O diálogo foi criado por IA a partir do Código Ibero-Americano de Ética Judicial, elaborado por Manuel Atienza e Rodolfo Luís Vigo, que estabelece princípios éticos para juízes ibero-americanos, focando em independência, imparcialidade, motivação, conhecimento, justiça, responsabilidade institucional, cortesia, integridade, transparência, segredo profissional, prudência, diligência e honestidade.
Inclui também o Estatuto do Juiz Ibero-Americano e a Carta de Direitos do Cidadão perante a Justiça, documentos complementares que reforçam a necessidade de excelência e legitimidade do Poder Judiciário.