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Em tempos de tempestades torrenciais de informação e comunicação, temos que conviver diariamente com enxurradas e deslizamentos de notícias falsas, desinformação, negação das metodologias científicas e a tentativa constante de ataques a produção acadêmica no Brasil, especialmente das Ciências Humanas e Sociais. O Negacionismo e o Revisionismo Ideológico histórico estão no centro do debate político e cultural da nossa sociedade e nos últimos anos ganhou reforço e impulso. Para tratar desse tema, C. A. e Beraba recebem Marcos Napolitano (USP), historiador que tem se dedicado a entender e explicar esse fenômeno de forma aprofundada.
Esta conversa foi baseada em um texto do Marcos Napolitano presente no livro Novos combates pela História – https://bit.ly/NovosCombates
Arte da Capa
Aniversário do Fronteiras no Tempo com desconto e sorteio de livro
Para comemorar nosso aniversário de 7 anos, neste episódio estabelecemos uma parceria com a Editora Contexto que dará a você DOIS PRESENTES.
1º 25% de desconto em livros de História da Editora – https://www.editoracontexto.com.br/categoria/historia
Basta adicionar o código promocional Fronteiras25
É necessário clicar em “Adicionar” para ativar o desconto. O cupom estará válido até o dia 30 de setembro.
2º Sorteio de um exemplar do livro “Novos Combates pela História”
Como faço para participar?
É simples, basta você compartilhar a publicação desse episódio em uma de suas redes sociais (Instagram, Twitter ou Facebook) e marcar o Fronteiras no Tempo e a Editora Contexto. Participarão do sorteio quem realizar esse compartilhamento até o dia 7 de setembro.
Saiba Mais do nosso convidado
Marcos Napolitano
Departamento de História USP
Currículo Lattes
Academia.edu
Nexo Jornal
Foto: Cecília Bastos/USP Imagem
Publicidade – Financiamento Coletivo
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Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Vitrine: Augusto Carvalho, Edição: Adriano João
Como citar esse episódio
Citação ABNT
Fronteiras no Tempo #59 Negacionismo e revisionismo histórico no século XXI. Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva, Marcos Napolitano e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 24/08/2021. Podcast. Disponível em: http://www.deviante.com.br/?p=48360&preview=true
Material Complementar – Produção do convidado
Ensaios
A guerra às estátuas e a política pública de memória. Nexo Jornal
Livros
NAPOLITANO, M.. História Contemporânea 2 – Do Entreguerras à Nova Ordem Mundial. 1. ed. São Paulo: Editora Contexto, 2020. v. 1. 159p .
NAPOLITANO, M.. História do Brasil República: da queda da Monarquia ao fim do Estado Novo. 1. ed. São Paulo: Editora Contexto, 2016. v. 1. 172p .NAPOLITANO, M.. 1964: História do Regime Militar Brasileiro. 1. ed. São Paulo: Editora Contexto, 2014. v. 1. 365p .
Artigos Acadêmicos
NAPOLITANO, M.. Desafios para a História nas encruzilhadas da memória: entre traumas e tabus. História, Questões e Debates, v. 68, p. 18-52, 2020.
NAPOLITANO, M.. O golpe de Estado (1964) no Brasil visto por um cinejornal soviético. Fotocinema. Revista científica de cine y fotografía, p. 29, 2020.
NAPOLITANO, M.; MORETTIN, E. . História e Audiovisual: formação e percursos de um grupo de pesquisa. Revista Antíteses, v. 12, p. 563-578, 2019.
NAPOLITANO, M.. Golpe de Estado: entre o nome e a coisa. Estudos Avançados, v. 33, p. 397-420, 2019.
NAPOLITANO, M.. Cartografias transatlânticas da música popular nas Américas. Revista USP, v. 123, p. 45-58, 2019.
NAPOLITANO, M.. Latinskaya Amerika: as relações entre a União Soviética e a América Latina (1957-1962). Revista Eletrônica da ANPHLAC, v. 27, p. 379-402, 2019.
NAPOLITANO, MARCOS. La crise politique brésilienne : histoire et perspectives d?une `terre en transe? A crise política brasileira: histórico e perspectivas de uma `terra em transe? The Brazilian Political Crisis : Historical Narrative and Future of an `Entranced Earth?. BRÉSIL(S) – SCIENCES HUMAINES ET SOCIALES, v. 1, p. 1-10, 2018.
NAPOLITANO, M.. Aporias de uma dupla crise: história e memória diante de novos enquadramentos teóricos. Saeculum (UFPB), v. 39, p. 205-218, 2018.
NAPOLITANO, MARCOS. A imprensa e a construção da memória do regime militar brasileiro (1965-1985). ESTUDOS IBERO-AMERICANOS (PUCRS. IMPRESSO), v. 43, p. 346-366, 2017.
NAPOLITANO, M.. Entre o imperativo da resistência e a consciência da derrota: a literatura brasileira durante o regime militar. Literatura e Sociedade, v. 23, p. 232-243, 2017.
Madrinhas e Padrinhos
Adilson Lourenço da Silva Filho, Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Anderson Garcia, Anderson Paz, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Bruno Scomparin, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Charles Calisto Souza, Cláudia Bovo, Daniel Rei Coronato, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Eliezer Ferronato, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Luciano Beraba, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Mayara Sanches, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Rafael Zipão, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Renata Sanches, Rodrigo Olaio Pereira, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Wagner de Andrade Alves, Thomas Beltrame, Willian Spengler e ao padrinho anônimo
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O Fronteiras no Tempo está de volta para discutir as origens da República e o fim do Império. C. A. e Beraba abordam as interpretações clássicas do fim do regime monárquico e a construção da ideia da República como evolução natural da política nacional. Neste episódio: entenda as forças políticas e ideológicas que disputavam a hegemonia política desde o início do segundo reinado, compreenda com quantos Lusíadas se faz um Saquerema, surpreenda-se com a origem da ideia de reserva moral dos militares contra a corrupção e o sistema político e presencie bestializado o golpe de Estado que inaugurou o regime republicano no Brasil.
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Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Vitrine: Augusto Carvalho, Edição: Adriano João
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Citação ABNT
Fronteiras no Tempo #58 Proclamação da República. Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 20/07/2021. Podcast. Disponível em: http://www.deviante.com.br/?p=47750&preview=true
Mencionado no Episódio
Podcast Medo e Delírio em Brasília
Medo e Delírio em Brasília | Podcast on Spotify
Material Complementar
Podcasts
Fronteiras no Tempo #34: Sistema Político na República Velha (1889-1930)
Fronteiras no Tempo #30: Abolição da Escravidão
Fronteiras no Tempo #8 – Guerra de Canudos
Livros e Artigos Acadêmicos
LYNCH, Christian Edward Cyril. Necessidade, contingência e contrafactualidade. A queda do Império reconsiderada. Topoi (Rio de Janeiro) [online]. 2018, v. 19, n. 38 [Acessado 20 Julho 2021] , pp. 190-216. Disponível em: . ISSN 2237-101X. https://doi.org/10.1590/2237-101X01903808.
CARVALHO, José Murilo de. A Construção da Ordem: a elite política. Teatro das Sombras: a política imperial. 5ª edição – Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2010.
CARVALHO, José Murilo de. A formação das Almas: o imaginário da República no Brasil. São Paulo: Cia das Letras, 1995.
CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil. O longo caminho. Rio de Janeiro: Brasiliense, 2009.
CARVALHO, José Murilo de. Os bestializados. Rio de Janeiro e a República que não foi. São Paulo: Cia. Das Letras, 1991.
FERREIRA, Jorge, DELGADO, Lucilia de Almeida N. (Org.) O Brasil Republicano: o tempo do liberalismo excludente. Rio de Janeiro. Civ. Brasileira, 2002.
GRINBERG, Keila; SALLES, Ricardo (org.) O Brasil Imperial (coleção em 3 volumes). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009.
MATTOS, Ilmar Rohloff de. O tempo Saquarema. 7.ed. São Paulo: HUCITEC; Brasília: INL, 2017.
SCHWARCZ, L. M. STARLING, H. Brasil: uma biografia. São Paulo: Cia das Letras, 2015.
Links
ROSSI, Amanda. Abolição da escravidão em 1888 foi votada pela elite evitando a reforma agrária, diz historiador. BBC Brasil, São Paulo, 13 de mai., 2018. Diponível em: <<https://bbc.in/2KTy5OR>> (entrevista com Luís Felipe de Alencastro)
SCHWARCZ, L. M. Por que temos poucos memoriais de abolição da escravidão? Nexo Jornal, 9 de abr., 2018. – https://www.nexojornal.com.br/colunistas/2018/Por-que-temos-poucos-memoriais-de-aboli%C3%A7%C3%A3o-da-escravid%C3%A3o
SCHWARCZ, L. M; Gomes, Flávio. O passado e o presente: os sentidos da escravidão. [Vídeo] https://www.nexojornal.com.br/video/video/O-passado-presente-os-sentidos-da-escravid%C3%A3o
Vídeos
Histórias do Brasil – A proclamação da República
Dramatização do Discurso de Márcio Moreira Alves contra a ditadura em 1968
AI-5 cria ditadura dentro da ditadura
Madrinhas e Padrinhos
Adilson Lourenço da Silva Filho, Albino Vieira, Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Anderson O Garcia, Anderson Paz, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Bruno Scomparin, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Charles Calisto Souza, Cláudia Bovo, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Eliezer Ferronato, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Luciano Beraba, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Mayara Sanches, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Rafael Zipão, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Renata Sanches, Rodrigo Olaio Pereira, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler e ao padrinho anônimo
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Bem-vindos ao tão esperado final da nossa gloriosa trilogia de cinco episódios sobre a Era Vargas! Partimos do final da década de 1940, com o governo Dutra e chegamos no início da década de 1950 quando teve lugar o segundo governo, dessa vez eleito, de Getúlio. Foram anos conturbados, cheios de intrigas e ameaças que deixaram o cenário político instável. Mas também foi uma época de importantes definições sobre temas como o papel do Estado na condução da vida econômica brasileira, os direitos políticos dos cidadãos, o lugar do Brasil no contexto internacional, dentre outros. Carlos Lacerda, Dutra, os trabalhadores, Vargas… os personagens dessa história são muitos e o final, bem, o final já sabemos, mas não deixe de nos acompanhar para saber como a vida deste ex-presidente acabou entrando para a História.
Neste episódio:
Conheça as principais características do governo Dutra e o que Vargas ficou fazendo neste período. Entenda o contexto das eleições de 1950, como foi a vitória de Vargas e os problemas que enfrentou depois, tendo que governar em uma democracia. Entenda a ação dos principais nomes da oposição, especialmente os da UDN, as estratégias e argumentos que utilizavam para atacar Vargas. Entenda o papel dos militares no contexto político da época e de que formas Vargas pretendeu resolver as crises que surgiram. Conheça as políticas econômicas do governo Vargas, seus objetivos e impactos. Por fim, entenda toda a história da crise que levou ao final trágico do governo e reflita conosco sobre os significados do legado varguista para o Brasil atual.
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Fronteiras no Tempo #57 A Era Vargas parte 5: o segundo governo (1950-1954). Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 07/06/2021. Podcast. Disponível em: http://www.deviante.com.br/?p=47023&preview=true
Material Complementar
Podcasts
Fronteiras no Tempo #56 A Era Vargas parte 4: o fim do Estado Novo e a redemocratização
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Fronteiras no Tempo #48 A Era Vargas parte 3: O Estado Novo (1937-1945)
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Fronteiras no Tempo #48 A Era Vargas parte 2: 1930-1937
Portal Deviante / Spotify
Fronteiras no Tempo #41 A Era Vargas parte 1: A Revolução de 1930
Portal Deviante / Spotify
Fronteiras no Tempo: Historicidade #29 Ação Integralista Brasileira
Portal Deviante / Spotify
Spin de Notícias #61: 08 Nixian 2017 (11/12/2017) Queremismo, Imprensa e Biblioteca Mundial
Vídeos
Biografia | Getúlio Vargas – Lili Schwarcz
Livros, capítulos de livros e artigos
CAPELATO, Maria H. R. Multidões em cena: propaganda política no Varguismo e no Peronismo. 2ª. Ed. São Paulo: Ed. Unesp, 2009.
CAPELATO, Maria Helena. Estado novo: o que trouxe de novo? In: FERREIRA, Jorge (org.) O Brasil Republicano v.2. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009.
Diário pessoal de Getúlio Vargas (2 volumes). Rio de Janeiro: FGV, 1995.
FERREIRA, Jorge. Trabalhadores do Brasil. O imaginário popular. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1997.
FIGUEIREDO, Luciano (org). História do Brasil para ocupados. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2013
GIAMBIAGI, Fabio et al (org.). Economia brasileira contemporânea [recurso eletrônico]: 1945-. 2010 / [organizadores .]. – Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. recurso digital –
DE CASTRO GOMES, Ângela. Ideologia e trabalho no Estado Novo. Repensando o Estado Novo, Rio de Janeiro, Ed. FGV, p. 53-72, 1999.
NETO, Lira. Getúlio (1930-1945): Do governo provisório à ditadura do Estado Novo. São Paulo: Cia das Letras, 2013.
OLIVEIRA, Josivaldo Pires de Oliveira; LEAL, Luiz Augusto Pinheiro Leal. Capoeira, identidade e gênero: ensaios sobre a história social da capoeira no Brasil. Amazon: eBook Kindle.
PANDOLFI, Dulce Chaves. Os anos 1930: as incertezas do regime. In: FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lucilia de Almeida Neves. O Brasil Republicano, vol. 2. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009.
PARANHOS, Adalberto et al. Os desafinados: sambas e bambas no” Estado Novo”. Intermeios, Casa de Artes e Livros, 2015.
QUELER, Jefferson José. OS SENTIDOS DO QUEREMISMO: disputas políticas em torno do conceito na redemocratização de 1945. História, Franca , v. 35, e104, 2016 . Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-90742016000100513&lng=en&nrm=iso
RAMOS, Graciliano. Memórias do Cárcere. Rio de Janeiro: Record, 2020.
SEVCENKO, Nicolau; NOVAIS, Fernando A. História da Vida Privada no Brasil: República: da Belle Époque à Era do Rádio. Vol.3. São Paulo: Cia das Letras, 1998
SIQUEIRA, Magno Bissoli. Capítulo VI: Instrumento de política de conciliação. In: ___. Samba e Identidade Nacional. São Paulo: Unesp, 2012.
SKIDMORE, Thomas E. Brasil : de Getúlio a Castello (1930-64). São Paulo: Companhia das Letras, 2010.
SCHWARCZ, Lilia M.; STARLING, Heloísa M. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.
Madrinhas e Padrinhos
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Hypólita foi uma mulher que lutou contra a escravização ilegal da qual foi vítima na região de fronteira entre o Ceará e Pernambuco durante o século XIX. Falamos hoje no Historicidade com a doutora Antônia Pedroza sobre a pesquisa que ela fez a respeito deste tema. As desventuras de Hypólita representam a luta de incontáveis personagens que viveram todos as ameaças e obstáculos que se apresentavam naquela sociedade escravocrata. Ela passou muitos anos escravizada ilegalmente e teve que ir à Justiça para conseguir a liberdade. Venha descobrir conosco o final desta História.
Neste episódio:
Entenda o que foi a escravização ilegal no Brasil do século XIX, quais eram as formas como ela acontecia, de que maneira atuavam juízes, promotores, delegados e outros agentes da justiça para combater esta situação. Surpreenda-se com a história de Hypólita e saiba, a partir dela, o que os próprios indivíduos conheciam sobre seus direitos e quais estratégias utilizavam para se verem livres do cativeiro ilegal. Entenda quais são os significados da luta de Hypólita e porquê é tão importante que conheçamos cada vez mais as histórias como a dela para que possamos entender as dinâmicas da sociedade escravista e, ainda, as permanências que esta instituição de trabalhos forçados tem ainda hoje no nosso tecido social.
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Saiba mais do nosso convidada
Antonia Márcia Nogueira Pedroza
Currículo Lattes – http://lattes.cnpq.br/0970898610409210
Produção da convidada
PEDROZA, A. M. N. Desventuras de Hypolita: luta contra a escravidão ilegal no sertão (Crato e Exu, século XIX). Natal: UFRN, 2018. Disponível em: https://repositorio.ufrn.br/handle/123456789/25756
PEDROZA, Antonia Márcia Nogueira, “Hoje vou tratar de meus direitos”: liberdade precária, escravização ilegal, reescravização e o apelo à justiça, no Ceará Provincial (1830-1888). 2021. 384 f. Tese (Doutorado em História) – Programa de Pós-Graduação em História, Centro de Humanidades, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2021. Disponível em: http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/57518?mode=full.
PEDROZA, A. M. N. Tramas do direito e da justiça local: a luta de Hypolita pela sua liberdade e de seus filhos em Crato (Ceará) e em Exu (Pernambuco) no século XIX. Afro-Ásia, n.51, p.137-176, 2015. Disponível em: https://periodicos.ufba.br/index.php/afroasia/article/view/21883/0
PEDROZA, A. M. N. Hypolita e sua luta para se manter livre dentro do escravismo no Crato (Ceará) e no Exu (Pernambuco) em 1858. IN: Temporalidades –Revista Discente do Programa de Pós-Graduação em História da UFMG, Vol. 4, n. 2, Ago/Dez 2012 Disponível em:
https://periodicos.ufmg.br/index.php/temporalidades/article/view/5468/3398
Indicações Bibliográficas sobre o tema abordado
AZEVEDO, Elciene. O direito dos escravos: lutas jurídicas e abolicionismo na província de São Paulo. Campinas/SP: Editora da UNICAMP, 2010.
AZEVEDO, Elciene. Orfeu de Carapinha: a trajetória de Luiz Gama na imperial cidade de São Paulo. Campinas/SP: Editora da UNICAMP; Cecult, 1999.
CHALHOUB, Sidney. A força da escravidão: ilegalidade e costume no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.
COSTA, Francisca Raquel da. Escravidão e liberdade no Piauí oitocentista: alforrias, reescravização e escravidão ilegal de pessoas livres (1850-1888). Tese (Doutorado em História Social) – Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2017.
DANTAS, Monica Duarte. Constituição, poderes e cidadania na formação do Estado-Nacional brasileiro. In: SOUZA. Maria das Graças de. (org.). Fórum rumos da cidadania: a crise da representação e a perda do espaço público. São Paulo: Instituto Prometheus, 2010. v.1.
MAMIGONIAN, Beatriz G. et GRINBERG, Keila, « Le crime de réduction à l’esclavage d’une personne libre (Brésil, XIXe siècle) », Brésil(s) [En ligne], 11 | 2017, mis en ligne le 29 mai 2017, Disponível em : http://journals.openedition.org/bresils/2138DOI10.400/bresils.2138. Acesso em: 28 set. 2018.
MAMIGONIAN, Beatriz Galloti. Africanos livres: a abolição do tráfico de escravos no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2017.
MACHADO, Maria Helena P. T; CASTILHO, Celso Thomas. Corpo, gênero e identidade no limiar da abolição: a história de Benedicta Maria Albina da Ilha ou Ovídia, escrava (sudeste, 1880). Afro-Asia, Salvador, v. 42, 2010.
GRAHAM, Sandra Lauderdade. Caetana diz não: histórias de mulheres da sociedade escravista brasileira. Tradução de Pedro Maia Soares. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.
CARVALHO, Marcus J. M. Liberdade: rotinas e rupturas do escravismo no Recife: 1822-1850. Editora Universitária da UFPE, 1998.
GRINBERG, Keila. Liberata: a lei da ambiguidade as ações de liberdade da corte de apelação do Rio de Janeiro no século XIX. Edição on-line. Rio de Janeiro: Centro Edelstein de Pesquisas Sociais, 2008.
DIAS PAES, Mariana Armond. O procedimento de manutenção de liberdade no Brasil oitocentista. O procedimento de manutenção de liberdade no Brasil oitocentista. Estudos Históricos. Rio de Janeiro, vol. 29, no 58, p. 339-360, 2016.
FREITAS, Judy Bieber. Slavery and social life: in the attempts to reduce free people to slavery in the Sertão Mineiro, Brazil, 1850-1871. Journal of Latin American Studies, vol. 26, no. 3, 1994, p.597-619.
GRINBERG, Keila. Reescravização, direitos e justiças no Brasil do século XIX. In. (Orgs.) LARA, Silvia H. e MENDONÇA, Joseli Maria. Direitos e justiças no Brasil. Campinas, São Paulo. Editora da UNICAMP, 2006.
SÁ, Gabriela Barretto de. O crime de reduzir pessoa livre à escravidão nas casas de morada da Justiça no Rio Grande do Sul (1835-1874). Dissertação de mestrado em Direito – Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2014. 202f.
Expediente
Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: Beraba.
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Fronteiras no Tempo: Historicidade #40 Desventuras de Hypolita – luta contra a escravização ilegal no século XIX. Locução Marcelo de Souza Silva e Antônia Pedroza. [S.l.] Portal Deviante, 18/05/2021. Podcast. Disponível: http://www.deviante.com.br/?p=46692&preview=true
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O Fronteiras no Tempo volta a contar mais um capítulo da chamada Era Vargas: agora vamos falar sobre a redemocratização após o final da ditadura do Estado Novo. Com um mundo em transformação após a Segunda Guerra Mundial, restavam a Vargas poucas alternativas para se manter no poder, ainda mais tendo em conta o crescimento dos grupos que lhe faziam oposição, especialmente entre os militares. E são dois personagens deste grupo que vão concorrer à sucessão de Vargas. Ouça este episódio, descubra quem são eles e entenda a referência que pusemos na vitrine deste episódio!
Neste episódio:
Conheça quais foram as circunstâncias que levaram ao fim do Estado Novo. Entenda como Vargas atuou para abrir o regime e, ao mesmo tempo, buscou meios de se manter no poder. Reflita conosco sobre o papel dos militares na história política daquele momento. Conheça os candidatos à sucessão de Vargas, seus perfis políticos e atuação durante a campanha eleitoral. Saiba quais foram os principais partidos políticos criados, suas plataformas ideológicas e os principais personagens. Conheça como se deu o retorno de Luiz Carlos Prestes ao cenário político nacional e como foi a atuação do Partido Comunista ao qual ele estava ligado. Surpreenda-se com o Queremismo e o grande apoio que Vargas gozava junto às classes trabalhadoras e como ele soube explorar isso mesmo fora do poder, mantendo seu capital político intacto.
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Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Vitrine: Augusto Carvalho, Edição: Adriano João
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Fronteiras no Tempo #50 A Era Vargas parte 4: o fim do Estado Novo e a redemocratização. Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 04/05/2021. Podcast. Disponível em: http://www.deviante.com.br/?p=46438&preview=true
Material Complementar
Podcasts
Fronteiras no Tempo #48 A Era Vargas parte 3: O Estado Novo (1937-1945)
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Fronteiras no Tempo #48 A Era Vargas parte 2: 1930-1937
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Fronteiras no Tempo #41 A Era Vargas parte 1: A Revolução de 1930
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Fronteiras no Tempo: Historicidade #29 Ação Integralista Brasileira
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Spin de Notícias #61: 08 Nixian 2017 (11/12/2017) Queremismo, Imprensa e Biblioteca Mundial
Vídeos
Biografia | Getúlio Vargas – Lili Schwarcz
Livros, capítulos de livros e artigos
CAPELATO, Maria H. R. Multidões em cena: propaganda política no Varguismo e no Peronismo. 2ª. Ed. São Paulo: Ed. Unesp, 2009.
CAPELATO, Maria Helena. Estado novo: o que trouxe de novo? In: FERREIRA, Jorge (org.) O Brasil Republicano v.2. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009.
Diário pessoal de Getúlio Vargas (2 volumes). Rio de Janeiro: FGV, 1995.
FERREIRA, Jorge. Trabalhadores do Brasil. O imaginário popular. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1997.
FIGUEIREDO, Luciano (org). História do Brasil para ocupados. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2013
DE CASTRO GOMES, Ângela. Ideologia e trabalho no Estado Novo. Repensando o Estado Novo, Rio de Janeiro, Ed. FGV, p. 53-72, 1999.
NETO, Lira. Getúlio (1930-1945): Do governo provisório à ditadura do Estado Novo. São Paulo: Cia das Letras, 2013.
OLIVEIRA, Josivaldo Pires de Oliveira; LEAL, Luiz Augusto Pinheiro Leal. Capoeira, identidade e gênero: ensaios sobre a história social da capoeira no Brasil. Amazon: eBook Kindle.
PANDOLFI, Dulce Chaves. Os anos 1930: as incertezas do regime. In: FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lucilia de Almeida Neves. O Brasil Republicano, vol. 2. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009.
PARANHOS, Adalberto et al. Os desafinados: sambas e bambas no” Estado Novo”. Intermeios, Casa de Artes e Livros, 2015.
QUELER, Jefferson José. OS SENTIDOS DO QUEREMISMO: disputas políticas em torno do conceito na redemocratização de 1945. História, Franca , v. 35, e104, 2016 . Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-90742016000100513&lng=en&nrm=iso
RAMOS, Graciliano. Memórias do Cárcere. Rio de Janeiro: Record, 2020.
SEVCENKO, Nicolau; NOVAIS, Fernando A. História da Vida Privada no Brasil: República: da Belle Époque à Era do Rádio. Vol.3. São Paulo: Cia das Letras, 1998
SIQUEIRA, Magno Bissoli. Capítulo VI: Instrumento de política de conciliação. In: ___. Samba e Identidade Nacional. São Paulo: Unesp, 2012.
SKIDMORE, Thomas E. Brasil : de Getúlio a Castello (1930-64). São Paulo: Companhia das Letras, 2010.
SCHWARCZ, Lilia M.; STARLING, Heloísa M. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.
Madrinhas e Padrinhos
Adilson Lourenço da Silva Filho, Albino Vieira, Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Anderson O Garcia, Anderson Paz, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Bruno Scomparin, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Charles Calisto Souza, Cláudia Bovo, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Eliezer Ferronato, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Luciano Beraba, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Mayara Sanches, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Rafael Zipão, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Renata Sanches, Rodrigo Olaio Pereira, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler e ao padrinho anônimo
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Frida Kahlo é uma das pessoas mais reconhecidas no mundo, seu legado artístico e sua história de vida são fonte de inspiração para movimentos artísticos e políticos. Conversamos com a professora doutora Silvia Mello (UNICENTRO-PR) sobre A infância em Frida Kahlo e pudemos descobrir muito mais sobre esta personagem e como o trabalho da historiadora possibilitou que pudéssemos dar um novo olhar para os trabalhos desta que é, sem dúvida, das artistas mais importantes do século XX.
Neste episódio:
Conheça os diários de Frida Kahlo e como eles servem de fonte para a escrita da história da infância da artista. Entenda como podemos pensar os significados da infância e de que maneiras isso pode ser lido nos escritos de Frida e percebido em suas obras. Entenda a relação da personagem com a Revolução Mexicana, se surpreenda com suas histórias de vida e superação. Por fim, viagem conosco pela sensibilidade e percepções desta artista que, entre o lúdico e o trágico, soube expressar de diversos modos as belezas de viver.
Arte da Capa
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Saiba mais do nosso convidada
Silvia Gomes Bento de Mello
Currículo Lattes
Indicações Bibliográficas sobre o tema abordado
CONDE, Teresa del; TERCERO, Magali. Frida: Una mirada crítica. Cidade do México: Editorial Planeta Mexicana, 2007.
HERRERA, Hayden. Frida: a biografia. São Paulo: Globo, 2011.
JAMIS, Rauda. Frida Kahlo. 3ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2015.
KAHLO, Frida. O diário de Frida Kahlo: um autorretrato íntimo. 3ª ed. Rio de Janeiro: José Olumpio, 2012.
PERES, Urânia Tourinho. Frida Kahlo: dor e arte. Salvador: Colégio Psicanálise da Bahia, 2007.
Expediente
Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: Beraba.
Como citar esse episódio
Citação ABNT
Fronteiras no Tempo: Historicidade #39 Infância em Frida Kahlo. Locução Marcelo de Souza Silva e Silvia Mello. [S.l.] Portal Deviante, 20/04/2021. Podcast. Disponível: http://www.deviante.com.br/?p=46109&preview=true
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Contato E-mail: [email protected]
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Os historiadores C. A. e Beraba, junto com o Estagiário Rodolfo e Willian Spengler, exploram temas sobre o passado humano. A intenção é aproximar o público que gosta de História com a maneira como o conhecimento histórico é pensado e construído. Isso tudo de forma leve e descontraída.
Atualmente, contamos com três atrações: