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Comece em dezembro. Comece aos 50, aos 60, aos 70, aos 80 anos. Comece numa quinta, numa sexta, num sábado, num domingo. Comece às cinco da tarde, às sete da noite. Comece no que você está aí classificando como tarde. Porque é engano seu. E não deixa o pensamento enganado atrapalhar a sua vida. Tarde foi ontem. Hoje é tempo de começar. Comece no dia que está vivendo’ Comece, ponto final. Porque a vida é feita de infinitos começos e recomeços. Tudo mais são só limitações na sua cabeça.
Nícolas da Silva, André Linck, Luciano Almeida e Sandro Viana
No Arauto Repórter UNISC de hoje, você confere:
Índice de inadimplência cresce 10,2% em Santa Cruz
Caravana de Natal leva magia às ruas de Santa Cruz e Vera Cruz hoje
Moradores aprovam traçado atualizado da divisa de Linha Seival
Em destaque na segurança pública da região: Polícia Civil apreende jet ski e carros de luxo em operação contra lavagem de dinheiro em Venâncio Aires
O programa Assunto Nosso dessa edição foi recheado de convidados, primeiramente Edilson Pedroso, geógrafo, falou sobre a definição das divisas de Santa Cruz e Venâncio Aires. Ruy Alberto Karcher, falou sobre a caminhada da paz, e o prefeito Gilson Becker falou sobre o asfaltamento da linha um até a 287 em Vera Cruz.
David Fagundes, coordenador de projetos da ConnectBio, participou do Direto ao Ponto. A Startup instalada no Parque Tecnológico e Científico da Unisc trabalha com soluções biológicas para o campo através de diagnóstico de patologias.
Douglas Albers, secretário de Cultura e Economia Criativa em Santa Cruz do Sul, participou do Direto ao Ponto e fez uma avaliação do trabalho no Executivo em 2025.
Felipe Bastos, membro da organização do Feirão das Concessionárias, falou no Direto ao Ponto sobre a primeira edição do feirão, que ocorre nos dias 5, 6 e 7 no Parque da Oktoberfest, em Santa Cruz, com 9 marcas.
Ilário Keller (PP), vereador em Santa Cruz do Sul, participou do Direto ao Ponto e fez uma avaliação do trabalho em 2025 no Legislativo santa-cruzense.
Toda quarta-feira, o Direto ao Ponto conta com a participação da especialista em Mídias Sociais e Negócios na Internet, Fernanda Musardo. Em seu comentário, diretamente de Curitiba, a colunista fala sobre inovação e tecnologia. Nesta semana, o assunto foi os três anos do ChatGPT e pesquisa realizada sobre preferências de uso da ferramenta.
Se você não estivesse aqui amanhã, quem abriria as suas gavetas? Quem ia achar os recebos velhos, as sacolas, as roupas que não servem há anos? Quem iria reparar sua casa em silêncio e entender, item por item, a dor que você guardou? Imagine seu filho, sua filha, sua irmã com um nó na garganta, com luva na mão, decidindo o que fica e o que vai, sem saber o que era importante para você. Imagine alguém que te ama, carregando itens, respirando poeira, pedindo desculpa por jogar fora o que você guardou porque nunca teve força nem tempo de decidir. Isso corta, porque a verdade é dura, a tralha que você acumula vira a dor que os outros vão limpar. A herança não é só foto e lembrança bonita, é peso, é mofo, é culpa, é tempo de vida de alguém, gasto para desfazer o que te esmagou em silêncio. Não é sobre perfeição. É sobre respeito por você e pelos que administrarão seus pertences. É sobre não deixar a sua história escrita em caixas anônimas. É sobre não transformar amor em mutirão de faxina. Abre uma gaveta com honestidade. Olha sem desviar. Repare em quantas coisas ali estão falando alto. E pergunta, é isso que eu quero deixar? Você não precisa deixar peso como lembrança. Quem te ama merece segurar sua mão, não suas sacolas. E você merece uma casa que conte quem você é, não o que você não conseguiu soltar. E você merece colecionar momentos e não coisas. Porque, no fim, essa conversa não é sobre objetos, é sobre as escolhas que fazemos em vida para deixar marcas leves, um legado consciente e uma história que honre quem somos.
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