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  • O poder do elogio autêntico: fortalecendo a autoestima

    Você já parou para pensar no impacto que um elogio genuíno pode ter na autoestima das pessoas? Muitas vezes, subestimamos o poder das palavras e o quanto elas podem influenciar positivamente a vida de alguém.

    Quando somos elogiados nos sentimos valorizados e reconhecidos. Isso aumenta nossa confiança.

    Mas o elogio precisa ser autêntico. Elogiar apenas por elogiar, sem realmente acreditar no que estamos dizendo, pode soar falso e ter o efeito contrário. As pessoas são capazes de perceber quando um elogio é genuíno ou apenas uma tentativa vazia de agradar.

    A forma como expressamos nossos elogios também é fundamental. Ao elogiar alguém, procure ser específico, destacando características ou habilidades que você realmente admira na pessoa. Isso mostra que você prestou atenção e valoriza as qualidades únicas dela.

    Quando não recebemos reconhecimento ou apreciação pelas nossas conquistas e qualidades, podemos começar a duvidar de nós mesmos e sentir que não somos valorizados. Isso pode levar a um sentimento de tristeza e até mesmo depressão.

    Um simples elogio pode fazer com que a pessoa se sinta valorizada, reconhecida e confiante. Isso pode impulsionar sua autoestima, fortalecer sua autoconfiança e até mesmo motivá-la a alcançar coisas incríveis. Portanto, nunca subestime o poder de um elogio sincero, pois pode salvar o dia de alguém.

    3 min
  • Murmuração: o lado sombrio dos desabafos

    Sabe aquele jeito de reclamar das coisas sem realmente tentar mudar a situação? Isso se chama murmuração! Pode ser sobre o trabalho, a família ou qualquer coisa que não esteja do jeito que a gente quer. Por mais que pareça só um desabafo, a verdade é que murmuração gera resultados muito ruins.

    Primeiro, vamos pensar no que leva alguém a murmurar. Geralmente, é uma mistura de frustração, raiva ou até mesmo tristeza. A pessoa se sente presa numa situação e acha que reclamar é a única saída. O problema é que, ao invés de procurar uma solução, fica presa nesse ciclo de negatividade. Isso não só deixa a pessoa mais chateada como também pode afetar quem está por perto. É como uma nuvem cinza que vai ficando cada vez maior.

    Outro ponto importante é que a murmuração cria um ambiente ruim. Ninguém gosta de estar perto de alguém que só reclama. Especialmente em ambientes de trabalho, pessoas murmuradoras minam o bem estar e a felicidade dos outros.

    Mas então, o que fazer ao invés de murmurar? A chave está em tentar encontrar soluções. Se algo não está bom, é muito mais produtivo pensar em como melhorar a situação. Isso pode significar conversar abertamente sobre o problema, buscar ajuda ou até mesmo mudar a forma como a gente vê as coisas.

    Transformar a murmuração em ação é um desafio, mas vale a pena. Significa pegar toda aquela energia gasta em reclamar e usar para fazer algo positivo. Isso não só vai melhorar a situação como também vai fazer a gente se sentir melhor.

    No fim das contas, a murmuração é uma escolha. Podemos escolher ficar reclamando ou podemos agir. A diferença é que só murmurar não vai mudar, absolutamente, nada na nossa vida. Pelo contrário, as queixas à toa só atraem mais coisas ruins. A escolha está em nossas mãos!

    3 min
  • Paciência

    No parque, uma mulher sentou-se ao lado de um homem.

    Ela disse:

    - Aquele ali é meu filho, o de suéter vermelho deslizando no escorregador..

    - Um bonito garoto - respondeu o homem, e completou: - Aquela de vestido branco, pedalando a bicicleta, é minha filha.

    Então, olhando o relógio, o homem chamou a sua filha.

    - Melissa, o que você acha de irmos?

    - Mais cinco minutos, pai. Por favor. Só mais cinco minutos!

    O homem concordou e Melissa continuou pedalando sua bicicleta, para alegria de seu coração

    Os minutos se passaram, o pai levantou-se e novamente chamou sua filha:

    - Hora de irmos, agora?

    Mas, outra vez Melissa pediu:

    - Mais cinco minutos, pai. Só mais cinco minutos!

    O homem sorriu e disse:

    - Está certo!

    - O senhor é certamente um pai muito paciente, - comentou a mulher ao seu lado.

    O homem sorriu e disse:

    - O irmão mais velho de Melissa foi morto no ano passado por um motorista bêbado, quando andava de bicicleta aqui perto. Eu nunca passei muito tempo com meu filho e agora eu daria qualquer coisa por apenas mais cinco minutos com ele. Eu me prometi não cometer o mesmo erro com Melissa. Ela acha que tem mais cinco minutos para andar de bicicleta. Na verdade, eu é que tenho mais cinco minutos para vê-la brincar...

    Em tudo na vida estabelecemos prioridades. Quais são as suas?

    Lembre-se: nem tudo o que é importante é prioritário, e nem tudo o que é necessário é indispensável!

    Autor desconhecido

    4 min

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