Garimpando Bolachas

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By Junão AmatoMusicMusic Commentary
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Garimpando Bolachas episodes

  • Garimpando Bolachas- Episódio 55- AARON WEST & THE ROARING TWENTIES

    Aaron West and the Roaring Twenties Projeto solo do vocalista do The Wonder Years, Dan Campbell

    É definido como "um estudo de personagem conduzido por meio da música", com Campbell assumindo a personade Aaron West nas letras de cada música.

    Dan Campbell, começou o projeto em 22 de maio de 2014, por meio de um vídeo intitulado "An Introduction To AaronWest", se esforçando para "fazer uma peça de ficção parecer tão crua e pessoal quanto suas músicas.

    Aaron se concentrava em uma pergunta impossível e perfeita: quando não nos resta mais nada, por que continuar?

    Tudo começou com apenas uma música, um experimento com o colaborador Ace Enders, do Early November, sobre um homem cuja esposa perde um bebê. Percebeu que a história não poderia começar ou terminar ali, que havia uma pessoa inteira que ele precisava conhecer.  

    Então Campbell levou Aaron pelo país, de Long Island ao sul da Califórnia, guiou-o por brigas de bar, uma mesa depapéis de divórcio, o banco do piano da igreja ao lado de um sobrinho que ele aprendeu a amar como um filho, praias, rodovias, sofás e cabines telefônicas, tudo numa tentativa de entender o que permite a uma pessoa continuar diante deuma catástrofe.

    Quando não tem mais nada, tem seu violão, o palco, as luzes.

    Tem a música.  

    Depois de dez anos, dois álbuns, um EP e um single, a resposta à busca brutal de Aaron vem na forma de seutriunfante terceiro capítulo, IN LIEU OF FLOWERS.

    Não uma coleção de elegias, mas sim uma ópera conceitual, uma ode ao oprimido, Campbell e a banda levam a dinâmicacaracterística do AW20 a novos patamares, casando o impacto da percussão punk e acordes poderosos com o som das raízes do banjo e do pedal steel, traçando o arco turbulento do imaginário nômade de coração partido em direção à cura, do fundo de garrafas em quartos de motel cinzentos e locais de porão profanados - "shows em uma igreja abandonada em Glasgow, a ironia é um poucoóbvia", ele zomba sobre o dedilhado lamentoso em "Alone at St. Luke's.

    Fãs de longa data reconhecerão asexplosões de instrumentos de sopros, liderados pelo saxofone bombástico e comovente de Chiemina Ukazim, que mantêm o pulso e a coragem da classe trabalhadora da Costa Leste.

    Mais alto e impetuoso do que nunca, e em outros lugares ainda mais intimista, mais devastador, com lembranças ereferências – Aaron West consegue se manter tãolúcido e irônico como sempre, com o humor ácido que só vem da tragédia.

    IN LIEU OF FLOWERS não é sobre escolhas perfeitas, finais perfeitos, pessoas perfeitas, é sobre errar e aprender a ser abraçado novamente.  

    Nos chocantes momentos finais do disco, Aaron, esgotado e renovado, retorna ao início de sua história, um lugar que ele jamais imaginou que voltaria.

    Mas, se você souber como olhar, cada retorno ao passado promete algo antes inimaginável, algo novo.

    Como Aaron diz: "Não é essa a parte mais intensa da esperança?" 


    Álbuns: 

    In Lieu Of Flowers: (2024)

    The Sweatshop Sessions (2023)

    Blues Night 2 (2021)      Blues Night 1 (2020)

    Live From Asbury Park: ( 2020)

    Routine Maintenance: (2019)

    Bittersweet: ( 2016)

    504 Soul (2015)

    The Trans- Tasman Quartet (2014)

    We Don't Have Each Other: (2014)

    12 min
  • Garimpando Bolachas- Episódio 54- GRAND MOTHER'S FUNCK

    Grand Mother's Funck

     

    AGrand Mother's Funck, banda Suiça tem uma história de 23 anos de estrada.

    A base para esse sucesso vem da simples alegria de fazer boa música, que gera uma fonte inesgotável de energia.

    Eles vêm de Burgdorf, pequena cidade do vale do Emmental, na Suíça (é de lá que vem o queijo com os grandes buracos):

    Cinco adolescentes da escola local encontraram um disco antigo de James Brown no sebo e ficaram imediatamente fascinados e juraram solenemente que o Funk era o quequeriam desenvolver.

    Os emergentes funkeiros foram intensamente influenciados por seus ídolos: Sly Stone, George Clinton e o próprio Godfather, James Brown.

    Todos eles se revelaram músicos extremamente talentosos e criativos, e logo começaram a tocar em Berna suas próprias músicas.

    Com seu primeiro álbum, " Grand Mother's Funck ", em 1995, o GMF estabeleceu um novo padrão na cena funk suíça.

    Para o segundo album, " Please Baby Please Baby Baby Baby Please " de (1996), assinaram com a gravadora americana Greyboy Records em San Diego. (De Karl Denson, presente no episódio 12 do Garimpando Bolachas).

    O GMF continuou convidando vocalistas, como a cantora de blues Trudy Lynn e Noël McCalla (Manfred Mann Earth Band) para seu terceiro álbum, " Heebie Jeebies Dance ", de 1996.

    Tamara Canovo juntou-se à banda em 1997, quando sua voz poderosa se tornou a marca registrada da GMF e o impacto do novo som foi sentido em turnês pela Alemanha, França, Itália, Áustria e Inglaterra.

    Os destaques incluíram a apresentação inesquecível no Festival de Jazz de Montreux naquele mesmo ano e a gravação ao vivo de " Working Live " em 1999.

    A GMF incluiu mais três sopros e dois percussionistas e iniciou o projeto "Gran Orquesta": trilhas sonoras clássicas de filmes dos anos setenta ("Missão Impossível", "Perseguidor Implacável" etc.),

    A Gran Orquesta tocou em vários grandes festivais suíços, como Gurten e St. Gallen.

    Em 2000, com a colaboração da cantora americana Tiza, nasceu o "Secrets in Sonic Space"; o álbum é uma coleção de grooves.

    Em seguida, uma excursão, World Funk, resultou o album Beat Mondial.

    2007 viu o nascimento de At The Funckyard, mixado por Hans-Martin Buff, que foi o engenheiro pessoal de Prince de 1996 a 2000.

    A antiga tradição do funk ainda é parte importante do som do GMF, mas a fusão com o soul e o jazz leva a banda a um novo patamar.

    Músicos

    Daniel "Bean" Bohnenblust – Sax (1992)

    Rich Fonje – Vocals (2002)

    Bernhard Häberlin – Guitar (1992)

    Andreas "Chnufi" Michel – Keyboards (1993)

    Ohlê Gagneux – Percussion (1995)

    Thomas Reinecke – Bass (1998)

    Daniel "Booxy" Aebi – Drums (1992)

    Yasmine Tamara – Vocals (1997-99)

    Bernhard Bamert – Trombone (1993-2002)

    Discografia:

    1995-Grand Mother’s Funck

    1996-Heebie Jeebies Dance

    1999-Woking Live! (Festival de Jazz de Montreux)

    2000-Gran Orquestra

    2002-Secrets in Sonic Space

    2002-Please Baby Please Baby Baby Please

    2003-In Sonic Space Live!

    2005-Beat Mondial

    2007-At The Funckyard

    2010-The Proud Egyptian

    2017-Take The Money

    2020-The Big Pie

    6 min
  • Garimpando Bolachas- Episódio 53- CHINA MOSES

    China Moses

    Nascida em Los Angeles, Califórnia, China Moses é filha da cantora de jazz Dee Dee Bridgewater e do diretor Gilbert Moses. Ela lançou seu primeiro single, "Time" (1996), aos 18 anos.

    Seguindo com três álbuns:

    China (1997),

    On Tourne en Rond (2000) 

    Good Lovin (2004).

    De outubro de 2011 a dezembro de 2012, apresentou o programa diário Made in China da Jazz Radio.

    Para administrar suas atividades como artista, China lançou sua própria produtora, a Made In China Productions, em 2008.

     Moses e o pianista francês Raphaël Lemonnier criaram um show chamado Gardenias for Dinah, uma homenagem ao ídolo mútuo Dinah Washington, que também foi a inspiração para o álbum This One's for Dinah, lançado em 2009 pela Blue Note.

     Após sua turnê mundial, que incluiu Europa, Índia, Líbano, Canadá e Japão, o próximo trabalho de Moses e Lemonnier foi uma homenagem às grandes cantoras de blues e jazz que inspiraram ou os influenciaram. Entre elas, estão

    Dinah Washington

    Mamie Smith,

    Lil Green,

    Além de estrelas como:

    Nina Simone,

    Etta James,

    Janis Joplin,Donna Summer,Bessie Smith,Helen Humes,

    Aretha Franklin,

    Billie Holiday.

     Moses disse:"Nossas apresentações no palco são organizadas como um espetáculo. Adoro contar histórias, me vejo como um contador de histórias do jazz e gosto de garantir que as pessoas sorriam entre as músicas

    Em 2012 lança mais uma bolacha: Crazy Blues

    Em 2013, tornou-se consultora musical da fornecedora francesa de eletricidade ERDF. Também apresentou o documentário Soul Power como parte da série de verão "Summer of Soul".

     Além de sua participação no álbum So in Love 2010, Blue Note, de André Manoukian, Moses apresentou um novo show no outono de 2013, com canções como " Don't Let Me Be Misunderstood ", " Lullaby of Birdland " e " I've GotYou Under My Skin ". Além disso, ela se apresenta no Cafe Society Swing, um show escrito e produzido por Alex Webb que revive os bons tempos da lendária boate nova-iorquina dos anos 1940. Lá " Strange Fruit " foi cantada pela primeira vez por Billie Holiday .

     Moses coapresentou e cantou no primeiro Dia Internacional do Jazz da UNESCO, em Paris, França, em 2012, e se apresentou inúmeras vezes para a UNESCO dos EUA.Ela iniciou um documentário sobre o primeiro e o segundo Dia Internacional do Jazz em Paris.

     Em diversas ocasiões, Moses dividiu o palco com sua mãe, Dee Dee Bridgewater, e foi acompanhada por orquestras como a Deutsches Filmorchester Babelsberg e a conhecidaWDR Big Band que recomendo.

     Em 2017, Moses lançou pela gravadora MPS o álbum Nightintales , escrito em cinco dias com o multi-instrumentista negro britânico Anthony Marshall.

    A dupla gravou o álbum em Londres, no estúdio analógico Snap Studios. O álbum contou com Luke Smith nopiano, Neville Malcolm no baixo e Jerome Brownna bateria, três dos principais músicos negros britânicos da cena soul-jazz do Reino Unido.

    Sempre foi acompanhada na carreira por excelentes músicos, escolhidos com muito critério, prestem atenção na playlist.

    Se apresentou com Archie Shepp,

    Pee Wee Ellis,

    Theo Croker,

    John Beasley,Nils Landgren,

    John Patitucci,

    Magnus Lindgren,

    Jamie Cullum,Terence Blanchard,

    Terri Lyne Carrington,

    Aloe Blacc,

    Lakecia Benjamin e

    Ian Shaw, dividindo o palco com lendas como:

    Roy Hargrove,George Benson,

    Metropole Orkest Big Band,

    Inúmeras filarmônicas, incluindo Bogotá, Trier, Dresden, Potsdam, Bilbao, Paris e Szczecin,

    WDR Big Band,HR Big Band,

    Metropole Orkest Big Band e a

    New Orleans Jazz Orchestra.

     Esteve no Brasil em 2017, onde passou pelo Bourbon Street, Sesc, Piracicaba, Jundiaí e em Bauru.

     

    DISCOGRAFIA:

     1997: China

    2000: On Tourne en Rond

    2004: Good Lovin

    2009: This One's for Dinah

    2012: Crazy Blues

    2016: Watherver

    2017: Nightintales

    2021: &The Vibe Tribe

    9 min
  • Garimpando Bolachas- Episódio 52- LIV WARFIELD

    Olivia "Liv" Warfield

     

    Ex-estrela do atletismo e ginasta, Liv Warfield, nascida em Peoria, Illinois, começou a construir sua carreira em Portland, Oregon.

    Fez parte da banda New Power Generation, de Prince, que a ensinou como se colocar no palco (ver Liv Warfield’s Performance no America's Got Talent) no site do GB.

    Em 2016 integra o Roadcase Royale, banda formada por Nancy Wilson e membros do Heart.

    Warfield cresceu como filha de um diácono pentecostal ouvindo música gospel, apesar de não ter formação formal em canto, conquistou o respeito de superestrelas locais ese tornou um ícone por mérito próprio.

    Suas influências musicais foram:

    Nina Simone,

    Etta James,

    Mavis Staples,

    Sade,

    Tina Turner

    Warfield criou um estilo próprio, que pode ser melhor descrito como "soul alternativo com um toque de Rock 'n' Roll".

    Em 2006, lançou seu álbum de estreia, "Embrace Me", por conta própria.

    Em 2009, chamou a atenção do inigualável Prince e, por fim, juntou-se ao seu grupo, o "New Power Generation".

    Depois de fazer turnês por vários anos e absorver o máximo de conhecimento possível do mentor musical definitivo, Warfield fez seu grande sucesso no cenário nacional.

     Em 2014, como artista foi destaque na campanha "You Oughta Know" da Vh1 e, em seguida, lançou seu álbum de estreia em uma grande gravadora, "The Unexpected", que teve como produtor executivo Prince.

    Ganhou o prêmio Soul Train Music e as indicações para o prêmio BET de Melhor Artista Revelação; e uma entrevista com a National Public Radio; e co-assinaturas de alto nível deLionel Richie, Cyndi Lauper e Nancy Wilson, do HEART. Naquele mesmo ano, a apresentação de Warfield no encerramento do Essence Fest foi aclamada como umdos after shows mais memoráveis ​​no New Orleans House of Blues.

    Em 2015, os elogios só aumentaram, com Warfield e o NPG Horn sendo nomeados uma das 10 melhores bandas para se ver no Festival de Jazz de Montreux, na Suíça.

    Em 2017, Warfield iniciou a próxima fase de sua ascensão, colaborando com outra de suas influências de infância, a já mencionada Nancy Wilson, para criar a banda Roadcase Royale.

    Lançaram seu álbum de estreia, "First Things First", no final do ano.

    O remake de "These Dreams", do HEART, foi destaque no filme "Molly'sGame", estrelado por Idris Elba, Jessica Chastain e Kevin Costner.

    Warfield gravou recentemente música para o documentário da HBO, indicado ao Oscar, "Da Bronx". Ela também deu uma guinada no mundo do teatro, recebendo ótimascríticas ao interpretar Madame ZinZanni na versão de Chicago do TeatroZinZanni.

     

    Discografia:

    2022- Live atCafe wha, New York

    2023- The Edge

    2020- Chrysalis(com Joon Moon)

    2017- FirstThings First

    2014- TheUnexpected

    2006- Embrace Me

    7 min
  • Garimpando Bolachas- Episódio 51- MONKEY HOUSE

    Monkey House

     

    Banda fundada por Don Breithaupt, pianista, vocalista, compositor, arranjador e produtor canadense.

    O nome do grupo vem de um livro de 1968 de Kurt Vonnegut.

    A banda foi formada em 1992, com repertório inovador e tendência jazzísticas compostas por Don

    Diversos artistas convidados contribuíram com músicas e se apresentaram em seus álbuns, incluindo Drew Zingg, Elliott Randall, Michael Leonhart e Jay Graydon.

    Steely Dan é uma das maiores influências de Breithaupt.

    A banda faz pop melódico com um toque sofisticado, com pé no Jazz e arranjos de metais.

    Seu álbum de estreia, Welcome to the Club, foi lançado em 1992, pelo selo Aquarius, sediado no Canadá.

    Incluí um cover de uma música escrita por Donald Fagen, do Steely Dan, chamada "Lazy Nina", que foi regravada por Greg Phillinganes em 1984, mas nunca gravada pelo próprio Fagen.

    Seu segundo álbum, True Winter, pelo selo Marigold, lançado em 1998, contou com a colaboração de Richie Hayward, do Little Feat, e David Blamires, do Pat Metheny Group.

    Em 2005, foi lançada a coletânea Big Money: Singles Remasters Rarities 1992-2005.

    Contem treze faixas dos dois primeiros álbuns da Monkey House, além de quatro faixas inéditas, incluindo osingle "Tough Love". Entre os convidados estavam Kevin Breit (Norah Jones), Mark Kelso (Gino Vannelli), além de Hayward e Blamires.

    Seu quarto álbum, Headquarters, foi lançado em 2012, pelo selo Alma, afiliado ao Universal Music Group, artistas convidados incluíram Kim Mitchell, Rik Emmett, Drew Zingg e Michael Leonhart.

    Uma antologia de álbuns intitulada Retrospective foi lançada em 2013, que inclui quase tudo o que a Monkey House lançou ao longo de suas duas primeiras décadas. Além de músicas de seus três primeiros álbuns, a antologia de 44 músicas inclui material inédito como "I'm Not That Guy", das sessões do Headquarters, cinco faixas instrumentais e algumas entrevistas.

    Um sexto álbum foi lançado em junho de 2016, Left, pelo selo Alma/Universal. O título faz referência ao fato deBreithaupt ter feito as malas e se mudado de Toronto para a costa oeste, chegando à região de Los Angeles em fevereiro de 2013.

    O grupo principal de músicos do álbum são:

    baterista Mark Kelso, o baixista Pat Kilbride e o guitarrista Justin Abedin, com Breithaupt contribuindo nos teclados e o baixista Peter Cardinali como convidado em uma faixa.

    Além de Elliott Randall e Jay Graydon, outros convidados incluem os backing vocals David Blamires (Pat Metheny Group), Lucy Woodward (Snarky Puppy), William Sperandei no trompete e o saxofonista Donny McCaslin. Drew Zingg e Michael Leonhart também retornam para contribuir com solos.

    O álbum estreou na 9ª posição na parada de jazz do iTunes dos EUA, na 2ª posição na parada de jazz do iTunes doCanadá, e alcançou a 24ª posição na parada de álbuns de jazz da Billboard.

    Discografia:

    ·       Welcome to the Club (1992)

    ·       True Winter (1998)

    ·       Big Money: SinglesRemasters Rarities 1992-2005 (2005)

    ·       Headquarters (2012)

    ·       Retrospective (2013)

    ·       Left (2016)

    ·       Friday (2019)

    ·       Remember the Audio (2022)

    ·       Crashbox (2025)

     

    7 min
  • Garimpando Bolachas- Episódio 50- TAJ FARRANT

    Taj Farrant é um guitarrista e músicoaustraliano conhecido por seu notável talento AOS 9 ANOS. 

    Ele ganhou reconhecimento por meio das plataformas, principalmente por seus impressionantes solos de guitarra e composições originais. 

    Taj foi destaque em vários festivais de música como Big Blues Bender em Las Vegas, Telluride's Blues & Brew e o maiorBlues Festival Bluesfest da Austrália.

     Ele também colaborou com artistas consagrados como Carlos Santana, Buddy Guy e a equipe Hendrix Experience, mostrando suas habilidades. 

    Seu estilo único e virtuoso lhe renderam uma crescente base de fãs e elogios dentro da comunidade musical.

    É Músico de músico.

     A turnê do álbum de estreia de Farrant, intitulada "Chapter One", é um marco emocionante para este jovem guitarrista australiano. 

    Lançada para coincidir com o lançamento de seu primeiro álbum, a turnê mostra um talento excepcional e estilo musical eclético, misturando rock & blues. 

     Com performances eletrizantes e composições sinceras, Farrant cativa o público, solidificando seu lugar na cena musical e prometendo um futuro brilhante.

     O álbum:

     Abrindo com um belo instrumental, cada música tem um significado pessoal para Farrant esua família.

    A habilidade de Farrant em criar melodias cativantes combinadas com letras tocantes torna "Chapter One" uma audição envolvente, marcando-o como um talento promissor na cena musical contemporânea.

     Taj Farrant da noite para o dia se tornou um dos mais promissores guitarristas. Nasceu em 21 de maio de 2009,  Hoje tem16 anos. Um autêntico guitar hero, com traços de Stevie Ray Vaughan e Eddie Van Halen e dedos de Michael Jordan.

    De um comentário de Nuno Bettencourt, guitarrista português:

    Farrant é perigoso e inspirador. E isso é liberado ao vivo no palco, não na zona de conforto do seu quarto ou de um estúdio. Não ligo para sua idade, minha admiração não tem a ver com isso. Eu estou admirado é com ele!

    É feroz. Seus sentimentos são expostos pelo instrumento.

    Faz seu nome, garoto! 

    Ouça o moleque e tire suas conclusões!

     

    5 min
  • Garimpando Bolachas- Episódio 49- KAREN LEE ANDREWS

    KAREN LEE ANDREWS

     Por mais de 20 anos, a cantora Australiana compositora e multi-instrumentista Karen Lee Andrews construiu uma carreira sólida e consistente.

    Uma artista que cruza fronteiras e funde influências num som, rico e dinâmico. Sua música parece que poderia vir do Soulful Blues e do Delta do Mississippi com toques deGospel, dos pântanos Country úmidos do Tennessee ou da rodovia Rock da Filadélfia operária.

    Karen tem aquele elemento rouco e cru sustentando sua voz, o que lhe dá um equilíbrio emocional raramente encontrado hoje em dia.

    Cresceu na cidade industrial de Wollongong, ao sul de Sydney. Sua cultura polinésia é uma história musical da Igreja à família, não é meramente diversão, mas está profundamente entrelaçada com a espiritualidade e a comunidade.

     Com vários singles, EPs e um álbum, está entrando em 2025 com o novo e excelente Survival.

    Começou uma recente turnê de 3 meses com Cold Chisel, e cantará para o público europeu em maio.

    Survival promete elevar sua carreira para o próximo nível. Com muito blues com toques inegáveis de Gospel e Spirituals.

    A história de Karen Lee Andrews não é de sobrevivência, mas de triunfo.

    7 min
  • Garimpando Bolachas- Episódio 48- MOTHER EARTH

    Mother Earth 

     Foi uma banda inglesa de acid jazz e Soul com sede emLondres. 

    Os membros da banda eram

    Matt Deighton na guitarra e vocais,

    Bryn Barklam no órgão Hammond,

    Chris White na bateria e

    Neil Corcoran no baixo. 

    Shauna Green foi a vocalista do primeiro álbum. 

     Antes de sua estréia ao vivo, tocaram ao lado da Jamiroquai,

    Começaram com um projeto de estúdio ("Almost Grown") com Paul Weller, James Taylor do James Taylor Quartet e Simon Bartholomew do Brand New Heavies.

    Lançaram três álbuns de estúdio e um álbum ao vivo. 

    Se separaram em 1996.

     

    Atividades subsequentes:

    Deighton tocou guitarra para a banda de Paul Weller, e guitarra rítmica no Oasis 

    Desde 1996, Matt Deighton lançou vários álbuns solo aclamados pela crítica.

    Bryn Barklam passou a gravar com The Chords e tocar órgão para os Buzzcocks,

    Participou do show de reunião dos Sex Pistols em Finsbury Park. 

    Sua banda atual é um trio instrumental composto por órgão, bateria e guitarra, chamado de Capitão Hammond.

     Os integrantes da banda Mother Earth no álbum The People Tree foram: 

    Matt Deighton: Vocal, guitarra acústica e elétrica

    Bryn Barklam: Órgão Hammond, Fender Rhodes e piano

    Neil Corcoran: Baixo

    Chris White: Bateria

    Meryl Kenton Forbes: Vocal

    James Taylor: Fender Rhodes

    Simon Bartholomew: Guitarra, percussão, mandolin e Moog

    Chris Lawrence: Lap steel guitar

    Gerard Presencer: Trompete

    Dennis Rollins: Trombone

    Michael Smith: Saxofone

    Pablo, Snowboy: Percussão

     

    Discografia:

     

    Stoned Woman (1992)

    The People Tree (1993)

    You Have Been Watching (1995)

    The Desired Effect (live, 1995)

    Time of the Future (2001)

    The Further Adventures of Mother Earth (2004)

      

    Matt Deighton

     Para os garimpeiros que buscam um British Sugar Man, a discografia solo de Matt brilha como um diamante no meio do lodo.

    Você pode reconhece-lo à frente de seu tempo no Mother Earth;

    Pode se lembrar dele como guitarrista de Paul Weller no final dos anos 90,

    Na recomendação de Noel Gallagher sobre quem deveria substituí-lo no Oasis quando ele saiu da turnêeuropeia em 2000.

    Por quase duas décadas, o homem que eles continuam chamando de sucessor natural de Nick Drake, DaveyGraham e John Martyn tem sido mais um boato – um murmúrio entre músicos, compositores e amantes da música obstinados que exibem orgulhosamente seus raros lançamentos solo em vinil como troféus.

    Pela primeira vez, seu catálogo foi remasterizado e está se tornando digital.

    Ajudou a encorajar Bill Fay a sair da aposentadoria reapareceu tendo tocado nos discos de Bill desde 2011.

    Tom Cox, que revisou Wake Up The Moths para o Observer Music Monthly, comentou recentemente nas notas dacapa da reedição em vinil que seu único arrependimento ao revisar o álbum foi que ele sentiu que sua "mísera classificação de quatro em cinco estrelas lhe prestou um desserviço"

    "... é impossível imaginar fãs de Nick Drake ou John Martyn não se apaixonando por ele..."

     

    Discografia:

     

    Doubtless Dauntless (2018)

    You Are The Healer (2020) rem

    The Common Good (2020) rem

    Villager(2021) rem

    Wake Up The Moths (2021) rem

    Kids Steal Feelings (2021)

    Today Become Forever (2023)

     

    8 min
  • Garimpando Bolachas- Episódio 47- THE BLACK MAMBA

    The Black Mamba


     A história do grupo The Black Mamba

    iniciou-se em 2010, quando formada por Pedro Tatanka, Ciro
    Cruz e Miguel Casais.

    O nome do grupo veio da inspiração que encontraram no seu som contagiante, que hipnotiza e captura como uma mamba

    (cobra) negra.

    A química, aliada à experiência destes músicos, permitiu-lhes percorrer o blues, o soul e o funk em suas raízes.

    O público português reconheceu de imediato a originalidade do seu trabalho.

    Considero uma das melhores bandas de

    soul da atualidade.

    O primeiro álbum – The Black Mamba – foi editado em 2010, esgotando rapidamente nas lojas e alcançando o 1º lugar no

    iTunes.

    Em pouco mais de um ano, após sua tournée de estreia, percorreram o mundo e deixaram a sua marca em concertos

    ocorridos em vários festivais internacionais.

    Particularmente bem recebidos no Brasil, o grupo foi muito apoiado pelos fãs, principalmente em São Paulo, no

    célebre Bourbon Street Music Club.

    Quatro anos após a edição do seu primeiro trabalho, iniciaram a produção do segundo, Dirty Little Brother

    (produzido em Lisboa e Nova Iorque e lançado em 2014).

    Este álbum conta com as colaborações da cantora Aurea, de Antônio Zambujo e Silk (Cais Sodré Funk Connection).

    O primeiro single foi Wonder Why, uma canção interpretada em dueto com Aurea, que passou e passa por todas as rádios

    nacionais e mundiais.

    Em 2015 envolveram-se na sua segunda tournée onde dividiram o palco com Lenny Kravitz, John Legend e Jamie Cullum.

    2015 foi também o ano em que a banda voltou ao Brasil, sendo muito festejados pelos fãs e imprensa brasileira.

    A playlist está fabulosa, aproveite para curtir o vocal soul de Tatanka que é fenomenal.

    Entre 2016 e 2018 foram anos de vários concertos .

    Em 2019, editaram o seu terceiro album – The Mamba King

    Das atuações holandesas surgiu a vontade de trabalhar num novo álbum, que saiu agora em 2024, Last Night In

    Amsterdam.

    Em pouco mais de dez anos, a banda tornou-se um dos nomes mais importantes do panorama soul mundial

    Músicos:

    Pedro Tatanka: Voz e guitarra

    Miguel Casais: Bateria

    Marco Pombinho: Teclado, órgão

    elétrico e elétrico

    Rui Vaz: Voz

    Gui Salgueiro: Teclado e guitarra

    8 min
  • Garimpando Bolachas- Episódio 46- THE LAO TIZER BAND

    The Lao Tizer Band

    O tecladista Lao Tizer, criado no Colorado e radicado em Los Angeles, é um músico do século XXI que habita a esfera do jazz, mas abraça a diversidade musical e não tem medo de cruzar fronteiras.

    Para ele, isso é muito natural. Filho de

    hippies da Costa Leste, foi exposto e influenciado pelos extensos gostos musicais de seus pais desde muito jovem:

    Diz:

    "Meu pai tinha uma enorme coleção de música. Amava música clássica e muito mais:  Ravi Shankar, Buddy Holly, Sam Cooke, Elvis, Janis Joplin e Motown.

    Aí encomendei Kind of Blue de Miles Davis e Miles & Quincy Live at Montreux. Então foi que numa manhã de domingo, tudo simplesmente me atingiu. Para muitas pessoas treinadas na tradição clássica, o jazz parece quebrar todos os tipos de regras e havia um mundo totalmente diferente para explorar lá.

    A partir daí, Tizer começou a trabalhar rapidamente, aplicando suas habilidades de piano clássico ao jazz e lançando seus primeiros álbuns solo de teclado produzidos

    por ele mesmo enquanto ainda estava no ensino médio.

    Depois de se formar na Boulder High, se mudou para Los Angeles e estudou com o lendário guru do piano Terry Trotter por cerca de dois anos, abrindo mão da educação musical

    formal.

    Eu era muito verde, cara.

    Aprender a tocar em um conceito de banda tocar com uma seção rítmica foi uma das coisas mais desafiadoras, vindo de ser um pianista solo.”

    Aos 19, ele formou e liderou a primeira banda com seu próprio nome, inspirando-se indiretamente em outra entidade icônica do jazz.

    “Quando comecei a ouvir The Pat Metheny Group no final dos anos 90, eles tinham aquela “fórmula” que definitivamente falava comigo, ótima música e com muito espaço para improvisação. Essa é a fórmula que eu amo”

    Posteriormente, a banda atraiu muitos músicos de ponta

    O saxofonista vencedor do GRAMMY Eric Marienthal (Chick Corea),

    O guitarrista vencedor do Emmy Chieli Minucci

    O baixista senegalês Cheikh N'Doye

    A violinista extraordinária Karen Briggs (Stanley Clarke),

    O fenômeno da bateria vencedor do GRAMMY Gene Coye (Hiromi)

    E o lendário percussionista vencedor do GRAMMY Munyungo Jackson (Stevie Wonder)

    “Acho que a coisa mais importante como artista e compositor é ter sua própria identidade e seu próprio som. Todo mundo chega onde está na música por qualquer caminho que

    tenha seguido e acho que permanecer fiel ao que o trouxe até onde está agora ajuda a criar sua própria voz verdadeira”.

    Em 2018, a The Lao Tizer Band lançou Songs From The Swinghouse, um projeto que incluía novas e sofisticadas versões de covers vocais de artistas seminais como U2, Led Zeppelin e Cat Stevens, juntamente com uma coleção de sete instrumentais originais escritos por Tizer. O álbum foi lançado com aclamação da crítica e alcançou o Top 10 na parada de álbuns de jazz contemporâneo da Billboard.

    O conceito era reinventar covers como ‘Ramble On’, ‘Pride in the Name of Love’ e ‘Sad Lisa’. Eu nunca tinha arranjado ou gravado nenhum material vocal com meu grupo antes, então pegar essas músicas e torná-las nossas foi muito divertido”.

    Agora, com seu próximo álbum, Amplify, Tizer aumenta a aposta trazendo músicas originais orientadas para vocais.

    “Uma grande parte do conceito do Amplify é ir além. Uma obra prima.

    A banda ainda apresenta a original formação, mas agora com algumas novidades:

    O prodígio saxofonista e flautista Danny Janklow (MONKestra)

    O indicado ao prêmio “Baixista do Ano” da Rolling Stone 2022 Anthony Crawford (Erykah Badu).

    Mas talvez a escolha mais intrigante de Tizer, a arma secreta deste trabalho, o Amplify foi trazer a estrela do American Idol Elliott Yamin para lidar com o material vocal, ficou mais SOUL.

    É um cantor notavelmente talentoso e canta muito.

    Com os olhos voltados para o futuro e uma disposição para continuar explorando, resume:

    “Eu digo para esquecer os limites. Apenas faça boa música e tente se conectar”.

    12 min

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