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As pirâmides. A Esfinge. As histórias sobre tesouros e segredos de um povo que viveu há milhares de anos. O Egito Antigo é a única civilização que tem uma área de estudos com nome próprio: a egiptologia. Isto mostra o quanto as obras destes povos que viveram às margens do Nilo por milhares de anos, instigaram e até hoje instigam grande curiosidade. Para falarmos sobre este tema tivemos a honra de receber o professor Fábio Frizzo (UFTM),, que compartilhou conosco as principais questões sobre as quais os historiadores têm se debruçado ao longo da trajetória de pesquisas sobre os egípcios. Venham conosco nesta aventura pelo nosso passado longínquo!
Neste episódio:
Descubra porque ainda é importante entendermos mais sobre a cultura e a vida dos egípcios da antiguidade. Entenda o papel do Rio Nilo na formação daquela sociedade e surpreenda-se ao saber como os historiadores interpretam esta questão. Reflita conosco sobre a cultura, a sociedade e a política egípcias, passando por aspectos fundamentais como a religião e a escrita. Por fim, compreenda a questão que envolve o debate atual sobre o Egito Antigo, encarado como parte de uma história da África negra.
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Podcast
Scicast #40: Antigo Egito
Fronteiras no Tempo: Historicidade #23 Ensino de História Antiga no Brasil
Livros
ARAÚJO, E. (Org. e Trad.) Escritos para a Eternidade. Brasília: Editora da UNB, 2000.
CARDOSO, C. Deuses, Múmias e Ziggurates. Porto Alegre: EDIPUCRS, 1999.
CARDOSO, C. O Egito Antigo. São Paulo: Brasiliense, 1988.
DAVID, R. Religião e Magia no Egito Antigo. São Paulo: Bertrand Brasil, 2011.
DONADONI, S. (org.). O Homem Egípcio. Lisboa: Editorial Presença, 1994.
GRIMAL, N. História do Egito Antigo. Rio de Janeiro: Forense, 2012.
MOKHTAR, G. (Org.) História Geral da África. Vol. II, África Antiga. Brasília: UNESCO, 2012.
PEREIRA, R. Gramática Fundamental de Egípcio Hieroglífico. Lisboa: Chiado, 2014.
PEREIRA, R. Texto, Imagem e Retórica Visual na Arte Funerária Egípcia. Rio de Janeiro: Autografia, 2019.
SHAFER, B. (Org). As Religiões do Egito Antigo. Deuses, Mitos e Rituais Domésticos. São Paulo: Nova Alexandria, 2002.
Madrinhas e Padrinhos
Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Anderson O Garcia, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Caio César Damasceno da Silva, Caio Sérgio Damasceno da Silva, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Cláudia Bovo, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Henry Schaefer, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, Jonatas Pinto Lima, João Gentil de Galiza, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Raphael Almeida, Raul Landim Borges, Renata Sanches, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Tiago Gonçalves, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler, Yuri Morales e 2 padrinhos anônimos
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O açúcar, este alimento que hoje nos parece tão comum, já foi um artigo de luxo e fonte de muitas riquezas às custas do árduo trabalho de indígenas e africanos escravizados ao longo mais de três séculos do período colonial. Foi um tempo em que a produção do açúcar, para além da relevância econômica, moldou a sociedade colonial de diversas formas, hierarquizou-a pela cor da pele transformando os engenhos em geradores e espelhos das formas sociais presentes desde então. Uma história do encontro de muitas pessoas diferentes que criaram um mundo doce e amargo ao mesmo tempo. Venham conosco conhecer a História Social do Açúcar!
Neste episódio:
Entenda de onde surgiu o interesse pelo produto e como Portugal começou o plantio no Novo Mundo. Conheça os debates entre os estudiosos que mostram a importância da mão de obra indígena na criação da estrutura de plantio e produção do açúcar. Se surpreenda com o nível de exploração da mão de obra dos africanos escravizados e com a riqueza dos senhores de engenho. Compreenda as várias etapas de produção desde o plantio, passando pelo beneficiamento que gerava os torrões de açúcar para exportação. Conheça a sociedade que vivia no entorno dos Engenhos e, por fim, reflita conosco sobre como a história da produção do açúcar pode nos ajudar a compreender muitas das nossas características sociais ao longo do tempo e no presente.
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Livros
FRAGOSO, J. GOUVÊA, M.F. (orgs.) O Brasil Colonial. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2014. 3v.
FRANÇA, Jean Marcel Carvalho. História da Maconha no Brasil. São Paulo: Três Estrelas, 2015.
FREYRE, G. Casa-Grande e Senzala. Introdução a história da sociedade patriarcal no Brasil. 40ª Edição. Rio de Janeiro: Record, 2000
MONTEIRO, John. Negros da terra: índios e bandeirantes nas origens de São Paulo: cia. Das letras, 1994.
PRADO JR., Caio. Formação do Brasil Contemporâneo. 23ª Ed. São Paulo: Brasiliense, 2004
RUSSEL-WOOD, A.J.R. Escravos e libertos no Brasil Colonial. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005.
SCHWARCZ, Lilia Moritz ; STARLING, H. M. M. . Brasil: uma biografia. 1. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. v. 1. 792p
SCHWARTZ, S. Segredos internos: Engenhos e escravos na sociedade colonial. 1550-1835. São Paulo: Cia das Letras, 1995.
SCHWARTZ, Stuart. Escravos, roceiros e rebeldes. Bauru: EDUSC, 2001.
SOUZA, L. de M. (Org.) História da vida privada no Brasil. Cotidiano e vida privada na América portuguesa. Vol. I. São Paulo: Cia. Das Letras, 1997.
VAINFAS, Ronaldo. Dicionário do Brasil colonial (1500-1822). Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.
Artigos
MAIA FILHO, Fernando Cezar Cardoso. Indústria escondeu relação do açúcar com doença cardíaca. Portal Deviante, 2017.
CABRAL, Debbie. O papel das especiarias nas Grandes Navegações – parte 1/4: a química das especiarias e o seu uso na Idade Média. Portal Deviante, 2019.
Sites
Engenho dos Erasmos
Documentário
Muito Além do Peso [Documentário]
Podcasts
Scicast #157: Açúcar
Grandes Navegações (SciCast #298)
Fronteiras no Tempo #18 – Grandes Navegações
Fronteiras no Tempo #19 – Tráfico Negreiro
Contrafactual #90: E se o açúcar fosse criminalizado?
Spin de Notícias #185: 14 Electran 2018 (07/05/2018) Quetamina, Depressão e Açúcar
Spin de Notícias #120: 23 Borean 2018 (21/02/2018) Bebidas açucaradas, Álcool e Planta Opioide
SciCast #291: A História do Mercado Financeiro
Trilha Sonora do Episódio
01. Com Açucar com Afeto – Nara Leão
02. Doce Mel – Xuxa
03. Nordestina – Dj Dolores
04. Cio da Terra – Milton Nascimento & Chico Buarque
05. Cio da Terra [Instrumental] – Uakti
06. Morena Tropicana – Alceu Valença
07. Engenho Novo – João Eloy
08. Engenho Massangana – Luiz Gonzaga
09. Engenho Novo (1973)- Quinteto Violado
10. Cana Caiana – Alceu Valença
11. Engenho Novo [Canção folclórica brasileira] – Bidu Sayão | Arranjo de Ernani Braga
12. Engenho de Cana – Galvan & Galvãozinho
13. Santana – Quinteto Violado
14. Cana de Engenho – Amauri Romano
15. Chocolate – Tim Maia
16. Engenho da Dor – Josyara
17. Cachaça – Rick & Renner
18. Que som é esse? – Dj Dolores & Orchestra Santa Massa
19. Não é Proibido – Marisa Monte
20. A todas as Comunidades do Engenho Novo – O Rappa
21. Engenho Velho – Flávio José
22. Vide vida Marvada – Rolando Boldrin
23. Stayin’ Alive – Bee Gees
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Damos início à terceira temporada do Historicidade, o programa de entrevista do Fronteiras no Tempo: um podcast de história! Para marcar este momento tão especial, recebemos para um bate papo sobre História e Democracia a historiadora Heloísa Starling (UFMG). A convidada é autora de importantes obras da historiografia nacional, dentre as quais se destacam “Ser Republicano no Brasil Colônia” (Cia das Letras, 2018) e é co-autora do best-seller “Brasil: uma biografia” (Cia das Letras, 2015).
Nesta conversa a entrevistada chamou nossa atenção para a importância de conhecermos a História e entendermos os papéis que os historiadores têm em qualquer nação. Ela também trouxe à tona reflexões sobre a relevância de pensarmos a história da democracia no Brasil: inúmeros foram os momentos do nosso passado em que a população lutou por direitos e liberdade. Num momento como o atual em que se discutem os rumos do nosso sistema político, olhar para a História é o que pode nos possibilitar um reencontro com nossas tradições mais democráticas, cujo conhecimento, divulgação e valorização são fundamentais para o reforço dos valores democráticos que sustentam toda nossa sociedade.
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Heloísa Starling
Perfil Cia das Letras
Currículo Lattes
Perfil UFMG
Produção e Referências
STARLING, H. M. M.; AVRITZER, L. (Org.) ; BRAGA, P. C. (Org.) ; ZANANDREZZ, P. (Org.) . Pensando a Democracia, a Repúbllica e o Estado de Direito no Brasil. 1. ed. Belo Horizonte: Projeto República/UFMG, 2019. v. 1. 365p .
STARLING, H. M. M. Ser republicano no Brasil colônia: Uma tradição esquecida. 1. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2018. v. 1. 375p
STARLING, H. M. M.; BOTELHO, André (Org.) . República e democracia: impasses do Brasil contemporâneo. 1. ed. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2017. v. 1. 458p
SCHWARCZ, Lilia Moritz ; STARLING, H. M. M. . Brasil: uma biografia. 1. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. v. 1. 792p
SCHWARCZ, Lilia Moritz. Sobre o autoritarismo brasileiro. São Paulo: Cia. Das Letras, 2019
Links e Vídeos
Canal Projeto República:
https://www.youtube.com/channel/UCDpj5yFrJ3NeaFQIMYZG0CA/featured
Memorial da Democracia
http://memorialdademocracia.com.br/
Heloisa Starling fala sobre a importância de pensarmos a tradição esquecida
https://youtu.be/_M0mRg4CjE0
Expediente
Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: Beraba
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Encerramos a segunda temporada do Historicidade, o programa de entrevista do Fronteiras no Tempo: um podcast de história, recebendo a professora Mestra Thamires Sarti, doutoranda em História Social pela UNICAMP. Neste episódio vamos conversar sobre a Criminalização da cocaína no Brasil.
Desenvolvida como um medicamento, a cocaína e outras substâncias, como os opiáceos, passaram a ser alvos das políticas de controle estatal no início do século XX. No Brasil, acompanhando a tendência mundial, a proibição começou a se efetivar a partir da década de 1920. Neste papo com a pesquisadora Thamires Sarti pudemos entender o contexto, as causas e as consequências desta proibição. Ela também nos explicou como os historiadores se aproximaram do tema e quais as fontes e interpretações têm construído a partir destas. Por que algumas substâncias foram criminalizadas e outras não? Quais grupos foram alvo das ações de criminalização? Como estes processos podem ser relacionados às demais formas de exclusão social presentes historicamente no Brasil como o racismo, por exemplo? Resta evidente que podemos aprender muito sobre as questões de segurança pública e combate ao tráfico de drogas atuais ao estudar a história da criminalização destas substâncias.
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Saiba mais da nossa convidada
Thamires Sarti
Currículo Lattes
Contato: [email protected]
Produção
SARTI, Thamires. Maratonas e Rambles: a emergência dos tóxicos como um problema social no início do século XX. Campinas. Dissertação [Mestrado em História Social] – Universidade Estadual de Campinas; 2015. Disponível em: http://repositorio.unicamp.br/jspui/bitstream/REPOSIP/279694/1/Sarti_ThamiresReginaR.M._M.pdf
Indicações de Referências sobre o tema abordado
Documentário: Cortina de fumaça – https://youtu.be/K_N1q5DAri4
ADIALA, Julio César. Drogas, medicina e civilização na Primeira República. Rio de Janeiro. Tese [Doutorado em História das Ciências] – Casa de Oswaldo Cruz-Fiocruz, Rio de Janeiro, 2011.
CARNEIRO, Henrique. Amores e sonhos da flora: afrodisíacos e alucinógenos na botânica e na farmácia. São Paulo: Xamã, 2002.
CARNEIRO, Henrique. Bebida, Abstinência e Temperança: na história antiga e moderna. São Paulo: SENAC, 2010.
DELMANTO, Julio. Camaradas caretas: drogas e esquerda no Brasil após 1961. Dissertação (Mestrado em História Social) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2013.
DELMANTO, Júlio. História social do LSD no Brasil: os primeiros usos medicinais e o começo da repressão. 2018. Tese (Doutorado em História Social) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2018. Disponível em: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8138/tde-11122018-161707/pt-br.php Acesso em: 2019-08-13.
MACRAE, Edward (org). Fumo de Angola: cannabis, racismo, resistência cultural e espiritualidade. Salvador: EDUFBA, 2016.
SAAD, Luísa G. “Fumo de Negro”: a criminalização da maconha no Brasil (c. 1890-1932). Salvador: Universidade Federal da Bahia, 2013. Dissertação [Mestrado em História] – Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2013.
SILVA, Maria de Lourdes. Drogas – da medicina à repressão policial: a cidade do Rio de Janeiro entre 1921 e 1945. Rio de Janeiro. Tese [Doutorado em História Política] – Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro; 2009.
SILVA, Maria de Lourdes. Drogas no Rio de Janeiro da Bela Época: a construção da noção de crime e criminoso. Rio de Janeiro. Dissertação [Mestrado em História] – Pontifícia Universidade Católica, Rio de Janeiro, 1998.
SOUZA, Jorge Emanuel Luz. Sonhos da diamba, controles do cotidiano: uma história da criminalização da maconha no Brasil Republicano. Dissertação [Mestrado em História] – Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2012.
TORCATO, Carlos Eduardo Martins. A história das drogas e sua proibição no Brasil: da Colônia à República. São Paulo, 2016. (Tese em História), Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, 2016.
Expediente
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Os historiadores C. A. e Beraba, junto com o Estagiário Rodolfo e Willian Spengler, exploram temas sobre o passado humano. A intenção é aproximar o público que gosta de História com a maneira como o conhecimento histórico é pensado e construído. Isso tudo de forma leve e descontraída.
Atualmente, contamos com três atrações: