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No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 06, Carlos Andreazza fala sobre as perspectivas para o segundo turno da eleição presidencial.
Um dia após a eleição de ao menos 31 senadores que defendem, total ou parcialmente, a abertura de processos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente da Corte, Edson Fachin, afirmou nesta segunda-feira, 5, que “conjunturas se alternam”, mas que o Tribunal “permanecerá”.
A declaração foi feita na abertura da Semana da Constituição, realizada na Biblioteca do STF em comemoração aos 38 anos da Constituição de 1988 e aos 40 anos do processo constituinte.
Fachin não mencionou diretamente o resultado das eleições nem a nova composição do Senado.
“Conjunturas se alternam, gerações se sucedem, os desafios mudam de roupagem.
O Tribunal é maior do que tudo e do que todos, e ele permanecerá”, afirmou o ministro.
No mercado financeiro, a volatilidade da Bolsa, do dólar e dos juros voltou ao centro do radar com a eleição presidencial de 2026.
Quem viu o Ibovespa cair aos 120 mil pontos ou o dólar superar os R$ 6,26 em dezembro de 2024 devido à preocupação do mercado financeiro com a situação das contas públicas do Brasil não poderia imaginar que o pleito, evento que definirá a condução da política econômica dos próximos quatro anos e o enfrentamento do quadro fiscal, faria tanta diferença no preço dos ativos domésticos.
No segundo turno, a tendência é de volatilidade maior, não menor. E não havia mostra melhor disso do que ocorreu no pregão desta segunda-feira (2).
O Ibovespa deu um salto de 7,07%, a maior alta diária desde 24 de março de 2020, na pandemia da covid-19. Isso fez o índice fechar aos 206.911,89 pontos, o maior patamar da história.
Durante o pregão de ontem, o índice chegou a bater nos 209.605,7 pontos, também recorde.
O dólar, por sua vez, teve queda de 4,12% e encerrou o dia cotado a R$ 5,0018.
Como mostramos aqui, o rali está relacionado à expectativa de um ajuste fiscal após Flávio ficar à frente de Lula por uma diferença de quase 2 pontos porcentuais, vencendo a primeira etapa do pleito por 47,03% a 45,16% dos votos válidos.
Já no PT, à procura de culpados pela passagem do senador Flávio Bolsonaro para o segundo turno da eleição ao Palácio do Planalto na frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a cúpula do PT vai dar uma guinada na comunicação da campanha.
Um dia depois de assistir à onda bolsonarista invadir o País, Lula participou de duas reuniões: uma mais reservada, apenas com o seleto grupo de coordenadores de sua campanha, e outra com aliados do PT e de outros partidos.
Sem meias palavras, a ordem de Lula para a equipe foi direta: “mudar tudo” para conseguir se aproximar dos jovens, das mulheres e do espectro ideológico de centro.
O núcleo de coordenação da campanha será ampliado, com a participação de partidos aliados, como o PSB do vice-presidente Geraldo Alckmin, e terá maior presença de integrantes do Nordeste, como o líder do PT no Senado, Camilo Santana.
Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante
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No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 05, Carlos Andreazza fala sobre o resultado das eleições.
A passagem do senador Flávio Bolsonaro (PL) para o segundo turno da disputa ao Palácio do Planalto na frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva abriu uma crise no PT.
A partir de agora, a principal estratégia da campanha de Lula à reeleição será explorar o medo contra um possível retorno da família Bolsonaro ao poder.
Flávio, por sua vez, vai jogar parado, aproveitando a vantagem obtida com a onda da direita no País.
No QG do presidente, a avaliação é de que será difícil virar votos porque há um clima antipetista no País.
Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) plantaram, ao longo das últimas semanas, sementes de um confronto que abalou as instituições e, em muitos aspectos, interferiu na disputa eleitoral.
Decisões pouco convencionais, confronto entre integrantes da Corte e atropelos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), inclusive mudando regras de debates e forçando um cenário que poderia ser favorável a Lula, tiveram uma resposta convicta nas urnas.
A direita cresceu de forma consistente no Congresso e nos governos estaduais e chega em vantagem na disputa presidencial.
A maioria dos eleitos para o Senado neste domingo, 4, defende a abertura de processos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e também uma limitação aos mandatos dos integrantes da Corte.
O resultado foi compilado a partir de respostas a levantamento do Estadão com os candidatos que registravam, nas últimas semanas, melhor desempenho numérico em pesquisas.
Há dúvidas de como parte do STF reagirá a esse cenário em que está contra a parede.
Garantir a vitória de Lula no segundo turno, para alguns ministros, pode significar equilibrar moderadamente o jogo.
É o presidente quem indicará ao menos três, e talvez quatro, ministros para a Suprema Corte.
Se Flávio vencer, a segunda proteção para Moraes e companhia, que até aqui tem garantido que ele não seja investigado por ordem do Plenário do Tribunal, também cairá cedo ou tarde.
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No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 02, Carlos Andreazza fala sobre as decisões dos ministros Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acabaram protegendo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, indicam um recado de que se pode “fechar o TSE” e acabaram por matar o debate que seria realizado na Globo na noite desta quinta-feira, 1.
A poucas horas do início do debate, Gilmar atendeu a um pedido do Solidariedade para garantir a participação de Renan na vaga aberta pela desistência de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O partido pediu que fosse derrubada a decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Nunes Marques, que havia rejeitado a inclusão do candidato, e que a Globo fosse obrigada a colocá-lo no encontro.
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) aproveitou os holofotes pela desistência de participação e posterior cancelamento do debate na Globo para pedir voto útil em si mesmo numa tentativa de fechar a eleição no primeiro turno, no próximo domingo.
Na transmissão, Flávio criticou o que chamou de “censura” e “interferência do Judiciário” e pediu um “voto de revolta” dos brasileiros em sua sigla.
Trata-se de uma tentativa de criar um movimento pelo voto útil e atrair os votos que iriam para os adversários, principalmente Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo).
Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou não poder interferir no pedido de vista do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que adiou a análise da Corte sobre abrir ou não uma investigação contra Alexandre de Moraes pela relação com o banqueiro Daniel Vorcaro.
Segundo Lula, o pedido de vista é um direito dos ministros do STF, e cabe a ele respeitar a “autonomia” do Poder Judiciário.
Por outro lado, ele avaliou haver fundamentos na decisão do ministro e defendeu que outros membros do Supremo que tenham tido contato com o ex-dono do Master também sejam investigados.
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No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 01, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, que determinou que a PF investigue uma série de ataques contra imagens religiosas ocorridos nos últimos meses em diferentes partes do país.
De acordo com a decisão, a PGR também deve avaliar as medidas cabíveis.
Dino cita episódios de vandalismo e destruição de símbolos religiosos em diferentes cidades do país, como Salvador, São Pedro e Londrina.
Já o candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) apresentou ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, um pedido de afastamento do ministro Dino de casos relacionados ao candidato, ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e às eleições deste ano.
A defesa de Flávio Bolsonaro cita processos sobre os usos de emendas parlamentares, o financiamento do filme Dark Horse e pedidos do PT ao STF.
A defesa solicita que Flávio Dino seja suspenso, de forma liminar, de todas essas ações até que o STF julgue a suspeição do ministro.
E a poucos dias do primeiro turno, o Supremo chega à eleição de 2026 em um papel inédito: além de decidir conflitos e conduzir investigações que atingem personagens centrais da disputa, a própria Corte e seus ministros passaram a ser alvo das campanhas.
Esse movimento ganhou força com o caso Banco Master, que expôs relações de Daniel Vorcaro com integrantes do tribunal, acirrou divisões internas e, na reta final, transbordou para um avanço da Corte sobre a competência e a autoridade do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no embate em torno de postagens falsas sobre Nossa Senhora Aparecida, envolvendo as campanhas de Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva.
No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 01, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, que determinou que a PF investigue uma série de ataques contra imagens religiosas ocorridos nos últimos meses em diferentes partes do país.
De acordo com a decisão, a PGR também deve avaliar as medidas cabíveis.
Entre os casos citados por Dino na decisão estão episódios de vandalismo e destruição de símbolos religiosos em diferentes cidades do país, como a quebra de uma imagem de santa em uma paróquia de Salvador, a destruição de imagens sacras na Catedral de São Pedro, em Rio Grande (RS), e o vandalismo em uma loja de artigos religiosos em Londrina (PR).
Já o candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) apresentou ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, um pedido de afastamento do ministro Flávio Dino de casos relacionados ao candidato, ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e às eleições deste ano.
A defesa de Flávio Bolsonaro cita processos sobre os usos de emendas parlamentares, o financiamento do filme Dark Horse e pedidos do PT ao STF.
A defesa solicita que Flávio Dino seja suspenso, de forma liminar, de todas essas ações até que o STF julgue a suspeição do ministro.
E a poucos dias do primeiro turno, o Supremo chega à eleição de 2026 em um papel inédito: além de decidir conflitos e conduzir investigações que atingem personagens centrais da disputa, a própria Corte e seus ministros passaram a ser alvo das campanhas.
Esse movimento ganhou força com o caso Banco Master, que expôs relações de Daniel Vorcaro com integrantes do tribunal, acirrou divisões internas e, na reta final, transbordou para um avanço da Corte sobre a competência e a autoridade do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no embate em torno de postagens falsas sobre Nossa Senhora Aparecida, envolvendo as campanhas de Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva.
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No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 29, Carlos Andreazza fala sobre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que aconselharam o presidente, Edson Fachin, a não pautar no plenário o julgamento sobre as notícias falsas ligando Flávio Bolsonaro e Nossa Senhora Aparecida antes do primeiro turno das eleições, marcado para domingo, 4.
Para parte dos integrantes da Corte, a discussão sobre o assunto na frente das câmeras da TV Justiça poderia inflamar ainda mais o ambiente eleitoral.
Na noite desta terça-feira, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, marcou para o dia seguinte sessão virtual para votar a derrubada de publicações.
A guerra santa promovida após vir à tona uma notícia falsa de que o candidato do PL, Flávio Bolsonaro, pretendia tirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil ressuscitou a batalha entre duas alas do Supremo Tribunal Federal (STF), às vésperas das eleições.
De um lado da Suprema Corte está o grupo de André Mendonça, que é evangélico, integrado pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, e por Luix Fux.
De outro, a ala liderada por Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Gilmar Mendes e Cristiano Zanin.
O primeiro grupo, como se sabe, virou a tropa de choque de Flávio.
O segundo cerra fileiras para defender o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que disputa novo mandato.
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No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 29, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu, no final da noite desta segunda-feira, 28, a decisão do ministro Flávio Dino que derrubava a determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a ordem de remoção das publicações com a falsa informação de que Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pretende retirar de Nossa Senhora de Aparecida o título de padroeira do Brasil caso seja eleito.
Fux também determinou o restabelecimento das publicações que haviam sido retiradas com base na decisão de Dino e estabeleceu prazo de 24 horas para que X, Meta, TikTok e Google cumpram a nova decisão.
Já no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o presidente da corte, Kassio Nunes Marques, mandou ofício ao presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, reclamando da interferência de ministros do STF em decisões da Corte eleitoral.
Nunes Marques fala em “elevada preocupação com episódios reiterados de indevida sobreposição de competência e de violação ao juiz natural” de uma corte sobre a outra.
O presidente do TSE citou o mecanismo segundo o qual um ministro pode julgar um pedido feito ao STF mesmo sem ter sido sorteado o relator da causa.
O episódio mais recente aconteceu no domingo, 27, quando Flávio Dino liberou em redes sociais publicações com a informação falsa de que Flávio Bolsonaro, se eleito, pretende retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil.
O vice-presidente do TSE, André Mendonça, havia banido a notícia falsa das redes na sexta-feira, 25, a pedido da campanha de Flávio.
Dino revogou a decisão a partir de um pedido do ator Antônio Tabet, dono de um perfil em rede social que teve o conteúdo retirado do ar por determinação de Mendonça.
O processo no qual Dino tomou a decisão, no entanto, tratava originalmente postagens sobre o ex-deputado Deltan Dallagnol.
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No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 28, Carlos Andreazza fala sobre a grave crise institucional do STF.
A desaprovação da atuação dos ministros do Supremo Tribunal Federal vem aumentando entre os brasileiros.
É o que mostra pesquisa Datafolha divulgada neste sábado, 26.
A avaliação negativa passou de 40% em maio deste ano para 47% agora.
O índice é o mais alto já registrado desde o início da série histórica, em 2019.
A avaliação positiva é de 18% - a mais baixa já verificada, e que se repetiu no levantamento de dezembro de 2019.
Na atual pesquisa, 31% consideram o trabalho do STF regular, e 4% não opinaram.
O aumento da desaprovação acontece na esteira das revelações sobre indícios que ligam ministros da Corte a Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master.
Como revelou o Estadão, Alexandre de Moraes e o banqueiro trocaram 52 mensagens em 21 dias.
Algumas delas a poucos dias de Vorcaro ter sido preso.
As últimas notícias envolvem relações com Kássio Nunes Marques e Luiz Fux, com supostos vínculos e pagamentos aos filhos dos ministros.
André Mendonça, por sua vez, confirmou encontro com Vorcaro no início de 2025.
Os ministros negam ilegalidades.
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No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 25, Carlos Andreazza fala sobre as relações de Alexandre de Moraes e Flávio Bolsonaro com Daniel Vorcaro.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, viajou da Flórida a Brasília, em 19 de janeiro de 2025, em um avião que tinha entre os cotistas o banqueiro Daniel Vorcaro, do Master. O jato é o mesmo usado em outra viagem pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), segundo a revista piauí, imagens mostram o ministro e sua esposa Viviane Barci de Moraes desembarcando de uma aeronave no Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro.
O avião, do modelo Legacy 650, pertencia à empresa Prime You, que tinha Vorcaro como sócio.
Ainda sobre Vorcaro, Flávio Bolsonaro tentou fazer contato telefônico com o banqueiro durante os quatro dias anteriores à primeira prisão do banqueiro, ocorrida em 17 de novembro do ano passado.
Flávio enviou mensagens perguntando se Vorcaro poderia atender a uma ligação, efetuou ligações que não foram atendidas e, ao final, pediu para que o dono do Banco Master lhe desse “uma luz”.
Procurada pelo Estadão, a assessoria do senador não respondeu.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.

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