Você já parou para pensar no que existe de mais sagrado na nossa vida? É a nossa consciência.
Aquela sensação de colocar a cabeça no travesseiro e pensar:
“Eu fiz o meu melhor.”
A gente sabe que nem sempre acerta.
Mas existe uma diferença enorme entre errar tentando fazer o bem e passar pela vida sem cuidar da forma como tratamos as pessoas.
Tudo, absolutamente tudo, passa pelas relações.
É quando a gente respeita.
Quando escuta de verdade.
Quando abre uma porta com delicadeza.
Quando tira os nossos sapatos, por assim dizer, para entrar no mundo de alguém.
Isso também é quem a gente é.
Esse é o nosso legado relacional.
As histórias que construímos.
As pessoas que encontramos.
E, principalmente, a maneira como escolhemos estar com elas.
A gente recebeu uma vida.
E, ao longo dela, recebeu também a liberdade de escolher como vivê-la.
Escolher nossas atitudes.
Nossas palavras.
A forma de tratar quem esteve no nosso caminho.
E é aí que a consciência fica em paz.
Quando podemos olhar para trás e dizer:
Eu vivi.
Eu aprendi.
Eu errei, acertei, recomecei.
Mas procurei dar o meu melhor nas relações que a vida me confiou.
Me esmerando para tornar tudo justo e perfeito