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Leitores podem não apenas ler, mas também trabalhar com livros. E é sobre isso que falamos no episódio desta semana no Geekices do Demo.
Ser livreiro pode trazer todo um leque de experiências, que vai de hilariante a exasperante. Para algumas pessoas que procuram títulos, poderá estar algures perto da alucinação... mas para saberem mais, é favor ouvir o episódio desta semana.
Não se esqueçam de seguir o instagram do Geekices do Demo: https://www.instagram.com/geekicesdodemo e de visitar a página da Etsy da Nuts for Paper para verem a linha de merch do Geekices do Demo: http://nutsforpaper.etsy.com.
Já se sabe que todos os geeks dos livros gostam de ler, mas não só. Falar sobre as suas leituras e recomendar um possível livro favorito a outrem é toda uma actividade autónoma para os leitores ávidos, tal como acontece com a nossa convidada.
Por isso, não é nada surpreendente ouvir a Ana (ou Xinha!) a divagar pelas suas leituras e estantes no seu Canal de YouTube "The Phoenix Flight". Neste episódio vamos saber como nasceu este projecto, como faz parte da vida da sua criadora, e tudo o que se encontra entre o melhor e o pior do bookmedia: aquela ilha digital onde as pessoas que gostam de livros falam... de livros (e de muitas outras coisas).
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Estamos de volta para mais uma temporada do Geekices do Demo e, nos próximos episódios vamos falar de livros e mais livros! Para isso, vamos ter connosco a Ana Lopes, que também é conhecida por Xinha e por outros tantos nomes, e que é, inadvertidamente, uma Geek dos Livros.
Ao longo desta temporada do podcast, a Ana, comunicadora com o Canal de Youtube The Phoenix Flight (página de Instagram | página de Goodreads), vai falar-nos sobre o que é isto de se ser leitor, o que os livros trouxeram e continuam a trazer à sua vida (e não são apenas histórias!!) e todas as dimensões de si mesma enquanto profissional: sim, também aí os livros têm um papel muito importante na sua vida.
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Para fechar este tema fantástico do cosplay, não podemos esquecer a importância da união da comunidade, sobretudo nos momentos em que é necessário intervir. O verdadeiro empoderamento é darmos a quem nos é próximo, e a quem partilha estas nossas paixões geeks connosco, as ferramentas para dizermos "não" e parar os bullies que também nos atacam do "lado de fora" e do mundo real.
Finalmente, falamos neste último episódio da temporada do cosplay como uma vertente profissional, em que a construção de fatos e adereços é uma fonte de skills e de rendimentos para diversos cosplayers. A nossa convidada Angélica Elfic também tem a sua loja (www.angelicaelfic.com), onde dá sempre um bocadinho de si nas peças que cria, todas elas únicas e feitas à mão e... quem sabe, até alienígenas!
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Além de um hobby e uma conjugação de artes, o cosplay também pode ser uma forma de nos fazer conhecer o mundo e outras culturas. Concorrentes, convidados e geeks mostram os seus fatos, numa ideia de comunidade e de partilha. Mesmo em tempos de pandemia, em que tanta coisa mudou e a normalidade teve que ser reinventada, as competições moldaram-se a essa "estranha realidade" em plataformas digitais. Também de uma forma generalizada, artistas de todas as áreas ajudaram-nos a encontrar um propósito e libertar as nossas mentes do verdadeiro manto negro que cobriu tantos de nós.
Mas nem tudo são bainhas costuradas de forma perfeita, ou perucas com os penteados sem um cabelo fora do sítio. Mesmo dentro da comunidade, há sempre aqueles que não vão entender o verdadeiro significado do cosplay, manchando uma coisa positiva que rapidamente acorda os nossos demónios interiores. Por isso, é importante reafirmar que não é a cor da pele, a estrutura do nosso corpo, ou o que nos calharam na lotaria genética que faz o cosplayer, mas antes ser quem quer ser, e sempre com alma!
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O processo criativo é sempre diferente de cosplayer para cosplayer, mas inadvertidamente começa com a paixão na criação da personagem. Se não gostamos de ser aquilo que esperam de nós quando não é isso que somos, ao vestir uma personagem não iria ser diferente. E com as roupas e a maquilhagem, vêm também um pouco da confiança e a componente emocional que esses alter egos nos podem dar. Porque além de aprendermos a costurar e a trabalhar termoplásticos, podemos aprender skills e artifícios para vencer os medos da nossa "vida mundana".
Para Angélica Elfic, além da homenagem que tem que estar sempre presente, escolher uma nova personagem para criar passa por querer aprender uma nova técnica. Por isso, o processo criativo é também um processo de aprendizagem, seja na área da robótica, das experiências com resinas ou como manipular um material que nunca usou, porque ser artista também é isso. E na dúvida, tudo é possível!
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Continuamos a nossa conversa sobre cosplay, em que a nossa convidada partilha connosco as suas experiências nas convenções e no vestir das personagens que lhe são mais queridas. E quem disse que usar um fato de cosplay também pode ser toda uma outra forma de se usar uma armadura? Não é apenas a cota de malha, ou armas, ou as máscaras que nos escondem a cara e nos protegem, mas também todas as nossas inseguranças. Interpretar as personagens que adoramos também é sobre lutar contra os nossos demónios internos e ser livres de nos expressarmos como somos.
Entre fatos mais complexos, cheios de partes mecânicas e props pesadíssimos, e outros simples e que, mesmo assim, transbordam a felicidade do seu cosplayer, a nossa convidada conta toda a sua experiência em competições nacionais e no estrangeiros, em que representou Portugal. E mais do que vencer competições, é o vencer as dificuldades que cada nova skills importa, o saber que somos capazes, porque as personagens que queremos honrar no palco nunca desistem e estão lá para vencer connosco.
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Nesta segunda parte em que falamos sobre o cinema de género português, percebemos que o surgimento de novos filmes de Ficção Científica nesta país à beira mar plantado teve por base, não só o grande boom da produção literária dos anos 80, mas também a mão dos primeiros alunos do audiovisual, que trabalhavam esse género para uma nova geração de público.
Das curtas que se podiam contar pelos dedos da mão, actualmente há profissionais portugueses a produzir longas-metragens. E esses profissionais não se encontram apenas no nosso pais, muitos viajaram para outros países: actores, produtores ou criadores em posições mais técnicas, trabalham de forma a fazer chegar a cultura nacional a outros públicos, para os quais estas histórias são bastante exóticas e suscitam grande curiosidade.
E claro, não podíamos deixar de levar aos nossos ouvintes do Festival MOTELx, no cinema S. Jorge, uma pequena grande comunidade de criadores e entusiastas que se juntam para celebrar estes filmes de nicho, com exibições, workshops e merch, aberto para todos os que se quiserem aventurar neste universo. Deste festival, surgiu ainda o livro "O Quarto Perdido do MOTELx", com textos sobre vários dos filmes aí exibidos, produzidos por vários artistas do plano nacional.
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Pois é pessoal geek, estamos de volta!! E desta vez... continuamos a falar de filmes de ficção científica, mas em português. Mesmo sendo quase um alien para muitos, a sétima arte de FC por terras lusas não é apenas uma miragem e, para nos falar dela, temos connosco o João Monteiro, um dos fundadores do Cineclube de Terror de Lisboa e produtor do Motel LX.
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