A Conitec abriu consulta pública para avaliar a inclusão do medicamento sotatercepte na rede pública, para tratamento de pacientes adultos com hipertensão arterial pulmonar. As contribuições, da sociedade civil e da comunidade médica, podem ser enviadas até o próximo dia 17.
De acordo com a Conitec, a solicitação de incorporação foi feita pelo próprio fabricante do medicamento para o tratamento de adultos com HAP em classes funcionais III ou IV, conforme critérios da OMS, com risco de mortalidade intermediário a alto, em uso de terapia dupla, quando houver intolerância às prostaciclinas, ou em uso de terapia tripla, associado ao tratamento já em uso.
Ainda segundo a comissão, o medicamento age no mecanismo de crescimento das células dos vasos sanguíneos. Na HAP, essa via pode estar desregulada e contribuir para o estreitamento dos vasos dos pulmões.
Anvisa apreende seis marcas de sal vendidas sem registro
A Anvisa determinou a apreensão e proibiu a fabricação, importação, distribuição, venda, divulgação e uso de seis produtos de sal comercializados pela internet. A medida atinge as marcas Quanqton Ocean Salts, Sal Integral Quanqton, Sal Perfeito, New Quantic, Endurance e Sal Marinho Integral.
Segundo a agência, os produtos eram fabricados por empresa desconhecida, de forma clandestina e sem regularização sanitária. Os sais eram anunciados em diferentes plataformas de comércio eletrônico, além de um site próprio, em embalagens de 250 gramas, 1 quilo e 2 quilos.
A medida envolve seis produtos comercializados com diferentes nomes: Quanqton Ocean Salts, Sal Integral Quanqton, Sal Perfeito, New Quantic, Endurance e Sal Marinho Integral.
De acordo com a Anvisa, os responsáveis pela fabricação e comercialização não foram identificados. A ausência de regularização sanitária significa que os produtos não passaram pela avaliação necessária para serem comercializados legalmente no país.
Cesta básica em Fortaleza custa R$ 769,88 em julho após queda de 6,39%
O preço da cesta básica em Fortaleza caiu 6,39% em julho de 2026, segundo a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos em parceria com a Companhia Nacional de Abastecimento. O conjunto dos 12 produtos pesquisados passou de R$ 822,43 em junho para R$ 769,88 no mês passado.
Apesar da redução expressiva em apenas um mês, o cenário é diferente quando o período analisado é maior. Em seis meses, a cesta acumula alta de 10,92% em Fortaleza. Na comparação com julho de 2025, o aumento é de 4,31%. Ou seja, a queda registrada agora alivia parte do custo imediato para o consumidor, mas os alimentos básicos continuam mais caros do que estavam no início de 2026 e há um ano.
A principal influência para a retração mensal veio do tomate, cujo preço caiu 31,81%. Também ficaram mais baratos o açúcar, o café, a carne, o arroz, o óleo, o pão, a banana e a manteiga. No sentido contrário, três produtos tiveram aumento: farinha, feijão e leite.