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Imagina um mundo onde a liberdade é quase total e o caos é uma opção. Bem-vindo ao universo de Grand Theft Auto, uma das maiores e mais influentes franquias da história dos videojogos. Desde a estreia, em 1997, o GTA revolucionou a forma de jogar ao criar cidades abertas, inspiradas na realidade, onde a sátira, a crítica social e a liberdade do jogador se tornaram marcas da saga. Liberty City, Vice City, San Andreas e Los Santos transformaram-se em cenários icónicos que atravessaram gerações e passaram a fazer parte da cultura popular.
Neste episódio de estreia do Geração Gamer, revisitamos a evolução de uma série que redefiniu o conceito de mundo aberto, recordamos as histórias, personagens e momentos que marcaram milhões de jogadores e olhamos para o futuro, com a chegada do muito aguardado GTA VI, prevista para 2026.
Para esta viagem entre nostalgia, inovação e cultura gaming, Cristiana Reis recebe dois fãs da franquia: o músico Diogo Piçarra e o criador de conteúdos João ‘Retro Raider’ Mateus, para uma conversa sobre o impacto de um jogo que continua a reinventar-se geração após geração.
(0:00) Introdução ao jogo
(7:25) Apresentação dos convidados
(8:10) Conversa
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Quais são os jogos que jogamos? A partir de 4 de julho, os videojogos chegam aos podcasts da SIC Notícias com “Geração Gamer”, de Cristiana Reis. As franquias mais icónicas unem gerações em conversas que vivem da experiência dos gamers.
Neste podcast, fazemos uma viagem até aos videojogos que moldam quem somos: os que nos acompanharam durante a infância, os que ainda hoje nos desafiam e os que nos fazem imaginar o futuro. Este é um espaço para todos. Para os que sempre jogaram, para os que pararam e voltaram, para os que têm apenas recordações e até para os curiosos.
Histórias, memórias, cultura e curiosidades: tudo cabe aqui. Vamos jogar?
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Na estreia do podcast Geração 2000, Manel Rosa senta-se à conversa com Rui Pedro Silva, 22 anos, nascido em Oliveira do Douro, e já com um percurso que desmente qualquer ideia de que esta geração anda à deriva. Entre memórias de um primeiro contacto com o teatro num campo de férias — ainda sem saber bem ao que ia, mas com vontade de tentar — e a estreia profissional no Centro Cultural de Belém, o ator revisita um caminho feito de tentativa e erro, onde a curiosidade falou sempre mais alto do que o medo. Foi esse impulso que o levou até ao cinema, com “Restos do Vento”, de Tiago Guedes, apresentado no Festival de Cannes, e a um improvável “encontro de segundo grau” com Ethan Hawke. Mas é na televisão que o país o reconhece: do fenómeno do remake de “Morangos com Açúcar” às nomeações para os Globos de Ouro, passando pela novela “Herança”, onde a história de “Teresinha e Bernardo”, com Laura Dutra, se tornou viral e conquistou milhões. De regresso ao palco, com “Brokeback Mountain” e em breve “O Clube dos Poetas Mortos”, no Teatro da Trindade, Rui Pedro Silva mostra que esta geração não espera por oportunidades: cria-as. Um episódio sobre começos, exposição, pressão e ambição, na estreia do Geração 2000, todas as quartas-feiras, no site da SIC, SIC Notícias e Expresso, e em todas as plataformas de podcast.
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A geração que inaugurou o século XXI cresceu entre dois mundos: começou com Nokias 3310 e hoje vive com smartphones sempre na mão. Foi a primeira a descobrir a Internet em casa, a levar para a escola o computador Magalhães e a trocar a televisão pelo YouTube. Também foi a geração que ouviu falar da troika ainda em criança e que cresceu num mundo que muda cada vez mais depressa. Neste Geração 2000, Manel Rosa conversa com os jovens que querem mudar o mundo à semelhança do seu tempo... rapidamente. Todas as quartas-feiras, episódios com artistas, ativistas, atletas, empreendedores e académicos, que traçam o retrato de uma geração marcada por profundas transformações tecnológicas, sociais e culturais. Entre memórias de infância e ambições de futuro, mostrando que os nascidos a partir do ano 2000 não só acompanham a mudança, como já estão a transformá-la. Não perca em todas as plataformas de podcast, e no site da SIC, SIC Notícias e Expresso.
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Nasceu em Lisboa no final da 2ª Guerra Mundial. Cresceu no seio de uma família grande, de origem aristocrática, numa casa que conserva grandes memórias. São três irmãs que seguiram caminhos diferentes, e o caminho de Maria João Avillez estava destinado à comunicação social. Estreou-se em televisão aos 17 anos, fundou jornais, fez rádio e entrevistou protagonistas, viveu e presenciou os grandes acontecimentos dos últimos 50 anos. Maria João Avillez é a convidada da estreia de Geração 40, o novo podcast conduzido por Júlio Isidro.
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Geração 40 é uma conversa com quem nasceu nos anos 40, uma geração que cresceu com os racionamentos e a sombra da guerra. Viram um país fechado abrir-se à Europa. Assistiram ao salto do analógico para o digital.
Hoje olham de frente para a era da Inteligência Artificial. O mundo transformou-se. Mas será este o futuro que imaginaram? “Geração 40” é uma viagem, entre memórias e desafios do presente, conduzida por Júlio Isidro.
Todas as quintas-feiras nos sites da SIC Notícias, SIC e Expresso ou na sua plataforma de podcasts preferida. O primeiro episódio sai no dia 12 de fevereiro.
O genérico do Geração 40 é composto pela canção portuguesa de 1943 “A Minha Casinha”, estreada pela atriz e cantora Milú no filme “O Costa do Castelo”. A canção tornou-se um dos maiores sucessos da carreira de Milu e foi muito difundida na rádio. Décadas depois, ganhou nova vida com a versão rock dos Xutos & Pontapés, o que a levou a ser conhecida por várias gerações, dos mais velhos aos mais novos. Não há mote mais transversal do que este para voltarmos aos anos 40 em 2026. Acompanhe-nos nesta viagem!
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Nasceu em setembro de 1983, em Lisboa. A mãe é africana e o pai de etnia cigana. Viveu no Casal Ventoso com os pais e o irmão mais velho até ir para o Sporting. O dia-a-dia dividia-se entre a escola e a rua, onde passava grande parte do tempo a jogar à bola. O pai esteve ausente quase dois anos, a mãe trabalhava de manhã à noite e durante esse período o irmão mais velho foi pai que metia o mais novo “reguila” no lugar. Começou a jogar futebol no clube do bairro e foi lá que o Sporting o foi buscar com apenas oito anos. Cresceu na Academia e aos 17 já jogava na equipa principal. Partilhava balneário com João Pinto, Jardel ou Paulo Bento e foi com eles que aprendeu tudo sobre o futebol. Deixou Alvalade para ir para o FC Barcelona, mas as coisas não correram bem. Não regressou ao Sporting, foi para o Porto e hoje sabe que foi “a melhor escolha”, mas na altura ficou “magoado”. "Deve quase tudo ao futebol” e ganhou quase tudo a jogar futebol. Para a memória de todos os portugueses fica o ano de 2016 onde ao lado de Cristiano Ronaldo ganhou o Euro. Ricardo Quaresma foi o convidado do último episódio da 2ª temporada do Geração 80, de Francisco Pedro Balsemão, e um do mais ouvidos de 2025
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Nasceu em junho de 1983, em Lisboa. Filha única de pais ligados à produção na área do audiovisual. É uma das mais talentosas atrizes portuguesas. Tem uma longa e brilhante carreira em televisão, cinema e teatro, apenas interrompida por uns sabáticos anos em Macau. Ali, interrompeu a carreira como atriz para dedicar-se às “folhas de Excel” numa mercearia portuguesa que abriu, com produtos portugueses, mas das quais não tem saudades. “Queria ter ali uma pausa na vida. Já tinha feito a rica, a pobre, a boa, a má, a vilã, a heroína, estava esgotada profissionalmente”, desabafa. Cresceu com uma mãe exigente e rodeada de adultos: "Acho que fui muito mimada, mas porque cresci rodeada de muito amor, mas tive uma educação relativamente dura. Tenho muito mais dificuldade de impor limites e nãos aos meus filhos do que os meus pais colocaram-me", admite. Para os filhos, só pede que cresçam num “mundo em que haja igualdade, respeito, empatia, solidariedade. “Quero que os meus filhos tenham admiração não só pela mãe, mas também por todas as mulheres. Quero que respeitem a mulher, a namorada, as filhas que eles tiverem, com todo o respeito e com toda a educação que qualquer ser humano, independentemente do seu sexo, merece ser tratado”, apela nesta conversa com Francisco Pedro Balsemão. Margarida Vila-Nova foi convidada do Geração 80, num dos episódios mais ouvidos em 2025.
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Nasceu em maio de 1987, em Lisboa. Cresceu numa família de “betos desempoeirados” com uma educação “rígida”, mas sem amarguras ou amarras. No colégio nunca foi adorado pelos colegas e não tinha muitos amigos, mas a ida para o Liceu foi o “auge da liberdade”. A ligação ao teatro vem da infância e das idas ao Chapitô com a avó Ana. Gostava de criar as suas personagens, mas nada a sério. Até ao dia em que o pai o obrigou a fazer os testes para o conservatório, não passou porque não soube imitar um “macaco bebé cego”. Já teve várias vidas e viveu várias personagens. Depois do curso de Marketing decidiu seguir um caminho que já o acompanhava desde a adolescência, desde a altura em que deu catequese - quis ser padre e foi estudar para o seminário em Roma. Regressou de Itália porque o caminho ainda não era por ali. "Ser ator, esta profissão, é a minha, eu fui feito para esta. Eu acho que nasci para isto”. Vasco Pereira Coutinho, a Tia Bli, a enfermeira Lourdes e a professora Regina são os convidados do episódio especial do Geração 80 gravado ao vivo no Festival Tribeca.
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Na nova temporada do Geração 90, Júlia Palha volta a abrir as portas à geração que cresceu com a revolução digital e que vive ansiosa em relação ao futuro. Neste podcast, fala-se de forma leve do peso que acarretam os sonhos e as expectativas. Estreia-se a 07 de outubro, com novas conversas todas as semanas.
O Geração 90 tem o apoio do Novo Banco.
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