Giro dos Povos

Giro dos Povos

By Kito KieseNewsPolitics
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Giro dos Povos episodes

  • ensaio 1 : minimalismo digital deveria ser política pública

    neste episódio sem filtro e sem edição, eu, Kito Kiese, ensaio sobre minha jornada de minimalismo digital, enquanto brasileiro e sobre a capacidade disto enquanto política pública.


    o q eu fiz até então


    parar de usar coisas do google

    Pesquisador — DuckDuckGo ou Ecosia

    Gmail — Tuta Nota

    Usar o F-Droid

    Google Photos — colocar acervo em pendrives e quando tiver dinheiro imprimir

    Chrome — Firefox


    de meta

    WhatsApp — signal/ e-mail/ligação ou sms


    Discord — matrix


    outros:

    LibreOffice

    tudo da Fossify

    Zoom - Jitsi






    Fontes:

    Sociedade do Cansaço – Byung-Chul Han

    Attention Span: A Groundbreaking Way to Restore Balance, Happiness and Productivity

    Colonialismo digital — de Deivison Faustino e Walter Lippold [não terminei de ler]

    34 min
  • Justiça Climática - Extra

    O que é o Giro dos Povos


    O Giro dos Povos é um boletim jornalístico independente fundado em 2023 por Kito Kiese, comunicador estratégico, pessoa de terreiro e militante do movimento de povos e comunidades tradicionais do Brasil.


    Toda semana, sem parar, o Giro acompanha o que acontece nos seis biomas e no sistema costeiro-marinho brasileiro, trazendo notícias que importam para os 28 segmentos de Povos e Comunidades Tradicionais reconhecidos pelo Decreto Federal nº 6.040/2007: povos indígenas, quilombolas, comunidades de terreiro, pescadores artesanais, extrativistas, geraizeiros, vazanteiros, ciganos, benzedeiras, ribeirinhos e todos os outros que a grande mídia sistematicamente ignora.


    Aqui cabem denúncias urgentes, histórias de resistência, atualizações sobre leis e políticas públicas, biodiversidade, cultura, afeto e relatos que chegam direto dos territórios e maretórios. Da Amazônia ao Pampa. Do Cerrado à Caatinga. Da Mata Atlântica ao Pantanal.


    Mais de dois anos de publicações semanais ininterruptas. Sem equivalente no jornalismo brasileiro.


    Por que apoiar


    Jornalismo independente sobre povos tradicionais não existe sem quem o sustente. O Giro não tem patrocínio corporativo, não vende anúncios e não pertence a nenhum grupo de comunicação. Existe porque foi construído do zero, semana a semana, com trabalho e comprometimento com os territórios que cobre.


    O território que não aparece na mídia é o território mais vulnerável.


    Cada apoio mensal garante que mais uma edição chegue a mais pessoas, que mais uma denúncia ganhe visibilidade, que mais uma história de resistência não seja apagada.


    O que você financia com seu apoio


    Produção editorial semanal cobrindo 28 segmentos de PCTs nos seis biomas brasileiros, curadoria de notícias de fontes institucionais e comunitárias, comunicação digital ética com prioridade a ferramentas de código aberto e sem uso de inteligência artificial generativa no tratamento de dados sensíveis de comunidades, e expansão da cobertura para novos territórios e formatos.


    O Giro dos Povos não é um projeto paralelo. É um compromisso.

    2 min
  • Branquitude Nacional em Pacto no Congresso — Entrevista com Vic Martins

    Nas primeiras páginas de O Pacto da Branquitude, a psicóloga e pesquisadora Cida Bento faz questão de nos avisar: esses pactos não nascem em esconderijos, não têm ritual, não precisam de capuz nem de senha sussurrada na calada da noite. Nascem de algo bem menos cinematográfico: o silêncio. Um silêncio repetido, geração após geração, por pessoas que nunca precisaram dizer nada em voz alta para estar na melhor condição.

    É quase um alívio esse aviso. Afasta os caçadores de conspiração, aqueles que preferem um vilão de capa a um sistema complexo. Mas os números ainda incomodam.

    Pretos, pardos e indígenas somam mais de 56% do Brasil. E no Congresso eleito em 2022, essa maioria vira minoria: quase 3 em cada 4 parlamentares não são brancos. Entre os 513 deputados federais, só 5 se autodeclaram indígenas — o maior número da história do país. Ainda assim, quase nada.

    Esses números perseguem, ficam ali atrás da nuca. É um incômodo, porque... e se o Pacto da Branquitude não precisasse de sexta-feira 13, nem de túnica, nem de lua cheia? E se ele acontecesse todo dia, de sol a sol? Por pessoas que têm motorista esperando num sedã com placa oficial, numa escala de trabalho 3x4. E se o verdadeiro pacto é, na verdade, feito à luz do dia, no meio do Congresso Nacional?

    Fomos atrás dessas respostas e passamos uma tarde inteira conversando com Vic Martins (⁠@victormat1ns⁠), doutoranda em Direito pela UnB, pesquisadora de branquitude, criminologia e relações raciais, e autora do livro CPI do MST: Criminalização dos Movimentos Sociais na Democracia.

    Pesquisa, texto e imagem de capa: Kito Kiese (@kitokiese)

    Produção de áudio e mixagem: Said (@io_said)

    Sobre a convidada: Vic Martins é doutoranda em Direito pela Universidade de Brasília e graduada em Direito pela Universidade Federal da Paraíba. É pesquisadora vinculada ao Grupo de Estudos de Cultura Jurídica e Atlântico Negro – Maré.

    Livro CPI do MST: Criminalização dos Movimentos Sociais na Democracia, publicado pela Editora Dialética em 2026 (@cpidomst_livro)


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    Com R$ 10 por mês você apoia o único jornalismo independente com cobertura sistemática dos 28 segmentos de Povos e Comunidades Tradicionais do Brasil. 28 povos, 6 biomas, 1 boletim — toda semana, sem parar. O território que não aparece na mídia é o território mais vulnerável. apoia.se/girodospovos


    Dados Usados

    • IBGE, Censo 2022 — 55,5% dos brasileiros se autodeclaram pretos ou pardos, mais 0,8% indígenas
    • TSE, via Exame — 72% dos deputados federais eleitos em 2022 são brancos
    • Portal da Câmara dos Deputados — Cinco indígenas são eleitos para a Câmara dos Deputados em 2022, maior número da história


    1 hr 27 min
  • 10 - Como me cadastro na Plataforma?

    Nessa parte, você vai encontrar o Guia Passo a Passo para se cadastrar na Plataforma. Siga as instruções para fornecer informações sobre sua comunidade, delimitar a área do território e contar a história da sua comunidade.

    6 min
  • 6 - Meus dados estão seguros na Plataforma?

    Nesse áudio, você vai ficar tranquilo sabendo que a Plataforma tem medidas de segurança para proteger seus dados. O acesso é monitorado e auditado, seguindo regras da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Você pode escolher o nível de acesso às suas informações.

    2 min
  • 5 - O que mais posso fazer na Plataforma?

    Nesse áudio, você vai descobrir as diversas possibilidades oferecidas pela Plataforma. Além do cadastro, você pode acessar um canal para compartilhar notícias sobre sua comunidade. E tem uma Sala de Atendimento ao Cidadão (SAC) para fazer sugestões diretamente ao Ministério Público Federal.

    2 min
  • 4 - O que acontece depois do cadastro na Plataforma?

    Nesse áudio, você vai entender o que acontece após ter feito o cadastro. As informações serão analisadas e se o cadastro de território for aprovado, ele é inserido no banco de dados da Plataforma de Territórios Tradicionais.

    2 min

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