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Grupo Arauto episodes

  • Acreditem, o cliente nunca mais volta!

    Uma das personalidades responsáveis por transformar o varejo no que conhecemos atualmente é Sam Walton, fundador da maior rede de varejo do mundo, o Walmart, e do Sam’s Club. O empreendedor abriu o primeiro Walmart em 1962, aos 44 anos, motivado pela ideia de que grandes negócios eram formados pela fórmula “preços baixos + ótimo atendimento”, algo em que seus concorrentes não acreditavam.

    Um dia, Sam Walton abriu um programa de treinamento para seus funcionários, com muita sabedoria. Quando todos esperavam uma palestra sobre vendas e atendimento, ele iniciou com as seguintes palavras:

    "Eu sou o homem que vai a um restaurante, senta-se à mesa e espera pacientemente, enquanto o garçom faz tudo, menos anotar meu pedido.

    Eu sou o homem que vai a uma loja e espera calado, enquanto os vendedores terminam suas conversas particulares.

    Eu sou o homem que entra num posto de gasolina e nunca usa a buzina, mas espera pacientemente que o empregado termine a leitura do seu jornal.

    Eu sou o homem que explica sua desesperada urgência por uma peça, mas não reclama que a recebe somente após três semanas de espera.

    Eu sou o homem que, quando entra num estabelecimento comercial, parece estar pedindo um favor, implorando por um sorriso ou esperando apenas ser notado.

    Você deve estar pensando que eu sou uma pessoa quieta, paciente, do tipo que nunca cria problemas... Engana-se.

    Sabe quem eu sou? Eu sou o cliente que nunca mais volta!

    Divirto-me vendo milhões gastos todos os anos em anúncios de toda ordem, para levar-me de novo à sua empresa. Sendo que quando fui lá  pela primeira vez, tudo o que deveriam ter feito era apenas uma pequena gentileza, simples e barata: tratar-me com um pouco mais de cortesia.

    Só existe um chefe: o CLIENTE.

    E ele pode demitir todas as pessoas da empresa, do presidente ao faxineiro, simplesmente levando o seu dinheiro para gastar em outro lugar.

    Lembre-se: você nunca terá uma segunda chance de causar uma boa primeira impressão”.

    3 min
  • A honestidade

    Três estudantes não foram ao exame final porque não tinham estudado. Eles, então, elaboraram um plano: sujaram-se com graxa, óleo e gasolina e se apresentaram ao professor:

    - Professor, pedimos desculpas. Não pudemos vir ao exame, pois estávamos num casamento e no caminho de volta o carro quebrou, por isso estamos tão sujos, como o senhor pode ver.

    O professor foi compreensivo e deu-lhes três dias para se prepararem e retornarem para fazer a prova.

    Chegou o dia. O professor colocou os três amigos em salas separadas e aplicou a prova, que continha apenas quatro perguntas:

    1. Quem casou com quem?

    2. Que horas o carro quebrou?

    3. Onde exatamente o carro quebrou?

    4. Qual é a marca do carro?

    Abaixo das questões, o professor colocou uma observação: “Se as respostas forem idênticas, estarão todos aprovados. Boa sorte!”.

    Esta história nos faz refletir sobre honestidade. Ser honesto significa escolher não mentir, roubar, enganar ou trapacear ninguém, de modo algum. Quando somos honestos, desenvolvemos a força de caráter. A honestidade não é para poucos, mas para todos.

    2 min
  • Não sejamos fracos no bem

    Karoline Verri, uma jovem de 17 anos e seu namorado, Luan Augusto, de 16, estavam fazendo aula de Educação Física quando foram surpreendidos por tiros. Os dois morreram. Karoline havia se confessado no domingo, disse o padre da sua paróquia, e morreu um dia depois. O ataque foi feito por um ex-aluno que disse ter sofrido bullying por muitos anos na escola.

    Quero falar duas coisas sobre isso: a primeira é que estejamos atentos aos nossos filhos! Ao invés de perguntarmos apenas “como foi na escola?”, busquemos saber com quem conversaram, se tem algum amigo que ele mais gosta ou algum que ele não gosta muito; se ele chorou ou sorriu naquele dia; se ele se sente protegido na escola; se ajudou alguém ou viu alguém sofrendo. Perguntem não como quem faz um inquérito, mas como quem se importa!

    Observem com que os seus filhos gastam tempo! Tenham cuidado com o que consomem, que tipo de coisa assistem, escutam ou jogam. Isso pode ser mais perigoso do que um criminoso com uma arma na mão, porque pode fazer dos seus filhos o que decide puxar o gatilho.

    Não sejamos fracos no bem! Como dizia a carta de um delinquente juvenil que protagonizou um crime na Alemanha: “vocês nos fizeram fortes no mal, porque são fracos no bem! Não nos indicaram caminho algum que tivesse sentido, porque vocês mesmos não o conheciam e não quiseram procurá-lo porque são fracos. Vocês não nos fizeram fortes no amor!”

    Pensemos como estamos conduzindo os nossos filhos. Se estamos preferindo poupar o nosso estresse e o nosso tempo, desatentos a eles e atentos a nós mesmos, arriscando perder o que temos de mais precioso.

    A outra coisa que quero dizer é do lado oposto a essa: a vida é só um breve segundo. O fio que nos separa da morte é muito tênue. Nunca sabemos quando chegará a nossa vez e isso precisa, necessariamente, nos impelir a ser melhor! Precisamos ter urgência em amar o bem! Precisamos ter urgência em ajustar a nossa vida, em pedir perdão, para que, se a morte nos encontrar, nos encontre minimamente preparados, como encontrou Karoline. Sejamos fortes no amor!


    Rebecca Athayde

    4 min
  • O quilômetro extra

    O mundo é uma espécie de formigueiro carregado de pessoas que não fazem nada mais do que lhe mandam e de pessoas que não fazem nem o que lhe mandam. Talvez eu esteja sendo injusto com as formigas, pois no formigueiro todas trabalham igualmente para o bem da comunidade, exceto a rainha.

    Todos os dias a vida nos concede inúmeras oportunidades de fazer bem mais do que aquilo para o qual estamos sendo pagos. E não existe maneira mais justa de receber o que merecemos se não for através do esforço que vai além das nossas possibilidades.

    Isso é o que Napoleon Hill, autor de A Lei do Triunfo, denominava de “o hábito de caminhar um quilômetro extra”. Quem consegue ir além da recompensa tem mais chances de prosperar, em qualquer profissão, desde que haja o equilíbrio necessário para evitar o desgaste em qualquer uma das partes.

    O que significa caminhar um quilômetro extra? Imagine que sua vida é dura, você levanta cedo, toma dois ônibus para trabalhar, tem um chefe que não é brincadeira, ganha pouco e atende reclamações o dia todo. Em resumo, você trabalha no call center de uma companhia telefônica. E não foi por falta de opção, afinal, você lutou para conseguir o emprego.

    Dá para ser feliz ouvindo lamúrias o dia todo? Minha experiência diz que sim. Toda vez que um atendente transfere a ligação para outro é possível sentir nitidamente a mudança de postura. Já ocorreu de mudar três ou quatro vezes de atendente na mesma chamada e o atendimento ser bem diferente.

    Por que isso acontece? Porque em qualquer empresa existem pessoas que não sabem o que estão fazendo e outras que, apesar de não terem sido informadas, fazem aquilo que o seu coração manda. Não importa se ninguém mandou ou se não foram treinadas. Importa é o fato de que o cliente precisa de ajuda. Se não estiver ao seu alcance, no mínimo você pode ser educado e prestativo.

    “Não é o que lhe acontece na vida, mas o que você faz com o que lhe acontece na vida”. Você pode ter nascido de família rica ou de família pobre, portanto, sua origem não muda. O que muda é a forma como você encara a vida a partir do momento em que a vida encara você.

    Significa dizer que, em qualquer profissão, você pode escolher entre ser um profissional animado, sorridente e criativo, independentemente do salário e das condições de trabalho, e um profissional amargo, irritado, indiferente, que não vê a hora de ir para casa e fugir das reclamações.

    Caminhar um quilômetro extra é uma competência não ensinada nos lares e nas escolas.

    Deixo aqui uma visão simples sobre o hábito de caminhar um quilômetro extra. Não é necessário perder o sono nem a saúde para fazer um pouco mais do que fazemos.

    Caminhar um quilômetro extra significa:

    – Fazer mais do que aquilo para o qual você é pago;

    – Fazer as coisas com mais sutileza, amor e carinho;

    – Oferecer ajuda em qualquer circunstância;

    – Importar-se com as pessoas;

    – Ouvir um pouco mais do que o necessário;

    – Realizar mais para contribuir do que ganhar dinheiro;

    – Ser único naquilo que faz;

    – Sorrir, apesar de tudo.


    Jerônimo Mendes

    5 min

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