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Quantas vezes você já deixou de aprender algo precioso porque a inveja cegou seus olhos? No trabalho, na vida, nas amizades… o vício da inveja nos faz transformar mestres em rivais e oportunidades em perdas silenciosas.
Neste episódio, vamos mergulhar na visão de Santo Tomás e da tradição filosófica para entender como a inveja nos paralisa .
👉 Se você já sentiu o peso da comparação e deseja transformar isso em sabedoria e crescimento, este episódio é para você.
Atacar exige bravura, mas suportar exige alma.
Na filosofia de Aristóteles, retomada por Santo Tomás, há uma forma mais elevada de coragem: não a de quem avança, mas a de quem resiste.
“Só os perfeitos podem agir.”Mentira sofisticada. Uma das mais perigosas armadilhas da alma moderna.Uma máscara bem feita da acídia, o vício dos que fogem da vida, dos que se escondem atrás da desculpa da perfeição para não agir, não se expor, não começar, não errar… e, portanto, não viver.
Esse episódio é um chamado brutal à sua consciência: a busca doentia pela perfeição não é virtude, é fuga. Não é prudência, é covardia disfarçada. É o orgulho vestindo a roupa da falsa humildade.
Se você espera estar perfeito, totalmente pronto, sem riscos e sem falhas para começar… você já está escravizado pela acídia e nem percebe.
Há uma guerra invisível acontecendo dentro de você.
E quem não percebe isso, já perdeu.
O apetite quer governar.
A vontade quer servir.
E o corpo... busca atalhos.
A Continência é a arte esquecida de conter-se.
Não como repressão. Mas como governo.
Governo dos impulsos, das inclinações, das vontades desordenadas que, se não forem domadas, dissolvem qualquer projeto de vida.
Este episódio é um tratado prático sobre a Continência segundo Santo Tomás de Aquino.
Não é uma conversa sobre moralismo. É sobre arquitetura interna. Sobre erguer dentro de si um homem que não se curva aos caprichos do instante.
Aqui você entenderá:
– Por que o homem contemporâneo se tornou escravo dos próprios apetites;
– O que é, na raiz, a continência, e por que ela não é virtude, mas preparação para ela;
– Como se estrutura, na prática, esse freio nobre que separa homens sólidos de homens líquidos.
Se você não contém... você se entrega.
Dê o play. Esta não é uma conversa leve. É um chamado à ordem.
A Maldição dos 10 Anos – O que você faz hoje não desaparece. Ele se acumula, cresce e um dia volta para te cobrar. Pequenos erros, escolhas impulsivas e promessas quebradas podem virar correntes que te prendem por uma década.
Você está plantando algo que vai te assombrar ou algo que vai te elevar?
Neste episódio, vou te mostrar como enxergar o futuro antes que seja tarde demais. Escute agora.
O fracasso dói. Ele nos desmonta, nos expõe e nos faz questionar se somos realmente capazes. No entanto, o que separa os que crescem dos que se afundam não é o fracasso em si, mas a interpretação que damos a ele.
O que acontece quando caímos? Se olharmos para grandes figuras da história, veremos um padrão: os que se reerguem transformam suas quedas em aprendizado e renascimento. Viktor Frankl sobreviveu a um campo de concentração nazista e encontrou sentido mesmo na dor extrema. Santo Agostinho, antes de se tornar um dos maiores pensadores da Igreja, viveu uma juventude de prazeres e busca desenfreada por satisfação. Todos eles reconstruíram-se a partir de suas ruínas.
A pergunta é: como você pode fazer o mesmo?
Chegar aos 31 anos é olhar para trás e enxergar as marcas da caminhada. Neste episódio, compartilho cinco conselhos que forjaram meu caminho até aqui—lições sobre fortaleza, disciplina, relações, sabedoria e sentido de vida. Que essas palavras possam iluminar sua própria jornada. Aperte o play e venha comigo
Nem toda opinião precisa ser dita. Nem toda crítica é sinal de inteligência. Há quem se apegue ao hábito de comentar tudo, como se a verdade estivesse sempre na ponta da língua – mas será que isso revela sabedoria ou apenas uma necessidade desordenada de julgar?
Neste episódio, mergulhamos nas armadilhas da crítica constante e como ela pode corroer mais a alma do crítico do que a do criticado. Você realmente fala porque tem algo a dizer ou porque não suporta o silêncio?
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