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Cristina Damião Patrício nasceu em Luanda, cresceu entre Lisboa e o Nordeste Transmontano. Socióloga licenciada na Universidade Autónoma Lisboa, exerceu funções na Segurança Social de Lisboa como técnica superior, no âmbito de Comissões Locais de Acompanhamento Social. Frequentou ateliers de técnicas narrativas da Calouste Gulbenkian, exponenciando a vertente criativa. O gosto pela reflexão, a sedução das palavras e a proximidade com autores emergentes levou-a a participar em lançamentos de várias obras. Iniciou-se na escrita poética, não tendo trabalhos editados.
Cristina Damião Patrício nasceu em Luanda, cresceu entre Lisboa e o Nordeste Transmontano. Socióloga licenciada na Universidade Autónoma Lisboa, exerceu funções na Segurança Social de Lisboa como técnica superior, no âmbito de Comissões Locais de Acompanhamento Social. Frequentou ateliers de técnicas narrativas da Calouste Gulbenkian, exponenciando a vertente criativa. O gosto pela reflexão, a sedução das palavras e a proximidade com autores emergentes levou-a a participar em lançamentos de várias obras. Iniciou-se na escrita poética, não tendo trabalhos editados.
Jorge Souto nasceu em 1972, em Moçambique. Vive em Lisboa com gosto afetivo pela Gardunha. Licenciou-se em Comunicação Social pelo ISCSP – Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade Técnica de Lisboa. Doutorou-se em Comunicação Social pela Universidade Complutense, Madrid, com um Master em Communication and Technology pela Universidade de Brunel, Londres. É docente universitário e executante na área da comunicação. Faz parte dos Corpos do ICML – Instituto de Comunicação e Media de Lisboa. Diz ser um aprendiz todos os dias.
João Vasco Henriques nasceu em Alfama na década de 70. Vive na Casa do Zé do Mundo, em memória do seu primo pelo lado do Mundo, Ti Zé das Neves. Presentemente no Alentejo, promove e divulga ações de cariz cultural, na Casa Zé do Mundo. Dá aulas de alfabetização. Enquanto ator do Grupo de Teatro “O Grito”, participou em várias Peças, nomeadamente “Sou Vento” de Jon Fosse, “Auto da Feiticeira Cotovia” de Natália Correia, “Desejos em Fragmentos” de Ramón Griffero “, entre outras. A nível da escrita, contribuiu com vários poemas para apresentações cénicas e edições literárias como” Sinas”, livro editado no âmbito da 18° Mostra de Teatro de Almada, com o apoio da Câmara Municipal de Almada. Em parceria com o projeto musical “Norma D’Alma”, apresentou se com “Canções Faladas”, no Cine-Teatro Paraíso de Tomar, entre outros trabalhos. Com gosto pela poesia, participou em recitais e projetos pluri-poéticos. Diz ser um colecionador de acasos que a existência acidentalmente produz.
Paulo Landeck,nasceu 1978 em Alhos Vedros, próximo do Moinho de Maré. Cresceu, e fez os primeiros estudos, na Grande Lisboa, margem Sul do Tejo. Navegou mundos e aportou à bonita vila do Sardoal. Formado em Turismo (Portalegre), pós-graduado em Ecoturismo (Coimbra). Observador de espécies marinhas, guia, marinheiro (cédula marítima), agente de Reservas. Colaborou com o Departamento de Oceanografia e Pescas dos Açores e a Universidade do Minho /Sociedade Portuguesa de Vida Selvagem. Na escrita, colabora em publicações com crónicas, contos e poemas. Em maio de 2023, edita um livro de poesia “Sopro e Quietude” (Poética Grupo Editorial), uma viagem que se sente não ficar nas palavras.
Cristina Damião Patrício nasceu em Luanda, cresceu entre Lisboa e o Nordeste Transmontano. Socióloga licenciada na Universidade Autónoma Lisboa, exerceu funções na Segurança Social de Lisboa como técnica superior, no âmbito de Comissões Locais de Acompanhamento Social. Frequentou ateliers de técnicas narrativas da Calouste Gulbenkian, exponenciando a vertente criativa. O gosto pela reflexão, a sedução das palavras e a proximidade com autores emergentes levou-a a participar em lançamentos de várias obras. Iniciou-se na escrita poética, não tendo trabalhos editados.
Cristina Damião Patrício nasceu em Luanda, cresceu entre Lisboa e o Nordeste Transmontano. Socióloga licenciada na Universidade Autónoma Lisboa, exerceu funções na Segurança Social de Lisboa como técnica superior, no âmbito de Comissões Locais de Acompanhamento Social. Frequentou ateliers de técnicas narrativas da Calouste Gulbenkian, exponenciando a vertente criativa. O gosto pela reflexão, a sedução das palavras e a proximidade com autores emergentes levou-a a participar em lançamentos de várias obras. Iniciou-se na escrita poética, não tendo trabalhos editados.
António Carlos Santos nasceu em 1964, no Huambo, Angola. Licenciou-se em HIstória/Ciências Sociais na Universidade do Minho. Membro fundador da tertúlia “Viana é Poesia”, dinamizou vários eventos com destaque para “Serões do Central”. Em 2018, lançou simultaneamente em Portugal e Espanha o CD duplo “Poesia sem fronteiras/Poesia sin fronteras”, numa parceria com os “La Caravana del Verso”. A sua mais recente publicação é de 2021 “Anatomia das Águas”, trabalho editado pela Poética Grupo Editorial.
Graça Pires nasceu em 1946 na Figueira da Foz. É licenciada em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É membro da Associação Portuguesa de Escritores e da Sociedade Portuguesa de Autores. Em 1988 recebeu o Prémio Revelação de Poesia da APE e em 2022 é finalista dos prémios PEN. Em 1990 edita o seu primeiro livro, seguido de várias obras. O seu mais recente trabalho é de 2023 ” O improviso de viver” da Poética Edições.
César Afonso nasceu em 1962, em Vinhais (nordeste transmontano). Licenciou-se em Psicologia Clínica. Por 38 anos exerceu funções na Polícia Judiciária como inspetor-chefe e coordenador da secção de informação do cibercrime. É diretor da revista científica forense e professor convidado no ISCSP – Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas.
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