
Sign up to save your podcasts
Or


Neste episódio, os doutores Rafael Duncan, Daniel Gomes e Maíra Nóbrega discutem os desafios do manejo da dislipidemia em idosos. Quando vale a pena iniciar uma estatina na prevenção primária? Como avaliar o risco cardiovascular e interpretar o escore de cálcio, a ApoB e a lipoproteína(a)?
Uma conversa baseada nas evidências mais recentes e nas novas diretrizes, abordando metas de LDL, segurança das estatinas, efeitos adversos e individualização do tratamento na prática clínica.
Assine o GeriUpdates
https://lp.gericlass.com.br/geriupdates-spotify
Uma paciente de 73 anos diz estar "ótima", mas o check-up mostra cálcio de 11,4. Rafael Duncan apresenta o caso e Daniel Gomes raciocina ao vivo, da confirmação do exame à decisão cirúrgica: o papel do PTH, os sintomas que ninguém perguntou e quando operar o idoso.
👉 Casos como este toda semana no GeriUpdates:
https://lp.gericlass.com.br/geriupdates-yt
Uma paciente de 76 anos chega à urgência com **agitação, tremores, sudorese, febre, taquicardia e alteração aguda do comportamento**.O quadro parece apontar para uma causa bastante comum no pronto atendimento. Mas, ao longo da avaliação, alguns detalhes começam a chamar atenção — e o raciocínio precisa ir além da primeira hipótese.Neste episódio, *Dr. Daniel Gomes e Dra. Rafaella Italiano* discutem um caso clínico de **delirium na urgência**, construindo passo a passo o raciocínio diante de uma apresentação aguda em uma pessoa idosa.A discussão mostra por que o delirium deve ser entendido como uma **síndrome que exige investigação da causa**, além da importância de revisar medicações, mudanças recentes no tratamento e possíveis efeitos adversos.📌 Neste episódio:
*Paciente idoso com delirium? Antes de pedir exame, peça a receita.*Assista até o final e acompanhe a construção do diagnóstico deste caso.Inscreva-se no canal da GeriClass para mais casos clínicos, discussões práticas e atualização em geriatria.
Fadiga, perda de peso, anorexia, fraqueza, hiponatremia e tontura ao levantar. No paciente idoso, esses sintomas podem ser facilmente atribuídos ao envelhecimento ou às múltiplas comorbidades. Mas quando devemos pensar em insuficiência adrenal?
Neste episódio do GeriPills, discutimos um caso clínico e os principais sinais de alerta, com destaque para o uso prévio de glicocorticoides, hipotensão ortostática, hiponatremia persistente e apresentações atípicas como delirium.
Também abordamos a investigação inicial com cortisol matinal e ACTH, quando considerar o teste de estímulo com cosintropina e a importância de não atrasar o tratamento diante de uma possível crise adrenal.
Um episódio prático para reconhecer uma condição potencialmente grave que pode passar despercebida no paciente idoso.
Neste GeriPills, discutimos uma dúvida que pode mudar a forma como pensamos a utilização do ácido zoledrônico: é possível aumentar o intervalo entre as infusões para 18 meses?
O esquema tradicional é de 5 mg por via intravenosa a cada 12 meses. Porém, devido à alta afinidade do zoledronato pelo tecido ósseo e à persistência de seu efeito antirreabsortivo, estudos avaliaram intervalos mais prolongados.
Neste episódio, você vai entender:
A principal mensagem: o intervalo de 18 meses possui evidência especialmente em mulheres idosas com osteopenia, mas isso não significa que o mesmo esquema possa ser aplicado automaticamente a pacientes com osteoporose estabelecida.
Conteúdo exclusivamente educacional e não substitui avaliação clínica individualizada.
Conheça o GERITUS e o GERI Update, com ferramentas, escalas, conteúdos de atualização e recursos voltados para a prática geriátrica.
Ácido zoledrônico a cada 18 meses: quando esse intervalo é possível?
O ácido zoledrônico é tradicionalmente administrado em uma infusão intravenosa anual de 5 mg. Mas será que esse intervalo precisa ser necessariamente de 12 meses?
Neste episódio do GeriPills, discutimos a possibilidade de utilizar o ácido zoledrônico a cada 18 meses, explicando por que o medicamento possui efeito prolongado sobre o remodelamento ósseo e quais evidências sustentam esse intervalo.
Também abordamos a diferença entre a evidência em mulheres idosas com osteopenia e o tratamento da osteoporose estabelecida, além dos cuidados necessários em pacientes com fraturas prévias, osteoporose grave ou risco muito alto de fratura.
Um episódio para entender quando é possível pensar em um intervalo maior entre as infusões e quando o tratamento deve continuar sendo individualizado.
Spotify — títuloSpotify — descrição
A nortriptilina é um antidepressivo tricíclico e continua sendo considerada potencialmente inapropriada para muitos pacientes idosos. Mas será que ela deve ser sempre descartada?
Neste episódio do GeriPills, discutimos em quais situações a nortriptilina pode ser considerada, especialmente quando outras opções terapêuticas falharam, foram mal toleradas ou estão contraindicadas.
A conversa aborda seu perfil em comparação com outros tricíclicos, efeitos anticolinérgicos, hipotensão ortostática, risco de quedas, dor neuropática, critérios para seleção do paciente, dose inicial, titulação, avaliação cardiovascular, ECG e monitorização dos efeitos adversos.
Um episódio prático para entender quando a nortriptilina pode fazer sentido no paciente idoso — e quais cuidados são indispensáveis para seu uso.
Seu paciente usa denosumabe há anos, melhorou a densidade mineral óssea e está sem novas fraturas. Será que já pode suspender?
Neste episódio, discutimos por que o denosumabe exige uma estratégia diferente dos bisfosfonatos e como a interrupção não planejada pode provocar o chamado efeito rebote, com aumento do remodelamento ósseo, perda rápida de densidade mineral óssea e maior risco de fraturas vertebrais.
Falamos sobre avaliação do risco atual de fratura, continuidade do tratamento, transição para bisfosfonatos quando a suspensão for necessária, acompanhamento com CTX e densitometria e a importância de evitar atrasos nas aplicações.
Um episódio essencial para quem acompanha pacientes idosos com osteoporose e precisa tomar decisões seguras sobre a continuidade ou interrupção do tratamento.
Lecanemab ou Donanemab: qual escolher para o paciente com doença de Alzheimer em fase inicial?
Neste episódio, discutimos os dois anticorpos monoclonais antiamiloide e os principais fatores que devem orientar a decisão clínica: eficácia, segurança, ARIA, APOE4, risco hemorrágico, frequência das infusões, duração do tratamento e logística de acompanhamento.
Também discutimos por que não existe, até o momento, um estudo head-to-head entre Lecanemab e Donanemab e por que comparações diretas de eficácia precisam ser feitas com cautela.
Um episódio essencial para entender como individualizar a escolha e realizar uma decisão compartilhada com o paciente e sua família.
Os sintomas extrapiramidais costumam ser a principal preocupação quando prescrevemos um antipsicótico. Mas, na prática geriátrica, existem outros efeitos adversos que podem ser ainda mais relevantes e que precisam ser monitorados de forma sistemática.
Neste episódio do GeriPills, você vai aprender:
✔️ Quais antipsicóticos mais causam sedação e hipotensão ortostática.
✔️ Como reconhecer os efeitos anticolinérgicos antes que provoquem delirium ou quedas.
✔️ Quais medicamentos apresentam maior risco de síndrome metabólica.
✔️ Quando suspeitar de hiperprolactinemia.
✔️ Em quais pacientes o prolongamento do intervalo QT merece atenção especial.
✔️ Como escolher o antipsicótico considerando o perfil clínico do seu paciente.
Uma revisão prática, objetiva e baseada nas evidências mais recentes para tornar sua prescrição mais segura no idoso.
🎧 Dê o play e descubra os seis principais efeitos adversos dos antipsicóticos que vão muito além do parkinsonismo.
Conteúdo exclusivamente educacional, destinado a profissionais de saúde. Não substitui a avaliação clínica individualizada.
É possível realizar um rastreio cognitivo confiável em apenas dois minutos?
O 10-point Cognitive Screener, ou 10-CS, combina orientação temporal, fluência verbal de animais e recordação de três palavras em uma ferramenta simples, rápida e especialmente útil na avaliação de idosos com baixa escolaridade.
Neste episódio do GeriPill, você vai aprender:
✔️ Como o 10-CS é aplicado e pontuado
✔️ Como fazer o ajuste para escolaridade
✔️ Como interpretar resultados normais, intermediários e alterados
✔️ Qual é a acurácia do instrumento para demência
✔️ Em quais situações ele pode facilitar sua rotina clínica
✔️ Por que um teste alterado não deve ser interpretado isoladamente
Uma abordagem prática, rápida e baseada em evidências para ajudar você a decidir quais pacientes precisam de uma avaliação cognitiva mais aprofundada.
Dê o play e descubra como incorporar o 10-CS à sua prática clínica ainda hoje.
From the publisher's feed