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O entrevistado desta edição do Radar Empresarial é Fernando Schwanke, atualmente Diretor de Projetos do Instituto Interamericano de Cooperação da Agricultura (IICA), instituição vinculada a OEA, e ex Secretário Nacional de Agricultura Familiar e Cooperativismo (2019-2021). Fernando é também empresário rural aqui no Vale do Rio Pardo. Com seu profundo conhecimento do agronegócio, e sua visão privilegiada em âmbito continental, Fernando explana sobre as oportunidades e desafios do agronegócio gaúcho e regional com o acordo Mercosul/EU, a situação atual dos produtores rurais no enfrentamento climático, o financiamento e comercialização das safras de arroz, soja... relata sua trajetória profissional e política, e sua fé no desenvolvimento e integração do Vale do Rio Pardo e Serra do Sudeste.
Nícolas da Silva, Luciano Almeida, Sandro Viana e André Linck
No Arauto Repórter UNISC de hoje, você confere:
* Obras de pavimentação do corredor Frey iniciam nesta semana em Santa Cruz
* Catedral São João Batista realiza teste do projeto luminotécnico
* Vera Cruz tem falta de água em algumas localidades hoje
* Em destaque na segurança pública: Dois veículos se envolvem em acidente na BR-471 em Santa Cruz e na região, Candelária registra dois incêndios em estufas de tabaco
O programa Assunto Nosso dessa edição contou com a participação de João Alcimar Fernandes de Fernandes, 1° tenente comandante da BM de Pantano Grande e prefeito Mano Paganotto, que falaram sobre a inauguração da nova sede da Brigada Militar de Pantano Grande.
Fabio Azevedo, presidente da Agerst, falou no Direto ao Ponto sobre o reajuste anual da Corsan e avaliação do serviço prestado em Santa Cruz.
Jair Eich (PP), vereador em Santa Cruz do Sul, participou do Direto ao Ponto e fez uma avaliação do trabalho legislativo durante 2025 em Santa Cruz.
Celso Esperdião, empresário, participou do Direto ao Ponto. Contran aprova novas regras da CNH e acaba com aulas obrigatórias em autoescolas.
Priscila Suita, terapeuta ocupacional, falou no Direto ao Ponto sobre a palestra aborda que aborda os impactos do diabetes nas dores articulares em idosos.
Anderson da Silva, artesão, participou do Direto ao Ponto. O profissional tem projeto para Rio Pardo ter o maior monumento de Iemanjá do Brasil.
A verdade é que ninguém vive sem enfrentar dificuldades.
E, por mais que a gente não goste, é justamente aí que a vida mais ensina.
A dor tem um jeito próprio de falar com a gente.
Quando chega, ela desmonta nossas certezas, tira o controle da nossa mão e nos obriga a olhar para dentro.
E é nesse olhar para dentro que descobrimos quem realmente somos quando as coisas não saem do nosso jeito.
Com o tempo, a gente entende que não existe perda sem propósito.
Todo desafio traz um pedaço de sabedoria escondido, que só aparece quando a gente atravessa a dor com humildade e fé.
Não para virar mártir, nem para se sentir derrotado — mas para amadurecer.
As redes sociais aproximam todo mundo, mas também aumentam os ruídos, os conflitos, as expectativas.
Relacionar-se virou um exercício diário de paciência, sinceridade e autocontrole.
É por isso que, em vez de pedir uma vida sem problemas, eu peço clareza.
Eu peço calma.
Eu peço a capacidade de respirar fundo antes de reagir.
Porque crescer não é vencer tudo.
Crescer é aprender com tudo.
A dor bem acolhida não destrói: lapida.
Ela tira o excesso, desmonta o orgulho, abre espaço para a empatia, mostra que a força não está no que possuímos, mas no que somos por dentro.
No fim, é simples:
A adversidade pode endurecer ou pode amadurecer.
Quem escolhe somos nós.
E quando escolhemos aprender, até o que parecia o fim vira começo de uma vida mais leve, mais consciente e mais cheia de propósito.
Porque toda dor atravessada com fé volta para nós em forma de força.
E essa força — silenciosa, interna, verdadeira — é um dos maiores milagres que a vida nos dá.
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