Garimpando Bolachas

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By Junão AmatoMusicMusic Commentary
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Garimpando Bolachas episodes

  • Garimpando Bolachas- Episódio 45- J.P.BIMENI

    J.P. Bimeni

    Jean Patrick Bimenyimana

    Serukamba

     

    Em seu álbum de estreia Free Me (2018), Bimeni, nascido no Burundi em 1976, surpreende com uma voz que embra

    Otis Redding no auge mas com a alma da África.

     Refugiado, que vive em Londres desde o início dos anos 2000.

    Suas canções de amor, perda, esperança e medo são transmitidas com uma convicção que vem das experiências extraordinárias vividas.

     São Grooves clássicos dos anos 60, inspirados na Motown e na Stax. 'Free Me' é uma trilha sonora profunda e dolorosa:

    "Quando canto, sinto que estou me curando: a música é uma libertação".

     Em "Free Me", as duras jams de funk seguem para o deep southern soul e baladas sinceras, com uma vibração única

    presente em toda esta obra-prima, graças ao edificante estilo africano 'soul' de Bimeni.

     Na África, presenciou muitos acidentes e esteve perto da morte num massacre em sua escola, Lycée Kibimba,

    onde viu muitos de seus colegas assassinados,

    Em outro momento, enquanto fugia para as colinas, se encontrou uma milícia, algumas semanas depois, foi forçado a dar carona a um membro de gangue que morto por rivais na garupa da moto que JP estava dirigindo.

    JP, também baleado no peito, mas sobreviveu. Enquanto convalescia em Nairóbi depois de ser transportado de avião, Bimeni soube que estava em uma lista de procurados, então, com sua vida em risco, se registrou como refugiado no programa de bolsas de estudo da ONU.

     "Quando estava no meu leito de morte, depois de ter sido baleado, eles trouxeram um padre para os últimos

    ritos".

    "Olhei para o padre e disse: “Não sinto que vou morrer. Sinto que vou viver muito, conhecer o mundo e provar a

    mim mesmo que o mundo não é apenas ódio ou assassinatos. ”.

     Para Bimeni, a música começou com a dança: "No Burundi, dançar é tão natural quanto respirar.

     Em agosto de 1995, aos 18 anos, ele chegou ao País de Gales, para frequentar o UWC Atlantic College.

    "Eu estava sozinho, cheio de analgésicos - mas muito feliz por estar longe e finalmente me sentir seguro.

     " A música ofereceu uma pausa nestes tempos sombrios: "No País de Gales foi a primeira vez que comprei discos:

    Compilações de Ray Charles, Otis Redding, Bob Marley e Marvin Gaye".

     Se mudou para Londres em 2001 onde aprendeu sozinho a tocar guitarra e nas jams conheceu artistas como Roots

    Manuva, Adele, Amy Winehouse e Shingai Shoniwa.

    Foi convidado pelo grupo funk Speedometer para

    um show na Espanha em 2017, assim, montaram os Black Belts :

    ·     Rodrigo Diaz "Niño" (bateria e percussão),

    ·     Pablo "Bassman" Cano,

    ·     Fernando Vasco "Two Guns" (guitarra),

    ·     Ricardo Martínez (trompete) e

    ·     Rafael Díaz (sax).

    "Free Me" foi premiado como Álbum de Música do Ano da BBC 6.

    Em 2019 fez mais de 70 shows na Europa.

     Seu segundo álbum com os Black Belts "Give Me Hope" foi lançado em fevereiro de 2022 pelo selo Lovemonk.

     Em dezembro de 2021, ele retornou ao Burundi pela primeira vez em 10 anos.

    Experimentou a alegria de se reunir com os membros da família, mas é claro que a viagem trouxe de volta algumas memórias difíceis ...

    "Sempre me lembro que levar um tiro me permitiu conhecer o mundo."

    JP é um soulman diferenciado pelo envolvimento espíritual, um exemplo a todos nós.

    Discography

    Slow Me (2015) como Mudibu

    (pseudônimo)

    Inzatsa (2015) como Mudibu

    Free Me (2018)

    Give Me Hope (2022), homenageando James Stern e Martin Luther King.

    10 min
  • Garimpando Bolachas- Episódio 44- JUDITH HILL

    Judith Glory Hill

    É uma cantora e compositora americana de Los Angeles, Califórnia. 

    Para entender quem é, cantou com:

    Michael Jackson

    Prince 

    Gregg Allman

    Taylor Hicks

    Carole King

    Mike Oldfield

    Barry Manilow

    Dave Stewart

    Rod Stewart

    Incubus

    George Benson,

    A ascensão de Hill à fama foi imediata, graças também ao seu refinado gosto musical. 

    Por exemplo:

    Várias baladas originais, incluindo "Desperation", foram apresentadas no filme de Spike Lee, Red Hook Summer em 2012. Lee disse à Rolling Stone:

    "Ela é um talento fenomenal".  

    Em 2013 e 14, Hill abriu para Groban e John Legend nas suas turnês mundiais.

    A mãe de Hill, Michiko Hill é uma pianista de Tóquio, seu pai, Robert Lee "Pee Wee" Hill, tocou funk na década de 1970. 

    A mãe de Judith é japonesa e seu pai afro-americano. 

    Ela pode falar e cantar em inglês, japonês, francês e espanhol.

     Se formou em composição musical na Byiola

    University. Em 2007 foi para a França para
    se apresentar com o cantor francês Michel Polnareff.  

    Hill assinou um contrato de gravação com a Sony

    Music em 2013 

    Foi vocalista de destaque no

    single "How Could We Know" de Eric Clapton, lançado em 2023. 

      Discography:


    2012: Red Hook Summer (Songs From Original Motion Picture

    Soundtrack)

    2015: Back in Time, produzido por Prince

    2018: Golden Child

    2019: Studio Live Session

    2021: Baby, I'm Hollywood!

    2024: Letters from a Black Widow

    Todos esmiuçados na playlist e nos vídeos do GB, conforme links anexos aos folders.

    6 min
  • Garimpando Bolachas- Episódio 43- AMYTHYST KIAH

    Kiah nasceu em Chattanooga, Tennessee, Estados Unidos.

    Seu pai (que também é seu administrador de turnê) cantou e tocou percussão em uma banda na década de 1970.

    Sua mãe cantou na igreja enquanto crescia.

    Ela frequentou uma escola de artes e aprendeu sozinha a tocar violão.

    Quando ela tinha 17 anos, sua mãe suicidou, e cantar em seu funeral foi sua primeira grande experiência pública

    Se formou na East Tennessee State University, onde concluiu o programa de Bluegrass, Old Time e Country Music e se juntou à banda da escola.

    Em turnês, trabalha com a banda 'Her Chest of Glass' e também com a 'Our Native Daughters'

     Lançou seu primeiro álbum, Dig em 2013.

    O álbum foi produzido por ela e gravado no East Tennessee State University Recording Lab Wary class Strange foi lançado pela Rounder Records em 2021, produzido por Tony Berg. Gravou três vezes, com três produtores diferentes antes de se sentir feliz com o som.

    Pela Rolling Stone foi incluído na lista dos "25 Melhores Álbuns Country/Americana de 2021".

    Sua música "Wild Turkey" foi nomeada pela Variety como uma das 50 melhoresmúsicas de 2021.

     Kiah também apareceu (junto com Rhiannon Giddens, Leyla McCalla e Allison Russell) no álbum Songs of Our Native Daughters(2019). Ganhou uma indicação ao Grammy de Melhor Canção de Americana de 2020

    por sua música "Black Myself

    Na vida pessoal se descreveu como amante de ficção científica e de fala engraçada". Hoje mora em Johnson City, Tennessee.

    Discografia:

    Dig (2013)

    Her Chest Of

    Glass (2017)

    Wary + Strange

    (2021)

    Pensive Pop

    (2022)

    Pré lançamento:

    Still + Bright chega em 24 de outubro e explora a vasta extensão de seu mundo interior: sua afinidade profundamente enraizada com filosofias orientais e
    tradições espirituais, uma conexão quase mística com o mundo natural

    Na playlist destacamos a obra prima Tender Organs, a segunda música. Com vocal gospel/soul  espetacular, vale a pena conhecer.

    6 min
  • Garimpando Bolachas- Episódio 42- RUTHIE FOSTER

    ESTOU MUITO FELIZ HOJE POR TRAZER PARA VOCÊS UMA DAS MELHORES VOCALISTAS E GUITARRISTAS QUE DESCOBRI DURANTE ESSE TEMPO TODO DE

    GARIMPAGEM:

    RUTHIE FOSTER

    Nasceu na pequena cidade rural de Gause, Texas.

    Criada em uma família de cantores gospel, Ruthie aprendeu a cantar durante os cultos em sua igreja comunitária. Inspirada por Mavis Staples e Aretha ranklin, seu som se estabeleceu numa mistura inspirada de

    blues, folk, soul e gospel.

     Ruthie deixou sua cidade natal para servir na Marinha.

    Ela descobriu seu amor por se apresentar enquanto cantava músicas pop e funk como vocalista do Pride, uma banda da Marinha por todo o país.

     Em Nova York, depois de mergulhar na vibrante cena

    musical da cidade, ela se tornou um marco na comunidade folk.

     Ruthie voltou para o Texas e se estabeleceu em Austin.

    Sua estreia, Full Circle, foi lançada em 1997 e foi seguida por Crossover em 1999.

    Os dois álbuns garantiram a Ruthie a atenção da gravadora independente texana Blue Corn Music.

    Vieram:

    Runaway Soul (2002)

    The Phenomenal Ruthie Foster (2007)

    The Truth According to Ruthie Foster (2009)

    Let It Burn (2012) 

    Promise of a Brand New Day (2014)

    Joy Comes Back (2017)

    Live at the Paramount (2020)

    Healing Time (2022)

    Mileage (2024)

     A partir de 2016, seus shows abrangeram os EUA, Itália,

    Alemanha, Espanha e Cuba.

    Também colaborou no palco com Bonnie Raitt, Allman

    Brothers e Susan Tedeschi,  Warren Haynes, e The Blind Boys of Alabama, entre outros.

    7 min
  • Garimpando Bolachas- Episódio 41- CODY MATLOCK

    CODY MATLOCK

    Algumas pessoas passam décadas lutando com a ansiedade do que querem fazer com sua vida.

    Para o próprio Cody Matlock, da Geórgia, esse não é o caso.

    Já era muito bom na guitarra, mas um encontro com o artista de blues Jonny Lang deixou o jovem realmente inclinado ao blues.

    Começou em shows aos 13 anos – e aprendeu como lidar com pressão desde cedo!

    Cody credita a seu pai sua paixão pela música e pelo blues. Cresceu escutando BB King, Eric Clapton, Jonny Lang, Sly & Family Stone, Funkadelik e o vocalista e guitarrista genial Little Beaver, 4 episódio do GB.

    Logo começou a tocar em cima desses cds.

    Quando o pai Matlock colocou uma guitarra nas mãos de seu filho, mal sabia que uma estrela do blues surgiria.

    A ascensão de Cody à fama não foi fácil.

    Para chegar à indústria da música, você tem que praticar e melhorar constantemente, e encontrar oportunidades para se apresentar.

    Uma de suas primeiras aconteceu dentro de uma lanchonete e agora ele está abrindo para, por exemplo, Lalah Hathaway, filha do gênio Donny Hathaway, nosso primeiro episódio.

    Ansioso para se apresentar, postou um vídeo no Instagram com a legenda “i want to open for lalah” and voila!

    Cody enfatiza como é importante para os jovens sairem e conhecerem outras pessoas na mesma profissão.

    Ao ouvir músicas e sons de outras pessoas, foi capaz de combinar todas as influências percebidas.

    Nunca é demais ter alguns mentores! Uma delas, Melanie Denard, pode ser creditada por incentivar Cody a cantar e aperfeiçoar sua performance.

    Ele nunca foi focado em dinheiro ou na fama, seu objetivo sempre foi espalhar felicidade com sua arte, e parece que

    está no caminho certo.

     

    “Faço música com o propósito de unir

    as pessoas e as fazer felizes. Estou apenas tentando que elas esqueçam  as coisas que não importam”.

     

    O que você recomendaria a um artista novo na cidade, ou na arte, em

    termos de encontro e conexão com outros artistas e criativos?

    Basta sair e aparecer. Não fique muito tempo sentado em sua casa. Você tem que
    sair e procurar oportunidades e acompanhar as pessoas que você conhece. Se você
    não está aparecendo, você está desaparecendo.

     

    Alguns músicos que o acompanham:

    Cody Matlock - Guitar/Vocals

    Brandon Boone, Trey Lander - Bass

    Tauseef Anam, Robert Boone, Erik

    Aylesworth- Drums

    Tony Erice – Congas

    Rhett Huffman, Spencer Pope -

    Keys/Synth

    Jordan Shalloup - Sax

    Ben Otieno, Dash Smith- Trumpet

    Chelsea Shag, Brenda Nicole Moorer –

    Back Vocals

    Crayg Shephard

    Tilde

    Jonathan Norwood

    Daniel Wytanis

    Noah Sills

    Noah Sharf

    9 min
  • Garimpando Bolachas Podcast- Episódio 40- THE MELTDOWN

    The Meltdown

    De Melbourne, Austrália, a formação country-soul The Meltdown é dirigida por Simon Burke, cantor e compositor da banda, em colaboração com o arranjador Lachlan McLean, que também toca saxofone barítono como parte de uma seção de três  completada por Eamon Mcnelis no trompete e Anton Delecca (The Bamboos) no tenor.

    Adicione uma seção rítmica sólida composta por Michael Meagher no baixo e Hugh Harvey na bateria, além dos doces vocais de apoio de Hailey Cramer e

    Chantal Mitvalsky, e pronto.

    Há muitas bandas de revival de soul por aí, mas o ângulo do The Meltdown é diferente: Simon e Lachlan tem o country de Ray Charles via gospel, e um gostinho de blues sujo também.

    É um trem a vapor ousado, bronzeado de backbeats e shuffles. Depois, há essa voz doce como mel, voz soul e outras coisas indefiníveis; como o que você ouviu antes, mas não sabe onde...

    Tendo construído seu som a partir de apresentações ao vivo hipnotizantes, eles assinaram com a gravadora Hopestreet Recordings de Melbourne em 2015 e Cravaram o single "Better Days”, que se tornou um grande sucesso underground, e até foi incluído na trilha sonora da série de TV Rosewood da Fox.

    Avançando rápido para novembro de 2016 onde a banda está dando os últimos retoques em seu álbum de estreia, antecipado pelo single “Colours in The Sky”, uma balada majestosa que evoca grandes céus e longas estradas, com tons de Otis e Sam Cooke com um toque sulista que favorece o estilo soul analógico do álbum de estreia The Meltdown.

    Ótima vibração, ótimos músicos, ótimo som.

    Em  2022, sai It’s a Long Road, um grande , equilibrado e genial trabalho, para fixar a banda no cenário global.

    Em 2023 gravam ao vivo Live at The Night Cats.

    Senhoras e senhores, vamos apresentar a vocês o som inimitável e genuíno do The Meltdown. Aproveitem a playlist e os vídeos.

    INFORMATION, PLAYLIST, VIDEOS, PODCAST.

    https://garichas.wordpress.com/

     

    5 min
  • Garimpando Bolachas Podcast- Episódio 39- DYLAN LEBLANC

     

    Dylan LeBlanc

    Nascido em Shreveport, Louisiana, começou a atuar aos

    quinze anos, apresentando-se na região e em Muscle Shoals, Alabama.

    Jovem, LeBlanc assistiu seu pai se apresentar em vários

    clubes e bares, ficando com uma sensação diferente quanto a música.

    Aos dezenove anos assinou contrato com a Rough Trade

    Records, que lançou seu primeiro álbum Pauper's Field.

    Até os nove anos de idade, LeBlanc morou com sua mãe em

    Blanchard, Louisiana, uma pequena cidade no canto noroeste de Shreveport.
    Trabalhando em tempo integral limpando casas, a mãe de LeBlanc criou Dylan e seus dois irmãos.

    Aos dez anos, mudou-se para Muscle Shoals para que seu

    pai pudesse seguir sua carreira musical como compositor profissional de música
    country. Em Muscle Shoals, LeBlanc adquiriu uma educação musical única.

    Passava as noites assistindo os músicos gravarem nos

    estúdios onde seu pai tocava.

    Aos quatorze anos voltou para Shreveport para morar com

    sua avó e começou a cursar o ensino médio na Captain Shreve High School.

    Lá, conheceu o músico Daniel Goodwill e começou a tocar

    com uma banda de rock alternativo, Jimmy Sad Eyes Blue.

    Goodwill inspirou LeBlanc a começar a escrever suas

    próprias músicas. Depois de alguns anos tocando foi forçado a ir para a reabilitação.

    Depois, em vez de retornar ao ensino médio, decidiu

    seguir sua carreira musical em tempo integral.

    Se juntou à banda local de Punk Rock Muscle Shoals

    Alguns anos depois, tornou-se cofundador da banda Abraham.

    Ele fez suas primeiras gravações com Abraham no Fame

    Recording Studios em Muscle Shoals. Naquela época, o engenheiro do estúdio Ben Tanner (do Alabama Shakes) era membro da banda de LeBlanc.

    Trabalhos

    2010, LeBlanc lançou seu primeiro álbum Paupers Field. A

    música "If the Creek Don't Rise" tem a presença de Emmylou Harris.

    Para divulgar o álbum, LeBlanc fez turnê e abriu shows

    para artistas como Lucinda Williams, The Civil Wars, Laura Marling, George Ezra e Calexico.

    O segundo álbum de LeBlanc, Cast the Same Old Shadow, foi lançado em agosto de 2012.

    Após seu lançamento, LeBlanc tocou com Bruce Springsteen, First Aid Kit, The Drive By Truckers e Alabama Shakes. A crítica do The Guardian sobre Cast the Same Old Shadow chamou suas canções de "tão bonitas quanto

    sombrias" e o álbum de "misterioso".

    O terceiro álbum de estúdio de Dylan LeBlanc, Cautionary

    Tale, UMA PÉROLA, foi lançado em 15 de janeiro de 2016 pela Single Lock Records.

    O quarto álbum de estúdio, Renegade, chegou em 7 de junho de 2019 pela ATO Records.

    Coyote (2023), nasceu em 2023 e tem na capa o lobo

    flechado, como a sua voz, única, misteriosa e cativante.

    Sempre se relacionou com a natureza insaciável e

    sarcástica do coiote astuto. Assim como o animal, LeBlanc é um andarilho que sabe quando confiar em seus instintos

    Músicos atuais:

    O baterista Fred Eltringham (Ringo Starr, Sheryl Crow), o

    pianista Jim "Moose" Brown (Bob Seger) e o baixista Seth Kaufman (Lana Del Rey)

    Dylan continua crescendo muito profissionalmente, mas com atenção, pois a vida é uma "dança na navalha"

    Todos os trabalhos estão na playlist no site do GB, conforme os links anexados nos posts, como de costume.

     

     

    9 min
  • Garimpando Bolachas Podcast- Episódio 38- BILLY VALENTINE

    Billy Valentine é vocalista e compositor de Soul, Jazz e Blues. Mora em Los Angeles.

    Seu vocal, inconfundível,  tem alcance de múltiplas oitavas que se encaixam diretamente entre Curtis Mayfield e Marvin Gaye.

    Billy Valentine nasceu William Denham na Virgínia Ocidental, mas foi criado em Columbus, Ohio.

    Seus pais eram donos de uma boate onde todos os seus 12 irmãos trabalhavam.

    Suas sete irmãs se revezavam no comando da caixa registradora e da bilheteria e seus cinco irmãos atuavam como ajudantes de palco, roadies e na banda da casa

    liderada por seu irmão mais velho, Alvin, um mestre do Hammond B-3. Ele foi quem mostrou ao jovem as melhores músicas de soul e jazz das décadas de 1960 e 1970.

    Profundamente influenciado por Otis Redding, Nat King Cole e Carmen McCrae, Valentine foi atraído e absorveu aprendendo a cantar com disciplina.

    Fundou com seu irmão a Valentine Brothers

    Durante a década de 1980, ele contribuiu com os vocais principais na trilha de Champions Forever, um documentário sobre Muhammad Ali, Joe Frazier e George

    Foreman.

    Também produziu o single "Crazay" para Jesse Johnson e Sly Stone.

    No início da década de 1990, Valentine participou no longa-metragem de Robert Townsend, The Five Heartbeats.

    Em parceria de composição com Bob Thiele Jr. e Phil Roy  co-escreveu "My World" para Ray

    Charles. Com Will Jennings, escreveu três canções do Neville Bros. do Álbum Family Groove.

    Em 2004, Valentine gravou a música tema de sucesso da série de TV Boston Legal, estrelada por William Shatner e James Spader.

    Em 2006, após mais de 30 anos no mundo da música, Valentine lançou Travelin' Light, seu primeiro álbum solo. Co-produzido pelo pianista Stuart Elster, o set contou com a participação do cantor com um trio de piano que tocava jazz nos padrões do Great American Songbook.

    Em 2007, ele revelou seu alcance estilístico com No Better Than This, um conjunto de músicas soul modernas compostas por originais e covers. Valentine já era um

    nome conhecido entre músicos, produtores, compositores, agentes e habitantes da vida noturna de Los Angeles.

    Em 2014, ele cantou "All along the Watchtower" de Bob Dylan em um episódio da série Sons of Anarchy de Kurt Sutter

    Em 2017, lançou o provocativo Brit Eyed Soul, cobrindo uma dúzia de músicas originadas no Reino Unido. A lista de faixas incluía revisões maravilhosamente

    estilizadas de sucessos de bandas como Rolling Stones, Beatles, Bee Gees, Culture Club, The Clash e mais.

    Em outubro, Valentine gravou a maravilhosa obra de arte  "We Are the People Who Are Darker Than Blue", de Curtis Mayfield que está na playlist. Imperdível.

    O álbum ofereceu uma coleção diversificada de oito músicas clássicas de "protesto" soul de Stevie Wonder, Gaye, Scott-Heron, Prince, oferecidas no inimitável estilo emotivo de Valentine e apoiadas por um elenco

    de músicos de primeira, incluindo tenor saxophonist Immanuel Wilkins, trumpeter Theo Croker, a bassist Linda May Han Oh, guitarist Jeff Parker, vibraphonist Joel Ross, percussionist Alex Acuña, pianist/keyboardist Larry Goldings, bassist Pino Palladino, and drummer James
    Gadsen Valentine homenageia Scott-Heron e o legado da gravadora Flying Dutchman com sua abordagem assustadora de “Home Is Where The Hatred Is”, um testamento comovente sobre as lutas para abandonar o abuso de substâncias. O rico legado continua com o fascinante cover de Valentine da canção de assinatura do saxofonista Pharaoh Sanders, “The Creator Has A Master Plan”, que originalmente apresentava o vocalista Leon Thomas. O álbum continua com a leitura comovente da obra-prima sócio-política de Prince de 1987, “Sign O’ The Times”, seguida por uma versão mordaz do hit sarcástico de Stevie Wonder de 1974, “You Haven’t Done Nothin’”. Valentine então se baseia em seu próprio passado com sua versão de “Wade In The Water”, uma música gospel do jubileu negro americano que foi regravada por muitos músicos. Uma música com assinatura do War de 1972, “The World Is a Ghetto” dá sequencia.

    8 min
  • Garimpando Bolachas Podcast- Episódio 37- ERIC GALES

    Eric Gales

    Nascido em 29 de outubro de 1974 em Memphis, Tennessee, pegou o violão aos quatro anos com seus irmãos mais velhos Eugene e Manuel ( Little Jimmy King ). Mostraram a ele Jimi Hendrix, Albert King, BB King, Stevie Ray Vaughan etc

     Considero Eric, juntamente com Buddy Guy os dois mais

    viscerais guitarristas vivos de blues

     Embora Gales seja destro, aprendeu tocar "de cabeça

    para baixo" (com a corda E do baixo na parte inferior)

    No final de 1990, Eric e Eugene Gales assinaram com a

    Elektra Records, e junto com o baterista Hubert Crawford lançaram The Eric Gales Band (1991) e Picture of a Thousand Faces (1993).

    A revista Guitar World nomeou Eric o "Melhor Novo

    Talento", em 1991.

     Em 1994, Gales se apresentou com Carlos Santana no

    Woodstock

     Em 1996, Gales e seus dois irmãos lançam o álbum, Left

    Hand Brand, como Gales Brothers.

    Em 2001 Gales lançou seu álbum

    That's What I Am. Após vieram:

    Crystal Vision , The Psychedelic Underground , The Story of My Life e Layin' Down the Blues pelo selo Shrapnel Records

    Em 2010, Relentless seguido por Transformation e Live (2012).

     Em fevereiro de 2013, a Magna Carta Records lançou o

    álbum Pinnick Gales Pridgen, com Gales na guitarra e voz,

    Doug Pinnick no baixo e voz e Thomas Pridgen na bateria.

     O álbum seguinte, PGP2, foi lançado em julho de 2014.

     Em 2017, Gales lançou seu décimo quinto trabalho de

    estúdio, Middle of the Road, incluindo Gary Clark Jr, Lauryn Hill

    Nas paradas da Billboard Top Blues Album, chegou ao 4º

    lugar, álbum seguinte de Gales, The Bookends , liderou a parada em 1º lugar 

     Em 2019 e 2020, ele ganhou o Blues Music Award como

    'Artista de Blues Rock do Ano'.

     Em 2022, Gales lançou o álbum Crown. Produzido por

    Bonamassa e Josh Smith que rendeu a Gales sua primeira indicação ao Grammy de
    Melhor Álbum de Blues Contemporâneo

     Ao longo de 30 anos e 18 álbuns, sua paixão pela música e

    seu desejo ilimitado de mantê-la vital nunca diminuíram, mesmo nos períodos de
    pouca luz.

     Dica:

    Eric e Joe se reconectaram muito em 2019, quando Joe

    convidou Eric para tocar com ele no palco em uma apresentação de blues cruise encore. Foi a primeira vez que os caras tocaram juntos ao vivo no palco em 25 anos, e desde então foi considerado um dos duelos de guitarra mais explosivos de todos os tempos, acumulando mais de 3 milhões de reproduções no YouTube.

    O vídeo está na página do GB, percebam a alegria dos

    músicos que os acompanharam ao presenciarem o duelo.

     Discografia

    1991: The Eric Gales Band

    1993: Picture of a Thousand Faces

    1996: The Gales Brothers: Left Hand Brand

    2001: That's What I Am

    2006: Crystal Vision

    2007: The Psychedelic Underground

    2008: The Story of My Life

    2009: Layin' Down the Blues

    2010: Relentless

    2011: Transformation

    2012: Live

    2013: Pinnick Gales Pridgen, Pinnick Gales Pridgen

    2013: Eric Gales Trio, Ghost Notes

    2014: Pinnick Gales Pridgen, PGP2

    2014: Good for Sumthin

    2016: A Night on the Sunset Strip, two discs

    2017: Middle of the Road

    2019: The Bookends

    2022: Crown

    7 min
  • Garimpando Bolachas Podcast- Episódio 36- JOSH HOYER AND SOUL COLOSSAL

    JOSH

    HOYER & SOUL COLOSSAL

     Noite após noite em seus shows ao vivo, Josh Hoyer &

    Soul Colossal deixam tudo na mesa, o som de uma banda verdadeira; música para o povo, pelo povo.

    Você ouve veracidade na voz de Hoyer. Você ouve o esforço de um amplificador de guitarra sendo levado ao limite. Você ouve os teclados martelando as notas, os metais empurrando o ritmo como um trem de carga. Funk e soul emanam do palco e prestam homenagem aos gigantes do soul do passado enquanto avançam modernamente.

     Hoyer formou a Josh Hoyer & Soul Colossal em 2012 na famosa cidade do blues Lincoln, Nebraska.

    A banda de cinco integrantes inclui alguns dos músicos mais reverenciados e talentosos da região:

    Hoyer (teclados/vocais)

    Benjamin Kushner (guitarra),

    Mike Keeling (baixo),

    Blake DeForest (trompete),

    James Cuato (saxofone tenor) e

    Harrison ElDorado (bateria).

    Inspirada pelos sons da Stax, Motown, Muscle Shoals, New

    Orleans, Philly e San Francisco, a banda cruza continuamente as fronteiras
    musicais tanto em estilo quanto em época.

     Em 2016,

    A magia do seu show ao vivo chamou a atenção do produtor Ken Coomer (Wilco, Uncle Tupelo), que se juntou à banda para gravar seu terceiro álbum completo. Running From Love, foi gravado no histórico Sound Emporium de Nashville, e mais uma vez apresenta nos vocais a marca registrada de Hoyer e o groove característico da banda.

     Em 2017,

    A banda completou sua primeira turnê europeia; um período de 27 cidades
    culminado com o lançamento de um álbum ao vivo de seu show em Bruxelas, Bélgica, muito trabalho duro incluindo aberturas para George Clinton, Charles Bradley, Booker T Jones e Muscle Shoals Revue.

     Em 2018,

    Hoyer lançou The End of the Night, um EP de 3 músicas e um projeto paralelo
    solo com os compositores veteranos de Nashville Jay Knowles e Jon Coleman.

     Em 2019,

    Josh Hoyer & Soul Colossal lançaram Do It Now, seu quarto álbum de estúdio.

     Foi gravado na Silver Street em Ashland, no Make Believe

    Studios. O álbum atraiu ótimas críticas em publicações europeias
    com a Blues Magazine afirmando: "Josh Hoyer & Soul Colossal ainda
    provam estar no topo do movimento soul contemporâneo."

     Em 2020,

    Josh Hoyer & Soul Colossal lançaram Natural Born Hustler, seu quinto álbum
    de estúdio e primeiro com o novo parceiro de gravadora, a Color Red.

    Foi gravado em 2019 e produzido pelo coproprietário do Color Red e guitarrista do The New Mastersounds, Eddie Roberts. A dupla Roberts e Hoyer acabou sendo uma união perfeita de som e composição

     Em 2022,

    Sai Green Light, consistente e grandioso, talhado pela experiência de todos
    esses anos de estrada, é obrigatório.

     "Se James Brown ou Otis Redding tivessem um filho, seria Josh Hoyer.

    8 min

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