrategia.com.br
Aquilo que o consumidor sente, pensa e fala sobre sua marca, faz parte da sua estratégia de atuação? A experiência do cliente é fundamental no atendimento e ponto crucial na fidelização. Seja no seu ambiente físico ou digital, o que o consumidor recebe é o que propaga e para que você estruture ações EFETIVAS, é que chega nosso quarto episódio do FLIPCAST.
“A importância da experiência do consumidor na hora da venda”, pode ser ouvido no nosso canal do Youtube e no Spotify. Em uma conversa aberta e leve com nossos sócios, Felipe, Tonho e Bárbara, elencamos pontos HISTÓRICOS que devem ser observados na hora de aplicar sua estratégia de mercado atual. Quer saber quais são eles?
O consumidor mudou. Se, muitas vezes, as empresas e suas soluções moldavam hábitos e comportamentos das pessoas no passado, hoje temos o cenário inverso. Philip Kotler - conhecido como pai do marketing moderno - preferiu exemplificar essa transformação e separou a história em:
Consumidor 1.0
Na primeira era em que o marketing começou a ser estudado, o consumidor não tinha o entendimento do que era a marca. O foco era o fim, e não os meios. Se uma empresa vendia carros, o interesse do consumidor 1.0 era sobre as especificações técnicas do produto.
Não havia diferenciações entre os tipos de público, por isso, as marcas não se preocupavam com segmentação. O consumidor 1.0 queria um produto e cabia às empresas sanar essa necessidade.
Consumidor 2.0
Neste período houve o aumento da concorrência entre as empresas. Com abrangência de mercado, havia opção de escolha pelo público.O consumidor se tornou mais exigente e passou a considerar o conceito de marca e posicionamento. Para atender esse público, era necessário mostrar o porquê do seu produto ser melhor do que o do concorrente.
Consumidor 3.0
As exigências aumentaram e as marcas seguiram com a proposta de conquistar o público. Ele faz parte da história da marca e a sensação de pertencimento ditou as regras.Esse perfil de público é exigente, busca uma relação mais íntima e se sente compreendido quando vê uma empresa se posicionando. O consumidor 3.0 deixa de ser apenas quem compra para ser parte de todo esse processo.
Consumidor 4.0
Evoluindo as características do consumidor 3.0, o 4.0 conta com um ingrediente especial: a tecnologia.
A era da transformação digital trouxe mudanças profundas na sociedade atual e impactou o consumo. Não dá mais para voltar atrás. Todos seus clientes estão rodeados de um amplo acesso à informação.
Temos informações suficientes para saber onde comprar, qual produto é mais qualificado, qual tem maior valor agregado e qual tem custo-benefício interessante.
O consumidor 4.0 prioriza elementos como:
Consumidor 5.0
Por fim, vivemos a era do consumidor que é um NATIVO DIGITAL. Valor agregado, boas experiências e comunicação personalizada são fatores extremamente importantes e decisivos para o fechamento de um negócio.
O consumidor 5.0 espera muito mais do que uma troca comercial, ele quer relação com experiência (customer experience). Para isso, é importante entender qual linguagem é usada pelo seu cliente e em quais canais de comunicação ele está disponível.
Conversar de forma acessível, rápida e fácil. Tem fórmula secreta? Um caminho mágico? A gente acredita que não, mas há opções e ações indispensáveis. Quer saber quais são elas? Dá um play e vem com a gente.
No terceiro episódio do FLIP Cast buscamos luz no trabalho publicado pela The Economist, que ouviu mais de 50 especialistas para falar sobre o mercado de trabalho e como as inovações tecnológicas impactam os mercados atuais e futuros. O que é necessário fazer para estar pronto para enfrentar estes cenários de incerteza e como se relacionar com tudo isso foi pauta do nosso bate papo.
Mande seu comentário, sugestão e crítica. Com a sua opinião nosso debate melhora sempre! Compartilhe e siga a gente no Spotify, Youtube, Facebook e Instagram @flipestrategia
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No episódio de hoje falamos sobre como deixar a equipe motivada para enfrentar a crise, e implementar uma liderança transparente. Levantamos números da pandemia - desemprego, economia, segmentos em destaque positivo e negativo. Uso de novas ferramentas digitais na rotina da empresa, quebra de paradigmas e aceitação da mudança com a cultura digital.
FLIPCast é o podcast da FLIP Estratégia, nele vamos abordar o universo do marketing digital, novidades, tecnologias, inovação, gestão e estratégias de comunicação que vão auxiliar o seu negócio a se estruturar para encarar os desafios do mercado.
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Sua estratégia pode ir por água abaixo com percepções erradas sobre o marketing digital!
Suas vendas vão bem, mas poderiam melhorar? Quem sabe seu problema seja a percepção errada sobre os conceitos, ações e investimentos no Marketing Digital. Não avaliar a concorrência, não definir o público-alvo ou desacreditar no papel fundamental do site pode ser um alerta perigosíssimo.
Vem conversar com a gente, dividir experiências a aprimorar seus conceitos no primeiro episódio do Flipcast!
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