Fronteiras no Tempo

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Fronteiras no Tempo episodes

  • Fronteiras no Tempo: Historicidade #31 Ferrovias e Desenvolvimento na 1ª República
    Em nossa memória coletiva o primeiro período republicano do país é lembrado de forma chapada, sem muitas cores e matizes, cuja vida econômica e a política se resume a simplificação da chamada fase do “café com leite”. Perguntamos: como podemos dar movimento, cor e vida a esse período pensando-o a partir do seu interior? As elites das outras regiões dos Estados Unidos do Brasil aceitaram de forma passiva ao crescimento dos paulistas? E como as ferrovias contribuíram nesse processo? Para responder essa e a outras perguntas recebemos o professor doutor Paulo Roberto de Oliveira (UFOP) no mês de aniversário de 6 anos do Fronteiras no Tempo.
    Nesta Entrevista:
    Entenda como as elites de Goiás, um dos Estados com maior território no país do período, compôs suas alianças com os paulistas. Conheça quais eram as rivalidades e interesses que envolviam a tão cobiçada região central do Brasil e as disputas por hegemonia no mercado interno. Reflita sobre os processos históricos que contribuíram na construção do país nos dias de hoje e compreenda um pouco mais sobre o como se escreve a história.
    40 min
  • Fronteiras no Tempo: Historicidade #31 Ferrovia e Desenvolvimento na 1ª República

    Em nossa memória coletiva o primeiro período republicano do país é lembrado de forma chapada, sem muitas cores e matizes, cuja vida econômica e a política se resume a simplificação da chamada fase do “café com leite”. Perguntamos: como podemos dar movimento, cor e vida a esse período pensando-o a partir do seu interior? As elites das outras regiões dos Estados Unidos do Brasil aceitaram de forma passiva ao crescimento dos paulistas? E como as ferrovias contribuíram nesse processo? Para responder essa e a outras perguntas recebemos o professor doutor Paulo Roberto de Oliveira (UFOP) no mês de aniversário de 6 anos do Fronteiras no Tempo.

    Nesta entrevista:

    Entenda como as elites de Goiás, um dos Estados com maior território no país do período, compôs suas alianças com os paulistas. Conheça quais eram as rivalidades e interesses que envolviam a tão cobiçada região central do Brasil e as disputas por hegemonia no mercado interno. Reflita sobre os processos históricos que contribuíram na construção do país nos dias de hoje e compreenda um pouco mais sobre o como se escreve a história.

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    Currículo Lattes

    Produção do convidado

    OLIVEIRA, P. R. Entre rios e trilhos: as possibilidades de integração econômica de Goiás na Primeira República. CURITIBA – PR: Editora Prismas, 2017

    OLIVEIRA, P. R. Rosa e Gabriel entre o litoral e o interior do Brasil na Primeira República. Nova Economia (UFMG). , v.29, p.651 – 675, 2019.

    Indicações bibliográficas sobre o tema abordado

    CANO, Wilson. Raízes da concentração industrial em São Paulo. Campinas: UNICAMP, 2007.

    CHAUL, Nasr Fayad. Caminhos de Goiás: da construção da decadência aos limites da modernidade. Goiânia: UFG, 1997.

    FURTADO, Celso. Formação econômica do Brasil. Brasília, DF: UNB, 1963.

    MELLO, João  Manuel. O capitalismo tardio. Contribuição à revisão crítica da formação e do desenvolvimento da economia brasileira. São Paulo: Brasiliense, 1998.

    MOTTA, José Flávio. Agonia ou robustez? Reflexões acerca da História Econômica brasileira. Revista de Economia. PUC São Paulo, n. 1, 2009.

    SAES, Flávio Azevedo Marques de. As ferrovias de São Paulo (1870-1914). São Paulo: HUCITEC,1981.

    Expediente 

    Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição:  Talk’nCast; Roteiro e apresentação:  C. A e Beraba.

    Como citar esse episódio

    Citação ABNT

    Fronteiras no Tempo: Historicidade #31 Ferrovias e Desenvolvimento na Primeira República. Locução: Cesar Agenor Fernandes da Silva, Paulo Roberto de Oliveira, Marcelo de Souza Silva.  [S.l.] Portal Deviante, 14/07/2020. Podcast. Disponível: http://www.deviante.com.br/?p=40298&preview=true&aiEnableCheckShortcode=true

    Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram, SPOTIFY, 

    Contato E-mail: [email protected]

    Madrinhas e Padrinhos Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Anderson O Garcia,  André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Cláudia Bovo, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Luciano Beraba, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Renata Sanches, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler e ao padrinho anônimo

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    40 min
  • Fronteiras no Tempo: Historicidade #30 Joana D'Arc

    ‘Eu nunca tive nada com Joana d’Arc, nós só nos encontramos pra passear no parque. Ela me falou dos seus dias de glória e do que não está escrito lá nos livros de história […]”, porém, nós aqui do Fronteiras no Tempo gostamos também de explicar para vocês o que os historiadores estão pesquisando sobre personagens como ela, que foi já retratada de diversas formas na literatura, cinema e, como no caso da citação inicial, em uma música. Personagem emblemática para história francesa, esta guerreira que virou santa tem uma trajetória que até hoje desperta curiosidade e paixões. Para nos levar nessa viagem, chamamos a professora doutora Flávia Amaral (UFVJM). Esta é uma longa história e que não terminou com a execução de Joana D’Arc. (aliás, não custa lembrar que “ontem eu nem a vi, sei que não tenho um álibi, mas eu, eu não matei Joana d’Arc”)

    Neste episódio:

    Entenda a importância de se conhecer a trajetória de Joana D’Arc e as diversas narrativas sobre ela que surgiram na literatura durante os séculos. Conheça o contexto em que ela viveu, especialmente a guerra dos cem anos, com os problemas na sucessão ao trono francês devido às disputas contra os ingleses. Surpreenda-se com as ações de guerra realizadas pela jovem Joana D’Arc, de onde ela alegava vir a inspiração para sua missão e, ainda, como e porque ela conseguiu convencer as pessoas a segui-la. Por fim, entenda quais valores e normas ela quebrou e que a levaram a ser condenada à morte. *Este episódio é patrocinado pelo CAMBLY

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    Flávia Amaral

    e-mail: [email protected]

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    Produção da convidada

    Artigos acadêmicos

    AMARAL, F. Guerra dos Cem Anos e Cruzadas: a literatura entre a verdade dos fatos e a verdade do sentido. Em tempo de Histórias, v. 35, p. 84-103, 2020.

    AMARAL, F.; BOVO, C. R. ; SILVA, C. G. . Do verso à prosa: o potencial histórico dos romances de Cavalaria – séculos XII a XIV. História e Cultura, v. 2, p. 1-28, 2013.  

    AMARAL, F.. História, Revolução e Ressignificação: Joana d?Arc na historiografia francesa da primeira metade do século XIX. AEDOS: REVISTA DO CORPO DISCENTE DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA DA UFRGS (ONLINE), v. 3, p. 111-127, 2011.  

    AMARAL, F.. Pecado, Penitência e Ordenamento Social no Romance de Melusina. SIGNUM – REVISTA DA ABREM, v. 11, p. 159-182, 2010.

    AMARAL, F.. Linhagem, território e memória na Idade Média: o exemplo do Romance de Melusina. Escritas (Goiânia), v. 1, p. 11-36, 2008. Livros e

    Capítulos de Livros

    AMARAL, F.. História científica e verdade sobre Joana dÁrc. In: NEMI, Ana; ALMEIDA, Néri de Barros; PINHEIRO, Rossana. (Org.). A construção da narrativa histórica – séculos XIX e XX. 1ed.Campinas: Unicamp, 2014, v. , p. 157-178

    AMARAL, F.. Os Evangelhos Apócrifos e as Cantigas de Santa Maria. In: Angela Vaz Leão. (Org.). Novas Leituras, Novos Caminhos – Cantigas de Santa Maria de Afonso X, o Sábio. 1ed.Belo Horizonte: Veredas e Cenários, 2009, v. , p. 15-35.

    Indicações bibliográficas sobre o tema

    BEAUNE, Colette. Joana d’Arc. Trad. Marcos Flamínio Peres. São Paulo: Globo, 2006.

    CASTOR, Helen. Joana d’Arc – A surpreendente história da heroína que comandou o exército francês. São Paulo: Gutenberg, 2018.

    PERNOUD, Régine. Joana D’Arc, a mulher forte. São Paulo: Paulinas, 1996.

    Expediente  Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição:  Talk’nCast; Roteiro e apresentação:  Beraba

    Como citar esse episódio

    Citação ABNT

    Fronteiras no Tempo: Historicidade #30 Joana D’Arc. Locução: Marcelo de Souza e Silva, Flávia Aamaral [S.l.] Portal Deviante, 30/06/2020. Podcast. Disponível: http://www.deviante.com.br/?p=40054&preview=true&aiEnableCheckShortcode=true

    Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram, SPOTIFY, 

    Contato E-mail: [email protected]

    Madrinhas e Padrinhos Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Anderson O Garcia,  André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Cláudia Bovo, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Luciano Beraba, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Renata Sanches, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler e ao padrinho anônimo

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    50 min
  • Fronteiras no Tempo: Historicidade #30 Joana D’Arc
    'Eu nunca tive nada com Joana d'Arc, nós só nos encontramos pra passear no parque. Ela me falou dos seus dias de glória e do que não está escrito lá nos livros de história [...]", porém, nós aqui do Fronteiras no Tempo gostamos também de explicar para vocês o que os historiadores estão pesquisando sobre personagens como ela, que foi já retratada de diversas formas na literatura, cinema e, como no caso da citação inicial, em uma música. Personagem emblemática para história francesa, esta guerreira que virou santa tem uma trajetória que até hoje desperta curiosidade e paixões. Para nos levar nessa viagem, chamamos a professora doutora Flávia Amaral (UFVJM). Esta é uma longa história e que não terminou com a execução de Joana D'Arc. (aliás, não custa lembrar que "ontem eu nem a vi, sei que não tenho um álibi, mas eu, eu não matei Joana d'Arc")

    Neste episódio: 
    Entenda a importância de se conhecer a trajetória de Joana D'Arc e as diversas narrativas sobre ela que surgiram na literatura durante os séculos. Conheça o contexto em que ela viveu, especialmente a guerra dos cem anos, com os problemas na sucessão ao trono francês devido às disputas contra os ingleses. Surpreenda-se com as ações de guerra realizadas pela jovem Joana D'Arc, de onde ela alegava vir a inspiração para sua missão e, ainda, como e porque ela conseguiu convencer as pessoas a segui-la. Por fim, entenda quais valores e normas ela quebrou e que a levaram a ser condenada à morte.
    50 min
  • Fronteiras no Tempo #49 Independência dos EUA
    A independência da primeira colônia das Américas foi um dos fatos mais importantes da história moderna e nós aqui no Fronteiras não poderíamos deixar de tratar desse tema. O surgimento da nação estadunidense já nos foi narrada em inúmeras peças da cultura pop, filmes, desenhos animados, músicas... mas que história foi essa? Por que os homens da independência escreviam nos documentos liberty e não freedom? Quais foram as causas e as consequências desse movimento? Afinal, o que nós, os demais americanos, podemos aprender estudando a independência dos Estados Unidos? Para conversar sobre estas e outras questões, tivemos o prazer em receber nossos amigos Willian Spengler e Marcos Sorrilha, e foi no perfil do Instagram dele que encontramos essa citação para convidá-los a virem conosco em mais essa viagem.:“Não há nada melhor que possa merecer o seu apoio do que a promoção da ciência e da literatura. Em todos os países, o conhecimento é a base mais segura da felicidade pública” (George Washington, 1790)
    Neste Episódio
    Entenda como se deu a colonização das regiões da América do Norte, como era o modelo de colonização britânico e quais comparações podemos fazer com os modelos ibéricos aplicados nas outras regiões americanas. Conheça quem eram os colonizadores, quais atividades desenvolviam, como sua religião influenciou no processo. Reflita conosco sobre as causas da independência, desde as várias guerras que a precederam até as ações do governo britânico que foram criando cada vez mais rusgas entre ingleses e americanos. Entenda como cresceram as ideias de liberdade e direitos entre os cidadãos das colônias e como este processo que os tornou americanos, fazendo da ideia de independência algo irrefutável. Por fim, conheça as nuances das guerras de independência e as dinâmicas políticas entre as ex-colônias para a criação da federação que hoje conhecemos como Estados Unidos da América.
    *Este episódio é patrocinado pelo CAMBLY
    1 hr 45 min
  • Fronteiras no Tempo #49: Independência dos EUA

    A independência da primeira colônia das Américas foi um dos fatos mais importantes da história moderna e nós aqui no Fronteiras não poderíamos deixar de tratar desse tema. O surgimento da nação estadunidense já nos foi narrada em inúmeras peças da cultura pop, filmes, desenhos animados, músicas… mas que história foi essa? Por que os homens da independência escreviam nos documentos liberty e não freedom? Quais foram as causas e as consequências desse movimento? Afinal, o que nós, os demais americanos, podemos aprender estudando a independência dos Estados Unidos? Para conversar sobre estas e outras questões, tivemos o prazer em receber nossos amigos Willian Spengler e Marcos Sorrilha, e foi no perfil do Instagram dele que encontramos essa citação para convidá-los a virem conosco em mais essa viagem.:“Não há nada melhor que possa merecer o seu apoio do que a promoção da ciência e da literatura. Em todos os países, o conhecimento é a base mais segura da felicidade pública” (George Washington, 1790)

    Neste episódio

    Entenda como se deu a colonização das regiões da América do Norte, como era o modelo de colonização britânico e quais comparações podemos fazer com os modelos ibéricos aplicados nas outras regiões americanas. Conheça quem eram os colonizadores, quais atividades desenvolviam, como sua religião influenciou no processo. Reflita conosco sobre as causas da independência, desde as várias guerras que a precederam até as ações do governo britânico que foram criando cada vez mais rusgas entre ingleses e americanos. Entenda como cresceram as ideias de liberdade e direitos entre os cidadãos das colônias e como este processo que os tornou americanos, fazendo da ideia de independência algo irrefutável. Por fim, conheça as nuances das guerras de independência e as dinâmicas políticas entre as ex-colônias para a criação da federação que hoje conhecemos como Estados Unidos da América.

    *Este episódio é patrocinado pelo CAMBLY

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    Mencionado no Episódio

    Canal do Marcos Sorrilha

    Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, SPOTIFY, Instagram

    Contato [email protected]

    Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Vitrine:  Augusto Carvalho, Edição: Adriano João

    Como citar esse episódio

    Citação ABNT

    Fronteiras no Tempo #49 Independência dos EUA. Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva, Marcos Sorrilha Pinheiro, Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 17/06/2020. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/fronteiras-no-te…endencia-dos-eua/

    Material Complementar

    Podcasts

    Fronteiras no Tempo #32 – A Revolução Francesa: https://fronteirasnotempo.com/fronteiras-no-tempo-32-a-revolucao-francesa/

    Fronteiras no Tempo – Historicidade #20 – Thomas Jefferson, o advogado:  https://fronteirasnotempo.com/fronteiras-no-tempo-historicidade-20-thomas-jefferson-o-advogado/

    [PILOTO] Fronteiras no Tempo: Pequenas Histórias #00 – Revolução Francesa https://www.deviante.com.br/podcasts/piloto-fronteiras-no-tempo-pequenas-historias-00-revolucao-francesa/

    Livros, capítulos de livros e artigos

    AQUINO, Rubim Santos Leão de. História das Sociedades Americanas. Rio de Janeiro: Record, 2010.

    ARMITAGE, David. “The Declaration of Independence in World Context.”. OAH Magazine of History, vol. 18, no. 3 (April 2004), 61-66. Disponível em https://academic.oup.com/maghis/article-abstract/18/3/61/1034944

    ARMITAGE, David. Declaração de Independência: uma história global. São Paulo: Companhia das Letras, 2011. 264p.

    BAILYN, Beranrd. Fontes e Tradições. In: ___. As Origens Ideológicas da Revolução Americana. Bauru: Edusc, 2003, p. 41-66.

    COGLIANO, Francis. The Imperial Crisis. In: ____. Revolutionary America, 1763-1815: A Political History. 3a ed, New York: Routledge, 2016, 27p.

    KARNAL, Leandro. Estados Unidos: da Colônia à Independência. São Paulo: Contexto, 1990.

    LIMONGI, Fernando Papaterra. “O Federalista”: remédios republicanos para males republicanos. In: WEFFORT, Francisco (org). Os Clássicos da Política. v.1. São  Paulo: Ática, 1993, p. 243 – 255.

    MAIER, Pauline. American Scripture: making the declaration of Independence. New York: Vintage Books, 1997.

    NARO, Nancy Priscilla S. A formação dos Estados Unidos. São Paulo: Atual, 1987.

    RÉMOND, René. História dos Estados Unidos. São Paulo: Martins Fontes, 1989.

    RICHARDS, David A. J. A Intenção dos Fundadores e a Interpretação Constitucional. In: BERLOWITZ, Leslie; DONOGHUE, Denis; MENAND, Louis. A América em Teoria. Rio de Janeiro: Forense Universitária, p. 24 – 49.

    SELLERS, MAY e McMILEN. Uma Reavaliação da História dos Estados Unidos. Rio de Janeiro: Zahar, 1985.

    TAYLOR, Alan. Republics. In: ____. American Revolutions: A Continental History. New York: W.W. Norton, 2016, 22p.

    Sugestão de filmes

    O Patriota. Trailer disponível em https://www.youtube.com/watch?v=P5u1am7pmrw

    O Último dos Moicanos. Trailer disponível em https://www.youtube.com/watch?v=Ztx_gmZDLO4

    A Revolução. Trailer disponível em https://www.youtube.com/watch?v=avCXb58GNRU

    1776. Trailer disponível em https://www.youtube.com/watch?v=neXdVJNZRg0

    Filhos da Liberdade. Trailer disponível em https://www.youtube.com/watch?v=GYOn20T8lE4

    John Adams. Trailer disponível em https://www.youtube.com/watch?v=GEtajI8Tmsw

    Jefferson em Paris. Trailer disponível em https://www.youtube.com/watch?v=oTpFci6HNgA

    The Crossing. Trailer disponível em https://www.youtube.com/watch?v=jSxe9le3Da4

    Sugestão de vídeos

    Yankee Doodle Bugs,do Pernalonga. Disponível em https://www.dailymotion.com/video/x7u6wkg

    América – A Saga dos EUA, do History Channel. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=MnBii1GoEx8&list=PLfNlc9-a0AD4NcqRAjupJEhyI2c3CmqP9

    História dos EUA, por Marcos Sorrilha Pinheiro. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=sokMc4r-Wlw&list=PLzgFbHithf-H21qa4O7tnqkyzDicmzCdF

    Hamilton – Battle Of Yorktown. Disponível em  https://www.youtube.com/watch?v=8odeMTS-sLg

    Sugestão de links

    O que você precisa saber sobre a guerra de independência dos EUA: https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/Historia/noticia/2019/07/o-que-voce-precisa-saber-sobre-guerra-de-independencia-dos-estados-unidos.html

    Escravidão e liberdade: o paradoxo americano. https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40142000000100007

    A Declaração de Independência dos EUA. http://www.uel.br/pessoal/jneto/gradua/historia/recdida/declaraindepeEUAHISJNeto.pdf

    Um Esboço da História Americana. https://photos.state.gov/libraries/amgov/30145/publications-portuguese/OutlineofUSHistory_Portuguese.pdf

    O constitucionalismo nos EUA. https://www.unigran.br/dourados/revista_juridica/ed_anteriores/23/artigos/artigo04.pdf

    História da América: das independências aos desafios do limiar do séc. XXI. http://repositorio.unicentro.br:8080/jspui/bitstream/123456789/862/5/HIST%C3%93RIA%20DA%20AM%C3%89RICA%20-%20DAS%20INDEPEND%C3%8ANCIAS%20AOS%20DESAFIOS.pdf

    As grandes revoluções do séc. XVIII e o Iluminismo. http://faef.revista.inf.br/imagens_arquivos/arquivos_destaque/2nwjMOpLyWln7m3_2018-10-6-10-38-31.pdf

    Thomas Paine revisitado. http://www.iea.usp.br/publicacoes/textos/florenzanothomaspaine.pdf

    Sugestão de games:

    Age of Empires III. Trailer disponível em https://www.youtube.com/watch?v=SSempPDd3ck

    Empire Total War. .Trailer disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=Yrmsh54J-nA

    Assassin’s Creed 3. Trailer disponível em https://www.youtube.com/watch?v=-pUhraVG7Ow

    Trilha Sonora do Episódio (em ordem de execução)

    01 – James Brown – Living in America
    02 – Bruce Springsteen – Born in the U.S.A.
    03 – Grateful Dead – U.S Blues
    04 – U2 – American Soul
    05 – Cimorelli – Made in America
    06 – Rihanna – American Oxygen
    07 – Native American Song – Shaman
    08 – Native American Song – Indian War Chant
    09 – Sacred Spirit – Ly O Lay Ale Loya (The Counterclockwise Circle Dance)
    10 – U2 – The Hands that Built America
    11 – Brooks & Dunn – Only in America
    12 – Toby Keith – Courtesy of the Red, White and Blue (The Angry American)
    13 – Woody Guthrie – This Land is Your Land
    14 – John Williams – The patriot (Main Theme)
    15 – Elvis Presley – An American Trilogy
    16 – 38th Army Band- Yankee Doodle | American Patriotic Song
    17 – Papa Roach – American Dreams
    18 – David Bowie – I’m Afraid of American
    19 – Aaron Tippin – Where The Stars And Stripes and The Eagle Fly
    20 – The Jazz Ambassadors – America the Beautiful
    21 – Neil Diamond – America
    22 – The Jazz Ambassadors – Sing Sing Sing
    23 – Carmen Miranda & Mário Reis – Alô… Alô
    24 – Tears For Fears – Everybody Wants To Rule The World

    Madrinhas e Padrinhos

    Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Anderson O Garcia,  André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Cláudia Bovo, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Luciano Beraba, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Renata Sanches, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler e ao padrinho anônimo

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    1 hr 46 min
  • Fronteiras no Tempo: Historicidade #29 Ação Integralista Brasileira
    A Ação Integralista Brasileira (AIB) foi um movimento político organizado que teve seu ciclo de vida original na década de 30 do século XX. Em seu período original de existência teve penetração em diferentes camadas sociais da sociedade brasileira, tendo adesão de intelectuais de diferentes áreas do saber, clérigos, líderes de movimentos populares, militares, entre tantos outros. É justamente sobre a trajetória histórica desde movimento, incluindo suas releituras, que recebemos pela segunda vez o Prof. Dr. Rodrigo Chistofoletti.
    40 min
  • Fronteiras no Tempo: Historicidade #29 Ação Integralista Brasileira

    A Ação Integralista Brasileira (AIB) foi um movimento político organizado que teve seu ciclo de vida original na década de 30 do século XX. Em seu período original de existência teve penetração em diferentes camadas sociais da sociedade brasileira, tendo adesão de intelectuais de diferentes áreas do saber, clérigos, líderes de movimentos populares, militares, entre tantos outros. É justamente sobre a trajetória histórica desde movimento, incluindo suas releituras, que recebemos pela segunda vez o Prof. Dr. Rodrigo Chistofoletti.

    Neste episódio:

    Entenda quais eram as principais bandeiras políticas e sociais da AIB, quem foram os intelectuais e líderes políticos que participaram de sua formulação e agiram politicamente. Descubra as relações entre os membros da AIB com o Fascismo italiano e, também, com Getúlio Vargas e, sobretudo, surpreende-se com as releituras e reorganizações da AIB ao longo do século XX e entenda a trajetória da direita conservadora no Brasil até os nossos dias.

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    Rodrigo Christofoletti

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Currículo Lattes

    Mencionado no Episódio

    Fronteiras no Tempo: Historicidade #2: Patrimônio Histórico e Cultural

    Fronteiras no Tempo #41 A Era Vargas parte 1: A Revolução de 1930

    Fronteiras no Tempo: Historicidade #28 História, Economia e Café

    Fronteiras no Tempo #48 A Era Vargas parte 2: 1930-1937

    Produção do convidado

    Livros e artigos 

    CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. O integralismo do pós guerra: jornal de si mesmo?. In: Leandro Pereira Gonçalves e Renata Duarte Simões. (Org.). Entre tipos e recortes: histórias da imprensa integralista Vol 3. 1ed.Rio de Janeiro: Autografia, 2019, v. 1, p. 219-248.

    CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. A ENCICLOPÉDIA DO INTEGRALISMO FRENTE A EDUCAÇÃO, ESTÉTICA E POÉTICA: CIÊNCIAS DA MENTE E DO CORPO. Domínios da Imagem, v. 10, p. 113-132, 2016.

    CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. Rapsódia Verde: as comemorações do jubileu de prata integralista e a manutenção de seu passado / presente (1957-1958). Revista Brasileira de História (Impresso), v. 61, p. 98-124, 2011.

    CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. ” Gumercindo Rocha Dórea: guardião controvertido da memória integralista no pós-guerra”. Revista Ágora (Vitória), v . 7, p. 01-26, 2011.

    CHRISTOFOLETTI, Rodrigo; GONCALVES, L. ; SIMOES, R. D. . Integralismo e carictarura de si mesmo: apontamentos sobre um projeto de análise das caricaturas integralistas no pós guerra (1945-1964). In: Leandro Pereria Gonçalves e Renata Duarte Simões. (Org.). Entre tipos e recortes: história da imprensa integralista – vol. 2 (2ª edição). 2ed.Porto Alegre: ediPURS, 2017, v. 1, p. 435-462.

    CAMPOS, M. T. A. ; DOTTA, Renato Alencar ; CHRISTOFOLETTI, Rodrigo . Idiossincrasias no canto da estante: a Enciclopédia do Integralismo como objeto de estudo. In: Maria Cristina Arruda Campos, Renato Alencar Dotta. (Org.). Dos papéis de Plínio: contribuições do Arquivo de Rio Claro para a historiografia brasileira. 1ed.Rio Claro- SP: Oca Editora Ltda, 2013, v. 1, p. 155-168.

    CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. Retomando questões esquecidas ? a análise de alguns jornais de grande circulação e suas críticas ao integralismo dos anos 1950. In: GONÇALVES, Leandro & SIMÕES, Renata Soares. (Org.). Entre tipo e recortes: histórias da imprensa integralista – Vol. 2. 11ed.Guarapuava- PR: , 2012, v. 1, p. 234-256.

    CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. Integralismo: caricatura de si mesmo. Apontamentos sobre um projeto de análise das caricaturas integralistas do pós-guerra (1946 -1965). In: Leandro Pereira Gonçalves; Renata Duarte Simões. (Org.). Entre tipos e recortes: histórias da imprensa integralista. 1ed.Guaiba – RS: EDITORA SOB MEDIDA, 2011, v. 1, p. 356-378.

    CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. Breves comentários sobe a historiografia do integralismo no pós-guerra e o cinquentenário da publicação da Enciclopédia do Integralismo. In: Gielda Brito Silva, Leandro Pereria Gonçalves e Mauricio B. Alvarez Parada. (Org.). Histórias da Política autoritária: Integralismos, Nacional Sindicalismos, Nazismo, Fascismos. 1ed.Recife: Editora da UFRPE, 2010, v. 1, p. 365-386.

    CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. Um passado que não queria passar: contradições sobre o projeto de nação dos integralistas no período pós-guerra e os usos de sua memória.. In: FERREIRA, Marieta de Moraes.. (Org.). Memória e Identidade Nacional. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2010, v. 1, p. 303-326.

    CHRISTOFOLETTI, Rodrigo; SILVA, G. B. . Integralismo Proh Puder! A crítica da grande imprensa frente ás comemorações dos 25 anos do Integralismo. In: Giselda Brito da Silva. (Org.). Estudos do Integralismo no Brasil. 1ed.Recife – PE: Editora Universitária da UFRPR, 2009, v. 1, p. 183-197.

    CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. A publicação da Enciclopédia do Integralismo: reavaliação sombólica de um movimento. In: Giselda Brito. (Org.). Novos estudos sobre o integralismo no Brasil. Curitiba: , 2006, v. , p. -.

    CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. Política do cômico: as caricaturas integralistas do pós guerra. In: III Congresso internacional do Núcleo de estudos das Américas, 2012, Rio de Janeiro. Anais do III Congresso internacional do NUCLEAS. Rio de Janeiro: UERJ, 2012. v. 1. p. 45-56.

    CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. Biografias coletivas: as três gerações da Enciclopédia do Integralismo (1957-1958). In: XVI Simpósio nacional de Hsitória, 2011, são paulo. XVI Simpósio nacional de Hsitória: Anpuh 50 anos. São Paulo: Anpuh, 2011. v. 1. p. 1-13.

    CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. Versões de um integralista: conversas com Gumercindo Rocha Dórea. In: I Simpósio Internacional de História do Tempo Presente, 2011, Florianópolis – SC. Anais do I Simpósio Internacional de História do Tempo Presente. Florianopolis – SC: UDESC, 2011. v. 1. p. 1553-1566.

    CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. Memórias do esquecimento: o cinqüentenário da Enciclopédia do Integralismo ? um compêndio que visava reavivar memórias.. In: XXIV Simpósio anacional da Anpuh. – São leopoldo – 2007, 2007, São Leopoldo- RS. Anais do XXIV Simpósio Nacional de História. São leopoldo – RS: UNISINOS EDITORA, 2007. v. 56. p. 43-54.

    CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. Doutrinação em verbetes: o anacronismo da EI. In: II Encontro Nacional de Pesquisadores do Integralismo, 2003, Porto Alegre – RS. Anais do II Encontro dos Pesquisadores do Integralismo, 2003.

    CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. As celebrações do jubileu de prata integralista: um tragicôico deja vu?. In: VIII Encontro Regional de História do Paraná, 2002, Curitiba. VIII Encontro Regional de História do Paraná: 150 anos de Paraná. História e Historiografia. Curitiba: Aos quatro ventos, 2002. v. 1. p. 62.

    CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. A face intelectualizada do novo verde: a Enciclopédia do Integralismo como suporte de auto-afirmação democrática.. In: XIII Simpósio: Autoritarismo, Repressão e Memória, 2001, Vitória. Anais do XIII Simpósio: Autoritarismo, Repressão e Memória: Departamento de História da UFES e Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro. Vitória: Centro de Ciencias Humanas e Naturais da UFES, 2001. v. 1. p. 33.

    CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. Reestruturação simbólica de um movimento: o integralismo está de volta!. In: XIX Semana de História da UNESP – Assis O olhar historiográfico dos anos 90, 2001, Assis – SP. Anais do XIX Semana de História da UNESP – Assis O olhar historiográfico dos anos 90. Assis: gRÁFICA DA UNESP – Assis, 2001. p. 57.

    CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. A Enciclopédia do Integralismo e a invenção de um novo projeto de Nação no Brasil dos anos 50 e 60. In: XXI Simpósio Nacional de História – Anpuh, 2001. Anais do XXI Simpósio Nacional de História – Anpuh. Niterói- RJ: Anpuh, 2001. v. 1. p. 112.

    CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. O novo/velho integralismo: mistica e cultura política na EI.. In: XIX SEMANA de História da UNESP – Assis, 2001, Assis. Anais da XIX Semana de História da Unesp – Assis. Assis: Gráfica da UNESP – Assis, 2001. p. 12.

    Indicações bibliográficas sobre o tema abordado

    BERTONHA, João Fábio. Bibliografia orientativa sobre o integralismo: 1932-2007. Jaboticabal: Funep, 2010.

    BERTONHA, João Fábio. Integralismo. Problemas, perspectivas e questões historiográficas. Maringá, PR: EdUEM, 2014.

    BERTONHA, João Fábio. Plínio Salgado. Biografia política (1895-1975). São Paulo: Edusp, 2018b.

    CALIL, Gilberto Grassi. Integralismo e Hegemonia burguesa: a intervenção do PRP na política brasileira (1945-1965). Cascavel: Edunioeste, 2010.

    CALIL, Gilberto Grassi. O integralismo no pós-guerra – A formação do PRP (1945-1950). Porto Alegre: EDIPUCRS, 2001.

    CARNEIRO, Márcia Regina da Silva Ramos. Do Sigma ao Sigma – entre a anta, a águia, o leão e o galo – a construção de memórias integralistas. 2007. Tese (Doutorado em História) – Universidade Federal Fluminense, Niterói, RJ, 2007.

    CAVALARI, Rosa Maria Feiteiro. Integralismo – ideologia e organização de um partido de massa no Brasil (1932-1937). São Paulo: EDUSC, 1999.

    CHASIN, José. O Integralismo de Plínio Salgado: forma de regressividade no capitalismo hiper-tardio. São Paulo, Livraria Editora Ciências Humanas, 1978.

    CHAUÍ, Marilena. “Apontamentos para uma crítica da Ação Integralista Brasileira”. In: CHAUÍ, M & FRANCO, Maria Sylvia Carvalho. Ideologia e Mobilização popular. 2ª ed. RJ, Paz e Terra/ CEDEC, 1978.

    CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. As celebrações do Jubileu de Prata (1957-1961). Unesp, 2001, Ver: p.108 nota 236.

    CYTRYNOWICZ, Roney. “Integralismo e política regional. O Integralismo no Maranhão (1933-37)”. Revista Brasileira de História, 2001, nº40, pp.277-286.

    DOTTA, Renato Alencar Elementos verdes: os integralistas brasileiros vigiados pelo DOPS-SP (1938-1981). 2016. Tese (Doutorado em História) – Universidade de São Paulo, 2016.

    DOTTA, Renato Alencar. Sob o martelo e o sigma: o sindicalismo integralista dos anos 1930. Dissertação de Mestrado. FFLCH. USP. 2002.

    DOTTA, Renato Alencar; POSSAS, Lidia Maria Vianna; CAVALARI, Rosa Maria Feiteiro (org.). Integralismo: novos estudos e reinterpretações. Rio Claro, SP: Arquivo Público e Histórico de Rio Claro, 2004.

    GONÇALVES, Leandro Pereira. Do fascismo ao conservadorismo católico: a trajetória de Plínio Salgado. In: FERREIRA, Jorge; CARLONI, Karla. (Org.). A República no Brasil: trajetórias de vida entre a democracia e a ditadura. Niterói: Eduff, 2019, p. 121-163.

    GONÇALVES, Leandro Pereira; CALDEIRA NETO, Odilon. O corporativismo e a tríade integralista: Miguel Reale, Plínio Salgado e Gustavo Barroso. In: ABREU, Luciano Aronne de; VANNUCCHI, Marco Aurélio. (Org.). Corporativismos ibérios e latino-americanos. Porto Alegre: EdiPUCRS, 2019, p. 209-238.

    GONÇALVES, Leandro Pereira; SIMÕES, Renata Duarte (org.). Entre tipos e recortes: histórias da imprensa integralista. Rio de Janeiro: Autografia, 2019. v. 3.

    NASSER, David. A revolução dos covardes: diários secretos de Severo Fournier – reportagens políticas e ordens de censura do Ditador. São Paulo, 2ª ed. Gráfica Cruzeiro, 1947.

    POSSAS, Lídia Maria Viana. O trágico 3 de Outubro – estudo histórico de um evento. Dissertação de mestrado – FCL- Unesp – Assis, 1992.

    RAGO, Filho Antônio. ‘Posfácio’: O Integralismo de P. Salgado de J. Chasin. SP: Ad Hominem, 1999. 2ª ed.

    SILVA, Giselda Brito (org.). Estudos do integralismo no Brasil. 2. ed. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2016.

    SILVA, Giselda Brito, GONÇALVES, Leandro Pereira & PARADA, Mauricio. (Orgs). Histórias da Política Autoritária: integralismo, nacional sindicalismo, nazismo e fascismos. Editora UFRPE,2010.

    SILVA, Hélio. 1938 – Terrorismo em campo verde. RJ, Civilização Brasileira, 1971.

    TANAGINO, Pedro Ivo Dias. A síntese integral: a teoria do integralismo na obra de Miguel Reale (1932-1939). 2018. Tese (Doutorado em História) – Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, MG, 2018.

    TRINDADE, Hélgio. A tentação fascista no Brasil: imaginário de dirigentes e militantes integralistas. Porto Alegre: UFRGS, 2016.

    TRINDADE, Hélgio. Integralismo (o fascismo brasileiro na década de 30). São Paulo, UFRGS/DIFEL, 1974.

    VASCONCELLOS, Gilberto. A ideologia curupira. São Paulo, Difel, 1978.

    VICTOR, Rogério Lustosa. O labirinto integralista: o conflito de memórias (1938-1962). Goiânia: IFITEG Editora/Ed. América, 2013.

    Expediente 

    Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição:  Talk’nCast; Roteiro e apresentação:  Beraba

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    Madrinhas e Padrinhos

    Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Anderson O Garcia,  André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Cláudia Bovo, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Renata Sanches, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler e ao padrinho anônimo

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    40 min
  • Fronteiras no Tempo #48 A Era Vargas parte 2: 1930-1937
    Voltamos a falar da Era Vargas! Neste segundo episódio abordamos o período de 1930 a 1937, logo após o movimento que deu fim à primeira república e no qual Vargas se tornou presidente, primeiro provisório, depois constitucional. Foram anos conturbados em que os anseios de setores variados da sociedade estavam em jogo: operários em luta por direitos, militares em busca de modernização, classes médias, industriais, profissionais liberais, intelectuais, todos tinham um projeto de país que ansiavam ver realizado. Vargas se tornou a figura central nesse processo, fazendo as negociações com estes grupos tão distintos, mas também perseguindo e prendendo oponentes, fazendo alianças odiosas com quem quer que lhe pudesse garantir o poder, inclusive com os fascistas brasileiros da década de 1930. Venham conhecer essa história intrigante e refletir conosco sobre seus impactos no Brasil até hoje.
    Neste Episódio:
    Descubra como se deu o processo de estabelecimento do governo provisório e como ele foi, aos poucos, deixando marcas indeléveis na estrutura política nacional pós-1930. Surpreenda-se com as movimentações políticas que desembocaram em uma guerra civil entre os paulistas e o resto do país em 1932. Conheça os principais grupos daquela época e suas formas de atuação: comunistas, liberais e integralistas. Compreenda como Vargas consolidou seu poder e se tornou presidente oficial em 1934, mesmo ano em que começou a valer uma nova constituição. Por fim, entenda como ele conseguiu criar condições para dar um golpe em 1937, quem ele perseguiu, com quais argumentos e quais as consequências. Venham nessa viagem no tempo para conhecer esta que é das mais importantes e controversas épocas da nossa história.
    1 hr 18 min
  • Fronteiras no Tempo #48 A Era Vargas parte 2: 1930-1937

    Voltamos a falar da Era Vargas! Neste segundo episódio abordamos o período de 1930 a 1937, logo após o movimento que deu fim à primeira república e no qual Vargas se tornou presidente, primeiro provisório, depois constitucional. Foram anos conturbados em que os anseios de setores variados da sociedade estavam em jogo: operários em luta por direitos, militares em busca de modernização, classes médias, industriais, profissionais liberais, intelectuais, todos tinham um projeto de país que ansiavam ver realizado. Vargas se tornou a figura central nesse processo, fazendo as negociações com estes grupos tão distintos, mas também perseguindo e prendendo oponentes, fazendo alianças odiosas com quem quer que lhe pudesse garantir o poder, inclusive com os fascistas brasileiros da década de 1930. Venham conhecer essa história intrigante e refletir conosco sobre seus impactos no Brasil até hoje.

    Neste episódio:

    Descubra como se deu o processo de estabelecimento do governo provisório e como ele foi, aos poucos, deixando marcas indeléveis na estrutura política nacional pós-1930. Surpreenda-se com as movimentações políticas que desembocaram em uma guerra civil entre os paulistas e o resto do país em 1932. Conheça os principais grupos daquela época e suas formas de atuação: comunistas, liberais e integralistas. Compreenda como Vargas consolidou seu poder e se tornou presidente oficial em 1934, mesmo ano em que começou a valer uma nova constituição. Por fim, entenda como ele conseguiu criar condições para dar um golpe em 1937, quem ele perseguiu, com quais argumentos e quais as consequências. Venham nessa viagem no tempo para conhecer esta que é das mais importantes e controversas épocas da nossa história.

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    Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Vitrine:  Augusto Carvalho, Edição: Adriano João

    Material Complementar

    Livros e Artigos Acadêmicos

    RAMOS, Graciliano. Memórias do Cárcere. Rio de Janeiro: Record, 2020.

    CANDIDO, Antonio. A revolução de 1930 e a cultura. Novos estudos CEBRAP, v. 2, n. 4, p. 27-35, 1984.

    CARONE, Edgar. A República Velha no Brasil II (evolução política). São Paulo: Difusão Europeia do livro, 1971

    CARVALHO, José Murilo de. Formação das almas. São Paulo: Cia das Letras, 1990

    Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC). A Era Vargas, anos 20 a 1945. IN: https://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/AEraVargas1/apresentacao

    FAUSTO, Boris. A revolução de 1930: história e historiografia. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.

    FERREIRA, Jorge. Trabalhadores do Brasil. O imaginário popular. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1997.

    FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lucilla de Almeida Neves (org.). O Brasil Republicano: o tempo do liberalismo oligárquico. 3.ed. São Paulo: Civilização Brasileira, 2008

    FERREIRA, Marieta de Moraes; PINTO, Surama Conde Sá. A crise dos anos 1920 e a Revolução de 1930. FERREIRA, Jorge e DELGADO, Lucília de Almeida Neves. (org.). O Brasil Republicano: o tempo do liberalismo oligárquico. 3.ed. São Paulo: Civilização Brasileira, 2008, p. 387, 1930.

    GOMES, Ângela Maria de Castro. “A representação de classes na Constituinte de 1934”. Revista de Ciência Política, v. 21, n. 3, p. 53-116, 1978.

    LANNA JÚNIOR, Mario Cléber Martins. Tenentismo e crises políticas na Primeira República. In: FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lucilla de Almeida Neves (org.). O Brasil Republicano: o tempo do liberalismo oligárquico. 3.ed. São Paulo: Civilização Brasileira, 2008, p.313-350

    LEAL, Victor Nunes. Coronelismo, enxada e voto. 7. ed. São Paulo: companhia das letras, 2012.

    LOVE, Joseph LeRoy. O regionalismo gaúcho e as origens da Revolução de 1930. São Paulo: Perspectiva, 1975.

    MENDONÇA, Sônia Regina de. Estado e sociedade: a consolidação da república oligárquica. IN: LINHARES, M. Y. (org.). História Geral do Brasil: Rio de Janeiro: Campus, 1990.

    NETO, Lira. Getúlio (1930-1945): Do governo provisório à ditadura do Estado Novo. São Paulo: Cia das Letras, 2013.

    PAIXÃO, Cristiano. Direito, política, autoritarismo e democracia no Brasil: da Revolução de 30 à promulgação da Constituição da República de 1988. Araucaria, v. 13, n. 26, 2011.

    PANDOLFI, Dulce Chaves. Os anos 1930: as incertezas do regime. In: FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lucilia de Almeida Neves. O Brasil Republicano, vol. 2. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009.

    REIS, Daniel Aarão. Luís Carlos Prestes: um revolucionário entre dois mundos. São Paulo: Cia das Letras, 2014.

    SKIDMORE, Thomas E. Brasil : de Getúlio a Castello (1930-64). São Paulo: Companhia das Letras, 2010

    SKIDMORE, Thomas E. Brasil : de Getúlio a Castello (1930-64). São Paulo: Companhia das Letras, 2010

    VERISSIMO, Erico. Incidente em Antares. 54.ed. São Paulo: Globo, 2001.

     

    Madrinhas e Padrinhos

    Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Anderson O Garcia,  André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Cláudia Bovo, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Renata Sanches, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler e ao padrinho anônimo

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    1 hr 18 min

About Fronteiras no Tempo

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Os historiadores C. A. e Beraba, junto com o Estagiário Rodolfo e Willian Spengler, exploram temas sobre o passado humano. A intenção é aproximar o público que gosta de História com a maneira como o conhecimento histórico é pensado e construído. Isso tudo de forma leve e descontraída.