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O ano de 2021 está terminando e honrando a tradição criada por esse programa trazemos ao nosso ouvinte o nosso especial de fim de ano. Neste episódio recebemos a contribuição do historiador Cleirray Wera Fernando, indígena do povo Guarani Mbya, residente da aldeia Aguapeú localizada em Mongaguá-SP. Cleirray nos conta as funções dos guerreiros na cultura tupi guarani e nos faz perceber como a história é viva, rica e importante no universo e na organização social dos povos indígenas do Brasil. Adentre conosco nessa jornada de descobrimento e de contato profundo com o outro.
Arte da Capa
Arte do Episódio: Augusto Carvalho
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Expediente
Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Arte do Episódio: Augusto Carvalho, Edição: Adriano João
Como citar esse episódio
Citação ABNT
Fronteiras no Tempo #63 As funções do guerreiros na cultura Tupi Guarani. Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Cleirray Wera Fernando e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 29/12/2021. Podcast. Disponível em: http://www.deviante.com.br/?p=50667&preview=true
Cleirray Wera Fernando
Material Complementar
Podcasts
Chute 216 – Garimpo e madeira em terras indígenas
Qual a atuação dos indígenas na história do Brasil? – 8 Electran (Spin #537 – 01/05/19)
Fronteiras no Tempo #35: Indígenas na História do Brasil
Chute 237 – Genocídio indígena no Brasil
Spin de Notícias #22: 9 Lunan 2017 (17/10/2017) O ensino crítico de História, o patrimônio histórico no soft power e o protagonismo indígena
Links
Instituto socioambiental [site] Povos índigenas no Brasil
Livros e artigos acadêmicos
ALMEIDA, Maria Regina Celestino de. A atuação dos indígenas na História do Brasil: revisões historiográficas. Revista Brasileira de História, v. 37, n. 75, p. 17-38, 2017. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-01882017000200017&script=sci_abstract&tlng=pt
ALMEIDA, Maria Regina Celestino de. Os índios aldeados: histórias e identidades em construção. Tempo, v. 6, n. 12, p. 51-71, 2001. Disponível em: http://www.historia.uff.br/tempo/artigos_dossie/artg12-3.pdf
ALMEIDA, Maria Regina Celestino de. Os índios na História do Brasil. Rio de Janeiro: FGV, 2010.
CLASTRES, Pierre. A sociedade contra o Estado: pesquisas de antropologia política. Rio de Janeiro, Francisco Alves, 1978.
CUNHA, Manuela Carneiro da. História dos índios no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras: Secretaria Municipal de Cultura: FAPESP, 1992.
CUNHA, Manuela Carneiro da. Índios no Brasil: história, direitos e cidadania. São Paulo: Claro Enigma, 2012.
Dossiê Protagonismo Indígena. Revista Brasileira de História, v.3, n.75, mai/ago, 2017. disponível em: https://www.scielo.br/j/rbh/i/2017.v37n75/
FAUSTO, Carlos. Os índios antes do Brasil. Rio de Janeiro: Zahar, 2010.
FLORESTAN FERNANDES. A Função Social da Guerra na Sociedade Tupinambá. Edição Mimeografada. São Paulo, 1951.
MELATTI, Julio Cezar. Índios do Brasil. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2014.
MONTEIRO, John Manuel. Negros da terra: índios e bandeirantes nas origens de São Paulo. São Paulo: Companhia das Letras, 1994.
Trilha sonora do episódio
01. Itsari – Sepultura
02. Nhamandu Miri – Memória Viva Guarani
03. Adxo Verendxa – Yskurua Mix – Coletivo da Aldeia Nova Esperança
04. KWORO KANGO
05. Tupinambá – Déa Trancoso
06. El poder del cristiano – Oscar Medina
07. You get what you give – New Radicals
08. She will be loved – Marron 5
Madrinhas e Padrinhos
Adilson Lourenço da Silva Filho, Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Alvaro Vitty, Anderson Paz, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Barbara Marques, Bruno Scomparin, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Charles Calisto Souza, Cláudia Bovo, Daniel Rei Coronato, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Eliezer Ferronato, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Luciano Beraba, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Mayara Sanches, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Rafael Zipão, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Renata Sanches, Rodrigo Olaio Pereira, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Wagner de Andrade Alves, Thomas Beltrame, Willian Spengler e ao padrinho anônimo.
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Neste Historicidade recebemos a Profa. Dra. Ilana Peliciari Rocha (UFTM) para conversar sobre a sua obra “Escravos da Nação“, publicada pela Edusp, fruto de sua tese de doutorado em História pela mesma instituição. Na entrevista, o principal tema foi a definição do termo que dá título ao livro, mas antes disso, falamos sobre o trabalho com fontes históricas e como se constrói um trabalho como este que ela realizou. Ela explicou, ainda, como surgiram estes trabalhadores escravizados, pertencentes ao Estado, quais as diferenças tinham em relação aos escravizados privados, e de que forma isso ajuda a compreender a dinâmica social e econômica da escravidão. Falamos também sobre a vida e o trabalho desses personagens, assim como de suas estratégias de resistência ao regime escravista. Por fim, pudemos compreender, a partir das reflexões propostas pela professora Ilana, como a escravidão deixou marcas profundas na sociedade brasileira. Ouçam e enviem seus comentários!
Arte da Capa
Arte do Episódio: Augusto Carvalho
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É bem simples. Você tem até o dia 7 de janeiro de 2022 fazer as seguintes ações:
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3. pronto, era só isso!
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Ilana Peliciari Rocha
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Produção da Convidada
ROCHA, I. P. Escravos da Nação: o público e o privado na Escravidão Brasileira, 1760-1876. São Paulo: Edusp, 2018.
ROCHA, I. P. Inmigración Internacional: las mujeres em el reflujo inmigratorio. In: GUARDIA, Sara Beatriz (org.) Viajeras entre dos mundos. Dourados: Editora UFGD, pp. 437-453, 2012.
ROCHA, I. P. Imigração Internacional em São Paulo: retorno e reemigração, 1890-1920. Saarbrücken: NEA, 2013.
ROCHA, I. P. Demografia escrava em Franca: 1824-1829. Franca: UNESP-FHDSS, 2004.
Indicações Bibliográficas sobre o tema abordado
ENGEMANN, C. Os Servos de Santo Inácio a Serviço do Imperador: Demografia e Relações Sociais entre a Escravaria da Real Fazenda de Santa Cruz, RJ (1790-1820). 2002. Dissertação (Mestrado em História Social) – Universidade Federal do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, 2002.
ENGEMANN, C. AMANTINO, M. (org.). Santa Cruz: de legado dos jesuítas a pérola da Coroa. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2013.
FLORENCE, Afonso Bandeira. Resistência Escrava em São Paulo: A luta dos escravos da fábrica de ferro São João de Ipanema, 1828-1842. Afro-Ásia, 18, pp. 16-17, 1996.
LIMA, S. O. Braço Forte. Trabalho escravo nas fazendas da nação no Piauí (1822-1871). Passo Fundo: UFP, 2005.
MOREIRA, Alinnie Silvestre. Liberdade tutelada. Os africanos livres e as relações de trabalho na Fábrica de Pólvora da Estrela, Serra da Estrela/RJ (c. 1831 – c. 1870). 2005. Dissertação (Mestrado em História Social) – Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas). Campinas, 23-02-2005.
NETO, M. D. Escravidão e Indústria: um estudo sobre a Fábrica de Ferro São João de Ipanema – Sorocaba (SP) – 1765-1895. 2006. Tese (Doutorado em Economia Aplicada) – Instituto de Economia, UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas). Campinas, 15/12/2006.
SANTOS, A. C. dos. Os Músicos Negros: Escravos da Real Fazenda de Santa Cruz no Rio de Janeiro (1808-1832). São Paulo: Annablume, 2009.
SANTOS, F. L. A Expulsão dos Jesuítas da Bahia: Aspectos Econômicos. Revista Brasileira de História, vol. 28, n. 55, pp. 171-195, 2008. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-01882008000100009&script=sci_abstract&tlng=pt Acesso em: 26 fev. 2019.
SOARES, Carlos Eugênio L. Clamores da escravidão: requerimento dos escravos da Nação do Imperador, 1828. História Social. Campinas, nº. 4-5, pp. 223-228, 1997-1998.
Expediente
Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: Beraba.
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Citação ABNT
Fronteiras no Tempo: Historicidade #45 Escravos da Nação. Locução Marcelo de Souza Silva, Ilana Peliciari Rocha, Cesar Agenor Fernandes da Silva [S.l.] Portal Deviante, 14/12/2021. Podcast. Disponível: http://www.deviante.com.br/?p=50438&preview=true
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Adilson Lourenço da Silva Filho, Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Alvaro Vitty, Anderson Paz, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Barbara Marques, Bruno Scomparin, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Charles Calisto Souza, Cláudia Bovo, Daniel Rei Coronato, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Eliezer Ferronato, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Luciano Beraba, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Mayara Sanches, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Rafael Zipão, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Renata Sanches, Rodrigo Olaio Pereira, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Wagner de Andrade Alves, Thomas Beltrame, Willian Spengler e ao padrinho anônimo.
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Neste episódio do Historicidade conversamos com a pesquisadora Cleudiza Fernandes de Souza, da UFRJ, sobre Agência negra e usos da Justiça no pós-abolição. Nesta entrevista, ela explicou como a historiografia tem estudado as diversas estratégias de sobrevivência dos homens e mulheres negros após a abolição, estudos estes baseados especialmente nos processos criminais em que se viam envolvidos. Analisando os documentos judiciais fica evidente que estes personagens faziam escolhas sobre as suas formas de viver a liberdade, ainda que, para isso, fossem obrigados a enfrentar uma série de obstáculos, muitos dos quais, senão todos, advindos do racismo vivido por eles cotidianamente. Por fim, ouça esta entrevista e entenda, ainda, sobre como se dá a formação do pesquisador e pesquisadora em História e como os objetos de pesquisa sobre o passado refletem as questões do presente.
Arte da Capa
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Cleudiza Fernandes de Souza
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Produção da Convidada
SOUZA, Cleudiza Fernandes de. Protagonismo negro e lutas jurídicas no Pós-Abolição mineiro. Portal Geledés. Disponível em: https://www.geledes.org.br/protagonismo-negro-e-lutas-juridicas-no-pos-abolicao-mineiro/
Rede de Historiadorxs Negrxs no Instagram @historiadorxsnegrxs
Coluna Nossas Histórias da Rede de Historiadorxs Negrxs e Portal Geledés
https://www.geledes.org.br/guest-post-categoria/nossas-historias/
Indicações Bibliográficas sobre o tema abordado
CHALHOUB, Sidney. Visões de liberdade: uma história das últimas décadas da escravidão na Corte. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.
FRAGA FILHO, Walter. Encruzilhadas da liberdade: Histórias de escravos e libertos na Bahia (1870-1910). Campinas: Editora da UNICAMP, 2006.
MATTOS, Hebe Maria. Das cores do silêncio: Os significados da liberdade no Sudeste Escravista. Brasil, Século XIX. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1995.
SOUZA, Cleudiza Fernandes de. O pós-abolição a partir de perspectivas de gênero e raça: processos criminais envolvendo ex-escravas em Oliveira, Minas Gerais (1890-1905). 2019, 179 p. Dissertação (Mestrado em História) Programa de Pós-graduação em História da Universidade Federal de São João del Rei, São João del-Rei.
VELLASCO, Ivan de Andrade. As seduções da ordem: Violência, criminalidade e administração da Justiça. Minas Gerais, século 19. Bauru, SP: EDUSC; São Paulo: ANPOCS, 2004.
Expediente
Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: Beraba.
Como citar esse episódio
Citação ABNT
Fronteiras no Tempo: Historicidade #44 Agência negra e usos da Justiça no pós-abolição. Locução Marcelo de Souza Silva, Cleudiza Fernandes de Souza [S.l.] Portal Deviante, 30/11/2021. Podcast. Disponível: http://www.deviante.com.br/?p=50102&preview=true
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Os patrimónios culturais, também chamados de bens culturais, tanto os materiais quanto os imateriais, são, antes de tudo, um cenário aberto para construções, perpetuações e ressignificações. Como os palimpsestos medievais, os bens culturais tiveram e têm uma gama variada de funções e de usos, contando com narrativas que transitam entre a tradição e a modernidade, a identidade local/nacional e a pertença a uma cultura/comunidade maior, no qual são, por vezes, regionalizados internacionalmente como elementos da cultura ocidental, oriental, latina, europeia, etc., e, em outras ocasiões, universalizados – no sentido iluminista do termo, ou seja, que engloba a humanidade. Para conversar sobre essa temática recebemos os historiadores Rodrigo Chistofoletti (UFJF) e Leandro Alonso (UNISANTOS) que nos brindaram com reflexões extremamente interessantes e pertinentes.
Arte da Capa
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Fronteiras no Tempo #62 Patrimônio Cultural e Memória. Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva, Rodrigo Christifoletti, Leandro da Silva Alonso e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 17/11/2021. Podcast. Disponível em: http://www.deviante.com.br/?p=49893&preview=true
Produção dos convidados
Leandro da Silva Alonso
Currículo Lattes
Podcast
Fronteiras no Tempo: Historicidade #6 História, Memória e Cidade
Vídeo
Tertúlias Portugal – Brasil (ep. 22): “Patrimônio: os olhos de quem usa”
Rodrigo Christofoletti
Podcasts
Fronteiras no Tempo: Historicidade #2: Patrimônio Histórico e Cultural
Fronteiras no Tempo: Historicidade #11 Serra da Capivara
Fronteiras no Tempo: Historicidade #29 Ação Integralista Brasileira
Vídeo
Ciclo de lives || Patrimônios em rede: Direitos e Resistências
Livros e capítulos de livro
CHRISTOFOLETTI, Rodrigo; SILVA, Cesar Agenor Fernandes Silva. Na epiderme da rocha: história, educação e patrimônio na Serra da Capivara. Santos: Leopoldianum, 2014.
CHRISTOFOLETTI, Rodrigo; OLENDER, M. (Org.) . World Heritage Patinas: action, alerts and risks. 1. ed. Zurique: Springer International Publishing, 2021. v. 1. 589p .
CHRISTOFOLETTI, RODRIGO; BOTELHO, MARIA LEONOR (Org.) . The Latin American Studies Book Series. 1. ed. Genebra: Springer International Publishing, 2021. v. 1. 578p .
CHRISTOFOLETTI, Rodrigo; OLENDER, M. (Org.) ; SAPORETTI, C. M. (Org.) . Anais o I Congresso Internacional Gestão dos Patrimonios da Humanidade Urbanos – I Simpósio Internacional Patrimonios da Humanidade Mineiros no contexto Internacional. 1. ed. Juiz de Fora: , 2020. v. 1. 607p .
CHRISTOFOLETTI, Rodrigo; BOTELHO, M. L. (Org.) . LOCUS – Revista do PPGHis UFJF – Dossiê Patrimônio e Relações Internacionais. 26. ed. Juiz de Fora: LOCUS – UFJF, 2020. v. 1. 1p .
MARINS, C. F. (Org.) ; CHRISTOFOLETTI, Rodrigo (Org.) . Urdiduras de Ariadne. Contribuições da História Cultural aos labirintos do Patrimônio, Linguagens e Movimentos Sociais. 1. ed. São Paulo: Desconcertos Editora, 2020. v. 1. 285p .
CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. Bens Culturais e Relações Internacionais: o patrimônio como espelho do soft power. 1. ed. Santos -SP: Leopoldianum, 2017. v. 01. 466p .
CHRISTOFOLETTI, Rodrigo; SILVA, C. A. F. (Org.) . Na epiderme da rocha: História, Educação e Patrimônio na Serra da Capivara. 1. ed. SANTOS: Editora Leopoldianum, 2014. v. 1. 179p .
CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. Illicit trafficking in culture assets: a genealogy of the concept and actions in contemporany Brazil. In: Fabiana Lopes da Cunha e Jorge Rabassa. (Org.). Festivals and heritage in Latin America. 1ed.Zurique: Springer International Publishing, 2021, v. 1, p. 217-238.
CHRISTOFOLETTI, RODRIGO; ACERBI, V. S. . ‘Blitzkrieg Against Black Magic’.. In: Naomi Oosterman & Donna Yates. (Org.). Crime and Art Sociological and Criminological Perspectives of Crimes in the Art World. 1ed.Cham: Springer International Publishing, 2021, v. 1, p. 234-254.
CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. Patrimônio e Relações Internacionais. Dicionário Temático e Patrimônio: debates contemporãneos. 1ed.Campinas: Editora Unicamp, 2020, v. 1, p. 285-299.
Ensaio
Sobre estátuas, efemérides e funções do passado:
reparação histórica ou apagamento da memória? Fala ICH! nº 3 – Setembro e Outubro de 2020
Material Complementar
Livros e artigos acadêmicos, vídeos, podcasts e links
HALL, S. Da diáspora: Identidades e Mediações Culturais. Tradução: Adelaine La Guardia Resende; Ana Carolina Escoteguy; Cláudia Ávares; Francisco RUdiger; Sayonaram Amaral. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2011.
Luiz Antonio Simas, 2019 CIP-BRASIL. CATALOGACAO NA PUBLICACAO SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS, RJ
POULOT, Dominique. 2009. Uma História do Patrimônio no Ocidente, Séculos XVIII-XXI: Do Monumento aos Valores. São Paulo: Estação Liberdade. A edição francesa deste livro foi publicada em 2006.
QUIJANO, A. Colonialidad del poder, Eurocentrismo, America Latina. In: Edgardo Lander (ed). La colonialidad del saber: eurocentrismo y ciências sociales. Perspectivas latino-americanas. Caracas: Clacso, pp. 201-245, 2000.
RIBEIRO, Edgar Telles. 2011. Diplomacia Cultural: Seu Papel na Política Externa Brasileira. Brasília: Fundação Alexandre de Gusmão.
RIEGL, Aloïs. O culto moderno dos monumentos, sua essência e sua gênese. Trad. Elaine Ribeiro Peixoto e Albertina Vicentine. Goiânia: UCG, 2006.
SILVA, Cesar Agenor Fernandes da. “Rodrigo Christofoletti – Bens Culturais e Relações Internacionais: O Patrimônio como Espelho do ‘Soft Power’”, MIDAS [Online], 9|2018, Resenha. posto online no dia 25 janeiro 2018, consultado no dia 17 novembro 2021. URL: http://journals.openedition.org/midas/1337; DOI: https://doi.org/10.4000/midas.1337
SILVERMAN, Helaine; RUGGLES, D. Fairchild.Cultural Heritage and Human Rights. Nova York: Springer, 2007. DOI : 10.1007/978-0-387-71313-7
SIMAS, Luiz Antonio. O corpo encantado das ruas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2019.
Vídeos
SERRA DA CAPIVARA
Podcast
A Guerra às estátuas e a disputa histórica – 20 Irisian (Spin #1392 – 02/09/21)
Links
La UNESCO reúne a los agentes internacionales para luchar contra el tráfico ilícito de bienes culturales
Trilha sonora do episódio
01. Máquina de Ritmo – Gilberto Gil
02. Patrimônio da Humanidade – Quinteto em Branco e Preto
03. Batuque de Luanda – Quinteto Armorial
04. Frevo Vassourinhas – Matias da Rocha
05. Lá e Cá – Lenine
06. Roda de Samba Raiz
07. Olhos de Raio X – Lenine
08. Ganga Zumba – Maracatu Nação Pernambuco
09. Pra Que Me Chamas? – Xenia
10. Ouro de Tolo – Raul Seixas
11. Recife Minha Cidade – Reginaldo Rossi
12. Seio de Minas – Paula Fernandes
13. Hino à Ouro Preto – Dedé Paraízo
14. Tropicália – Caetano Veloso
15. Sou São João – Diversos Artistas
16. Patrimônio – Cypherbox 18, Rodrigo Cartier, Rod 3030, Lourena e SpVic
17. Piauí – Lil Whind
18. Tambores Silenciosos – Maracatu Nação Pernambuco
19. Di-Sk8 Eu Vim – Charlie Brown Jr.
20. Di-Sk8 Eu Vou – Charlie Brown Jr.
21. Congada – Clara Nunes
22. Leão do Norte – Lenine
23. Canto a Jovita Feitosa – Ricardo Franklin
24. Take My Breath – The Weeknd
25. Blinding Lights – The Weeknd
Madrinhas e Padrinhos
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A relação entre a História e a Literatura é extremamente rica, tanto do ponto de vista das pesquisas históricas que tomam as obras de ficção literária como fonte quanto de sua dimensão artística – ao observamos e pensarmos na história da literatura em si. No sétimo episódio da 4º temporada do Historicidade recebemos o historiador Lucas Kölln (UNIOESTE) para bater um papo sobre as relações entre a história e a literatura a partir de suas pesquisas sobre a história social do trabalho nos Estados Unidos da América no final do século XIX e início do XX. Neste episódio entenda como uma ética do trabalho liberal predominante em discursos políticos distintos e as transformações profundas do capitalismo foram lidas nas obras de Sherwood Anderson e Jack London.
Arte da Capa
Mencionado nos recados do Episódio
Literatura como fonte histórica (SciCast #455)
Fronteiras no Tempo #7 – Mundo do Trabalho
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Lucas A. B. Kölln
Currículo Lattes
Twiiter
Produção do Convidado
KÖLLN, Lucas A.B. Trabalhadores rurais e migração na Califórnia dos anos 30: John Steinbeck e os “ciganos da colheita”. Revista Tempos Históricos, Marechal Cândido Rondon, v. 24, n. 1, pp. 130-164, 2020. Disponível em: http://e-revista.unioeste.br/index.php/temposhistoricos/article/view/24920
tradução de: STEINBECK, John. Os ciganos da colheita [1936]. Revista Tempos Históricos, Marechal Cândido Rondon, v. 24, n. 1, pp. 563-580, 2020. Disponível em: http://e-revista.unioeste.br/index.php/temposhistoricos/article/view/25635
KÖLLN, Lucas A.B. História social do trabalho e literatura: esforços para uma calibração dialética. Revista Espaço Plural, Marechal Cândido Rondon, Ano XVII, n. 34, pp. 56-82, 1º semestre 2016. Disponível em: http://e-revista.unioeste.br/index.php/espacoplural/article/view/14984
tradução de: MERRILL, Michael D. “Dinheiro serve para comer” – Autossuficiência e trocas nas origens dos Estados Unidos da América. Revista Tempos Históricos, Marechal Cândido Rondon, v. 24, n. 1, pp. 581-621, 2020. Disponível em: http://e-revista.unioeste.br/index.php/temposhistoricos/article/view/25641
Indicações Bibliográficas sobre o tema abordado
BECKER, Howard S. Falando da Sociedade: ensaios sobre as diferentes maneiras de representar o social. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2009
BOSI, Alfredo. Dialética da colonização. 2ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1993.
CANDIDO, Antonio. A educação pela noite e outros ensaios. São Paulo: Ática, 1987.
_______. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos (2 vols.). 12ª ed. São Paulo: FAPESP, 2009.
CHALHOUB, Sidney. Machado de Assis historiador. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.
HOLANDA, Sérgio Buarque de. Capítulos de literatura colonial. Organização e notas de Antonio Candido. São Paulo: Brasiliense, 2000.
SEVCENKO, Nicolau. A literatura como missão: tensões sociais e criação cultural na Primeira República. 3ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1989.
SCHWARZ, Roberto. Ao vencedor as batatas: forma literária e processo social nos inícios do romance brasileiro. 5ª ed. São Paulo: Editora 34; Livraria Duas Cidades, 2000.
_______. Um mestre na periferia do capitalismo – Machado de Assis. 3ª ed. São Paulo: Editora 34, 1997.
Indicações de referências sobre o tema abordado:
História dos Estados Unidos:
CARROLL, Peter N.; NOBLE, David W. The free and the unfree – A new history of the United States. 2ª ed. New York: Penguin Books, 1992.
COCHRAN, Thomas; MILLER, William. The Age of Enterprise – A social history of Industrial America. Revised edition. New York: Harper Torchbooks, 1961.
DEBOUZY, Marianne. O capitalismo “selvagem” nos Estados Unidos (1860-1920). Tradução de Maria de Lurdes Almeida Melo. Lisboa: Editorial Cor, 1972.
FONER, Eric S. A short history of Reconstruction. New York: Houghton Mifflin Press, 1990.
FONER, Philip S. History of the Labor Movement in the United States, Volume IV – The Industrial Workers of the World, 1905-1917. 2ª ed. New York: International Publishers, 1973.
GAIDO, Daniel. The formative period of American capitalism – A materialist interpretation. New York: Routledge, 2006.
GEISMAR, Maxwell. The last of the provincials. The American novel – 1915-1925. New York: Hill and Wang, 1959.
GUTMAN, Herbert. Work, culture and society in industrializing America – Essays in American working-class and Social History. New York: Vintage Books, 1977.
HOFSTADTER, Richard. Social Darwinism in American thought. Philadelphia: University of Pennsylvania Press, 1955.
KOLKO, Gabriel. The triumph of conservatism – A reinterpretation of American History, 1900-1916. New York: Free Press, 1963.
KULIKOFF, Alan. The agrarian origins of American capitalism. Charlottsville: University of Virginia Press, 1992.
MERRILL, Michael. The anti-capitalist origins of the United States. Review (Fernand Braudel Center), v. 13, n. 4, pp. 465-497, 1990.
PARRINGTON, Vernon Louis. Main currents in American thought – An interpretation of American literature from the beginnings to 1920. New York: Harcourt, Brace and Company, 1927-1930.
SMITH, Henry Nash. Virgin land – The American West as symbol and myth. Cambridge: Harvard University Press, 1982.
WILENTZ, Sean. Chants democratic – New York city and the rise of the American working-class (1788-1850). New York: Oxford University Press, 2004.
_______. The rise of American Democracy – From Jefferson to Lincoln. New York: Norton, 2005.
ZAVODNYIK, Peter. The rise of the Federal Colossus – The growth of Federal Power from Lincoln to F.D.R. Santa Barbara: Praeger, 2011.
ZINN, Howard. A people’s history of the United States. New York: Longman, 1994.
História e Literatura
BOSI, Alfredo. Caminhos entre a literatura e a história. Estudos Avançados, n. 19, v. 55, p. 315-334, 2005.
CANDIDO, Antonio. Literatura e sociedade – Estudos de teoria e história literária. 11ª ed. Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul, 2010.
_______. Noções de análise histórico-literária. São Paulo: Associação Editorial Humanitas, 2005.
GINZBURG, Carlo. O fio e os rastros – Verdadeiro, falso, fictício. Tradução de Rosa Freire d’Aguiar e Eduardo Brandão. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
LEITE, Lígia Chiappini Moraes. Literatura e história – Notas sobre as relações entre os estudos literários e os estudos historiográficos. Literatura e sociedade, n. 5, v. 5, p. 18-28, 2006.
_______. O foco narrativo (ou A polêmica em torno da ilusão). 7ª ed. São Paulo: Ática, 1994.
LIMA, Luiz Costa. História. Ficção. Literatura. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.
LUKÁCS, György. Ensaios sobre literatura. 2ª ed. Tradução de Leandro Konder. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1968.
ROSENFELD, Anatol. Estrutura e problema da obra literária. São Paulo: Perspectiva, 1976.
STAROBINSKI, Jean. A literatura: o texto e o seu intérprete. In: LE GOFF, Jacques; NORA, Pierre (orgs.). História: Novas abordagens. Tradução de Henrique Mesquita. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1976. pp. 132-143.
THOMPSON, E.P. Os românticos – A Inglaterra na era revolucionária. Tradução de Sérgio Moraes Rêgo Reis. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002.
WILLIAMS, Raymond. Marxismo e literatura. Tradução de Waltensir Dutra. Rio de Janeiro: Zahar, 1979.
WOOD, James. Como funciona a ficção. Tradução de Denise Bottmann. São Paulo: Cosac Naify, 2011.
Expediente
Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: C. A.
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Fronteiras no Tempo: Historicidade #43 História dos Estados Unidos da América e Literatura. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva, Lucas A. B. Kölln, Marcelo de Souza Silva. [S.l.] Portal Deviante, 02/11/2021. Podcast. Disponível: http://www.deviante.com.br/?p=49655&preview=true
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A Guerra do Paraguai, também chamada de Guerra da Tríplice Aliança, foi o maior conflito militar que ocorreu na América do Sul e marcou profundamente a História dos países envolvidos. Neste episódio, recebemos o professor Flávio Saldanha (UFTM) e nosso parceiro Willian Spengler para discutir em detalhes todo o contexto de antes, durante e depois da guerra.
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Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Arte do Episódio: Augusto Carvalho, Edição: Adriano João
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Fronteiras no Tempo #61 Guerra do Paraguai. Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva, Flavio Henrique Dias Saldanha e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 19/10/2021. Podcast. Disponível em: http://www.deviante.com.br/?p=49410&preview=true
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Fronteiras no Tempo: Historicidade #16 Guarda Nacional no Império do Brasil
Sugestão de livros
ARAÚJO, Tiago Gomes de. A identidade nacional brasileira na Guerra do Paraguai (1864-1870). Rio de Janeiro: AR Editora, 2016.
BORGES, Fernando Tadeu de Miranda; PERARO, Maria Ademir (orgs.). Brasil e Paraguai: uma releitura da guerra. Cuiabá: Entrelinhas; EDUFMT, 2012.
BOTELLHO, José Francisco Botelho; LIMA, Laura Ferrazza de. Guerra do Paraguai. Rio de Janeiro: HarperCollins, 2021, Coleção Guerras do Brasil.Doc.
CERQUEIRA, Dionísio. Reminiscências da campanha do Paraguai, 1865–1870. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1980.
COSTA, Wilma Peres. A espada de Dâmocles: o Exército, a Guerra do Paraguai e a crise do Império. São Paulo: Hucitec – ed. UNICAMP, 1995.
ESSELIN, Paulo Marcos; FONSECA, Vinicius Rajão da (orgs.). O expansionismo brasileiro sobre a Bacia Platina e a Guerra da Tríplice Aliança contra o Paraguai. Porto Alegre: PPGH; FCM, 2019.
DONATO, Hernâni. Dicionário das batalhas brasileiras. São Paulo: IBRASA, 1987.
CUNHA, Marcos Antonio. A Chama da Nacionalidade — Ecos da Guerra do Paraguai. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 2000.
DORATIOTO, Francisco. Maldita guerra: nova história da Guerra do Paraguai. São Paulo: Cia. das Letras, 2002
DORATIOTO, Francisco. Guerra do Paraguai. In: MAGNOLI, Demétrio (org.).História das Guerras. São Paulo: Contexto, 2008
DOURADO, Maria Teresa Garritano. A história esquecida da Guerra do Paraguai: fome, doenças e penalidades. Campo Grande: Ed. UFMS, 2014.
DOURADO, Maria Teresa Garritano. Mulheres comuns, senhoras respeitáveis: a presença feminina na Guerra do Paraguai. Campo Grande: Ed. UFMS, 2005.
DUARTE, Paulo de Queiroz. Os Voluntários da Pátria na Guerra do Paraguai. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1981.
ESSELIN, Paulo Marcos; MARTINS JÚNIOR, Carlos (orgs.). Grande Guerra: A Tríplice Aliança contra o Paraguai — Visões e Revisões. Porto Alegre: FCM, 2017.
FIGUEIRA, Divalte Garcia. Soldados e negociantes na Guerra do Paraguai. São Paulo: Humanitas FFLCH-USP; FAPESP, 2001.
FRAGOSO, Augusto Tasso. História da guerra entre a Tríplice Aliança e o Paraguai. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1960, v. 1–5.
IZECKSOHN, Vitor. O cerne da discórdia: a Guerra do Paraguai e o núcleo profissional do Exército Brasileiro. Rio de Janeiro: E-Papers, 2002.
MENEZES, Alfredo da Mota. Guerra do Paraguai — como construímos o conflito. São Paulo: Contexto; Cuiabá: ed. UFMT, 1998.
PEDROSA, José. F. Maya. A Catástrofe dos Erros. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 2004.
QUEIROZ, Silvania de. Revisando a revisão: Genocídio americano: a Guerra do Paraguai de J.J. Chiavenato. Porto Alegre: FCM, 2014.
SALLES, Ricardo. Guerra do Paraguai: escravidão e cidadania na formação do Exército. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1990.
SALLES, Ricardo. Guerra do Paraguai, memórias e imagens. Rio de Janeiro: Biblioteca Nacional, 2003.
SILVEIRA, Mauro César. A batalha de papel: a Guerra do Paraguai através da caricatura. Porto Alegre: L&PM, 1996.
SQUINELO, Ana Paula (org.). 150 anos após — a Guerra do Paraguai: entre olhares do Brasil, Paraguai, Argentina e Uruguai. Campo Grande: Ed. UFMS, 2016.
TAUNAY, Alfredo d’Escragnolle. Diário do Exército, campanha do Paraguai, 1869–1870: Comando-em-chefe de S. A. o Sr. Marechal de Exército Conde d’Eu. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 2002.
TAUNAY, Alfredo d’Escragnolle. Recordações de guerra e de viagem. Brasília: Senado Federal/Conselho Editorial, 2008.
VAS, Braz Batista. O final de uma guerra e suas questões logísticas: o conde d’Eu na Guerra do Paraguai (1869-1870). São Paulo: Cultura Acadêmica, 2011.
Sugestão de links:
Guerra do Paraguai — Atlas Histórico do Brasil. https://atlas.fgv.br/marcos/guerra-do-paraguai/mapas/guerra-do-paraguai-grandes-batalhas
Revista Brasileira de História Militar, Edição 13 (Ano V, abr. 2014). https://www.historiamilitar.com.br/edicao/edicao-13-ano-v-abril-de-2014/#more-71
Revista Brasileira de História Militar, Edição 15 (Ano V, dez. 2014). https://www.historiamilitar.com.br/edicao/edicao-15-ano-v-dezembro-de-2014/#more-73
Revista Brasileira de História Militar, Edição 16 (Ano VI, abr. 2015). https://www.historiamilitar.com.br/edicao/edicao-16-ano-vi-abril-de-2015/#more-100
Revista Brasileira de História Militar, Edição 20 (Ano VII, nov. 2016). https://www.historiamilitar.com.br/edicao/edicao-20-ano-vii-novembro-de-2016/#more-138
O Tuiuti — Órgão de divulgação da Academia de História Militar Terrestre do Brasil – Seção Rio Grande do Sul. https://www.acadhistoria.com.br/otuiuti00.html
Magister Militum — Revista eletrônica de História Militar e Polemologia. https://polemologia.blogspot.com/
Revista Navigator. https://www.portaldeperiodicos.marinha.mil.br/index.php/navigator/issue/view/30
Biblioteca Nacional Digital. https://bndigital.bn.gov.br/dossies/guerra-do-paraguai/
Imagens – Guerra do Paraguai. https://docs.ufpr.br/~lgeraldo/brasil2imagensD.html
Pensando a guerra do Paraguai: representações simbólicas. https://repositorio.ufu.br/handle/123456789/16405
A Guerra do Paraguai na construção nacional do império. http://seer.upf.br/index.php/ph/article/view/11692
Guerra do Paraguai em perspectiva. http://encontro2014.rj.anpuh.org/resources/anais/anpuhnacional/S.23/ANPUH.S23.0408.pdf
A Guerra do Paraguai na historiografia brasileira. https://seer.ufrgs.br/CadernosdoAplicacao/article/view/49957
As consequências da Guerra do Paraguai e seus reflexos para o Exército Brasileiro. https://bdex.eb.mil.br/jspui/handle/123456789/4730
Caxias na Guerra do Paraguai. http://www.funceb.org.br/images/revista/14_0p7t.pdf
No Império, Senado estudou criar CPI da Guerra do Paraguai. https://www12.senado.leg.br/noticias/especiais/arquivo-s/no-imperio-senado-estudou-criar-cpi-da-guerra-do-paraguai
História dos veteranos da Guerra do Paraguai. http://www.unirio.br/cch/escoladehistoria/pos-graduacao/ppgh/dissertacao_rodrigo-goyena
Sugestão de vídeos:
Da TV Escola, “A Última Guerra do Prata”. Disponível em https://www.youtube.com/user/GuerraDoPrata
Da TV Brasil, programa Caminhos da Reportagem, episódio “Guerra do Paraguai – 150 anos”. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=eXhP01zEZVQ&ab_channel=tvbrasil
Do canal Buenas Ideias, episódio sobre a Guerra do Paraguai. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=a4NRoFCtFFM&ab_channel=BuenasIdeias
Guerras do Brasil.Doc, episódio sobre a Guerra do Paraguai. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=OW06VsXtPSw&t=14s&ab_channel=NossaHist%C3%B3riaViva
Do canal Nerdologia, episódio sobre a História da Guerra do Paraguai. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=F1cS5Fnvfyo&ab_channel=Nerdologia
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Podemos dizer que o problema da seca no nordeste do Brasil é histórico, pois a região, por uma série de fatores geográficos e climáticos é suscetível a vivenciar grandes períodos de estiagem. Porém, não é de hoje que o Estado brasileiro busca por soluções para resolver o problema, seja na transposição de grandes volumes fluviais de rios, na construção de açudes, com medidas paliativas e também com tentativas de aplicação da ciência e da engenharia. É justamente sobre as ações estatais realizadas nas últimas décadas do Império e no início da República que recebemos a historiadora Aline Lima (Museu da Indústria), que nos brindou com um papo sobre o papel dos engenheiros, a história da ciência, a cultura popular e as relações históricas entre os sertanejos e o clima.
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LIMA, Aline Silva; XAVIER, Patrícia Pereira (orgs.). O canto das garças me contou. Fortaleza : Iphan, 2017. Disponível em: http://portal.iphan.gov.br/uploads/publicacao/o_canto_das_garcas_me_contou.pdf
LIMA, Aline Silva. Um projeto de combate as secas: os engenheiros civis, as obras públicas na Inspetoria de Obras Contra as Secas-IOCS e a construção do Açude Tucunduba (1909-1919). Fortaleza, 2010. Dissertação (Mestrado em História) – Universidade Federal do Ceará. Disponível em: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/2842
Indicações Bibliográficas sobre o tema abordado
NEVES, Frederico de Castro. A multidão e a história: saques e outras ações de massas no Ceará. Rio de janeiro: Relume Dumará, 2000.
NEVES, Frederico de Castro. Imagens do Nordeste: a construção da memória regional. Fortaleza; SECULT, 1994
THEOPHILO, Rodolpho. A Fome/ Violação. Ed. Fac-símile da edição publicada em 1898, Fortaleza:Academia Cearense de Letras, vol. Nº I, 1979.
CÂNDIDO, Tyrone Apollo Pontes. Trem da Seca: sertanejos, retirantes e operários (1877-1880). Fortaleza; Museu do Ceará/ SECULT, 2005.
COELHO, Edmundo Campos. As profissões imperiais: medicina, engenharia e advocacia no Rio de Janeiro: 1822-1930. Rio de Janeiro: Record, 1999.
MORAES, Kleiton de Sousa. O Sertão descoberto aos olhos do progresso: a Inspetoria de Obras Contra as Secas (1909-1918). Dissertação. (Mestrado em História Social) Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro: 2010.
MONTEIRO, Renata Felipe. Um monumento ao sertão: Ciência, Política e Trabalho na construção do açude Cedro (1884 – 1906). 2012. – Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal do Ceará, Programa de Pós-graduação em História, Fortaleza (CE), 2012. (http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/6146)
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Fronteiras no Tempo: Historicidade #42 Engenheiros e o combate a seca. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva, Aline S. Lima, Marcelo de Souza Silva. [S.l.] Portal Deviante, 05/10/2021. Podcast. Disponível: http://www.deviante.com.br/?p=49135&preview=true
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O continente asiático abriga as mais diversas etnias, culturas, idiomas e concentra uma parte considerável da humanidade. Habitado por povos milenares e com culturas extremamente refinadas, o seu passado ainda é pouco conhecido por nós. Neste episódio contamos com a presença do historiador Alex Degan (UFSC), que rendeu uma conversa muito instrutiva e divertida sobre a História da Ásia, ou melhor a História das Ásias. Embarque conosco e descubra como se construiu a visão e o conceito de Ásia desde os gregos da antiguidade até o tempo presente.
Esta conversa foi baseada em um texto do Alex Degan presente no livro Novos combates pela História – https://bit.ly/NovosCombates
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Saiba mais do nosso convidado
Alex Degan
Professor do Departamento de História da UFSC e coordenador do Laboratório de estudos das Histórias Asiáticas (LEHAs UFSC).
Curriculo Lattes
Academia.edu
Confira como foi a primeira participação do Alex Degan no Fronteiras no Tempo: Fronteiras no Tempo: Historicidade #17 História das Religiões
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Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Arte do Episódio: Augusto Carvalho, Edição: Adriano João
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Fronteiras no Tempo #60 História da Ásia. Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva, Alex Degan e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 21/09/2021. Podcast. Disponível em: http://www.deviante.com.br/?p=48843&preview=true
Material Complementar
DEGAN, Alex. A Grande Ásia e o Ensino de História. In: Jaime Pinsky; Carla Bassanezi Pinsky. (Org.). Novos Combates pela História: Desafios – Ensino. São Paulo: Contexto, 2021.
FRANK, Andre Gunder. Re-Orient: Global Economy in the Asian Age. Los Angeles: University of California, 1998.
FRANKOPAN, Peter. O coração do mundo: Uma nova história universal a partir da rota da seda. São Paulo: Planeta, 2019.
GOODY, Jack. O roubo da História: Como os europeus se apropriaram das ideias e invenções do Oriente. São Paulo: Contexto, 2008.
HOBSON, John M. Los Orígenes orientales de la civilización de Occidente. Barcelona: Crítica, 2006.
HOLCOMBE, Charles. Una historia de Asia oriental: De los orígenes de la civilización al siglo XXI. México: Fondo de Cultura Económica, 2016.
POMERANZ, Kenneth. A Grande Divergência: A China, a Europa e a construção da economia moderna. Lisboa: Edições 70, 2013.
SPENCE, Jonathan D. Em busca da China moderna: quatro séculos de história. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
SPIVAK, Gayatri Chakravorty. Otras Asias. Madrid: Akal, 2012.
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Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Álvaro Vitty, Anderson Paz, André Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Ceará, Charles Calisto Souza, Cláudia Bovo, Daniel Rei Coronato, Eliezer Ferronato, Elisnei Menezes de Oliveira, Ettore Riter, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iara Grisi Souza e Silva, Jackson Luiz De Marco, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Lucas Akel, Luciano Abdanur, Manuel Macias, Marcos Pinheiro, Mayara Araujo dos Reis, Mayara Sanches, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael Machado Saldanha, Rafael, Ramon Silva Santos, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Raphael Bruno, Renata Sanches, Rodrigo Olaio Pereira, Romulo Chagas, Thiarles Klaza, Thomas Beltrame, Tiago Nogueira e um padrinho anônimo.
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O surgimento da engenharia civil no Brasil trouxe consigo a possibilidade de formação de novos profissionais que se propuseram a resolver problemas do país e dar soluções técnicas para uma série de questões como os transportes, as edificações, o saneamento, a higienização dos espaços públicos, e, consequentemente, a reformulação dos espaços urbanos. No entanto, os engenheiros também foram importantes no mundo político, responsáveis por ações civilizatórias e de modernização das cidades. O clube de engenharia foi peça chave nesse processo. Porém, essas mudanças não levavam em conta grupos sociais diversos e excluídos, muito pelo contrário. Para falar sobre essas questões e como elas impactaram a capital do Império e, posteriormente, da República, recebemos a historiadora Fernanda Barbosa (Museu de Astronomia e Ciências afins – MAST). Ouça agora o 5º episódio da quarta temporada do Historicidade, o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo: um podcast de história.
Arte da Capa
Aniversário do Fronteiras no Tempo com desconto e sorteio de livro
Para comemorar nosso aniversário de 7 anos, neste episódio estabelecemos uma parceria com a Editora Contexto que dará a você DOIS PRESENTES.
1º 25% de desconto em livros de História da Editora – https://www.editoracontexto.com.br/categoria/historia
Basta adicionar o código promocional Fronteiras25
É necessário clicar em “Adicionar” para ativar o desconto. O cupom estará válido até o dia 30 de setembro.
2º Sorteio de um exemplar do livro “Novos Combates pela História”
Como faço para participar?
É simples, basta você compartilhar a publicação desse episódio em uma de suas redes sociais (Instagram, Twitter ou Facebook) e marcar o Fronteiras no Tempo e a Editora Contexto. Participarão do sorteio quem realizar esse compartilhamento até o dia 7 de setembro.
Publicidade – Financiamento Coletivo
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Saiba mais da nossa convidada
Fernanda Barbosa dos Reis Rodrigues
Currículo Lattes
e-mail: [email protected]
Produção da Convidada
RODRIGUES, Fernanda Barbosa dos Reis. Engenharia e política: os debates ferroviários no clube de engenharia e a organização econômica e social do rio de janeiro (1880 – 1900). In: GASPARETTO JÚNIOR, Antonio; BÔSCARO, Ana Paula Dutra. História [recurso eletrônico]: espaço fecundo para diálogos 3. Ponta Grossa, PR: Atena, 2020. Disponível em: http://educapes.capes.gov.br/handle/capes/564344
RODRIGUES, Fernanda Barbosa dos Reis. A cidade e os engenheiros: o Clube de Engenharia e a organização econômica e social do Rio de Janeiro. ANAIS do 17º Seminário Nacional de História da Ciência e da Tecnologia. disponível em: https://bityli.com/IAYnI
Próximo volume da Revista História e Economia, prevista para lançamento ao longo deste segundo semestre. Link do site da revista: https://www.historiaeeconomia.pt/index.php/he
Indicações Bibliográficas sobre o tema abordado
CURY, Vania Maria, Engenheiros e empresários: O Clube de Engenharia na gestão de Paulo de Frontin (1903-19033). Doutorado em História. Instituto de Ciências Humanas e Filosofia, Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2000.
CURY, Vania Maria, O Clube de Engenharia no contexto histórico de nascimento do moderno urbanismo brasileiro (1880-1930). Anais: Seminário de História da Cidade e do Urbanismo 8.1, 2012.
KROPF, Simone Petraglia, Sonho da razão, alegoria da ordem: o discurso dos engenheiros sobre a cidade do Rio de Janeiro no final do século XIX e início do século XX. In: Missionários do progresso. Médicos, engenheiros e educadores no Rio de Janeiro 1870-1937. Rio de Janeiro: Diadorim, 1996.
LAMARÃO, Sérgio Tadeu de Niemeyer. Dos trapiches ao porto: um estudo sobre a área portuária do Rio de Janeiro. 2ª. Ed., Rio de Janeiro: Coleção Biblioteca Carioca, vol. 17, 2006.
MATTOS, Ilmar Rohloff de (2004). O tempo saquarema: a formação do Estado Imperial. São Paulo: Hucitec.
MARINHO, Pedro, Ampliando o Estado Imperial: Os engenheiros e a organização da culturado Brasil Oitocentista (1874-1888). Niterói. Tese (Doutorado em História), Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2008.
Expediente
Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: C. A.
Como citar esse episódio
Citação ABNT
Fronteiras no Tempo: Historicidade #41 O Clube de Engenharia e as reformas urbanas no Rio de Janeiro. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva, Fernanda Barbosa, Marcelo de Souza Silva. [S.l.] Portal Deviante, 07/09/2021. Podcast. Disponível: http://www.deviante.com.br/?p=48616&preview=true
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Madrinhas e Padrinhos
Adilson Lourenço da Silva Filho, Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Anderson Garcia, Anderson Paz, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Bruno Scomparin, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Charles Calisto Souza, Cláudia Bovo, Daniel Rei Coronato, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Eliezer Ferronato, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Luciano Beraba, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Mayara Sanches, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Rafael Zipão, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Renata Sanches, Rodrigo Olaio Pereira, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Wagner de Andrade Alves, Thomas Beltrame, Willian Spengler e ao padrinho anônimo.
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Os historiadores C. A. e Beraba, junto com o Estagiário Rodolfo e Willian Spengler, exploram temas sobre o passado humano. A intenção é aproximar o público que gosta de História com a maneira como o conhecimento histórico é pensado e construído. Isso tudo de forma leve e descontraída.
Atualmente, contamos com três atrações: