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Paulo Portas destacou este domingo a deterioração da popularidade de Donald Trump a poucas semanas das eleições intercalares, mas alargou a análise à relação dos Estados Unidos com a China e o Irão, ao impacto da guerra nos preços da energia e aos riscos da inteligência artificial.
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Em 'Global', Paulo Portas alerta para a subida simultânea da extrema-direita e de partidos herdeiros do comunismo na Alemanha e identifica outros sinais de instabilidade numa Europa confrontada com a ameaça de fragmentação do Reino Unido
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No seu espaço semanal de comentário, Paulo Portas analisa o resultado das eleições estaduais na Alemanha e comenta a viagem dos enviados especiais de Donald Trump a Moscovo e a Kiev.
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Neste Global, Paulo Portas olha para os efeitos da crise migratória em Ceuta e procura encontrar os elementos que explicam esta realidade. Depois, destaca a importância dos indicadores económicos portugueses para a “estabilidade política” no país.
O comentário desta semana conta com uma avaliação da economia dos EUA e das primeiras decisões do novo primeiro-ministro britânico. Portas fala de eleições “impróprias para cardíacos” no Brasil e na sucessão de António Guterres na ONU.
Tempo ainda para falar da maior necessidade de regulação na inteligência artificial e criticar as coisas “péssimas” que tiveram lugar no último Mundial de Futebol.
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No Global desta semana, Paulo Portas analisou as guerras do Médio Oriente e da Ucrânia, bem como outros temas da atualidade internacional.
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Paulo Portas considera que a nova ofensiva militar dos Estados Unidos contra o Irão não resolveu o bloqueio do estreito de Ormuz e classifica como “absolutamente insana” a proposta de Donald Trump de cobrar uma tarifa aos navios que atravessassem aquela passagem. No “Global”, analisa ainda a chegada de Andy Burnham ao poder no Reino Unido, os reveses judiciais de Pedro Sánchez, o acordo sobre Gibraltar, a crise no comando militar ucraniano, o abrandamento da economia chinesa e a polémica faixa argentina sobre as Malvinas.
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Neste Global, Paulo Portas debruça-se sobre a polémica na correção dos exames nacionais em Portugal. Espaço também para uma avaliação da última cimeira da NATO e para antecipar como o poder pode escapar a Netanyahu em Israel perante uma “figura em ascensão”.
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No habitual comentário de domingo no Jornal Nacional da TVI, Paulo Portas destacou a decisão do Supremo Tribunal dos Estados Unidos que travou a tentativa de Donald Trump de limitar a cidadania por nascimento, considerando que o caso recorda “o melhor da América”. O comentador defendeu que “quem nasce na América é americano” e sublinhou que nenhum país humanista pode condenar uma criança recém-nascida a não ter nacionalidade.
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Neste “Global”, o comentador da TVI deixa um recado a Ventura a propósito da idade da reforma com base na experiência alemã; lamenta um “erro” na contagem da população portuguesa; dá conselhos para ultrapassar o impasse no Estreito de Ormuz e nota como 10 anos de Brexit impactaram o sistema político britânico.
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Uma guerra que não se ganhou, um acordo que ainda não é paz e uma diplomacia obrigada a sobreviver ao ruído dos tweets. No Global, no Jornal Nacional da TVI, o memorando entre os Estados Unidos e o Irão foi lido como uma saída possível para um conflito sem solução militar, mas também como um texto cheio de silêncios: não resolve os mísseis balísticos, deixa de fora os proxies iranianos e faz do Líbano e do Estreito de Ormuz os lugares onde tudo pode voltar a arder. A análise de Paulo Portas passou ainda pelo Reino Unido de Andy Burnham, pela política portuguesa presa à reforma laboral e por duas leituras para tempos em que a guerra voltou a bater à porta.
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Paulo Portas analisa a atualidade internacional e traduz os problemas com que nos defrontamos à escala global.

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