Fronteiras no Tempo

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Fronteiras no Tempo episodes

  • Fronteiras no Tempo #52 Imigração no Brasil

    O Fronteiras no Tempo viajou para o Brasil dos séculos XIX e primeiras décadas do XX junto com os milhões de imigrantes que aqui aportaram em busca do sonho por terras e liberdade. Mas a realidade foi bem diferente e vários obstáculos surgiram nas trajetórias destes grupos ao longo do tempo. A imigração também é parte de uma história que foi pensada pelos intelectuais e burocratas do Império: quais imigrantes trazer, o que eles fariam por aqui e como contribuiriam para tornar o Brasil uma nação “moderna e civilizada”. Sobre tudo isso C. A. e Beraba conversaram. Venham ouvir esse papo!

    Neste episódio

    Conheça o que é migração, imigração e emigração e como os historiadores trabalham com estes temas. Entenda os principais motivos que levaram à criação de políticas de atração de imigrantes para o país, surpreenda-se com o que planejavam os burocratas do Estado Imperial. Compreenda a relação entre a imigração e o trabalho escravizado. Conheça a história de diversos povos que vieram para o Brasil, os choques culturais, as influências de variados tipos – o CA e o Beraba se empolgaram pra falar sobre comidas haha – por fim, compreenda as razões por que estudar este tema é tão importante para a História do Brasil.

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    Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Vitrine:  Augusto Carvalho, Edição: Adriano João

    Como citar esse episódio

    Fronteiras no Tempo #52 Imigração no Brasil. Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 11/11/2020. Podcast. Disponível em http://www.deviante.com.br/?p=42587&preview=true

     

    Material complementar

    Podcast

    Fronteiras no Tempo: Historicidade #4 Histórias da Imigração no Brasil

    Sites

    Museu da Imigração: https://museudaimigracao.org.br/

    Livros

    ALENCASTRO, Luiz Felipe de. RENAUX, Maria Luiza. Caras e modos dos migrantes e imigrantes. IN: _____. (org) História da vida privada no Brasil. Império. São Paulo: Cia das Letras, 1997.

    ALVIM, Zuleika. Imigrantes: a vida privada dos pobres no campo. IN: SEVCENKO, Nicolau. História da Vida privada no Brasil. República. São Paulo: Cia das letras, 1997.

    FAUSTO, Boris. (org). Fazer a América. São Paulo: Ed. da Universidade de São Paulo, 2ª ed., 2000.

    COSTA, Emília Viotti da. Da monarquia à república: momentos decisivos. São Paulo: Unesp, 2010

    Artigos

    PEREZ MELENDEZ, José Juan. Reconsiderando a política de colonização no Brasil Imperial: os anos da Regência e o mundo externo. Rev. Bras. Hist.,  São Paulo ,  v. 34, n. 68, p. 35-60,  dez.  2014 .   Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-01882014000200003&lng=pt&nrm=iso>. acessos em  09  nov.  2020.  http://dx.doi.org/10.1590/S0102-01882014000200003.

    OLIVEIRA, Márcio de. Origens do Brasil meridional: dimensões da imigração polonesa no Paraná, 1871-1914. Estud. hist. (Rio J.),  Rio de Janeiro ,  v. 22, n. 43, p. 218-237,  jun.  2009 .   Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-21862009000100012&lng=pt&nrm=iso>. acessos em  09  nov.  2020.  http://dx.doi.org/10.1590/S0103-21862009000100012.

    FREITAS, Nelly de. Retrato de mulheres migrantes: o perfil socioeconômico e as trajetórias das imigrantes madeirenses no Estado de São Paulo, 1886-1899. História,  Franca ,  v. 33, n. 2, p. 288-306,  dez.  2014 .   Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-90742014000200288&lng=pt&nrm=iso>. acessos em  09  nov.  2020.  http://dx.doi.org/10.1590/1980-436920140002000014.

    SCHULZE, Frederik. A constituição global da nação brasileira: questões de imigração nos anos 1930 e 1940. Hist. cienc. saude-Manguinhos,  Rio de Janeiro ,  v. 21, n. 1, p. 237-246,  mar.  2014 .   Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-59702014000100237&lng=pt&nrm=iso>. acessos em  09  nov.  2020.  Epub 25-Out-2013.  https://doi.org/10.1590/S0104-59702013005000014.

    Madrinhas e Padrinhos

    Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Anderson O Garcia, Anderson Paz, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Bruno Scomparin, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Charles Calisto Souza, Cláudia Bovo, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Luciano Beraba, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Mayara Sanches, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Rafael Zipão, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Renata Sanches, Rodrigo Olaio Pereira, Rodrigo Raupp,  Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler e ao padrinho anônimo

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    1 hr 11 min
  • Fronteiras no Tempo: Historicidade #34 Ofensas verbais e conflitos na história
    Neste episódio do Historicidade, o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo, conversamos com o Professor Doutor Deivy Ferreira Carneiro (UFU), sobre as ofensas verbais e os conflitos na História. O ato de ofender alguém com palavras ou xingamentos sempre esteve presente na atuação da justiça criminal, e hoje, por meio dos documentos produzidos na repressão a esses crimes, podemos entender o que significava esta ação, os conflitos que desencadeava e, ainda, vários outros aspectos da história cotidiana das sociedades passadas.Nesta entrevista:Entenda como o historiador trabalha com as fontes da justiça criminal e quais são os caminhos para compreender os conflitos e ofensas verbais naqueles documentos. Conheça os tipos de xingamentos estudados e porque alguns ofendiam mais do que outros. Surpreenda-se com a relevância que um ataque verbal poderia ter no início e/ou no desenrolar de um conflito e, ainda, saiba por que se fazia questão de que fossem punidos os que cometiam este delito. Por fim, reflita conosco sobre o papel da justiça criminal no contexto social e político brasileiro do século XIX e XX e em como a atuação dos seus agentes, em interação com a sociedade, ajudaram a conformar formas de comportamentos e valores.
    37 min
  • Fronteiras no Tempo #51 O Absolutismo
    Afinal o que é o Absolutismo? “Poder concentrado nas mãos dos reis!”, eis a resposta que você provavelmente pensou, e não está incorreta… mas há mais história ai, claro. Este é um tema de destaque no ensino básico do qual muitos de nós guardamos na memória especialmente a imagem de Luís XIV, o rei sol, da França, cujo modelo de absolutismo acabou, erroneamente, sendo generalizado para diferentes países e contextos históricos europeus. Como tudo que tratamos aqui no Fronteiras, vocês poderão entender que essa não é uma história assim tão simples – mas que também não é difícil de entender! Venham conosco nessa jornada de conhecimento e reflexões até os primórdios da modernidade europeia em busca das origens e das características do sistema absolutista!Neste episódioDescubra quais são as caraterísticas do absolutismo e entenda a relevância deste conceito para a nossa história. Conheça quais as teorias desenvolvidas pelos historiadores para explicar o surgimento deste regime na Europa ocidental, entenda o papel da Igreja e do contexto econômico e social neste processo. Analise conosco algumas das ideias dos principais pensadores do absolutismo e descubra como justificavam a concentração de poderes nas mãos dos monarcas. Por fim, entenda como eram as diferentes dinâmicas deste sistema de governo em diversas regiões europeias, quais eram e como funcionavam as limitações aos poderes reais.
    1 hr 21 min
  • Fronteiras no Tempo: Historicidade #34 Ofensas verbais e conflitos na história

    Neste episódio do Historicidade, o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo, conversamos com o Professor Doutor Deivy Ferreira Carneiro (UFU), sobre as ofensas verbais e os conflitos na História. O ato de ofender alguém com palavras ou xingamentos sempre esteve presente na atuação da justiça criminal, e hoje, por meio dos documentos produzidos na repressão a esses crimes, podemos entender o que significava esta ação, os conflitos que desencadeava e, ainda, vários outros aspectos da história cotidiana das sociedades passadas.

    Nesta entrevista:

    Entenda como o historiador trabalha com as fontes da justiça criminal e quais são os caminhos para compreender os conflitos e ofensas verbais naqueles documentos. Conheça os tipos de xingamentos estudados e porque alguns ofendiam mais do que outros. Surpreenda-se com a relevância que um ataque verbal poderia ter no início e/ou no desenrolar de um conflito e, ainda, saiba por que se fazia questão de que fossem punidos os que cometiam este delito. Por fim, reflita conosco sobre o papel da justiça criminal no contexto social e político brasileiro do século XIX e XX e em como a atuação dos seus agentes, em interação com a sociedade, ajudaram a conformar formas de comportamentos e valores.

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    Saiba mais do nosso convidado

    Deivy Ferreira Carneiro

     

     

     

     

     

     

     

     

    Currículo Lattes

    Produção do convidado

    CARNEIRO, Deivy F. A Microstoria italiana e os desafios biográficos na historiografia recente (1980-2000). Locus: Revista de História, v. 26, p. 211-234, 2020.

    CARNEIRO, Deivy F.. Norbert Elias e a história da violência no Brasil. ArtCultura_Revista de História, Cultura e Arte Uberlândia, v. 19, p. 189-206, 2017.

    CARNEIRO, Deivy F.. Micro-história e uma análise da relação entre a população e a justiça criminal. In: Maíra Vendrame e Alexandre Karsburg. (Org.). Micro-história: um método em transformação. 1ed.São Paulo: Letra e Voz, 2020, v. 1, p. 309-336.

    CARNEIRO, Deivy F. Microanalise e o Leviata: uma homenagem a Antonio Manuel Hespanha.. In: Diego Nunes; Gustavo Ferreira Santos; Jonatan de Jesus Oliveira. (Org.). Linhas Juridicas do Triangulo: estudos em homenagem ao Professor Antonio Manuel Hespanha.. 1ed.Uberlândia: LAECC, 2020, v. 1, p. 37-57.

    CARNEIRO, Deivy F.. Bares, jogatinas e cultura popular na Zona da Mata mineira (1854-19410. In: Cleber Dias; Maria Cristina Rosa. (Org.). História do Lazer nas Gerais. 1ed.Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2019, v. 1, p. 113-136.

    CARNEIRO, Deivy F.. Micro-História, História do Crime e da justiça Criminal: um diálogo possível e desejado. In: Maíra I. Vendrame; Cláudia Mauch; Paulo Roberto S. Moreira. (Org.). Crime e Justiça: reflexões, fontes e possibilidades de pesquisa. 1ed.São Leopoldo: Editora da Unisinos, 2018, p. 33-66.

    CARNEIRO, Deivy F.. Os usos da biografia pela micro-história italiana: interdependência, biografias coletivas e network analysis. In: Alexandre de Sá Avelar; Benito Bisso Schmidt. (Org.). O que pode a Biografia. 1ed.São Paulo: Letra e Voz, 2018, v. 1, p. 33-58.

    CARNEIRO, Deivy F.. Apontamentos para uma História Eliasiana da violência no Brasil. In: Célia Nonata Silva; Francisco Linhares Fonteles Neto. (Org.). Discere criminum: crime, violência e poder – uma abordagem nacional. 1ed. Maceió: Imprensa Oficial Graciliano Ramos, 2017, v. , p. 111-144.

    CARNEIRO, Deivy F. Uma Justiça que seduz? Ofensas verbais e conflitos comunitários em Minas Gerais (1854-1941). 1. ed. Jundiaí: Paco Editorial, 2019. v. 1. 368p .

    CARNEIRO, Deivy F.; Bretas, Marcos Luiz ; Rosemberg, André . História, violência e criminalidade: reflexões temáticas e narrativas regionais. 1. ed. Uberlândia: Edufu, 2015. v. 1. 332p

    Indicações bibliográficas sobre o tema abordado

    GARRIOCH, David. Insultos verbais na Paris do século XVIII. In: BURKE, Peter & PORTER, Roy. História social da linguagem. São Paulo: Edunesp, 1997, p. 121.

    FLYNN, Charles. Insult and society: patterns of comparative interaction. Port Washington / New York: Kennikat Press. 1977, p. 3-6.

      LEACH, Edmund. “Aspectos antropológicos da linguagem: categorias animais e insulto verbal”. In: DA MATTA, Roberto (org). Edmund Leach. Coleção grandes cientistas sociais. São Paulo: Ática, 1983, p. 170-98.

    BURKE, Peter. “L’art de l’insulte en Italie aux XVie et XVIIe siècles”. In: DELUMEAU, Jean. Injuries et Blasphemes. Mentalites: Histoire dês cultures et dês sociétés. Vol. 2. Éditions Imago, 1989

    PITT-RIVERS, Julian. “Honra e posição social”. In: PERISTIANY, J. G. Honra e Vergonha: valores das sociedades mediterrânicas. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, s/d.

    WADDAMS, S. M. Sexual Slander in 19th century England: defamation in the ecclesiastical courts. 1815-1855. Toronto: University of Toronto Press, 2000.

    SHOEMAKER, Robert. “The Decline of Public Insult in London 1660-1800”. Past & Present, n.169, November, 2000, p. 97-131.

    Expediente 

    Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição:  Talk’nCast; Roteiro e apresentação:  Beraba.

    Como citar esse episódio

    Citação ABNT

    Fronteiras no Tempo: Historicidade #34 Ofensas verbais e conflitos na história. Locução Marcelo de Souza Silva, Deivy Ferreira Carneiro. [S.l.] Portal Deviante, 20/10/2020. Podcast. Disponível: http://www.deviante.com.br/?p=41201&preview=true

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    Madrinhas e Padrinhos

    Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Anderson O Garcia, Anderson Paz, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Bruno Scomparin, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Cláudia Bovo, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Luciano Beraba, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Mayara Sanches, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Rafael Zipão, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Renata Sanches, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler e ao padrinho anônimo

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  • Fronteiras no Tempo #51 O Absolutismo

    Afinal o que é o Absolutismo? “Poder concentrado nas mãos dos reis!”, eis a resposta que você provavelmente pensou, e não está incorreta… mas há mais história ai, claro. Este é um tema de destaque no ensino básico do qual muitos de nós guardamos na memória especialmente a imagem de Luís XIV, o rei sol, da França, cujo modelo de absolutismo acabou, erroneamente, sendo generalizado para diferentes países e contextos históricos europeus. Como tudo que tratamos aqui no Fronteiras, vocês poderão entender que essa não é uma história assim tão simples – mas que também não é difícil de entender! Venham conosco nessa jornada de conhecimento e reflexões até os primórdios da modernidade europeia em busca das origens e das características do sistema absolutista!

    Neste episódio

    Descubra quais são as caraterísticas do absolutismo e entenda a relevância deste conceito para a nossa história. Conheça quais as teorias desenvolvidas pelos historiadores para explicar o surgimento deste regime na Europa ocidental, entenda o papel da Igreja e do contexto econômico e social neste processo. Analise conosco algumas das ideias dos principais pensadores do absolutismo e descubra como justificavam a concentração de poderes nas mãos dos monarcas. Por fim, entenda como eram as diferentes dinâmicas deste sistema de governo em diversas regiões europeias, quais eram e como funcionavam as limitações aos poderes reais.

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    Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Vitrine:  Augusto Carvalho, Edição: Adriano João

    Como citar esse episódio

    Citação ABNT

    Fronteiras no Tempo #51 O Absolutismo. Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 22/09/2020. Podcast. Disponível em: http://www.deviante.com.br/?p=41681&preview=true

    Material Complementar

    Podcasts

    Fronteiras no Tempo #20 – Reformas Protestantes

    Fronteiras no Tempo #18 – Grandes Navegações

    Fronteiras no Tempo #33: Inquisição

    Fronteiras no Tempo #37 A Conquista da América

    Fronteiras no Tempo #47 Os Piratas

    SciCast #190: Estado e Nação

    Guerra dos 30 anos (SciCast #375)

    Renascença (SciCast #385)

    Leonardo da Vinci (SciCast #353)

    Livros e Artigos

    ANDERSON, Perry. Linhagens do Estado Absolutista. 3.ed. São Paulo: Brasiliense, 1998.

    BOBBIO, Norberto; MATTEUCCI, N.; PARQUINO, G. Dicionário de política. Brasília: UnB, 1998.

    BURKE, Peter. A fabricação do Rei: a construção da imagem pública de Luís XIV. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1994

    CAMPOS, Wellington José. O Absolutismo e a formação dos Estados Nacionais. História, imagem e narrativas, n.8, abr., 2009.

    DARNTON, Robert. Poesia e Polícia. São Paulo: Cia das Letras, 2014.

    HILL, Christopher.  O mundo de ponta cabeça: ideias radicais durante a revolução inglesa de 1640. São Paulo: Cia das letras, 1997, 481p.

    HOBBES, T. Leviatã. São Paulo: Martins Fontes, 2019.

    MAQUIAVEL, N. O príncipe. São Paulo: Edpro, 2018.

    MAQUIAVEL, Nicolau. O príncipe. São Paulo: Folha de S. Paulo, 2011 [Coleção Livros que mudaram o mundo]

    MORE, Thomas. A Utopia. São Paulo: Folha de S. Paulo, 2011 [Coleção Livros que mudaram o mundo]

    SILVA, K. V. SILVA, M. H. Dicionário de conceitos históricos. 3ª ed. São Paulo: Contexto, 2005.

    THOMPSON, E. P. Costumes em comum: estudos sobre a cultura popular e tradicional. São Paulo: Cia das Letras, 1998.

    WEBER, Max. A ética protestante e o espírito do capitalismo. 15.ed. São Paulo: PIONERIA, 2000. 233p

    WELFFORT, Francisco (org). Os clássicos da política. 14.ed. São Paulo: Ática, 2.v., 2006. v.1 e v.2

    Madrinhas e Padrinhos

    Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Anderson O Garcia, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Bruno Scomparin, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Cláudia Bovo, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Luciano Beraba, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Mayara Sanches, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Rafael Zipão, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Renata Sanches, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler e ao padrinho anônimo

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    1 hr 21 min
  • Fronteiras no Tempo: Historicidade #33 Política no Império Romano tardo-antigo

    A história de Roma, da República ao Império, exerce grande encanto sobre muitos historiadores, juristas e entusiastas da história. Para conversar conosco sobre essa temática, especialmente sobre um momento específico do Império Romano, situado no limite entre o que convencionamos chamar, para fins didáticos, de História Antiga e História Medieval, recebemos o Prof. Dr. Moisés Antiqueira (UNIOESTE).

    Nesse episódio

    Entenda como as configurações políticas do Império Romano no século IV da nossa era estavam em transformação, compreenda a mudança de sucessão dos imperadores nesse momento, imagine um grande tabuleiro contendo três imperadores romanos disputando o poder, surpreenda-se com a desconhecida história do imperador Vetranião e com os números gigantescos de mortes que a guerra civil romana causou e, mais do que isso, sinta-se instigado a saber mais com a reinterpretação do papel dos usurpadores do trono no Império Romano.

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    Saiba mais do nosso convidado

    Moisés Antiqueira

    Academia.edu 

    Lattes

    Produção do convidado

    ANTIQUEIRA, Moisés. A abdicação de Vetranião (350 d.C.) e os resquícios do modelo tetrárquico. História (São Paulo), Assis/Franca, vol. 37, e2018016,    2018. Disponível em: https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-90742018000100615&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt DOI: https://doi.org/10.1590/1980-4369e2018016 ANTIQUEIRA, Moisés. Vetranião salvator rei publicae. História Unisinos, São Leopoldo, vol. 23, n. 1, p. 1-12, 2019. Disponível em: http://revistas.unisinos.br/index.php/historia/article/view/hist.2019.231.01

    Indicações bibliográficas sobre o tema abordado

    Os estudos do prof. Gilvan Ventura da Silva (UFES) sobre o período indicado se encontram entre os mais importantes feitos em nosso país. Embora mais antigos, recomendo a leitura de dois artigos em particular: “A domus imperial e o fenômeno das usurpações no IV século” (1995) e “Interesses subjacentes e interesses manifestos no contexto das usurpações romanas (284-395 d.C.)”, publicados na Revista Phoînix, nos. 1 e 2, respectivamente. Os dois textos oferecem ao leitor um panorama mais amplo e didático sobre o fenômeno das usurpações durante a Antiguidade Tardia.

    Livros

    CORASSIN, Maria Luiza. Sociedade e política na Roma antiga. São Paulo: Atual, 2001.

    FRIGHETTO, Renan. Antiguidade Tardia. Roma e as monarquias romano-bárbaras numa época de transformações (séculos II-VIIII). Cutitiba: Juruá, 2014.

    VEYNE, Paul. O império greco-romano. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.

     

    Artigos sobre Império romano e os imperadores GUARINELLO, Norberto L. Ordem, integração e fronteiras no Império Romano: um ensaio. Mare Nostrum. Estudos sobre o Mediterrâneo Antigo, São Paulo, vol. 1, n. 1, p. 113-127, 2010. Disponível em: http://www.revistas.usp.br/marenostrum/article/view/105764 DOI: https://doi.org/10.11606/issn.2177-4218.v1i1p113-127 WINTERLING, Aloys. Loucura imperial na Roma Antiga. História (São Paulo), Assis/Franca, vol. 31, n. 1, 2012. Disponível em: https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-90742012000100003&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt DOI: http://dx.doi.org/10.1590/S0101-90742012000100003

    Expediente 

    Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição:  Talk’nCast; Roteiro e apresentação:  C. A e Beraba.

    Como citar esse episódio

    Citação ABNT

    Fronteiras no Tempo: Historicidade #33 Política no Império Romano tardo-antigo. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva, Moises Antiqueira, Marcelo de Souza Silva. [S.l.] Portal Deviante, 01/09/2020. Podcast. Disponível: http://www.deviante.com.br/?p=41201&preview=true

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    Madrinhas e Padrinhos

    Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Anderson O Garcia,  André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Bruno Scomparin, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Cláudia Bovo, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Luciano Beraba, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Mayara Sanches, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Rafael Zipão, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Renata Sanches, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler e ao padrinho anônimo

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    1 hr 1 min
  • Fronteiras no Tempo: Historicidade #32 A História em Olavo de Carvalho
    Polêmica é pouco para definir essa figura que ganhou tanta notoriedade nos últimos anos. Nós aqui no Fronteiras no Tempo somos diametralmente contrários a tudo que este senhor representa assim como os seus seguidores, porém, não deixamos de reconhecer que é um fenômeno sobre o qual os historiadores também devem se atentar para uma compreensão […]
    40 min
  • Fronteiras no Tempo: Historicidade #32 A História em Olavo de Carvalho

    Polêmica é pouco para definir essa figura que ganhou tanta notoriedade nos últimos anos. Nós aqui no Fronteiras no Tempo somos diametralmente contrários a tudo que este senhor representa assim como os seus seguidores, porém, não deixamos de reconhecer que é um fenômeno sobre o qual os historiadores também devem se atentar para uma compreensão mais ampla da sociedade presente e passada. Para isso, trouxemos o professor doutor Marcus Vinícius Oliveira, para falar conosco sobre como o pensamento olavista enxerga a história e de que maneira isso influenciou tantas pessoas da direita brasileira nos últimos tempos.

    Nesta entrevista:

    Entenda o contexto do surgimento e algumas das ideias que sustentaram as principais obras de Olavo de Carvalho. Conheça as bases do seu pensamento, as críticas à sociedade moderna e as suas propostas para a solução das crises que ele enxergou vivermos. Surpreenda-se com a sua visão sobre a História, suas leituras equivocadas a respeito de outros autores e os motivos da sua obsessão contra seus maiores inimigos, os comunistas e pessoas de esquerda em geral. Compreenda as diferenças do Olavo escritor para o Olavo da internet e, por fim, reflita conosco sobre como podemos encarar esse movimento com a devida responsabilidade, sem fugir do embate sério de ideias e com proposições e leituras que visem enriquecer a diversidade de pensamentos, ampliar o diálogo com a sociedade e ajudar a superar a ignorância e a intolerância que passaram a ser lugar comum nos debates políticos brasileiros.

    Arte da Capa

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    Saiba mais do nosso convidado

    Marcus Vinícius Oliveira

     

     

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    e-mail: [email protected]

    Produção do convidado

    OLIVEIRA, M. V. F. da S. Em rabo de foguete: trauma e cultura política em Ferreira Gullar. São Paulo: Fundação Astrojildo Pereira, 2016.

    OLIVEIRA, M. V. F da S. A arquitetura fractal de Antônio Gramsci. História e política nos cadernos do cárcere. São Paulo: Fundação Astrojildo Pereira, 2020.

    OLIVEIRA, Marcus Vinícius Furtado da Silva. Gramsci no jardim das aflições. IN: Anais VIII EPHIS. BH: UFMG, 2019.

    Indicações bibliográficas sobre o tema abordado

    CARVALHO, Olavo de. O jardim das aflições: De Epicuro à ressurreição de César: ensaio sobre o Materialismo e a Religião Civil. 3.ed. Campinas: Vide Editorial, 2015.

    LILLA, Mark. A mente naufragada: Sobre o espírito reacionário. São Paulo: Record, 2018.

    MOTTA, Rodrigo Patto Sá. Em guarda contra o perigo vermelho: o anticomunismo no Brasil. São Paulo: Perspectiva, 2002.

    Expediente 

    Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição:  Talk’nCast; Roteiro e apresentação:  C. A e Beraba.

    Como citar esse episódio

    Citação ABNT

    Fronteiras no Tempo: Historicidade #32 A história em Olavo de Carvalho. Locução Marcelo de Souza Silva, Marcus Vinícius Oliveira. [S.l.] Portal Deviante, 11/08/2020. Podcast. Disponível: http://www.deviante.com.br/?p=40892&preview=true&aiEnableCheckShortcode=true

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    Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Anderson O Garcia,  André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Bruno Scomparin, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Cláudia Bovo, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Luciano Beraba, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Rafael Zipão, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Renata Sanches, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler e ao padrinho anônimo

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    40 min
  • Fronteiras no Tempo #50 A Era Vargas parte 3: O Estado Novo (1937-1945)
    Chegamos ao episódio 50 do Fronteiras falando mais uma vez sobre a Era Vargas, especialmente sobre os anos do Estado Novo, momento de ditadura que durou de 1937 a 45. Após sete anos no poder Vargas deu um golpe, impôs uma nova constituição e passou a implantar uma série de reformas que já vinha desenhando nos anos anteriores. O projeto de Brasil criado durante essa fase do governo Vargas ainda hoje está presente na maneira como organizamos nossa indústria, o trabalho, como vemos nossa identidade nacional, em como pensamos as nossas relações políticas e em muitas outras áreas. Preparem-se, essa nossa quinquagésima viagem no tempo está repleta de momentos emocionantes e pontos para reflexão!
    Neste episódio:
    Descubra como Vargas deu o golpe e implantou a ditadura do Estado Novo, conheça quem o apoiava, os motivos alegados e como conseguiu se manter no poder. Reflita conosco sobre o caráter fascista do governo, buscando entender as relações deste com outros movimentos autoritários que coexistiram com ele naquele momento. Entenda o poder da propaganda política do governo e como isso se consolidou num projeto cultural para a nação, algo que se refletiu na música, nas artes e até mesmo na forma como enxergamos a nossa história. Compreenda a política varguista para o trabalho, na qual o trabalhador passou a ser considerado importante, porém, sem autonomia, devendo ser tutelado pelo Estado em diversos âmbitos. Entenda, por fim, as relações com os Estados Unidos, a participação na segunda guerra mundial e como isso ajudou a terminar com o regime e 1945 com o final do conflito. (spoiler: vamos precisar de mais episódios para terminar essa história toda).
    1 hr 47 min
  • Fronteiras no Tempo #50 A Era Vargas parte 3: O Estado Novo (1937-1945)

    Chegamos ao episódio 50 do Fronteiras falando mais uma vez sobre a Era Vargas, especialmente sobre os anos do Estado Novo, momento de ditadura que durou de 1937 a 45. Após sete anos no poder Vargas deu um golpe, impôs uma nova constituição e passou a implantar uma série de reformas que já vinha desenhando nos anos anteriores. O projeto de Brasil criado durante essa fase do governo Vargas ainda hoje está presente na maneira como organizamos nossa indústria, o trabalho, como vemos nossa identidade nacional, em como pensamos as nossas relações políticas e em muitas outras áreas. Preparem-se, essa nossa quinquagésima viagem no tempo está repleta de momentos emocionantes e pontos para reflexão!

    Neste episódio:

    Descubra como Vargas deu o golpe e implantou a ditadura do Estado Novo, conheça quem o apoiava, os motivos alegados e como conseguiu se manter no poder. Reflita conosco sobre o caráter fascista do governo, buscando entender as relações deste com outros movimentos autoritários que coexistiram com ele naquele momento. Entenda o poder da propaganda política do governo e como isso se consolidou num projeto cultural para a nação, algo que se refletiu na música, nas artes e até mesmo na forma como enxergamos a nossa história. Compreenda a política varguista para o trabalho, na qual o trabalhador passou a ser considerado importante, porém, sem autonomia, devendo ser tutelado pelo Estado em diversos âmbitos. Entenda, por fim, as relações com os Estados Unidos, a participação na segunda guerra mundial e como isso ajudou a terminar com o regime e 1945 com o final do conflito. (spoiler: vamos precisar de mais episódios para terminar essa história toda).

     

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    Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Vitrine:  Augusto Carvalho, Edição: Adriano João

    Como citar esse episódio

    Citação ABNT

    Fronteiras no Tempo #50 A Era Vargas parte 3: Estado Novo (1937-1945). Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 28/07/2020. Podcast. Disponível em: http://www.deviante.com.br/?p=40628&preview=true&aiEnableCheckShortcode=true

    Material Complementar

    Podcasts

    Fronteiras no Tempo #48 A Era Vargas parte 2: 1930-1937

    Fronteiras no Tempo #41 A Era Vargas parte 1: A Revolução de 1930

    Fronteiras no Tempo: Historicidade #29 Ação Integralista Brasileira

    Vídeos

    Biografia | Getúlio Vargas – Lili Schwarcz

    Música e Trabalho: O Bonde São Januário (Cyro Monteiro)*

    Livros, capítulos de livros e artigos

    CAPELATO, Maria H. R. Multidões em cena: propaganda política no Varguismo e no Peronismo. 2ª. Ed. São Paulo: Ed. Unesp, 2009.

    CAPELATO, Maria Helena. Estado novo: o que trouxe de novo? In: FERREIRA, Jorge (org.) O Brasil Republicano v.2. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009.

    Diário pessoal de Getúlio Vargas (2 volumes). Rio de Janeiro: FGV, 1995.

    FERREIRA, Jorge. Trabalhadores do Brasil. O imaginário popular. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1997.

    DE CASTRO GOMES, Ângela. Ideologia e trabalho no Estado Novo. Repensando o Estado Novo, Rio de Janeiro, Ed. FGV, p. 53-72, 1999.

    NETO, Lira. Getúlio (1930-1945): Do governo provisório à ditadura do Estado Novo. São Paulo: Cia das Letras, 2013.

    OLIVEIRA, Josivaldo Pires de Oliveira; LEAL, Luiz Augusto Pinheiro Leal. Capoeira, identidade e gênero: ensaios sobre a história social da capoeira no Brasil. Amazon: eBook Kindle.

    PANDOLFI, Dulce Chaves. Os anos 1930: as incertezas do regime. In: FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lucilia de Almeida Neves. O Brasil Republicano, vol. 2. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009.

    PARANHOS, Adalberto et al. Os desafinados: sambas e bambas no” Estado Novo”. Intermeios, Casa de Artes e Livros, 2015.

    RAMOS, Graciliano. Memórias do Cárcere. Rio de Janeiro: Record, 2020.

    SEVCENKO, Nicolau; NOVAIS, Fernando A. História da Vida Privada no Brasil: República: da Belle Époque à Era do Rádio. Vol.3. São Paulo: Cia das Letras, 1998

    SIQUEIRA, Magno Bissoli. Capítulo VI: Instrumento de política de conciliação. In: ___. Samba e Identidade Nacional. São Paulo: Unesp, 2012.

    SKIDMORE, Thomas E. Brasil : de Getúlio a Castello (1930-64). São Paulo: Companhia das Letras, 2010

    Links

    Diretrizes do Estado Novo (1937 – 1945) > Lista de temas [CPDOC/FGV] Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC). A Era Vargas, anos 20 a 1945. IN: https://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/AEraVargas1/apresentacao

    Trilha Sonora do Episódio

    01. Aquarela do Brasil – Francisco Alves
    02. Quindins de Yaya – Emilinha Borba & Cesar de Almeida
    03. Frenesi – Artie Shaw
    04. Bahia com H – Fancisco Alves
    05. Leva meu Samba – Ataulfo Alves
    06. Morena boca de ouro – Silvio Caldas
    07. Tangerine – jimmy Dorsey & His Orchestra
    08. Cai cai – Joel & Gaúcho
    09. Izaura – Francisco Alves
    10. Filosofia – Noel Rosa
    11. O Samba da minha Terra – Dorival Caymmi
    12. Besame Mucho – Jimmy Dorsey
    13. Zé Marmita – Marlene
    14. Batuque no Morro – Linda Batista
    15. O Guarani – Carlos Gomes
    16. Cadê Zazá (marcha) – Carlos Galhardo
    17. Batatas Fritas – Aurora Miranda
    18. Brasileirinho – Waldir Azevedo
    19. Chica Chica Boom Chic – Carmen Miranda
    20. South American Way – Carmen Miranda
    21. Samba Rasgado – Marlene
    22. O Bonde São Januário – Wilson Batista e Ataulfo Alves
    23. I Yi Yi Yi Yi (I like very much) – Carmen Miranda
    24. Thank you, North America – Carmen Miranda
    25. Ca Room Pa Pa – Carmen Miranda
    26. Maniac (Flashdance) – Michael Sembello
    27. I’m Still Standing – Elton John
    28. Girls just want to have fun – Cyndi Lauper
    29. Billie Jean – Michael Jackson
    30. We Will Rock You – Queen
    31. It’s Not Unusual – Tom Jones
    32. Night Fever – Bee Jeans
    33. Voice of America’s Sons – John Cafferty

    Madrinhas e Padrinhos

    Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Anderson O Garcia,  André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Cláudia Bovo, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Luciano Beraba, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Renata Sanches, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler e ao padrinho anônimo

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    1 hr 47 min

About Fronteiras no Tempo

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Os historiadores C. A. e Beraba, junto com o Estagiário Rodolfo e Willian Spengler, exploram temas sobre o passado humano. A intenção é aproximar o público que gosta de História com a maneira como o conhecimento histórico é pensado e construído. Isso tudo de forma leve e descontraída.