O Cérebro Reptiliano é, em termos evolutivos, o mais rudimentar dos sistemas do nosso cérebro, capaz de promover reflexos simples, como ocorre nos répteis, tendo por esta razão recebido esta denominação. Tem a reputação de ser o nosso cérebro instintivo, extremamente importante para a nossa sobrevivência, pela automatização de comportamentos e pelas nossas sensações
primárias como, por exemplo, sede, fome, medo, luta e fuga.
De certa forma, grande parte do que aprendemos permanece gravado e “automatizado” nesta região do cérebro. Assim, na maioria
das vezes, deixamos de pensar e apenas reagimos aos estímulos com base no que aprendemos em nossas experiências anteriores e interpretamos como nossa “verdade interior”, criando assim,
o nosso sistema de crenças ou paradigma pessoal. Como postula a Programação Neurolinguística é fundamental entendermos que o mapa não é o território. Em outras palavras, o que você acredita pode não ser a “verdade absoluta” ou ainda apenas representar uma parte ínfima da mesma.
A ciência avança funeral após funeral, continuadamente e, frequentemente, as Teorias Científicas vigentes são reavaliadas, colocadas à prova e substituídas por outras mais bem elaboradas.
É o que se chama de progresso científico. Este é o padrão normal, afinal nada pode ficar estagnado, absolutamente tudo no Universo está em movimento e em constante evolução.
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