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No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quarta-feira (13/08/2025):
Operação do MP-SP contra esquema de corrupção envolvendo auditores fiscais de SP resultou na prisão do empresário Sidney Oliveira, da Ultrafarma, e do diretor executivo da Fast Shop, Mario Otávio Gomes. A investigação cita ainda o Grupo Nós (lojas Oxxo), a Rede 28 (postos de combustíveis), a Kalunga (papelaria) e a All Mix (distribuidora de produtos). As empresas teriam pago mais de R$ 1 bilhão em propina ao auditor Artur Gomes da Silva Neto. Processos eram alterados para facilitar o ressarcimento de créditos tributários às empresas, que “furavam” a fila. A Fast Shop afirmou que não teve acesso à investigação e colabora com as autoridades. A defesa de Oliveira afirma que o empresário assinou acordo de não persecução penal em que admitiu irregularidades tributárias. Os demais citados não se manifestaram até ontem.
E mais:
Economia: Pacote antitarifa terá crédito de R$ 30 bi, compra do governo e adiamento de tributo
Política: EUA veem piora de direitos humanos no Brasil; Fachin defende soberania judicial
Internacional: Israel negocia saída de palestinos da Faixa de Gaza para o Sudão do Sul
Metrópole: Caso Felca atiça debate sobre regular redes
Cultura: Grupo Corpo apresenta Piracema, em SP
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By Estadão4.3
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No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quarta-feira (13/08/2025):
Operação do MP-SP contra esquema de corrupção envolvendo auditores fiscais de SP resultou na prisão do empresário Sidney Oliveira, da Ultrafarma, e do diretor executivo da Fast Shop, Mario Otávio Gomes. A investigação cita ainda o Grupo Nós (lojas Oxxo), a Rede 28 (postos de combustíveis), a Kalunga (papelaria) e a All Mix (distribuidora de produtos). As empresas teriam pago mais de R$ 1 bilhão em propina ao auditor Artur Gomes da Silva Neto. Processos eram alterados para facilitar o ressarcimento de créditos tributários às empresas, que “furavam” a fila. A Fast Shop afirmou que não teve acesso à investigação e colabora com as autoridades. A defesa de Oliveira afirma que o empresário assinou acordo de não persecução penal em que admitiu irregularidades tributárias. Os demais citados não se manifestaram até ontem.
E mais:
Economia: Pacote antitarifa terá crédito de R$ 30 bi, compra do governo e adiamento de tributo
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