O Carnaval acabou, mas o bloco dos prefeituráveis cada vez aumenta mais. Nomes foram lançados na esteira das migrações eleitorais, ou seja, partidos abrindo as portas para gente sem espaço em suas legendas de origem.
Mas o jogo só começa quando, no tabuleiro, estiverem duas peças-chave: Iris Rezende e Vanderlan Cardoso.
O atual prefeito vende a imagem de saúde, um flanco aberto para adversários com menos escrúpulos.
O senador calcula se é hora de desfrutar do capital político da amizade com a família Vilela, do mesmo MDB de Iris.
O cenário está nebuloso, mas se você ouvir com gosto, fica menos.